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Lido nas minhas férias em Agosto, já lá vão uns bons meses que esta opinião devia ter saído. Mas a preguiça vai-se instalando e a vontade de escrever vai passando. Demorou mas aqui está.

Como eu disse já passou um bom tempo depois de ter terminado esta leitura mas nem por isso já esqueci o quanto gostei dela. Não sei deixem enganar pelo título em que possam pensar que é um romance daqueles mais normais porque não é.
A capa já mostra que o livro é passado numa outra época, numa altura em que as mulheres não tinham as mesmas possibilidades de hoje em dia. Aqui temos a nossa protagonista, Elizabeth Zott uma cientista mas também uma mulher muito à frente do seu tempo. Frustra-se com a pouca liberdade que lhe dão no trabalho mas também é lá que vai conhecer o amor da sua vida, o Calvin. Ele dá-lhe oportunidade de ela mostrar o que consegue fazer no laboratório. É o único e por isso o amor deles torna-se aindaaos bonito por todo o apoio ser só dele.
A vida muda e Elizabeth acaba por ver-se sozinha com uma filha muito curiosa e com um cão que percebe tudo e aprende palavras.
Adorei o cão e a explicação do nome que deram, fartei-me de rir com ele e com a Mad. Um bom ingrediente a juntar à história da Elizabeth que é uma inspiração. Apesar de ser ficção a autora conseguiu mostrar tão bem a força da Elizabeth em ir contra o mundo e mostrar que as mulheres também conseguem ser inteligentes, trabalhar e ter filhos e tomar conta de uma casa sem o apoio do marido.
A narrativa é espetacular e tem diálogos muito bons mas que nos deixam a pensar. Eu adorei a Elizabeth, a sua força e determinação em não ser encaixada numa ideia de mulher que ela não é. Por mais Elizabeths neste mundo.
Sem dúvida um óptima aposta da Leya, aconselho o livro a toda a gente, não vão arrepender-se!




Para quem não sabe fica já a saber a Taylor Jenkins Reid é talvez a minha autoria favorita e uma que já conheço há muito tempo ainda nem ela era popular como agora. Já li todos os livros publicados em Portugal e tenho várias edições em português e inglês.
Com lançamento mundial não resisti em ler o novo livro com muito entusiasmo. O livro não é nenhuma obra prima como é o "Sete Maridos" mas é bom. Ao contrário dos outros aqui não há uma atmosfera de glamour do cinema ou música, há apenas ténis e se vocês forem fãs vão adorar este livro. Aqui o desporto é o grande foco contado pelos treinos dados pelo pai e pelas competições que a Carrie faz. Está personagem não vao agradar a toda gente. Eu gostei da garra dela e da determinação de ser a melhor. Nunca treinei desporto de alta competição mas acredito que tenhamos de ter mesmo muita força para chegarmos aos topo. Alguns leitores irão achá-la arrogante e é uma personagem que não vai agradar a todos, assim como este livro.
É um daqueles livros que não dá para falar muito sem fazer spoiler, eu gostei da história da Carrie e de saber a descendência dela e da menção à Daisy Jones mas não se tornou um favorito da autora por focar-se muito no desporto e não tanto na história de vida da Carrie como eu pensava.
Mesmo assim aconselho para os fãs da autora mas não esperem uma Evelyn Hugo porque essa so há uma.



 Setembro chegou com a Ne mais contida e a Mafi cheia de pica para ler estas novidades todas! 










Deixo-te para não te perder'' segue a história de amor de Ryan e Lauren que apesar de serem ainda um jovem casal (andam na casa dos trinta anos) já estão há muito tempo juntos. Desde que começaram a namorar na faculdade, nunca mais se separaram e as consequências começam agora a surgir com discussões, divergências e pouca paciência para um com o outro. 
De uma forma a tentarem recuperar o seu casamento infeliz, os dois concordam em separarem-se durante um ano. Um ano em que podem esclarecer as ideias se querem voltar com o casamento ou seguir caminhos opostos.

É durante este período que vamos acompanhar Lauren na sua luta em morar sozinha, voltar a fazer novas amizades e até conhecer um novo amor, ao mesmo tempo que tenta perceber quais são os seus verdadeiros sentimentos por Ryan.

