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Doce Re-aquecido: "Longe da Multidão" de Thomas Hardy








Confirma-se que a Editorial Presença anda a pegar nos livros da PEA. Enquanto forem clássicos com nova cara haverá gente que agradece e que lhes pegará se a capa for mais atractiva.
Toca a aumentar a cultura literária com estas novas re-edições.


Chegada a Weatherbury como herdeira de uma vasta propriedade rural, a jovem é também pretendida pelo sedutor sargento Troy e pelo respeitável agricultor de meia-idade Boldwood. Ao mesmo tempo que os destinos destes três homens dependem da escolha de Bathsheba, ela descobre as terríveis consequências do seu coração inconstante.



A Sair do Forno: "Longe da Multidão" de Thomas Hardy




Longe da Multidão é um clássico de Thomas Hardy que foi agora adquirido pela Editorial Presença. Em Portugal já havia uma edição de 1999 da Publicações Europa-América que poderão ver no Doce Re-aquecido colocado on-line brevemente.
Chegada a Weatherbury como herdeira de uma vasta propriedade rural, a jovem é também pretendida pelo sedutor sargento Troy e pelo respeitável agricultor de meia-idade Boldwood. Ao mesmo tempo que os destinos destes três homens dependem da escolha de Bathsheba, ela descobre as terríveis consequências do seu coração inconstante.

Doce Re-aquecido: "Sensibilidade e Bom Senso" de Jane Austen




Os romances de Jane Austen começam a ser reutilizados agora pela Editorial Presença.
Calha a vez de Sensibilidade e Bom Senso, mas brevemente apresentaremos mais doces re-aproveitados.


Embora o coração impaciente de Marianne a deixe vulnerável aos males de amor, as qualidades opostas de Elinor também não a protegem dos problemas emocionais.

Opinião Histórica: "Catharine" de Jane Austen


Tal como referido na sinopse, Catharine é um romance incompleto de Jane Austen. Como fã desta escritora tão peculiar e única não pude deixar de resistir a adquirir mais esta obra, mesmo por terminar, e juntá-la às muitas outras que tenho.
CatharineSurpreendo-me sempre com o reconhecimento que esta escrita provoca em mim. Podia jurar que se me dessem várias obras, saberia apontar qual delas seria de Austen. A maneira de escrever, as palavras que escolhe para determinados momentos, as suas personagens... tudo é-lhe tão característico que nos faz sentir, desde a primeira página, confortáveis e à-vontade pois nada nos parece estranho e sim familiar.
em termos de história, esta acaba por ser uma introdução, mas que nos faz desejar que Jane tivesse continuado já que em apenas 60 páginas (de tamanho A6 ou menos) são-nos apresentadas personagens, locais e situações chave que seriam então posteriormente desenvolvidas e que contribuiriam para o desenlace deste romance tão próprio da época.
Será que Edward Stanly voltaria? Será que os sentimentos por Catharine seriam verdadeiros, ou apenas uma forma de contradizer a vontade da tia desta? O que aconteceu a Camilla?
Nenhuma destas perguntas serão respondidas, mas este aperitivo sabe muito melhor que certas obras completas, por isso a recomendação fica dada à mesma.

«Catherine tivera a infelicidade, como muitas heroínas antes de si, de perder os pais quando era muito jovem e de ser criada aos cuidados de uma tia solteirona, que, embora a amasse profundamente, zela pela sua conduta com uma seriedade tal que muitas pessoas ficavam na dúvida, e Catherine mais do que todas elas, sobre se ela a amava ou não.»
"Catherine" – um dos primeiros e incompletos romances de Jane Austen – constitui um óptimo prelúdio às excelentes obras que se seguiram – Sensibilidade e Bom Senso, Persuasão e Orgulho e Preconceito.

Catharine



Edição - Dezembro 1996
ISBN -  9781857997514




Opinião Histórica: "Orgulho e Preconceito" de Jane Austen


Uma leitura diferente sem duvida.

