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Já à venda 

Bird Gardner tem doze anos e uma vida calma, que partilha com o pai, um ex-linguista que agora trabalha na biblioteca de uma universidade. Bird sabe que não deve fazer muitas perguntas ou destacar-se da multidão. Durante uma década, as suas vidas foram reguladas por leis escritas com o intuito de preservar a «cultura americana», após anos de instabilidade económica e violência. Para manter a paz e restaurar a prosperidade, as autoridades têm agora o poder de transferir os filhos de dissidentes, principalmente dos de origem asiática, e as bibliotecas foram obrigadas a remover livros que possam ser vistos como antipatrióticos.

Neles se incluem as obras de Margaret, a mãe de Bird, uma poeta que abandonou a família quando ele tinha nove anos. Bird cresceu preparado para repudiar a existência da mãe e da sua obra. Mas, quando recebe uma carta contendo apenas um desenho críptico, parte numa jornada para a encontrar. Este é um livro sobre uma história antiga tornada nova, dos modos como as sociedades — mesmo as supostamente civilizadas — conseguem ignorar até a maior das injustiças.

É uma história sobre poder — e as suas limitações —, o poder da arte como propulsor da mudança, das lições e legados que deixamos para os nossos filhos, e sobre como qualquer um de nós pode sobreviver a este mundo com o coração intacto.



E pronto chegámos ao 2º semestre de 2018!
Julho vai começar com viagens tanto para a Mafi como para a Ne portanto vamos lá ver se conseguimos ler alguma coisa.

Mafi:
Não me lembro de um ano como este em que queira ler tantas novidades tudo ao mesmo tempo portanto aqui estão algumas que quero ler...se entretanto não saírem outras ainda mais apetitosas...


Ne:
Esta lista aumenta e a das leituras não nem por isso. De qualquer forma desejar é grátis.



Maio também correu muito bem mas como sempre os livros não param de chegar, fora os que continuam cá por casa.

Mafi


Abril e Maio correram muito bem, portanto espero continuar nesta maré de boas leituras, nem que seja a nível de quantidade.

Ne


Para além destes se tudo correr bem quero aproveitar para ler os que não li das últimas duas Na Fila.



Sinopse em breve!

Sai em Maio!


A Lista de Desejos deste mês já vem atrasada mas mais vale tarde que nunca. Vamos então ver o que desejamos para ter nas nossas estantes:

Mafi

Mulheres

Bem...haja tempo e dinheiro!


Ne


"Lydia morreu. Mas eles ainda não sabem.”
Começa assim o avassalador romance de Celeste Ng. É de manhã, a família desperta para o pequeno-almoço. O pai, a mãe, o filho mais velho e a filha mais nova. Há porém um lugar vago à mesa e um silêncio que pesa. A filha do meio, a favorita dos pais, está ausente.
Como morreu, ou porque morreu, é para já um enigma. Há um inquérito, dúvidas, suspeitas e acusações. E uma teia delicada de dramas antigos, de segredos, que se vão desvendando pela voz (e pelo olhar) de cada um dos elementos da família. Apaixonamo-nos por eles, tão expostos (e tão frágeis) nesse momento de perda. Conhecemos a mãe, loura e de olhos azuis, que abandonou o sonho de uma vida pela filha – a quem depois virá a exigir o impossível. O pai, de ascendência chinesa, que projecta na única filha de traços ocidentais a sua própria integração na América. E conhecemos os irmãos de Lydia, a quem foram dadas apenas as sobras do amor – mas que nem por isso deixaram de a amar.
Tudo o que Ficou por Dizer é um romance pungente, narrado numa voz terna, por vezes poética, sempre precisa. É uma obra sobre os não-ditos, os abismos que se abrem nas famílias, os esquecimentos do amor. E sobre esse enorme mistério chamado Lydia, que na hora da sua morte ofereceu à família, por fim, uma hipótese de redenção.

Por dizer a 19 de Abril!

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