Eu gostei imenso deste livro mas ele não tem nada a ver com o outro livro que li da autora. É um romance sobre um casamento falhado e uma separação mas também sobre uma nova vida. 
Adorei o casal principal mas gostava que também tivéssemos tido o ponto de vista do Ryan porque ele também estava a sofrer com a separação e era a outra parte do casal. Assim só tivemos a visão da Lauren e creio que o livro ficou meio incompleto por causa disso. 

Foi muito bom perceber que uma separação (não confundir com divórcio, o Ryan e a Lauren só iriam divorciar-se se ao fim do ano não quisessem estar juntos de novo) por vezes é um passo necessário para uma relação continuar. Não é o fim do mundo como a família da Lauren a fez crer, porque no fim acabou por ser o que salvou o casamento deles de um divórcio eminente. 

É um livro que se calhar pessoas com anos de relação ou de casamento irão identificar-se mais com que eu me identifiquei. Eu gostei do livro pela história em si e pelas mensagens que a autora passou mas admito que não me consegui ligar com os sentimentos de ambos porque nunca tive numa relação estagnada. 
Outra parte muito importante do livro é a família e a influência que esta pode ter. Isto viu-se no caso da Lauren mas felizmente esta conseguiu sempre fazer frente aos pais e mostrar que o Ryan também tinha ''culpa'' na separação. Adorei os irmãos da Lauren e a história secundária com o irmão dela foi um bom ponto de fuga à história da Lauren com o Ryan. Foi engraçado ver o irmão a encontrar o amor e a criar a sua própria família ao mesmo tempo que a irmã rompia com a relação dela. 

Mesmo assim aconselho imenso a leitura a todos, esta autora já é uma das minhas novas autoras favoritas e já quero ler tudo que ela publique. 

O casamento de Lauren e Ryan atinge o ponto de rutura e ambos tomam a decisão pouco convencional de se afastarem durante um ano, na esperança de que isso lhes permita apaixonarem-se de novo. Durante esta separação, cada um é livre de viver como entender, à exceção de nenhum estabelecer qualquer contacto com o outro. Lauren inicia uma viagem de autodescoberta e depressa se apercebe de que tanto os seus familiares como os seus amigos têm ideias muito próprias sobre o significado do matrimónio. A perceção desse facto e os desafios decorrentes da separação de Ryan mudam a visão de Lauren sobre monogamia e casamento. E ela passa a interrogar-se: quando estamos ligados a alguém sem um compromisso de fidelidade e quando vivemos uma relação sem casamento - ou seja, quando já não há laços entre o amor e o desejo - a que damos nós valor? Pelo que estamos nós dispostos a lutar?
Deixo-te Para Não te Perder é um romance surpreendente sobre o que acontece quando o amor se dissipa. E sobre continuarmos apaixonados, lutarmos pelo amor, renunciarmos a ele ou entregarmo-nos com toda a nossa alma. É, sobretudo, a história de um casal preso a um velho arquétipo, mas à procura de um novo caminho rumo à felicidade. 



 



Sai dia 30 de Agosto!! 


Na véspera de Ano Novo, Rhys Lloyd tem a casa cheia de visitas. O seu resort à beira do lago é um sucesso, e ele convidou, generosamente, toda a gente na localidade para beber um copo na companhia dos novos vizinhos ricos. Será a melhor festa de sempre! Mas nem toda a gente aparece para celebrar. À meia-noite, Rhys surge a flutuar, morto, nas águas geladas do lago.

No dia de Ano Novo, a detetive Ffion Morgan tem uma localidade cheia de suspeitos. Aquela pequena comunidade é a sua casa, portanto os suspeitos são os seus vizinhos, amigos, familiares… — e a própria Ffion tem mistérios para proteger.

Com uma mentira descoberta a cada passo, rapidamente o que importa já não é apenas saber quem queria ver Rhys morto, mas quem realmente o matou.




Imagem: Quizlandia.club

Mais um mês terminado e aqui ficam as nossas leituras e classificações bem resumidas de Junho.

