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 Mafi

Agosto passou a voar, tive dias com tanta trabalho que nem tinha vontade nem cabeça para ler. Mesmo assim foram 4 livros que gostei portanto podia ter sido pior. 

1. Amo-te apesar de ti de Sophie Kinsella (4/5) - Opinião aqui

2. Uma história fora do tempo de Helen Fisher (4/5) - Histórias no tempo não são as minhas favoritas mas até gostei desta mais pela mensagem da ligação entre uma mãe e filha. 

3. What's not to love de Emily Webberley e Austin Siegmund-Broka - Opinião em breve. 

4. Jay's Gay Agenda de Jason June (4/5) - Opinião em breve.

Ne


 

No geral foi um bom mês, com leituras conjuntas, autores portugueses (que infelizmente não me deslumbraram), cinco releituras, muitos romances eróticos e menos fantasia (estou com ressaca de certeza).

1. Amor Cruel de Colleen Hoover (5/5) - foi uma releitura de 2017 com aumento da classificação, mas adorei na mesma. E não mudei nada na minha opinião. Foi uma leitura conjunta do WineNotBookClub mas acabei por ler tudo de seguida e não fui a única.

2. Layla de Colleen Hoover (2/5) - o pior de todos desta escritora. Também uma leitura conjunta com as minhas queridas @athousandwords e a Cláudia das @twobestfriendsandbooks.

3. A Kingdom of Flesh and Fire de Jennifer L. Armentrout (3/5) - gostei tanto do primeiro e este foi um pouco extenso e com mais palha

4. Cartas Picantes de Vi Keeland (3/5) - a primeira parte é 5*, mas a segunda muito melodramática. Também leitura conjunta, mas do Erotic Club.

5. Odeio-te e Amo-te de Sally Thorne (5/5) - Re-leitura. Adorei como da primeira vez e já nem me lembrava deste fim. 

6. Corações na Escuridão de Laura Kaye (4/5) - a história está optima, apesar de parecer um conto/excerto, mas a estrutura do livro e a tradução não me agradaram muito

7. Crónica de Paixões e Caprichos de Julia Quinn (4/5) - re-leitura sem aumento da classificação

8. Peripécias do Coração de Julia Quinn (4/5) - re-leitura sem aumento da classificação

9. Amor e Enganos de Julia Quinn (4/5) - re-leitura sem aumento da classificação, mas até agora dos três foi o que mais gostei. Também vai para a lista de retellings da Cinderela. 

10. O Amante de Jodi Ellen Malpas (3/5) - não me identifiquei com os personagens e outras questões. Mas quero ler o resto

11. The Spark de Vi Keeland (3/5) - é raro dar esta classificação a um livro desta autora que eu adoro mas não há dúvidas

12. A Anos-luz de Carmen Garcia (3/5) - adorei a escrita da autora mas no geral só gostei. 

13. Prova-me de Lúcia Vaz Pedro (1/5) - pois não fiquei fã. 

14. The Lost Sisters de Holly Black (2/5) - um conto que não adiantou grande coisa à trilogia. Deu para matar saudades

15. For a Good Time Call de Vi Keeland (4/5) - ora aqui está um conto que vale a pena. Tem tudo o que adoro desta autora nestas poucas páginas e tem tudo o que faltou ao The Spark. É pena é o final.

16. 30 Dias de Christine D'abo (5/5) - um dos melhores eróticos que já li.

17. 30 Noites de Christine D'abo (4/5) - adorei mas gostei mais do primeiro. Talvez pela novidade.

18. Como se Vingar de um Cretino de Suzanne Enoch (4/5) - Um de época para desenjoar.

19. Uma Magia Mais Escura de V.E. Schwab (3/5) - Esperava adorar mais.

20. Com Amor, Zach de Kendall Ryan (2/5) - Não desenvolveu como estava à espera. Muito drama e frases ordinárias que depois não levam a nada. 