Orgulho e Preconceito retrata uma família rural e numerosa do século XIX. Através das muitas relações e personagens, Jane Austen trás-nos romantismo, ironia, sarcasmo e muita moral nas entre-linhas desta obra. De maneira subtil, vai retratando diferentes personalidades, modos de vida e pensamentos.

Acho impressionante como Jane nos vai envolvendo e alternando as ideias e descobertas, de tão complexo é o desenlace da historia e das ligações entre as irmãs Bennett e respectivos familiares e amigos.

O vocabulário cuidado e eloquente tão próprio daquela época, torna a história muito mais romântica e cheia de "floreados", o que não significa obrigatoriamente que seja mais aborrecida ou pouco dinâmica.

A imagem dos coches e dos vestidos, a importância das boas maneiras já obsoletas nos nossos dias, transportam-nos para um local imaginário, mas ao mesmo tempo real, levando-nos a admirar as conversas de circunstancia e os jantares para as "boas famílias".

Considerei Orgulho e Preconceito muito superior ao outro livro da autora Persuasão, já que o primeiro tem muito mais acção e é mais rico em relação às histórias secundárias. Este último ponto contribuiu para o único aspecto negativo que encontrei: o "desvio" feito pela autora para as histórias secundárias demasiadas vezes, havendo grandes intervalos entre cenas do par Lizzy e Sr. Darcy.

Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de uma família da classe média rural, conhece Fitzwilliam Darcy, membro da alta sociedade mas de um orgulho desmesurado. As tensões aparecem rapidamente, alternando sensivelmente o idílico e pacífico mundo rural inglês, que se revela como uma sociedade rígida, em que abundam os preconceitos e na qual nem tudo é aquilo que parece. Neste romance de formação, os protagonistas devem madurar e aprender dos seus erros para poderem encarar o futuro, separando o orgulho da classe de Darcy e os preconceitos de Elizabeth.

Título Original - Pride and Prejudice
Edição - 2008
ISBN - 9788461205950

Opinião Erótica: "O Castigo da Bela Adormecida" de A.N. Roquelaure


O Castigo da Bela Adormecida foi a minha segunda experiência com Anne Bishop, a.k.a. A.N. Roquelaure.
Posso afirmar que se n'O Despertar da Bela Adormecida estranhei, agora este entranhou-se e escorregou muito melhor. Exemplo disso são os tempos que demorei a ler cada um: o primeiro cerca de uma semana, o segundo cerca de dois dias.

Bela apresenta-se neste segundo volume com muito mais confiança. Tendo-se juntado a Tristan na carroça que os levou à aldeia, agora vai ser separada novamente e levada pela dona de uma estalagem, enquanto que Tristan vai ser adquirido no mesmo leilão por alguém que o tornará menos que animal.

Neste livro podemos ler uma história de condições miseráveis, tratamentos crueis e exposição de tudo e de todos. Mas o que mais me surpreendeu foi o facto dos "donos", a certa altura, se despirem de pretensões e de criarem ligações com os seus escravos.

É esta relação, que não encontramos no primeiro livro, e o conhecimento da maioria das personagens, que vai tornar esta obra mais confortável de se ler. Principalmente porque Anne Rice nos habituou a certos castigos, a certas dores e humilhações.

O que me deixou certas dúvidas foi o facto de certas personagens se apaixonarem por outras. E vice-versa. Apesar de no livro anterior já haver este tipo de emoção (?), aqui vai haver em maior número e não só, vai haver retribuição.

A parte pior, foi talvez a cena em que Bela é torturada pelo gato.
A parte melhor, talvez a que Bela se junta novamente a Tristan.
A parte mais picante, a última cena sem dúvida!

Continua a ser uma história cheia de cenas eróticas, de dor misturada com prazer, de paixões óbvias e impossíveis. Sem dúvida uma obra diferente do que estamos habituadas, mas que acaba por se entranhar e satisfazer-nos, tal como nos deixa sempre com aquela curiosidade do que se passará a seguir.