Ne

1. Twisted Games de Ana Huang (4/5) - gostei mais do primeiro.

2. Twisted Hate de Ana Huang (5/5) - adorei adorei adorei.

3. O Convite de Vi Keeland (5/5) - não consegui esperar pela leitura conjunta e re-devorei-o num dia.

4. All Kinds of Wrong de Aurora June (5/5) - adoreiiiiiii. romance super hot mas que me fez sofrer

5. Uma Vida Entre Marés de José Rodrigues (2/5) - gostei da história mas não me identifiquei com a escrita, infelizmente.

6. Lore Olympus: Volume One de Rachel Smythe (4/5) - super fofo mas estava à espera de algo diferente.

7. Almas Gémeas de John Marrs (4/5) - adorei. leitura viciante.

8. Scarlet de Marissa Meyer (4/5) - releitura como primeira vez. Adorei.

9. Love Doesn't Talk de Ann (2/5) - BD silenciosa demasiado rápida com capítulos muito curtos mesmo para BD

10. To Love Jason Thorn de Ella Maise (3/5) - prometeram me um erótico e tive mas achei a a história algo fraquinha

11. Blood and Honey de Shelby Mahurin (4/5) - Melhor que o primeiro mas ainda não convencida com o protagonista masculino, o Reid.

12. O Homicídio Perfeito de Holly Jackson (4/5) - Super divertido. Adorei e quero o próximo para ontem.

13. Amor Cruel de Colleen Hoover (5/5) - cada vez melhor a cada leitura. Adoro! É perfeito.

14. Os Jogos da Herança de Jennifer Lynn Barnes (5/5) - adorei. Tudo o que estava à espera e ainda mais.



Mafi

1. Malibu Renasce de Taylor Jenkins Reid (4/5) - Opinião aqui. 

2. Tudo o que restou de nós de Adam Silvera (4/5) - Opinião aqui. 

3. As Musas de Alex Michaelides (3/5) - Opinião aqui.

4. A música das abelhas de Eileen Gavin (2/5) - Opinião aqui. 

5. O tatuador de Auschwitz de Heather Morris (3/5) 

6. A coragem de Cilka de Heather Morris 

7. Os Jogos Da Herança de Jennifer Lynn Barnes - Opinião em breve. 

 


Quem me conhece já sabe que esta autora já é uma das minhas preferidas, já li imensos livros dela e já estou ansiosa pelo "Carrie Soto is Back" que sai lá fora este ano e que espero sinceramente que a TopSeller não demore muito a publicar! 

Começo por dizer que ouvi parte do audiobook e que adorei, para já a narradora é a Julia Whelan que é uma narradora que eu gosto muito, ela narra praticamente todos os livros da Taylor Jenkins Reid e Emily Henry que são autoras que eu adoro e por isso já estou habituada às vozes dela. Sei que também é a narradora oficial da Kristin Hannah mas ainda não me estreei com essa autora. 

Passando ao Malibu Renasce, temos aqui a família Riva que para quem  já leu o "Evelyn Hugo" vai reconhecer este apelido e por isso é importante ler esta quadrologia não oficial por ordem, porque apesar de não ser uma série, há personagens que aparecem em vários livros, como acontece aqui com a introdução da Carrie Soto que é a protagonista do próximo livro. 
Aqui os protagonistas são os quatro irmãos Riva, a primeira parte do livro é apresentada a infância deles e a segunda passa-se na festa anual que a família dá e em que vai descobrir-se vários segredos desta família. 

A capacidade da aurora de descrever várias personagens e ambientes cinematográficos é impressionante, cosmeguimos ficar mesmo em dúvida se estás personagens são fictícias ou não e eu adoro esta qualidade da escrita da Taylor. 
Contudo não consigo dar cinco estrelas a este livro, não me prendeu como os outros a que já dei esta classificação mas não é de todo um mau livro. Se for em comparação com os outros três mais conhecidos dela acho que é o livro mais fraco e não aconselhava a começarem a ler por este mas para quem é fã da Taylor é um livro bom, com boas personagens e onde a autora insere várias referências a Portugal, um detalhe que adorei claro!Quem não gosta de ver o seu país nos livros? 


