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Para Blackthorn e Grim, o regresso à vida tranquila na pequena quinta à beira da Floresta dos Sonhos nunca poderia durar muito. Escassas semanas passaram desde que o mistério do Lago dos Sonhos foi resolvido e já um novo desafio paira no horizonte.
O príncipe de Dalriada recebeu um pedido de ajuda da parte de Geiléis, a Senhora de Bann, cujas terras medram sob a força de uma estranha maldição.
Uma criatura sem nome instalou-se na velha torre que se ergue numa ilha do rio Bann e, do nascer ao pôr-do-sol, os seus gritos incessantes impedem o gado de crescer, secam os campos e a vontade dos homens e instalam a semente da loucura nos espíritos mais sãos.
Cercada de espinhos venenosos, a misteriosa torre encerra um segredo secular. Caberá a Blackthorn e Grim mergulharem nas trevas de um amor impossível e libertarem o povo de Bann do coração tempestuoso de uma rainha do Povo Encantado.
Pelo meio, a curandeira e o seu companheiro terão de enfrentar o silêncio de quem sabe e atravessar uma teia de mentiras urdida ao longo de vários séculos.
Quem será o estranho habitante da Torre de Espinhos? Um homem, um monstro? Uma força destruidora ou apenas uma vítima? No fim, o amor será a única redenção.

 Sai dia 15 de Junho!!

Continuação de:


Publicação nº 3.000 do blog!!


"Dreamer's Pool" by Juliet Marillier

A Planeta é esperta...em equipa que ganha não se mexe...no photoshop! 


Não sei se foi influência de algumas fãs desta autora ou não que este livro chegou cá a casa como prendinha das meninas do melhor grupo do Facebook. Só sei que eu vou insistir com Juliet Marillier até adorar um livro dela. E assim vou terminar esta trilogia.
Wish me luck.

Não é tão lindo?

Obrigada amiguinhas!!!!




À semelhança do Primeiras Impressões de ontem, A Voz pertence a uma trilogia, em que o primeiro está lido e opinado (Shadowfell) e o segundo está por ler e por chegar cá a casa.
A capa não me encanta, mas nenhuma desta série me tem encantado. Acho-a um pouco sem sal. Se a senhora no cavalo tivesse maior destaque talvez a coisa resultasse melhor.

A surpreendente conclusão da trilogia que começou com Shadowfell, cheia de romance, intriga e magia.
Há um ano, Neryn nada tinha a não ser um Dom Iluminado que mal compreendia e o sonho vago de que a mítica base rebelde de Shadowfell pudesse ser real. Agora, é a arma secreta dos Rebeldes e a sua grande esperança de fazerem vingar essa revolta secreta contra o rei Keldec, que terá lugar no dia do Solstício de Verão. O destino de Alban está nas suas mãos. Entretanto, Flint, o homem por quem se apaixonou, está no limite das suas forças enquanto espião na corte do rei e acumulam-se as suspeitas da sua traição.
Em jogo, está a liberdade do povo de Alban, a possibilidade de os Boa Gente saírem dos esconderijos e a oportunidade de Flint e Neryn se unirem finalmente.

Sai dia 2 de Julho 

Continuação de:
Shadowfell (Shadowfell, #1)O Voo do Corvo (Shadowfell, #2)

 Depois de concluir a sua longa e árdua viagem até à base dos Rebeldes em Shadowfell, Neryn tornou-se uma parte vital da rebelião contra o tirânico rei Keldec. 
  Cada passo que dá no sentido de aperfeiçoar os seus dons e afirmar-se como uma Voz poderosa e única na sua geração leva-os mais perto da meta pretendida. Mas, primeiro, Neryn terá de procurar os Guardiães das quatro Vigias para completar o seu treino e o tempo escasseia. 
  Entretanto, Flint, o espião rebelde por quem se apaixonou, foi de novo chamado à corte de Keldec. O laço que os une é tão forte que, mesmo à distância, se procuram em sonhos, partilhando momentos preciosos - ainda que inquietantes - da vida um do outro. 
  Os Rebeldes vêem com desconfiança este novo amor. Permitir que a emoção se sobreponha à lógica fria do movimento pode pôr tudo em risco. No fim, o amor poderá revelar-se a força motriz da esperança ou a brecha traiçoeira na armadura da rebelião.