A minha estreia com estas duas escritoras (sim, são duas: Christina Hobbs e Lauren Billings) começou com este livro único, ignorando as séries já escritas.
Apesar das sinopses serem prometedoras, curiosamente nunca senti impulso para pegar nelas e por isso decidi experimentar um livro sozinho e provar a ver se gostava. Posso já dizer que não é mau, mas apesar das coisas positivas que vou enumerar em seguida, o entusiasmo final não foi assim tão grande para classificar com mais de 3 estrelas.
Carter e Evie vivem então este prelúdio na bem conhecida Hollywood, que para mim foi um cenário novo. Penso que nunca tinha lido nada que se passasse lá, o que contribuiu para um ponto positivo e novo, mas que como teve escassas descrições de cenário, acabou por ser um pouco discreto e passar-me ao lado.
Tendo lido o Odeio-te e Amo-te de Sally Thorne e não conseguindo não comparar, penso que foi o que acabou por me fazer gostar menos deste romance. Sim, a história de Carter e Evie começa com eles a terem uma ligação fora do trabalho e depois acontecerem n armadilhas do destino que vão trazer os seus lados humanos mais negativos ao de cima, mas que no final o vilão é outro e é castigado; e na de Lucy e Joshua a construção e evolução do amor é toda da responsabilidade apenas deles os dois. Mas a ideia base é a competitividade vs amor e essa é a mesma.
Em Dating You/Hating You achei que as personagens deixaram-se ser demasiado influenciadas, tanto pelos vários "vilões", como pela ganância. E aqui, ao longo da leitura, achei que se quebrou ali a ligação e por isso também a empatia com os personagens. Além disso, existem demasiadas personagens secundárias, com pequenas histórias que não interessam à história.
O final, obviamente arranjado para uma resolução rápida, não me surpreendeu minimamente.
Mas a maior culpa foi a personalidade submissa de Evie para com o chefe e toda aquela energia negativa do machismo que está constante nestas páginas. Mais uma vez, este tipo de personagens femininas e protagonistas repelem em vez de atrair a minha empatia e interesse, e neste caso, as autoras nem sequer corrigiram a questão, ou seja, a personagem não evoluiu nada! A história no geral resolveu por ela.
Joshua por seu lado também não foi muito melhor e colocou sempre o seu medo pelo futuro e desemprego à frente, mesmo tendo a prova que ele era bastante capaz.
Ao contrário do livro de Sally Thorne, aqui as altercações entre o casal não foram tão animadas nem com "tiradas" inteligentes, contribuindo assim para mais um ponto contra nesta comparação e por isso conclusão final.
De qualquer forma, vou querer ler mais destas autoras, e esperar ler sem qualquer tipo de interferências de "fantasmas" de outros livros semelhantes, para poder fazer uma avaliação mais individual.

Carter e Evie imediatamente se conectam e a tensão sexual é inegável, embora o surgimento de um romance seja pouco provável em razão de um encontro embaraçoso numa festa de Halloween.
Além disso, mesmo o facto de que ambos são agentes de talentos de firmas concorrentes em Hollywood não é suficiente para apagar o fogo. Mas, quando as duas agências se fundem – fazendo com que a dupla concorra ao mesmo cargo –, tudo se torna imprevisível. O que poderia ter sido o desabrochar de um belo romance se transforma em guerra declarada de sabotagem mútua.
Carter e Evie são profissionais de trinta e poucos anos – então por que não podem agir como tal? Será que Carter vai parar de tentar agradar a toda a gente e ver como o chefe de ambos está a fazer jogo? Será que Evie pode deixar de lado a sua natureza competitiva por tempo suficiente a fim de descobrir o que realmente quer na vida? Será que seus clientes, os actores, podem ser mais humanos?

Setembro foi um mês em cheio, talvez por Agosto ser o mês do aniversário e ter gasto os vales-prenda.
Na imagem podemos ver a pilha dividida em duas, os não lidos (à esquerda) e os lidos (à direita). Apesar destes ainda faltam dois: Uma Coisa Absolutamente Incrível de Hank Green (que foi para a Mafi) e Muito Mais que Amigos de Erin Lyon (que também já tem novo dono).
Portanto, de 18 li 7, o que não é bom pela percentagem mas não é mau porque 7 ainda é um bom número de livros livros em poucos meses pós-compra.
Resultado de imagem para top top 10
2018 já lá vai e aqui vai o nosso balanço de leituras do ano que passou.