Um livro que encanta mas como as minhas expectativas estavam no topo, desiludiu-me um bocadinho. 









Pois é, já chegámos a meio do ano! Como é possível? O pior é que as listas de livros a ler estão cada vez maiores mas Junho promete dia da criança e 3 feriados pelo menos para a Mafi que é de Lisboa portanto vamos lá ver o que queremos ler este mês!



Tudo novidades dos últimos tempos e do futuro, já há muito tempo que não ficava tão entusiasmada com as publicações em Portugal! 


Leituras conjuntas, novidades e livros mais antigos é o mote para este mês. 


 

Maio chegou e com ele veio o calor e o bom tempo para irmos ler para a praia, jardim ou uma esplanada... ou então não. Se forem como a Ne vão ler em casa que ela está de recuperação!

Vamos lá ver o que queremos ler nos próximos 31 dias (vá com atraso).

Mafi

Ne

 


Um dia para reviver a história de uma família.

A noite que mudará tudo para sempre.


Malibu, 1983. Chegou o dia da festa de final de verão organizada todos os anos por Nina Riva, e não há ninguém que não queira estar presente e conhecer pessoalmente os famosos irmãos Riva: a supermodelo Nina, o surfista Jay, o fotógrafo Hud e a promissora Kit. Filhos do lendário cantor Mick Riva, há muito que os quatro exercem um enorme fascínio, não só em Malibu mas um pouco por todo o mundo. Cada um dos irmãos tem as suas razões para ansiar pela festa, com exceção da própria Nina, que nunca desejou ser o centro das atenções. E talvez de Hud, que tem algo a confessar. Jay, por outro lado, espera impacientemente por alguém. e Kit decidiu tornar a noite especial. Porém, nenhum deles poderia antecipar o desfecho daquela celebração.


A meio da noite, a festa estará completamente fora de controlo. Pela manhã, a mansão de Nina estará irreconhecível. Mas, até que isso aconteça, haverá álcool a circular, música a soar bem alto e muita gente famosa animada naquela que se tornará a festa da década. E no meio de todo esse burburinho irão ressurgir memórias e segredos que marcaram várias gerações da família.

 Mafi:



2022 começou muito melhor do que pensava! Este ano pus um número muito mais baixo como meta de leitura porque devido aos meus dois empregos, o final do ano passado não foi pontuado por muitas leituras. O que acontece é que pelo menos numa metade da minha vida profissional, o movimento de público teve muito fraco em Janeiro o que me permitiu ir lendo bastante em horário de serviço. Isto ajudou imenso a que conseguisse chegar às 7 leituras! 

1. Às de Espadas de Faridah Àbíké-Íyímídé (4/5) - Opinião aqui 

2. Olha para os dois lados de Jason Reynolds (3/5) - Um livro de contos mais para o juvenil que gostei.

3. An Emotion of Great Delight de Tahereh Mafi (4/5) - Opinião aqui.

4. Cool for the Summer de Dahlia Adler (2/5) -  Opinião aqui,

5. When you get the chance de Emma Lord (3/5) - (Mini) Opinião aqui 

6. Gente Ansiosa de Fredrik Backman (4/5) - Opinião aqui.

7. Weather Girl de Rachel Lynn Solomon (4/5) - Opinião aqui.

 

Ne:


1. Viagem Atribulada de Beth O'Leary (4/5) - gostei muito mais da primeira parte que da segunda, mas no final gostei suficiente para as 4*

2. Scrooged de Vi Keeland (4/5) - conto muito fofo e engraçado

3. Daisy Jones and the Six de Taylor Jenkins Reid (3/5) - primeiro livro da autor. Definitivamente tem pontos muito bons relativamente a tudo o que li, mas a história foi muito morna

4. The Match de Sarah Adams (3/5) - não sei se foi por ter lido em inglês, mas não consegui entrar tanto no romance como no primeiro livro que li dela. De qualquer forma, a temática da esquizofrenia é bastante intensa e gostei da abordagem.

Primeiro livro de Taylor Jenkins Reid (porque é que têm que ser três nomes?) e as expectativas estavam em alta.