A descobrir dia 31 de Outubro

Shadowfell (Shadowfell, #1)

A minha primeira vez com Juliet Marillier tem um dos títulos mais atractivos que já li. É um título simples, nem muito grande nem muito pequeno, mas que nos faz tentar adivinhar qual o seu significado e como é que a sinopse e a capa se relaciona com ele na história. Não fiquei nada desiludida com o que ele simboliza e até fiquei com bastante curiosidade em conhecer a flor que tem este nome.
Foram muitas as boas opiniões e recomendações que recebi, mas mais uma vez o meu entusiasmo não foi assim tão enormeeeee como pensava que seria.
Penso que o que me desmoralizou mais, e talvez seja único aspecto negativo a apontar, foram os diálogos. Não me pareceram nada fluidos, apresentando-se demasiado extensos e com informação demasiado directa e até forçada. O mesmo não posso falar das descrições, tanto de cenários como de acções. Todas as imagens são-nos perfeitamente transmitidas, as emoções nem tanto, mas penso que a escritora o consegue de maneira bastante satisfatória.
Penso que o que Juliet Marillier tem de melhor é a história. Nunca tinha lido nada igual e neste caso o que me prendeu mais foi esta. Nem foi tanto a parte do romance, mas sim as relações entre as personagens, os seus passados e os seus futuros. A vilã é bastante óbvio, mas o que está por trás das suas acções é que nos convence e interessa.
Em relação a Caitrin, apesar da autora tentar mostrá-la como corajosa, achei que esta convicção ficou um pouco aquém e não me convenceu muito.
Em jeito de conclusão, posso afirmar que vou continuar a acompanhar as obras desta autora e esperar que daqui para a frente a minha opinião tenda a mudar... para melhor.

Uma floresta assombrada. Um castelo amaldiçoado. Uma jovem que foge do seu passado e um homem que é mais do que parece ser. Uma história de amor, traição e redenção...
Whistling Tor é um lugar de segredos, uma colina arborizada e misteriosa que alberga a fortaleza deteriorada de um chefe tribal cujo nome se pronuncia no distrito em tons de repulsa e de amargura. Há uma maldição que paira sobre a família de Anluan e o seu povo; os bosques escondem uma força perigosa que pronuncia desgraças a cada sussurro.
E, no entanto, a fortaleza abandonada é um porto seguro para Caitrin, a jovem escriba inquieta que foge dos seus próprios fantasmas. Apesar do temperamento de Anluan e dos misteriosos segredos guardados nos corredores escuros, este lugar há muito temido providencia o refúgio de que ela tanto precisa.
À medida que o tempo passa, Caitrin aprende que há mais por detrás do jovem desfeito e dos estranhos membros do seu lar do que ela pensava. Poderá ser apenas através do amor e da determinação dela que a maldição será desfeita e Anluan e a sua gente libertados...

Heart's Blood (Whistling Tor, #1) 


Título Original - Heart's Blood
Edição - Junho 2010
ISBN - 9789722521741




A Chama de Sevenwaters (Sevenwaters, #6)

Sinopse traduzida
Maeve, filha do Lorde Sean de Sevenwaters, foi gravemente queimada quando era criança e agora carrega o legado do fogo nas suas mãos feridas. Depois de dez anos, está de volta a casa, tendo-se tornado numa mulher corajosa e com uma habilidade especial para tratar animais de dificil trato. Mas, enquanto as cicatrizes do seu corpo parecem ter sarado, o seu espírito permanece frágil, temendo as sombras de seu passado. Sevenwaters está em crise. O príncipe Fey Mac Dara tornou-se desesperado para ver o seu filho único, casado com a irmã de Maeve, de volta ao Outro Mundo. De forma a forçar a mão de Lord Sean, Mac Dara fez com que um grupo de viajantes inocentes desaparecessem na fronteira Sevenwaters - apenas para permitir que seus corpos assassinados fossem encontrado, um por um. Quando Maeve encontra o corpo de um dos homens desaparecidos numa parte remota da floresta, ela e o irmão Finbar embarcam numa viagem que pode pôr fim ao reinado de Mac Dara, ou levar a uma morte horrível. Se ela for bem sucedida, Maeve pode abrir a porta para um futuro que não se atreveu a acreditar...

Sai a 27 de Junho.

Quem quer?

Com um inicio deveras intenso ficamos a conhecer o Passado e o Presente da personagem principal Neryn. Este foi talvez o meu período preferido deste livro visto que este último não me deslumbrou propriamente.
 
Shadowfell (Shadowfell, #1)Confesso que a minha empatia com a escrita da escritora não passa de um mero "foi giro".
 