Mafi
2018 foi o ano mais fraco de leituras desde 2015. Comecei cheia de força ao apostar 125 livros no desafio do Goodreads e nem aos 100 cheguei ficando-me pelas 92 leituras. O primeiro semestre foi carregado de leituras com uma média de 8 livros por mês. Já a segunda metade foi uma desgraça e ficava-me pelos 5 ou 6 com muito esforço. Isso também notou-se nas compras de livros dado que até Julho comprei 28 livros e depois de Agosto a Novembro comprei 4, um por mês. Não me perguntem o que aconteceu mas parecia que a vontade de ler e o amor pelos livros tinha diminuído! 
Este abrandar nas compras teria sido óptimo se tivesse pegado nos livros mais antigos da estante, objectivo que foi uma desgraça como podem ver pelo Na Fila 2018. Mesmo assim ainda estou orgulhosa de ter pegado em alguns livros que tinha aqui há mesmo muitos anos. Li muitas novidades, nomeadamente 52 ou seja mais de 50% das leituras foram novidades. Algumas traduções de livros que já queria ler algum tempo, outras foram livros de autores desconhecidos que decidi arriscar. Descobri bons autores que vou levar para 2019 mas também tive algumas desilusões. As editoras mais lidas foram a Topseller com 20 livros, a Planeta com 10 e o grupo LEYA com 9 livros.
Vamos lá ao meu Top 10:

1 - Flores Partidas - Karin Slaughter (o melhor livro deste ano, li-o há 1 mês e ainda penso nele)
2 - O Prof - Vi Keeland (melhor autora de 2018)
3 - Os altos e baixos do meu coração - Becky Albertalli (o único YA que adorei este ano)
4 - A mulher à Janela - A.J.Finn (Acho que se fosse hoje não dava 5 estrelas mas na altura adorei)
5 - Egomaníaco - Vi Keeland (já disse que foi a melhor autora de 2018?)
6 - Uma Verdade Simples - Jodi Picoult (Jodi Picoult nunca falha)
7 - Um Dó,Li,tá - M.J. Arlidge (Só li o 1º e fico contente de ter mais 6 por ler)
8 - A Provadora - V.S. Alexander (adorei este livro mas não vejo ninguém a falar dele, baseado na história verídica de uma das provadoras de Hitler)
9 - Procura-me Quando a Guerra Acabar - Amy Harmon (Um romance lindo com uma perspectiva diferente dos Judeus)
10 - Louca  Chloé Esposito (Por nunca ter lido nada assim. Há quem tenha detestado, eu adorei)
Menção honrosa: Às Cegas - Josh Malerman (Adorei o conceito e vi há pouco tempo o filme que também está brutal). 

