O casamento de Lauren e Ryan atinge o ponto de rutura e ambos tomam a decisão pouco convencional de se afastarem durante um ano, na esperança de que isso lhes permita apaixonarem-se de novo. Durante esta separação, cada um é livre de viver como entender, à exceção de nenhum estabelecer qualquer contacto com o outro. Lauren inicia uma viagem de autodescoberta e depressa se apercebe de que tanto os seus familiares como os seus amigos têm ideias muito próprias sobre o significado do matrimónio. A perceção desse facto e os desafios decorrentes da separação de Ryan mudam a visão de Lauren sobre monogamia e casamento. E ela passa a interrogar-se: quando estamos ligados a alguém sem um compromisso de fidelidade e quando vivemos uma relação sem casamento - ou seja, quando já não há laços entre o amor e o desejo - a que damos nós valor? Pelo que estamos nós dispostos a lutar?
Deixo-te Para Não te Perder é um romance surpreendente sobre o que acontece quando o amor se dissipa. E sobre continuarmos apaixonados, lutarmos pelo amor, renunciarmos a ele ou entregarmo-nos com toda a nossa alma. É, sobretudo, a história de um casal preso a um velho arquétipo, mas à procura de um novo caminho rumo à felicidade.
Na véspera de Ano Novo, Rhys Lloyd tem a casa cheia de visitas. O seu resort à beira do lago é um sucesso, e ele convidou, generosamente, toda a gente na localidade para beber um copo na companhia dos novos vizinhos ricos. Será a melhor festa de sempre! Mas nem toda a gente aparece para celebrar. À meia-noite, Rhys surge a flutuar, morto, nas águas geladas do lago.No dia de Ano Novo, a detetive Ffion Morgan tem uma localidade cheia de suspeitos. Aquela pequena comunidade é a sua casa, portanto os suspeitos são os seus vizinhos, amigos, familiares… — e a própria Ffion tem mistérios para proteger.Com uma mentira descoberta a cada passo, rapidamente o que importa já não é apenas saber quem queria ver Rhys morto, mas quem realmente o matou.
Mais um mês terminado e aqui ficam as nossas leituras e classificações bem resumidas de Junho.
Ne
1. Twisted Games de Ana Huang (4/5) - gostei mais do primeiro.
2. Twisted Hate de Ana Huang (5/5) - adorei adorei adorei.
3. O Convite de Vi Keeland (5/5) - não consegui esperar pela leitura conjunta e re-devorei-o num dia.
4. All Kinds of Wrong de Aurora June (5/5) - adoreiiiiiii. romance super hot mas que me fez sofrer
5. Uma Vida Entre Marés de José Rodrigues (2/5) - gostei da história mas não me identifiquei com a escrita, infelizmente.
6. Lore Olympus: Volume One de Rachel Smythe (4/5) - super fofo mas estava à espera de algo diferente.
7. Almas Gémeas de John Marrs (4/5) - adorei. leitura viciante.
8. Scarlet de Marissa Meyer (4/5) - releitura como primeira vez. Adorei.
9. Love Doesn't Talk de Ann (2/5) - BD silenciosa demasiado rápida com capítulos muito curtos mesmo para BD
10. To Love Jason Thorn de Ella Maise (3/5) - prometeram me um erótico e tive mas achei a a história algo fraquinha
11. Blood and Honey de Shelby Mahurin (4/5) - Melhor que o primeiro mas ainda não convencida com o protagonista masculino, o Reid.
12. O Homicídio Perfeito de Holly Jackson (4/5) - Super divertido. Adorei e quero o próximo para ontem.
13. Amor Cruel de Colleen Hoover (5/5) - cada vez melhor a cada leitura. Adoro! É perfeito.
14. Os Jogos da Herança de Jennifer Lynn Barnes (5/5) - adorei. Tudo o que estava à espera e ainda mais.
Mafi
1. Malibu Renasce de Taylor Jenkins Reid (4/5) - Opinião aqui.
2. Tudo o que restou de nós de Adam Silvera (4/5) - Opinião aqui.
3. As Musas de Alex Michaelides (3/5) - Opinião aqui.
4. A música das abelhas de Eileen Gavin (2/5) - Opinião aqui.
5. O tatuador de Auschwitz de Heather Morris (3/5)
6. A coragem de Cilka de Heather Morris
7. Os Jogos Da Herança de Jennifer Lynn Barnes - Opinião em breve.
Pois é, já chegámos a meio do ano! Como é possível? O pior é que as listas de livros a ler estão cada vez maiores mas Junho promete dia da criança e 3 feriados pelo menos para a Mafi que é de Lisboa portanto vamos lá ver o que queremos ler este mês!
