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Terceiro mês, terceira lista de livros que esperamos ler a partir de amanhã.
Desejem-nos boa sorte que nós desejamos-vos, como sempre, boas leituras!

Mafi

Ne
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Vou pegar neste livrinho que tem menos de 200 páginas mas que está na estante há 7 anos xD

No seu novo romance, Marc Levy conta a história de um rapazinho com um dom invulgar: ele consegue <> as sombras das pessoas com quem se cruza. Ao princípio, acontece-lhe involuntariamente e isso chega a assustá-lo. Sempre que se cruza com alguém - seja um amigo, um inimigo ou um perfeito desconhecido -, a sombra da outra pessoa passa a segui-lo... Por vezes contra a vontade do rapaz, as sombras contam-lhe os mais profundos desejos, temores e aspirações das pessoas a quem pertencem. E o rapaz vê-se em mãos com um dom que traz uma grande responsabilidade: ao saber estes segredos, terá de ajudar as pessoas.



A Catarina Barbosa enviou-nos entre outras esta origem XD Toca a procurar meninas para aumentarmos a nossa colecção e ajudarmos a Mafi eheh
Obrigada Catarina *.*





Sai dia 9 de Junho.
Um site de encontros juntou-os. Não se tornaram amantes, mas amigos… e gostavam de continuar assim! Ela é atriz. Ele é escritor. Ela chama-se Mia. Ele chama-se Paul. Ela é inglesa. Ele é americano. Ela tem muito sucesso. Ele não tanto. Ela é, na verdade, uma estrela. Ele, contudo, não o sabe. Ela sente-se só. Ele também. Ela não se pode apaixonar. Ele também não.
Um livro diferente sem dúvida, tanto de Marc Levy como de outros autores.
Adorei a ideia da história, apesar de defender que está muito mal aproveitada e subdesenvolvida. Muito mal talvez seja extremista, digamos que está satisfatoriamente aproveitada. O inicio está mais ou menos, mas depois desde que Lucas e Zofia se encontram fica tudo muito apressado e com alguns lapsos. Por isso, concluo que o melhor de Sete Dias Para a Eternidade é mesmo a base da história.
Gostei também das personagens, principalmente de Deus, do Diabo e do Anjo Verificador (mais não digo!), o que acaba por ser negativo para o livro, visto que são personagens secundárias.
Gostei particularmente do final, que acabou por ser original, apesar de óbvio, já para não falar de ter uma certa piada.
Em termos de "exteriores", esta capa não é a mais atractiva, mas sinceramente nenhuma de Marc Levy o é. A sinopse é melhor e inspira bastante curiosidade, principalmente para não-católicos.
Concluindo, cada vez fico mais desiludida com os livros de Marc Levy. O primeiro (A Próxima Vez) achei fantástico, mas os últimos dois (E Se Fosse Verdade... e este) tornaram-se muito fracos e acabaram por não corresponderem às minhas expectativas. O que têm de melhor é mesmo o factor de originalidade (mal aproveitado) e o facto de serem pequenos e fáceis e rápidos de ler.
“Deus e Satanás, cansados da sua eterna luta, decidem determinar, de uma vez por todas, quem deverá dominar o Mundo para o resto da eternidade: o Bem ou o Mal? Para esta partida final combinam um duelo de sete dias entre os seus dois melhores agentes. Zofia, a enviada de Deus, é eficiente, generosa, inocente e encantadora; Lucas, agente do Diabo, é manipulador, sedutor e não tem uma pinga de escrúpulos. Mas nem Deus nem Satanás poderiam prever o resultado do encontro entre estes dois agentes sobrenaturais… o que poderá acontecer se as faíscas entre um anjo e um demónio não forem de ódio, mas de amor?”

Sept jours pour une éternité...