Ne

O meu ano de 2018 mais parece uma ritmo cardíaco do ECG. Num mês corre-me bem no outro não leio nada ou quase nada. Para vocês verem foi algo assim: 8-6-7-16-9-5-zero!-5-10-12-4-2
Analisando desta forma até nem me correu mal já que tinha a ideia que o segundo semestre tinha sido uma vergonha em termos de quantidade e qualidade, mas afinal foi só no meio e no fim do ano!
Os pontos altos do ano foram:
- ter finalmente lido algo de Jodi Picoult, que correspondeu às minhas expectativas;
- reler a minha saga preferida dos anos anteriores de Abbi Glines, que nunca farta;
- conhecer mais um pouco a escritora Brittainy C. Cherry, que neste momento ultrapassou Abbi Glines, Colleen Hoover e Dorothy Koomson e está nos tops dos tops;
- também conheci Vi Keeland que prima em campos diferentes das autoras anteriores e da qual fiquei fã também;
- consegui assim ler para lá do meu objectivo do Goodreads, que eram os 80 livros, mas teria chegado aos 100 se não fossem os meses críticos Julho, Novembro e Dezembro.
Os pontos baixos do ano foram:
- Não li nem 10% do meu Na Fila Especial de 2018. Até parece que os que lá coloquei era os que eu não iria ler!
- Li livros muito maus que ainda hoje me arrependo de ler como o Priest.
Cada vez tenho mais noção que há um oceano de livros para ler, mas quando queremos forçar um género ou tentar descobrir um livro que vamos adorar no meio dessas gotas todas perdemos tempo precioso que poderíamos estar a ler o que gostamos. Definitivamente não sou leitora para livros de suspense, policiais ou thrillers. Em 2019 vou desistir deles e só terminar os que tenho começado, infelizmente isto inclui os livros da minha adorada Dorothy Koomson. Continuo a ser fã e continuo a adorar a escrita, as personagens, mas não me consigo entusiasmar como se fosse um drama ou contemporâneo.
Vou investir então em romances mais leves, contemporâneos, New Adult e históricos (estes últimos em menor quantidade porque já nada me parece original).
O objectivo mais difícil de 2019 vai ser ler os livros dos filmes, que andei a acumular e que acho que vou acabar por não ler nenhum, já que a maior parte são dos géneros mais negros.

O meu Top 10 é:
1 - O Silêncio das Águas - Brittainy C. Cherry (adorei tanto ou mais do que o primeiro, mas apaixonei-me)
2 - O Poder das Pequenas Coisas - Jodi Picoult (não me desiludiu, é uma escritora e uma história muito boa, mas são assuntos pesados e por isso vou lê-los aos poucos)
3 - O Prof - Vi Keeland (adoro estes romances: rápidos de ler, deixam sempre uma sensação de contentamento no final como quando comemos uma grande fatia do nosso bolo preferido, nunca desilude)
4 - Mil Beijos de Garoto - Tillie Cole (é mais drama que romance, mas foi muito bonito e recomendo)
5 - Verão em Edenbrooke - Julianne Donaldson (melhor romance histórico do ano. Adorei este e o segundo na mesma quantidade e tenho muita pena que não haja mais)
6 - O Ódio que Semeias - Angie Thomas (o racismo é algo que ainda me causa um gosto agridoce, mas o que me comove e revolta são as injustiças, sejam raciais ou não; livro muito forte, muitas lições de vida)
7 - Deixa-me Odiar-te - Anna Premoli (tanto este como o seguinte seguem a linha dos da Vi Keeland e deixam a mesma sensação de satisfação, mas o que adoro mais é serem livros que do inicio ao fim mexem com os nossos nervos)
8 - Odeio-te e Amo-te - Sally Thorne
9 - Sorrisos Quebrados - Sofia Silva (outra história muito linda e empática que recomendo ser lida)
10 - A Rapariga de Antes - J.P. Delaney (para não dizer que não gostei de nenhum suspense)
Mais um mês terminado, mais uma lista de leituras que nunca satisfazem ou compensam a nossa lista de livros por ler e para comprar eheh

Leituras da Mafi

Poucos mas bons visto que dei 4 estrelas a todos!


Classificações e opiniões:
O Egomaníaco - Vi Keeland (4/5)
O Rapaz à Porta - Alex Dahl (4/5)
Leah on the offbeat - Becky Albertalli (4/5)
Second Chance Summer - Morgan Matson (4/5)
A Provadora - V.S. Alexander (4/5)
Livros físicos: 3
Ebooks: 2
Livro Mais Doce: Gostei de todos mas talvez ''A Provadora''
Livro Mais Amargo: Não há :)
Livro Mais Longo: Second Chance Summer (468 páginas)
Livro mais curto: Leah on the offbeat
Livros dos ''Na Fila 2018'': 1
Livros "Na Fila Outubro":
Autores novos: 3
Autores já lidos: 2