Com tanto falatório e com as sprayed edges não deu para resistir, por isso o pessoal do Moonlight Family Book Club juntou-se e lemos durante o mês de Janeiro.

Poderia aqui falar de como este livro foi esmiuçado por nós, mas vou apenas resumir e falar das minhas primeiras impressões.

O formato de entrevista não resultou comigo no início porque já uma vez tive um trauma com uma leitura do género. Mas ao longo do livro acabou por tornar as personagens tão reais que as fui pesquisar no Youtube. Este é o ponto alto deste livro e da escrita da autora. É uma ideia genial e conseguimos estar presentes nessas entrevistas de forma quase física. Imaginando tudo o que os personagens têm para nos contar.

De resto, a história da banda é muito normal, com muita droga e dramas interpessoais (que daria pano para mangas para falar) que se mantém do inicio ao fim. Não há pontos muito altos, nem quando o que se previa aconteceu. Apenas no final senti um pouco mais de entusiasmo, mas mesmo assim as surpresas não foram assim tão... surpresa.

Adorei as diferentes personalidades e como cada personagem representa um tipo de pessoa e postura na vida. A de Warren foi a que mais gostei e a qual gostava de ter, mas acabei por me identificar mais com a Karen.

Em relação às músicas e suas letras, confesso que as passei à frente. Ao contrário das letras dos livros de Colleen Hoover que ansiava por elas, estas nem dei hipótese. 

Taylor J Reid aborda várias temáticas controversas como aborto, toxicodependência, alcoolismo, mas nenhuma delas foi abordada da maneira mais cativante, digamos assim. A autora usou as personagens de uma forma menos positiva e muitos pontos não foram limados de forma cuidada.

Apesar de tudo continuo curiosa e entusiasmada com os outros livros da autora que espero gostar mais que este.

Toda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nunca ninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…
Até agora.
Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.
Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.
Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.

 Agora que falámos nos livros do próximo ano, comecemos a agrupá-los por meses. Vamos lá aos de Janeiro:

Mafi

Não vou ser muito ambiciosa, vamos lá ver como corre o primeiro mês  do ano.



Ne 

Isto é só uma previsão, e por isso não vou escolher mais que estes 9  porque se gostar muito de uns e quiser logo os seguintes ainda tenho "espaço". Além disso, o Crescent City é muito grande. Vamos ver como corre!

Boas leituras para todos e todas!

 


Já tinha um agora fiquei com dois gémeos falsos ahaah 

A Ne sem querer comprou dois livros da edição portuguesa e como eu queria ter o livro  também em português, fiquei com um dos exemplares. 

Gosto da minha edição em inglês por ser capa dura mas adoro a edição da Topseller pelas cores! 

Já leram este livro maravilhoso? 



Depois de ter lido 3 livros desta autora, decidi que queria ler tudo dela este ano (incluindo o novo que vai sair em Maio). Certo é que a autora não tem assim tantos livros publicados mas ainda me faltam ler alguns e portanto depois de em Janeiro ter lido "Eu tu e todo o tempo do mundo" decidi em Fevereiro arrancar para o "Daisy Jones and the Six". Ao contrário dos outros livros da autora em que só tínhamos uma ou duas perspectivas no máximo  aqui temos várias, talvez uams 6 ou 7 pontos de vista recorrentes embora os principais sejam a Daisy e o Billy. Comecei logo a achar que ia ser muito confuso, ainda por cima porque estaria a ouvir o audiobook que apesar de serem vários narradores, pensava que não ia eu conseguir distinguir os pontos de vista serem olhar para o texto. Felizmente nada disto aconteceu porque tanto o audiobook como o próprio livro estão fantásticos e conseguimos perceber quem é quem logo de inicio se estivermos com atenção. 
Este é provavelmente um dos livros mais originais que já li, para quem gosta de documentarios vai adorar este livro porque todo ele está escrito como se fosse um documentário sobre a Daisy e a sua banda (os The Six). 
Começamos por acompanhar a carreira a solo da Daisy e também dos the Six e só posteriormente iremos a acompanhar o percurso e o pico de sucesso quando se juntam até à sua ruptura, aliás que é o ponto de partida do livro. 