Título Original - Sept Jours Pour Une Éternité...
Edição - Abril 2010
ISBN - 9789896660482




Apesar do que esperava, foram raros os deja vu's que me assolaram ao longo da leitura deste livro. Mas apesar deste aspecto positivo, não gostei muito.
E se Fosse Verdade...Comparando com o A Próxima Vez que li recentemente e com a adaptação cinematográfica, acho até que este está medíocre e pior.
A ideia é excelente e muito romântica, mesmo ao estilo de Marc Levy, mas os diálogos estão bastante mal aproveitados e desenvolvidos. Estes são transformados em diálogos indirectos, o que aumenta o "texto corrido", tornando-o monótono e compacto.
Também não gostei da ideia das cartas da mãe de Arthur, nem dos capítulos dedicados à infância deste, já que parece um pouco deslocado de tudo o resto e que provoca uma quebra abrupta no seguimento da história.
Defendo que a linguagem, mais na primeira metade do livro, continha frases um pouco brasileiras.
O pior foram mesmo algumas transições de parágrafos, em que o assunto é completamente distinto.
Mas nem tudo foi mau, já que estando na área da saúde, foi deveras interessante assistir a referências ou descrições de equipamentos e actos clínicos.
O que é que faria se encontrasse uma desconhecida... no armário da sua casa de banho? E se ela – por sinal, uma mulher bastante atraente – aparecesse e desaparecesse como um fantasma? E se ela lhe dissesse que teve um acidente de carro e que o seu corpo está, há meses, em coma, num hospital do outro lado da cidade? Certamente que o seu primeiro impulso seria pensar que está a enlouquecer (ou a lidar com uma louca). Mas... e se fosse verdade? E se esta fosse a grande oportunidade de encontrar o amor da sua vida? Uma inesquecível história de amor, uma aventura tão emocionante quanto divertida, uma narrativa cativante que invoca a nossa capacidade ilimitada de seguir o que nos dita o coração.
If Only It Were TrueTítulo Original - Et Si CÉtait Vrai
Edição - 2005
ISBN - 9789727117567









Numa primeira análise posso caracterizar este livro numa palavra: romântico!

O romance está sem dúvida em grande quantidade neste exemplar, pelo ambiente e pelas bases em que Marc Levy criou e desenvolveu as suas personagens.

Esta história não é só sobre duas almas gémeas que se encontram, se reconhecem e se amam de geração em geração; é também sobre como esse amor é influenciado, ameaçado, mas nunca separado ou vencido.

A Próxima Vez fala-nos de arte, cultura, paisagens, museus, história, à medida que transmite sentimentos tão reais, mas ao mesmo tempo difíceis de demonstrar como a amizade e o companheirismo.

Gostei bastante do final, e como a história chegou àquele ponto, mas acho que o autor avança demasiado depressa nalguns excertos. Defendo que deveria ou desenvolver mais ou saltar completamente - prefiro a primeira opção, claro, para que os seus fãs pudessem saborear por mais um pouco esta obra.

Numa viagem de São Petersburgo a Boston, de Londres a Florença e a Paris, a história de um amor que desafia o tempo e a distância. Jonathan é um especialista em arte com uma paixão inexplicável pela obra do pintos russo Vladimir Radskin. Quando, nas vésperas do seu casamento, lhe chega a notícia de que uma galeria em Londres tem em sua posse cinco quadros do pintor – entre elas, possivelmente, A Rapariga do Vestido Vermelho, a sua mítica última obra, misteriosamente desaparecida em 1868 – Jonathan não hesite em partir.
Ao chegar a Londres, encontra Clara, a dona da galeria, e é acometido por uma forte sensação de déja-vu: certamente já viu aquele rosto, já ouviu aquela voz. Mas onde, e quando? Será que entre eles há algo mais em comum do que uma paixão por pintura?
Jonathan e Clara viajam de São Petersburgo a Boston, de Londres a Florença e a Paris, procurando descobrir a misteriosa história por trás de A Rapariga do Vestido Vermelho. Ao longo da sua viagem, descobrem que a história do quadro e do seu criador está entrelaçada com a das suas próprias vidas... 

La prochaine fois
Título Original - La prochaine fois
Edição - 2005
ISBN - 9789727117321
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