Leituras da Ne

À Flor da Pele - Helena Hunting (3/5)
Odeio-te e Amo-te - Sally Thorne (4/5)
Que Sombra Te Acompanha - Tiago Gonçalves (2/5)
Belong to You - Vi Keeland (2/5)
Uma Mulher Entre Homens - Opal Carew (2/5)
Amo-te (Quase) Para Sempre - Erin Lyon (4/5)
Muito Mais do Que Amigos - Erin Lyon (4/5)
Conquistar um Duque - Lenora Bell (4/5)
A Barraca do Beijo - Beth Reekles (2/5)
Nunca, Nunca - Parte 2 - Colleen Hoover (3/5)
Daisy Está na Cidade - Rachel Gibson (4/5)
Maluca por Você - Rachel Gibson (3/5)


Livros físicos: 7
Ebooks: 5
Livro Mais Doce: Odeio-te e Amo-te
Livro Mais Amargo: Belong to You (porque foi o que não estava à espera de gostar tão pouco)
Livro Mais Longo: Odeio-te e Amo-te (384 páginas)
Livro Mais Curto: Que Sombra Te Acompanha
Livros dos ''Na Fila 2018'': 0
Livros "Na Fila Outubro": 1
Autores novos: 5
Autores já lidos: 5

Odeio-te e Amo-te foi um dos romances do género que me lembro de ler com melhor jogo de palavras. os diálogos são bastante coloridos, com respostas bastante inteligentes, o que aumenta imenso a fasquia para os seguintes, como veio a acontecer com o romance de Erin Lyon que li posteriormente e que em breve vou publicar a minha opinião. A comparação é inevitável e às vezes desejamos não ter lido o anterior para podermos aproveitar melhor a leitura dos próximos, mas a vida é assim. Também não resisti e fazer comparações com o romance À Flor da Pele de Helena Hunting (opinião em breve) em que ambos os protagonistas masculinos são maníacos das limpezas e da organização, um patológico o outro nem por isso. Como vêem quando leio algo o meu cérebro desvia-se imenso a fazer este tipo de ligações e combinações nas várias peças que compõem um romance contemporâneo.
Achei as descrições dos momentos e dos sentimentos bastante originais, quase como se se tratasse de um poema descritivo. Ao inicio estranhei, mas depois comecei a esperar por estas descrições que normalmente tendemos a ler na diagonal.
O ambiente profissional cria todo um cenário diferente para este romance se desenrolar. Este último não começa no inicio, já que primeiro a autora nos apresenta cada personagem e cada dinâmica que podemos encontrar. Aos poucos e poucos vão surgindo então as oportunidades que nos vão levantando o véu do que esperamos encontrar: cenas engraçadas, cheias de tensão e atracção entre estes dois. Vendo tudo pelos olhos de Lucy as cenas ainda são mais queridas e empáticas, e, apesar de vermos o que ela não vê, é tudo pintado de forma bastante colorida.
Lucy e Joshua são rivais dentro da mesma empresa, que foi resultado de uma fusão, mas que conseguem estar distintas, mesmo que o objectivo seja diferente. Até os chefes são diferentes, mas estes dois trabalham diariamente frente a frente, ainda por cima rodeados de espelhos, o que achei um pormenor engraçado, já que Sally Thorne os aproveita muito bem.
Para cada livro temos que estar com um certo espírito, se não estes pequenos pormenores que tanto fazem a diferença vão nos escapar ou não os vamos valorizar tanto. Mas neste caso o meu humor estava no ponto certo e por isso acabei por apreciar muita coisa que noutras ocasiões me iria irritar de certeza.
Josh tem muitos segredos o que vai aumentar a atracção por ele exponencialmente quando sabemos que por detrás daquele belo espécime masculino não está uma personalidade nem fútil nem oca. Ambos os protagonistas são bem descritos, bem dotados de inteligência, como provam os seus currículos e certas cenas desta história. A autora fez bem o seu trabalho e não passa por cima de nenhum detalhe, que apesar de serem pequenos fazem toda a diferença na construção de uma boa história, com personagens interessantes e uma boa base. Não é um livro profundo cheio de drama, mas é um livro real, do quotidiano, com bons ingredientes para uma leitura rápida, satisfatória e que deixou saudades. Tenho imensa pena de não haver sequela, porque adorei conhecer este casal e acompanhá-los nesta luta.
Para além destes dois, há personagens que contribuem para certas cenas chaves, como a família de Lucy, que encontramos bastantes vezes ao longo das páginas. Normalmente não sou adepta de cenas muito familiares, mas neste caso, como Lucy não tem amigas, ela apenas se poderia refugiar com a família.
O final já era previsível, mas quem não gosta de um final feliz como este? Quando já nos apaixonámos por Joshua e ele como sempre nunca desiludindo? Joshua é um exemplo do altruísmo escondido que só se revela quando ele quer.
Em resumo, este é um livro muito fofo que nos faz suspirar constantemente, torcer as mãos em expectativa e torcer para que o próximo capítulo seja tão amoroso e divertido como o anterior. Sei que vou relê-lo e que no final vou ter todo o conjunto se emoções que tive como da primeira vez.