Apesar de não ter dado 5 estrelas este livro é sem dúvida fenomenal. Está tão bem escrito que por vezes fiquei na dúvida se estava a ler ficção ou se realmente a autora se tinha inspirado nalguma banda dos anos 70 que tivesse tido um percurso na música parecido. Pelos vistos não fui a única com essas dúvidas pois no Google encontrei tantos outros leitores curiosos também para saber a fonte de inspiração da autora. Há algumas respostas que não revelo aqui mas para quem leu o livro ou quer ler, irá sem dúvida ter curiosidade em procurar também. 
Com o livro é a maior parte em diálogos, acabei por lê-lo num dia embora a autora vá pondo excertos de reportagens daquela época, também para contextualizar alguns assuntos que vão sendo abordados ao longo do livro. 
Há livros que nos prendem pela história em si e há outros livros que nos agarram pelas personagens. Este livro é um livro de personagens, um livro que nos mostra como era ser mulher numa indústria difícil e não estou a falar só da Daisy Jones mas também de outras personagens femininas como a Camilla. Como não podia deixar de ser, para além do rock, temos também drogas e álcool envolvidos, algo que ainda é recorrente hoje no mundo da música. A componente musical também é acompanhada com vários excertos de letras (fictícias) e do processo de criação de várias músicas. 
Para mim sem dúvida que ouvir o audiobook foi uma mais valia e é um dos melhores audiobooks que já ouvi, não sei se tendo lido só o livro teria gostado tanto. 
Para acabar so falta dizer que este livro vai virar uma série pela Amazon, já tem elenco escolhido e está em filmagens. Estou muito curiosa com o resultado final e espero que faça jus ao livro. 

É um livro diferente de todos os outros que já li da autora o que só mostra a versatilidade de Taylor Jenkins Reid. Para mim já é uma das minhas autoras favoritas. 


Toda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nuncaninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…
Até agora.

Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.

Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.

Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.



 

 


Finalmente em Portugal 😍😍😍😍
Sai dia 8 de Novembro!! 
Da mesma autora de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo

Toda a gente conhece os icónicos Daisy Jones & The Six, mas nuncaninguém soube o que levou à sua separação no auge da popularidade…
Até agora.

Durante a adolescência, no final da década de 1960, Daisy Jones descobre a noite de Los Angeles: os bares, as estrelas de rock, o sexo e as drogas. Mas o que ela quer realmente é escrever as suas próprias canções. Com uma voz rouca, uma beleza distintiva e uma atitude confiante, Daisy está no caminho certo para o sucesso.

Os The Six, a banda dos irmãos Billy e Graham Dunne, começam também a ganhar alguma notoriedade, mas o ritmo da vida na estrada, as groupies e o álcool levam a que Billy comece a descarrilar, tanto em palco como na sua vida pessoal.

Os caminhos de Daisy e Billy cruzam-se quando o produtor musical da banda decide juntar as duas vozes num dueto, que resulta num êxito estrondoso. A partir daí, os Daisy Jones & The Six começam a tocar em todos os gira-discos, os seus concertos esgotam os recintos e a banda torna-se uma verdadeira lenda. Esta é a história dos primeiros tempos e das noites loucas, mas todos os membros da banda recordam o que aconteceu de maneira diferente. Porque nem sempre é fácil perceber onde acaba a música e começam os sentimentos.

 



 Não ando a comprar muitos livros e depois de em Fevereiro não ter comprado nenhum, comprei três em Março! O melhor de tudo é que o um já estava lido portanto so faltam dois!

E por aí quantos livros compraram em Março? 




Com dois livros lançados em Portugal, Taylor Jenkins Reid deu o verdadeiro salto com o livro ''The Seven Husbands of Everlyn Hugo''. Como na altura em que este livro saiu lá fora, a Editorial Presença andava a publicar esta autora cá, fiquei à espera que este livro também saísse em Portugal. E esperei um ano, um ano e meio, dois anos...e percebi que o ''parto'' do livro estava difícil por aqui e decidi ler então na versão original, mesmo tendo os outros dois livros da autora ainda por ler. Agora finalmente, dois anos depois de ter lido sai finalmente em Portugal. 