Maio chegou e com ele veio o calor e o bom tempo para irmos ler para a praia, jardim ou uma esplanada... ou então não. Se forem como a Ne vão ler em casa que ela está de recuperação!
Vamos lá ver o que queremos ler nos próximos 31 dias (vá com atraso).
Mafi
Ne
Um dia para reviver a história de uma família.
A noite que mudará tudo para sempre.
Malibu, 1983. Chegou o dia da festa de final de verão organizada todos os anos por Nina Riva, e não há ninguém que não queira estar presente e conhecer pessoalmente os famosos irmãos Riva: a supermodelo Nina, o surfista Jay, o fotógrafo Hud e a promissora Kit. Filhos do lendário cantor Mick Riva, há muito que os quatro exercem um enorme fascínio, não só em Malibu mas um pouco por todo o mundo. Cada um dos irmãos tem as suas razões para ansiar pela festa, com exceção da própria Nina, que nunca desejou ser o centro das atenções. E talvez de Hud, que tem algo a confessar. Jay, por outro lado, espera impacientemente por alguém. e Kit decidiu tornar a noite especial. Porém, nenhum deles poderia antecipar o desfecho daquela celebração.
A meio da noite, a festa estará completamente fora de controlo. Pela manhã, a mansão de Nina estará irreconhecível. Mas, até que isso aconteça, haverá álcool a circular, música a soar bem alto e muita gente famosa animada naquela que se tornará a festa da década. E no meio de todo esse burburinho irão ressurgir memórias e segredos que marcaram várias gerações da família.
Mafi:
2022 começou muito melhor do que pensava! Este ano pus um número muito mais baixo como meta de leitura porque devido aos meus dois empregos, o final do ano passado não foi pontuado por muitas leituras. O que acontece é que pelo menos numa metade da minha vida profissional, o movimento de público teve muito fraco em Janeiro o que me permitiu ir lendo bastante em horário de serviço. Isto ajudou imenso a que conseguisse chegar às 7 leituras!
1. Às de Espadas de Faridah Àbíké-Íyímídé (4/5) - Opinião aqui
2. Olha para os dois lados de Jason Reynolds (3/5) - Um livro de contos mais para o juvenil que gostei.
3. An Emotion of Great Delight de Tahereh Mafi (4/5) - Opinião aqui.
4. Cool for the Summer de Dahlia Adler (2/5) - Opinião aqui,
5. When you get the chance de Emma Lord (3/5) - (Mini) Opinião aqui
6. Gente Ansiosa de Fredrik Backman (4/5) - Opinião aqui.
7. Weather Girl de Rachel Lynn Solomon (4/5) - Opinião aqui.
Ne:
1. Viagem Atribulada de Beth O'Leary (4/5) - gostei muito mais da primeira parte que da segunda, mas no final gostei suficiente para as 4*
2. Scrooged de Vi Keeland (4/5) - conto muito fofo e engraçado
3. Daisy Jones and the Six de Taylor Jenkins Reid (3/5) - primeiro livro da autor. Definitivamente tem pontos muito bons relativamente a tudo o que li, mas a história foi muito morna
4. The Match de Sarah Adams (3/5) - não sei se foi por ter lido em inglês, mas não consegui entrar tanto no romance como no primeiro livro que li dela. De qualquer forma, a temática da esquizofrenia é bastante intensa e gostei da abordagem.
Primeiro livro de Taylor Jenkins Reid (porque é que têm que ser três nomes?) e as expectativas estavam em alta.
Com tanto falatório e com as sprayed edges não deu para resistir, por isso o pessoal do Moonlight Family Book Club juntou-se e lemos durante o mês de Janeiro.
Poderia aqui falar de como este livro foi esmiuçado por nós, mas vou apenas resumir e falar das minhas primeiras impressões.