Lucy Hutton e Joshua Templeman odeiam-se. Não, não se trata de mera antipatia. Eles odeiam-se de morte. Quando são forçados a trabalhar juntos, a hostilidade entre ambos atinge níveis alarmantes. Basta ver a password do computador dela, por exemplo. Ou então observá-lo após cada confronto, enquanto desenha misteriosos símbolos na agenda. Joshua é irritantemente meticuloso (a ponto de usar sempre as camisas numa sequência específica), e desprovido de sentimentos. Lucy, pelo contrário, é divertida, espalhafatosa e excêntrica (a ponto de ter uma colecção de bonecos secreta).Mas a fasquia sobe ainda mais quando é anunciada uma promoção. Pois… há apenas UM lugar. E apenas UM deles poderá ocupá-lo. Se Lucy vencer, passará a ser chefe de Joshua. Se for Joshua a vencer, Lucy jura que vai pedir a demissão. Agora que a tensão está no auge, o comportamento de ambos torna-se cada vez mais estranho. E quando, no elevador da empresa, trocam um beijo capaz de derreter as paredes de aço que os rodeiam, surgem as dúvidas: será que se odeiam de verdade? Ou não passará tudo de um maquiavélico jogo?

Já chegou no mês passado e já foi devorado neste. Adorei. Opinião em breve.




A capa é muito mais fluorescente acreditem!

Lucy Hutton e Joshua Templeman odeiam-se. Não, não se trata de mera antipatia. Eles odeiam-se de morte. Quando são forçados a trabalhar juntos, a hostilidade entre ambos atinge níveis alarmantes. Basta ver a password do computador dela, por exemplo. Ou então observá-lo após cada confronto, enquanto desenha misteriosos símbolos na agenda. Joshua é irritantemente meticuloso (a ponto de usar sempre as camisas numa sequência específica), e desprovido de sentimentos. Lucy, pelo contrário, é divertida, espalhafatosa e excêntrica (a ponto de ter uma coleção de bonecos secreta).
Mas a fasquia sobe ainda mais quando é anunciada uma promoção. Pois… há apenas UM lugar. E apenas UM deles poderá ocupá-lo. Se Lucy vencer, passará a ser chefe de Joshua. Se for Joshua a vencer, Lucy jura que vai pedir a demissão. Agora que a tensão está no auge, o comportamento de ambos torna-se cada vez mais estranho. E quando, no elevador da empresa, trocam um beijo capaz de derreter as paredes de aço que os rodeiam, surgem as dúvidas: será que se odeiam de verdade? Ou não passará tudo de um maquiavélico jogo?
Não podia faltar o resumo das nossas leituras do mês.