Depois d’O Despertar da Bela Adormecida, primeiro volume da triologia erótica de Anne Rice, onde a história infantil é recontada sondando as implicações e ligações inegáveis ao desejo sexual, chega o castigo da princesa. Nesta obra a autora aprofunda a exploração explícita e provocadora da psicologia do desejo. Agora Bela, tendo cedido à paixão secreta e proibida pelo rebelde Tristan, é enviada para longe do Castelo. Vendida num leilão, Bela em breve será submetida aos castigos aterradores da aldeia, enquanto se entrega aos jogos de crueldade, domínio e submissão com o Capitão da Guarda.
Uma vez mais, pela mão de Anne Rice, esta história de prazer e dor ousa explorar os desejos mais primários e ocultos do coração humano.




Título Original - Beauty's Punishment
Edição - Abril 2006
ISBN - 9789721056718



Opinião Erótica: "O Despertar da Bela Adormecida" de A.N. Roquelaure


Uma surpresa que ainda não vos sei dizer se boa se má.
Devo dizer que o inicio é sem dúvida um choque para quem não está habituado a este tipo de literatura, enquanto que o restante livro insiste em renovar este sentimento.
Se esperam romance então aviso que não o vão encontrar aqui. Vão encontrar um mundo e uma civilização novos, com mentalidades diferentes do que estamos habituados. Vão encontrar atracção, poder e reverência. Vão encontrar sim uma espécie de amor que só lendo irão perceber como funciona.
Nenhuma das personagens me conquistou propriamente, mas sim os seus comportamentos, tal como os seus jogos e punições. O principe encantado, cujo nome não chegamos a saber, e a Bela são nos mostrados com diferentes POV's - primeiro ele e depois ela. Confessa que só quando começou o POV de Bela é que comecei a entrar mais no livro, porque assim conseguimos perceber o que pensa ela de tudo aquilo, visto que ela é tão pouco experiente como nós no castelo e reino do Principe Encantado.
Como referi o inicio para mim foi o mais marcante, mas o final foi o que me aumentou a curiosidade para seguir a trilogia. Este último começa de uma maneira tão rápida que eu fiquei com uma certa sensação de vazio, o qual me foi retirado por alguém que já leu a trilogia toda e mo explicou.
Se têm uma mente aberta para cenas puramente eróticas então recomendo-vos esta obra.

No conto popular da Bela Adormecida, o feitiço da jovem princesa apenas pode ser quebrado pelo beijo de um Príncipe. Anne Rice reconta esta história, sondando as implicações deste conto sugestivo e sensual ao explorar a sua ligação inegável ao desejo sexual. O Príncipe desperta a Bela Adormecida não com um beijo mas com a iniciação sexual e a sua recompensa é a submissão completa da Princesa. A jovem é levada para o castelo do Príncipe, onde terá de se submeter a provações inimagináveis para demonstrar a sua total entrega e dedicação.
A história conduz o leitor a um mundo sensual de sonhos proibidos e desejos obscuros... um mundo no qual as ideias tradicionais de submissão e preferência sexual são menosprezadas... um mundo que se torna irresistivelmente convidativo pelo espírito aventureiro e a imaginação inigualável de Anne Rice. Uma experiência envolvente.




Título Original - The Claiming of Sleeping Beauty
Edição - Novembro 2005
ISBN - 9789721056176


Doce do Momento: "O Castigo da Bela Adormecida" de A.N. Roquelaure


Depois d’O Despertar da Bela Adormecida, primeiro volume da triologia erótica de Anne Rice, onde a história infantil é recontada sondando as implicações e ligações inegáveis ao desejo sexual, chega o Castigo da princesa. Nesta obra a autora aprofunda a exploração explícita e provocadora da psicologia do desejo.
Agora Bela, tendo cedido à paixão secreta e proibida pelo rebelde Tristan, é enviada para longe do Castelo. Vendida num leilão, Bela em breve será submetida aos castigos aterradores da aldeia, enquanto se entrega aos jogos de crueldade, domínio e submissão com o Capitão da Guarda.
Uma vez mais, pela mão de Anne Rice, esta história de prazer e dor ousa explorar os desejos mais primários e ocultos do coração humano.
Uma experiência envolvente!