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Nunca tinha lido nada desta autora, os lançamentos cá em Portugal nunca me entusiasmaram, ao contrário dos seus chick lits que pareciam ser muito promissores.
Este livro apesar de ter uma premissa muito semelhante ao ''Odeio-te e Amo-te'' de Sally Thorne que eu gostei mas não adorei, tem o seu próprio mérito até que gostei bem mais deste. 
Tudo começa com uma competição entre Evie e Carter, rivais em duas agências de talentos diferentes mas que são unidas numa fusão. Como só há um lugar vago para a próxima promoção, os dois agentes passam de um dia para o outro de amigos coloridos a rivais. 
O que gostei mais do livro foi a evolução das personagens. Porque embora eles tivessem competindo, acabam por perceber que os sentimentos que nutrem um pelo outro são bem mais fortes do que uma simples promoção e um salário melhor. Gostei que o livro tivesse os dois pontos de vista pois dá para relacionar-mos melhor com o casal do que só tivéssemos o ponto de vista da Evie. Eu sempre ouvi que os outros livros da autora - nomeadamente da série ''Irresistível'' - tinham muitas cenas eróticas mas aqui isso não acontece com tanta frequência. A verdade é que também não temos assim tanto romance, porque a maior parte do livro é a competição entre eles mas eu gostei disso. Acho que o problema do livro é não ter nenhuma reviravolta dramática ou assim, até porque todo aquele mistério do chefe era um bocado previsível. 
''Amor&Ódio Irresistíveis'' é mesmo um romance leve com uma mistura de romance, comédia e drama. Gostei tanto que não perdi tempo a ler outro livro desta dupla de autoras.

Vale tudo no trabalho e no amor? O novo romance da autora bestseller do New York Times, Christina Lauren, é uma comédia romântica e sexy que mergulha fundo no dilema do amor moderno. Carter e Evie sentem uma afinidade imediata e uma forte tensão sexual ao conhecerem-se, embora o despontar de um romance seja pouco provável em virtude de ter lugar numa festa de Halloween. No entanto, nem o facto de ambos serem agentes de talentos de firmas concorrentes em Hollywood é suficiente para apagar o fogo.Porém, quando as duas agências se fundem - fazendo com que os dois concorram ao mesmo cargo -, tudo se torna imprevisível. O que poderia ter sido o nascer de um belo romance transforma-se numa guerra declarada de sabotagem mútua.




Sai dia 16 de Julho.

Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si.
E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar).
Ou será que vai?
É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer.
Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?

Mais um para a minha colecção de Jennifer Weiner que desta vez teve direito a uma foto mais ou menos eheh.


Já disse aqui inúmeras vezes que Sophie Kinsella é das poucas autoras que me fazem rir mesmo que por vezes os seus livros tenham de ser exagerados para serem cómicos.

A cada lançamento de um livro seu é uma leitura obrigatória para mim e só tenho pena que a Quinta Essência publique um livro dela por ano e já não publique a série Louca por Compras. 

39967996''A minha vida (im)perfeita'' foi dos livros mais recentes dela que menos gostei. Não é um livro mau mas confesso que houve algumas partes a meio da leitura que me aborreceram e ficar aborrecida num livro desta autora é mau.

Temos aqui a Katie que sempre sonhou viver em Londres. A verdade é que quando chega lá, depara-se com uma cidade cara, com um emprego que não era o que esperava e sem qualquer amigo ou uma boa relação com a chefe. O início do livro é óptimo com a descrição de um trajecto de casa para o trabalho usando os transportes públicos de Londres. Embora Lisboa não seja tão grande como Londres, como ando diariamente de transportes, revi-me muito nas descrições da protagonista no metro. Hilariante. 
Se a vida de Katie (ou Caz) não é boa, fica pior quando é demitida. Sem emprego algum, resolve voltar para o interior do país e ajudar o pai e a madrasta com o novo negócio.

Obviamente que o seu regresso a casa foi camuflado com uma pequena mentira, algo já habitual nas protagonistas de Sophie Kinsella: trapalhonas e bastante mentirosas. 
É aqui na sua nova vida que irá encontrar alguém do seu passado em Londres, nada mais nada menos do que a sua antiga chefe (a tal com quem não se dava nada bem). Demeter (que raio de nome), é a outra figura principal da trama e se ao princípio a autora faz-nos detestar esta personagem, a pouco e pouco vamos percebendo que tal com a vida de Katie, Demeter não tem uma vida perfeita como faz parecer. 
As duas irão ajudar-se e formar uma bela amizade, mostrando que ninguém consegue ter uma vida de sonho sem nada de mal por trás, mas tal como Katie e Demeter, todos nós decidimos mostrar apenas aquilo que queremos mostrar o que normalmente é sempre só coisas boas. 

Pensei que a crítica às imagens falsas que vemos nas redes sociais como por exemplo o Instagram fosse um bocadinho mais profunda. A autora até aborda o tema de maneira inteligente (especialmente no final do livro) mas acho que esperava um pouco mais. 