Leituras da Mafi:


Classificações e opiniões:

13 envelopes azuis - Maureen Johnsson (2/5)
A Mulher à Janela - A.J. Finn (5/5)
Virgem - Radhika Sanghani  (3/5)


Livros físicos: 7
Ebooks: 1
Livro Mais Doce: A mulher à Janela
Livro Mais Amargo: 13 Envelopes Azuis 
Livro Mais Longo: A mulher à Janela (488 páginas) 
Livro mais curto: Virgem (264 páginas) 
Livros dos ''Na Fila 2018'': 3
Livros "Na Fila Março": 4
Autores novos: 5
Autores já lidos: 3

Leituras da Ne:


Classificações e opiniões:

15 - Boneco de Pano - Daniel Cole (4/5)
16 - Caraval - Stephanie Garber (4/5)
17 - O Sol Também É Uma Estrela - Nicola Yoon (2/5)
18 - Quase Adulta - Jami Attenberg (2/5)
19 - Doces Silêncios - Deborah Smith (3/5)
20 - Deixa-me Odiar-te - Anna Premoli (4/5)
21 - O Ódio que Semeias - Angie Thomas (4/5)

Livros físicos: 4
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: "Caraval"
Livro Mais Amargo: "Quase Adulta"
Livro Mais Longo: "Caraval" (376 páginas)
Livro Mais Curto: "Quase Adulta"
Livros dos ''Na Fila 2018'': 1 (ai que desgraça)

Livros "Na Fila Março": 3 (3,5 conta?)
Autores novos: 5
Autores já lidos: 2


Com uma capa que magoa os olhos, este livro é um dos chick lits mais bem falados dos últimos tempos e desde que saiu no ano passado que tinha vontade de o ler. 

35529430Peguei nele este mês e as expectativas foram correspondidas mas não posso dizer que tenham sido superadas.

Antes lia muito este género, li várias autoras mas sempre destaquei a Sophie Kinsella não só como a minha favorita mas como também a melhor dentro deste género. É a única autora que me faz rir e que não acho que as personagens sejam tão parvas assim, algo que acontece muito neste tipo de livros, especialmente com as personagens femininas, quase que são uma caricatura da parvoíce.

Isto tudo para dizer que foi o que senti um pouco com as personagens deste livro: a Lucy e o Joshua. Depois da fusão das empresas onde cada um trabalhava, Lucy e Joshua odeiam-se. Não gostam um do outro, não se toleram, não podem ver-se à frente. A forma que encontram em demonstrar esse ódio é nuna série de jogos durante o trabalho. O pior acontece quando é aberto um novo cargo em que basicamente um deles seria chefe do outro e é claro que nenhum deles quer perder. Mas como diz na capa, a linha entre o amor e o ódio é muito fina e lentamente vão percebendo que toda a tensão entre eles talvez não fosse ódio...mas sim amor.

A premissa do livro é engraçada e dá para rir mas achei alguns ''jogos e tácticas'' um bocado infantis. Não estamos a falar propriamente de miúdos mas sim de adultos, só que neste caso parecia que estávamos na primária e não num escritório de uma editora. Confesso que gostei mais da parte do romance, quando eles lá começam a entender-se embora as confusões continuem. 

A narração é feita maioritariamente pelo ponto de vista da Lucy, acho que o livro teria beneficiado de mais pontos de vista do Joshua mas mesmo assim a Lucy conseguiu transmitir alegria e energia ao livro, proporcionando um ritmo de leitura rápido. 
O final é bom mas previsível mas não é por isso que deixamos de ler o livro. Também quando vemos aqueles filmes românticos já sabemos o fim e mesmo assim continuamos a ver. Este livro é como esses filmes e digo mesmo que daria uma óptima adaptação ao ecrã. 

Não é um chick-lit mau mas também não me deslumbrou por aí além. Dou-lhe 3 estrelas e meia. 
Lucy Hutton e Joshua Templeman odeiam-se. Não, não se trata de mera antipatia. Eles odeiam-se de morte. Quando são forçados a trabalhar juntos, a hostilidade entre ambos atinge níveis alarmantes. Basta ver a password do computador dela, por exemplo. Ou então observá-lo após cada confronto, enquanto desenha misteriosos símbolos na agenda. Joshua é irritantemente meticuloso (a ponto de usar sempre as camisas numa sequência específica), e desprovido de sentimentos. Lucy, pelo contrário, é divertida, espalhafatosa e excêntrica (a ponto de ter uma coleção de bonecos secreta).
Mas a fasquia sobe ainda mais quando é anunciada uma promoção. Pois… há apenas UM lugar. E apenas UM deles poderá ocupá-lo. Se Lucy vencer, passará a ser chefe de Joshua. Se for Joshua a vencer, Lucy jura que vai pedir a demissão. Agora que a tensão está no auge, o comportamento de ambos torna-se cada vez mais estranho. E quando, no elevador da empresa, trocam um beijo capaz de derreter as paredes de aço que os rodeiam, surgem as dúvidas: será que se odeiam de verdade? Ou não passará tudo de um maquiavélico jogo?
Encantador, divertido e romântico, o romance de estreia de Sally Thorne promete pôr os leitores em alvoroço… e a ansiar que o ódio se transforme em amor!