O formato de entrevista não resultou comigo no início porque já uma vez tive um trauma com uma leitura do género. Mas ao longo do livro acabou por tornar as personagens tão reais que as fui pesquisar no Youtube. Este é o ponto alto deste livro e da escrita da autora. É uma ideia genial e conseguimos estar presentes nessas entrevistas de forma quase física. Imaginando tudo o que os personagens têm para nos contar.
De resto, a história da banda é muito normal, com muita droga e dramas interpessoais (que daria pano para mangas para falar) que se mantém do inicio ao fim. Não há pontos muito altos, nem quando o que se previa aconteceu. Apenas no final senti um pouco mais de entusiasmo, mas mesmo assim as surpresas não foram assim tão... surpresa.
Adorei as diferentes personalidades e como cada personagem representa um tipo de pessoa e postura na vida. A de Warren foi a que mais gostei e a qual gostava de ter, mas acabei por me identificar mais com a Karen.
Em relação às músicas e suas letras, confesso que as passei à frente. Ao contrário das letras dos livros de Colleen Hoover que ansiava por elas, estas nem dei hipótese.
Taylor J Reid aborda várias temáticas controversas como aborto, toxicodependência, alcoolismo, mas nenhuma delas foi abordada da maneira mais cativante, digamos assim. A autora usou as personagens de uma forma menos positiva e muitos pontos não foram limados de forma cuidada.
Apesar de tudo continuo curiosa e entusiasmada com os outros livros da autora que espero gostar mais que este.
Toda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nunca ninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…
Até agora.
Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.
Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.
Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.
Agora que falámos nos livros do próximo ano, comecemos a agrupá-los por meses. Vamos lá aos de Janeiro:
Mafi
Não vou ser muito ambiciosa, vamos lá ver como corre o primeiro mês do ano.
Ne
Isto é só uma previsão, e por isso não vou escolher mais que estes 9 porque se gostar muito de uns e quiser logo os seguintes ainda tenho "espaço". Além disso, o Crescent City é muito grande. Vamos ver como corre!
Boas leituras para todos e todas!
Toda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nuncaninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…Até agora.Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.
Da mesma autora de Os Sete Maridos de Evelyn HugoToda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nuncaninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…Até agora.Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.
Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é romance multipremiado e aclamado pela crítica e pelos leitores, que revela a história de vida privada e pública de uma estrela de cinema fictícia da década de 1950 (levemente inspirada em Elizabeth Taylor).Evelyn Hugo é uma icónica estrela de cinema envelhecida e reservada, mas está pronta para contar a verdade acerca da sua vida de glamour e escândalo. Monique Grant é escolhida para contar a sua história. À medida que a vida de Evelyn vai sendo exposta – revelando uma ambição desmedida, uma amizade inesperada e um grande amor proibido – a ligação entre as duas mulheres revela-se trágica e irreversível. Os bastidores da indústria cinematográfica, a ilusão dos casamentos que parecem contos de fadas, a violência de género, a infidelidade e traição e o amor entre mulheres, numa história maravilhosa que que cativa os leitores até ao final completamente inesperado.
É com alegria que anuncio que este livro vai finalmente sair em Portugal!
Um dos meus livros favoritos da minha vida sai finalmente dia 5 de Abril
Fiquem com a sinopse oficial. Podem ler a minha opinião aqui.
Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é romance multipremiado e aclamado pela crítica e pelos leitores, que revela a história de vida privada e pública de uma estrela de cinema fictícia da década de 1950 (levemente inspirada em Elizabeth Taylor).
Evelyn Hugo é uma icónica estrela de cinema envelhecida e reservada, mas está pronta para contar a verdade acerca da sua vida de glamour e escândalo. Monique Grant é escolhida para contar a sua história. À medida que a vida de Evelyn vai sendo exposta – revelando uma ambição desmedida, uma amizade inesperada e um grande amor proibido – a ligação entre as duas mulheres revela-se trágica e irreversível. Os bastidores da indústria cinematográfica, a ilusão dos casamentos que parecem contos de fadas, a violência de género, a infidelidade e traição e o amor entre mulheres, numa história maravilhosa que que cativa os leitores até ao final completamente inesperado.
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