Não digo que não gosto das descrições ou até de algumas personagens, mas parece-me tudo demasiado "fantástico" e pouco real ou até possível, e talvez tenha sido por isto que eu gostei mais do inicio - porque foi algo mais possível e palpável. Tudo isto termina quando começa a viagem de Neryn. Todo o livro foi passado em viagem, com alguns precalços pelo meio claro, mas mais nada.
 
Eu sou uma leitora que apesar de gostar de muita acção e descrições não gosto de demasiados cenários ou de uma história que se baseia em algo que nunca mais vai terminar ou até resolver-se.
 
Sim, já se percebeu que ela tem um dom, mas para mim esse dom não é nada por aí além. E quando ela finalmente o usa... ok, foi só aquilo? E passou a ser heroína por aquilo? P.A.S.!!!
 
E todas aquelas personagens que a ajudam mas afinal não a ajudam até ao fim?
 
Tudo me pareceu muito semelhante à História Sem Fim. Personagens estranhas e, bem, uma história sem final à vista.
 
Nem a vertente romântica me conquistou, porque eles passaram o tempo todo afastados e quando finalmente se encontrem e se resolvem ele vai se embora outra vez!
 
Por isso, como podem ver, continuo sem ser grande fã das histórias desta escritora. Será que o segundo volume desta saga me converterá e mudará tudo? Veremos, porque apesar de tudo não vou deixar e desistir de ler as obras de Juliet Marillier.

Sinopse no Doce do Momento.

Shadowfell (Shadowfell, #1)
 



Título Original - Shadowfell
Edição - Novembro 2012
ISBN - 9789896573324






Página em que vou:
159.

Ponto de Situação:
Shadowfell teve um inicio algo abrupto, em que a autora nos apresentou pai e filha e posteriormente Flint. Seguiram-se algumas desgraças e pontos algo confusos, e então uma grande viagem da parte da personagem principal.
Até agora, apesar de alguns elementos fantásticos que dão alguma cor à história, esta ainda não me cativou. Estou intrigada com o fado de Neryn e com o papel de Flint nesta viagem, mas acho que ainda não houve nada que me cativasse realmente.
Sinto que a autora está a inserir todos aqueles seres de forma incompleta, e a tentar-nos com aquelas lendas e canções, mas todo o mistério e toda a falta de explicação em volta deste acaba por cansar e "matar" a curiosidade que mal começou a crescer.
Há poucas páginas atrás houve uma reviravolta que foi de encontro com as minhas expectativas. Espero que daqui para a frente surjam muitas mais para no final eu poder ter uma opinião mais definida em relação a esta obra em questão e à autora no geral.

Podem relembrar a sinopse aqui.


Na terra de Alban, onde o jugo tirânico de Keldec reduziu o mundo a cinzas e terror, a esperança tem um nome que só os mais corajosos se atrevem a murmurar: Shadowfell. Diz a lenda que aí se refugia uma força rebelde que lutará para libertar o povo das trevas e da opressão.

E é para lá que se dirige Neryn, uma jovem de dezasseis anos que detém um perigoso Dom Iluminado: o poder de comunicar com os Boa Gente e com as criaturas que vivem nas profundezas do Outro Mundo. Será Neryn forçada a fazer esta perigosa viagem sozinha? Ou deverá antes confiar na ajuda de um misterioso desconhecido cujos verdadeiros desígnios permanecem por esclarecer?

Perseguida por um império decidido a esmagá-la e sem saber em quem pode confiar, Neryn acabará por descobrir que a sua viagem é um teste e a chave para a salvação do reino de Alban pode estar nas suas próprias mãos.

Não resisti. Eu tentei, mas quando vi esta trilogia ao preço que estava na Feira pronto, comprei tudo de uma vez e agora é só esperar que fique fã da autora.

Os Títulos:

Gosto do padrão que encontramos nele. Sempre gostei de trilogias, em que os livros não destoam uns dos outros. Ou são um conjunto ou não são.

As Capas:

Digo o mesmo que disse em cima. Gostei do facto de os livros ao longo da trilogia irem ficando com cores mais vivas. Já se nota assim alguma evolução.
Adoro o cisne na primeira.

As Sinopses:

Achei que indicam histórias muito parecidas à da nossa querida Marion Zimmer Bradley. Gosto do género e da temática, mas detesto déjà vús!

As Paginações:

Todos da mesma espessura, com textos não muito compactos.

Dúvidas/Expectativas:

Espero que tenham muita originalidade e magia. E que apesar da inspiração na MZB não sejam demasiado parecidos.
Já li dois livros de Juliet Marillier, mas até agora ainda não defini uma opinião em relação a ela. Encontro sempre contras e coisas que gosto. Vamos lá ver se é desta que me decido.
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