35529430



Para quem nos segue no facebook sabe que até já comecei este livro há uns 2 dias mas só agora consegui vir aqui fazer o post.

Aliás já estou quase a meio. Hoje como há greve dos comboios tenho de ir para o trabalho por outro caminho, portanto o tempo de leitura ainda vai ser maior. Estou a gostar mas pensava que por esta altura já tivesse a gostar mais. E não me canso de dizer que esta capa é feia. 


Lucy Hutton e Joshua Templeman odeiam-se. Não, não se trata de mera antipatia. Eles odeiam-se de morte. Quando são forçados a trabalhar juntos, a hostilidade entre ambos atinge níveis alarmantes. Basta ver a password do computador dela, por exemplo. Ou então observá-lo após cada confronto, enquanto desenha misteriosos símbolos na agenda. Joshua é irritantemente meticuloso (a ponto de usar sempre as camisas numa sequência específica), e desprovido de sentimentos. Lucy, pelo contrário, é divertida, espalhafatosa e excêntrica (a ponto de ter uma coleção de bonecos secreta).
Mas a fasquia sobe ainda mais quando é anunciada uma promoção. Pois… há apenas UM lugar. E apenas UM deles poderá ocupá-lo. Se Lucy vencer, passará a ser chefe de Joshua. Se for Joshua a vencer, Lucy jura que vai pedir a demissão. Agora que a tensão está no auge, o comportamento de ambos torna-se cada vez mais estranho. E quando, no elevador da empresa, trocam um beijo capaz de derreter as paredes de aço que os rodeiam, surgem as dúvidas: será que se odeiam de verdade? Ou não passará tudo de um maquiavélico jogo?
Encantador, divertido e romântico, o romance de estreia de Sally Thorne promete pôr os leitores em alvoroço… e a ansiar que o ódio se transforme em amor! 

A sério ASA? Não havia designer para fazer uma capa de jeito???


Lucy Hutton e Joshua Templeman odeiam-se. Não, não se trata de mera antipatia. Eles odeiam-se de morte. Quando são forçados a trabalhar juntos, a hostilidade entre ambos atinge níveis alarmantes. Basta ver a password do computador dela, por exemplo. Ou então observá-lo após cada confronto, enquanto desenha misteriosos símbolos na agenda. Joshua é irritantemente meticuloso (a ponto de usar sempre as camisas numa sequência específica), e desprovido de sentimentos. Lucy, pelo contrário, é divertida, espalhafatosa e excêntrica (a ponto de ter uma coleção de bonecos secreta).
Mas a fasquia sobe ainda mais quando é anunciada uma promoção. Pois… há apenas UM lugar. E apenas UM deles poderá ocupá-lo. Se Lucy vencer, passará a ser chefe de Joshua. Se for Joshua a vencer, Lucy jura que vai pedir a demissão. Agora que a tensão está no auge, o comportamento de ambos torna-se cada vez mais estranho. E quando, no elevador da empresa, trocam um beijo capaz de derreter as paredes de aço que os rodeiam, surgem as dúvidas: será que se odeiam de verdade? Ou não passará tudo de um maquiavélico jogo?
Encantador, divertido e romântico, o romance de estreia de Sally Thorne promete pôr os leitores em alvoroço… e a ansiar que o ódio se transforme em amor!

Sai dia 25!
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