Não foi o livro que me fez mais rir e por isso não lhe consigo dar mais do que 3,5 estrelas e embora a Katie não seja tão trapalhona ou destrambelhada como protagonistas passadas, às vezes ainda custa engolir tantas mentiras que a protagonista conta. Mesmo assim é um livro divertido que aconselho a todos que queiram uma leitura leve mas com uma mensagem importante.


Katie Brenner vive uma vida de sonho: mora em Londres, tem um emprego fascinante, e o seu feed do Instagram está repleto de imagens super cool. Só que… não passa mesmo de um sonho. A verdade é que o seu apartamento é um cubículo, trabalha como administrativa, e a vida que partilha alegremente nas redes sociais… não é a dela.
Mas uma rapariga pode ser otimista em relação ao futuro, não?
Não. Pois Katie acabou de ser despedida. E quando dá por ela, está a regressar a casa dos pais, no campo, de rabinho entre as pernas. Quando Demeter, a sua antiga chefe, resolve passar férias junto deles e experimentar o glamour da vida rural, Katie vê nisso uma belíssima oportunidade. Deveria vingar-se? Tentar recuperar o emprego? Ou – talvez – a vida de Demeter não seja tão idílica quanto aparenta, e ambas tenham bem mais em comum do que imaginam… Afinal… que mal tem não ser perfeita?
Uma divertidíssima e inspiradora reflexão sobre aquilo que aparentamos ser e aquilo que verdadeiramente somos, pela mão de uma das autoras mais queridas dos leitores portugueses…





Katie Brenner vive uma vida de sonho: mora em Londres, tem um emprego fascinante, e o seu feed do Instagram está repleto de imagens super cool. Só que… não passa mesmo de um sonho. A verdade é que o seu apartamento é um cubículo, trabalha como administrativa, e a vida que partilha alegremente nas redes sociais… não é a dela.
Mas uma rapariga pode ser otimista em relação ao futuro, não?
Não. Pois Katie acabou de ser despedida. E quando dá por ela, está a regressar a casa dos pais, no campo, de rabinho entre as pernas. Quando Demeter, a sua antiga chefe, resolve passar férias junto deles e experimentar o glamour da vida rural, Katie vê nisso uma belíssima oportunidade. Deveria vingar-se? Tentar recuperar o emprego? Ou – talvez – a vida de Demeter não seja tão idílica quanto aparenta, e ambas tenham bem mais em comum do que imaginam… Afinal… que mal tem não ser perfeita?
Uma divertidíssima e inspiradora reflexão sobre aquilo que aparentamos ser e aquilo que verdadeiramente somos, pela mão de uma das autoras mais queridas dos leitores portugueses…
Sai dia 8 de Maio 




Sophie Kinsella não é nenhuma novidade para mim. Este foi o seu 14º trabalho que li e continua a ser uma escritora que põe-me bem disposta e é por isso que embora os seus livros repitam sempre (ou quase) sempre a mesma fórmula, continuo a gostar de ler esta autora.

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Ser pedida em casamento deve ser o sonho de grande partes das mulheres e na verdade, quando já estamos numa relação séria,  na nossa cabeça, o casamento é o único passo a seguinte, a única preocupação será: "afinal quando é que ele se vai ajoelhar?!"


O pior é quando tiramos conclusões precipitadas e as coisas acabam por não acontecer. Foi o que se sucedeu à nossa protagonista aqui, Lottie que pensava que o namorado de longa data ia pedir-lhe em casamento mas tal não aconteceu, deixando-a desnorteada por quererem coisas diferentes na relação.

Pela primeira vez, a narrativa da Sophie divide-se em duas perspectivas, temos o ponto de vista da Lottie mas também da sua irmã, a Fliss e deixem-me dizer que entre uma e outra venha o diabo e escolha.

Por conta de termos duas narrativas, o livro tem um tamanho considerável, quase 500 páginas e ao princípio a leitura é fresca e entusiasmante mas à medida que as páginas vão passando, torna-se um pouco frustrante as acções destas duas irmãs. Sabem quando tudo se resolveria se realmente as pessoas falassem e não inventassem mentiras atrás de mentiras, justificando as suas acções só porque pensam que estão a fazer o melhor para a outra pessoa, quando realmente não estão? É o que acontece aqui, mais com a Fliss do que com a Lottie. A Fliss acha que a irmã enlouqueceu e tenta a todo o custo arruinar a lua de mel da mesma e a Lottie toma atitudes impulsivas só para mostrar que está bem consigo mesma quando não está. Claro que metade das confusões e peripécias com que se metem podiam nem acontecer se realmente falassem uma com a outra!

É um livro divertido de ler e uma leitura que nos arranca gargalhadas com tanta parvoíce junta mas não considero que seja o melhor livro da autora. Mesmo assim aconselho, especialmente a quem está prestes a casar ou é recém-casado!

Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está BEN, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los!
Já FLISS, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites.
O problema é que o mal já está feito… A solução?
Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união. Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?




Mais um livro da nossa Sophie.



Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está Ben, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33...), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los!
Já Fliss, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites.
O problema é que o mal já está feito... A solução?
Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união.
Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?


Sai dia 24!  
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