Mas quem é a Evelyn Hugo? É uma actriz lendária de Hollywood que teve uma carreira de sucesso, estrelando nas maiores produções de Hollywood, vencedora de Oscares mas também envolvendo-se em várias polémicas como o facto de ter tido 7 maridos durante a sua vida. 
Afastada dos holofotes da fama há uns anos, prestes a completar 80 anos, Evelyn decide abrir o jogo e contar a sua versão de toda a sua vida a um jovem jornalista, desconhecida do grande publico, Monique. Ao longo do livro vamos descobrindo a vida fascinante de Evelyn mas também percebemos que a sua ligação com Monique não é tão inocente como parece.
Não preciso de dizer que adorei este livro porque vocês já sabem mas digo-vos que já há muito tempo que um livro não mexia tanto comigo. Longe vão os tempos de ficar acordada a ler durante a madrugada mas com Evelyn Hugo fiquei até as 5h da manhã a chorar que nem uma ''Madalena arrependida'', especialmente com os capítulos finais e com o twist final que não adivinhei e nem me passou pela cabeça. 
Adorei tudo, desde as personagens, até à história, passando pela escrita, pelas mensagens do livro. É um livro sobre a vida de uma grande mulher que fez de tudo para reinventar-se e esconder as suas origens para chegar ao sucesso. Um livro cheio de namoros e casamentos falsos que não duvido que ainda existam por Hollywood e em outras indústrias de entretenimento. Foi um livro que me fez pensar muito nas aparências e na realidade feia que escondemos aos olhos de todos mas que não conseguimos tirar de nós. 

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é romance multipremiado e aclamado pela crítica e pelos leitores, que revela a história de vida privada e pública de uma estrela de cinema fictícia da década de 1950 (levemente inspirada em Elizabeth Taylor). 



Evelyn Hugo é uma icónica estrela de cinema envelhecida e reservada, mas está pronta para contar a verdade acerca da sua vida de glamour e escândalo. Monique Grant é escolhida para contar a sua história. À medida que a vida de Evelyn vai sendo exposta – revelando uma ambição desmedida, uma amizade inesperada e um grande amor proibido – a ligação entre as duas mulheres revela-se trágica e irreversível. Os bastidores da indústria cinematográfica, a ilusão dos casamentos que parecem contos de fadas, a violência de género, a infidelidade e traição e o amor entre mulheres, numa história maravilhosa que que cativa os leitores até ao final completamente inesperado. 



 


Depois de ter gostado tanto deste livro, tinha de o ter na minha estante. Não foi fácil encontrar esta versão em capa dura a um preço bom e o melhor que consegui foi a 14€ já com portes... Sendo que só o livro era 7€.
Vai se juntar ao "The Seven Husbands of Evelyn Hugo" que sai finalmente em Portugal dia 5 de Abril. 
Espero que este também chegue cá!

 


Mafi

Em Abril continuo com redução de horário e ainda tenho mais férias 😂 portanto mais um mês para abater a pilha...de ebooks e audiobooks. Vou voltar às minhas autoras favoritas: Taylor Jenkins Reid e Christina Lauren 🥺😍


                 Ne

Em Abril vai ser para ler finalmente ACOTAR e voltar a Jodi Picoult e Vi Keeland! 















É com alegria que anuncio que este livro vai finalmente sair em Portugal! 

Um dos meus livros favoritos da minha vida sai finalmente dia 5 de Abril 

Fiquem com a sinopse oficial. Podem ler a minha opinião aqui

Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é romance multipremiado e aclamado pela crítica e pelos leitores, que revela a história de vida privada e pública de uma estrela de cinema fictícia da década de 1950 (levemente inspirada em Elizabeth Taylor). 


Evelyn Hugo é uma icónica estrela de cinema envelhecida e reservada, mas está pronta para contar a verdade acerca da sua vida de glamour e escândalo. Monique Grant é escolhida para contar a sua história. À medida que a vida de Evelyn vai sendo exposta – revelando uma ambição desmedida, uma amizade inesperada e um grande amor proibido – a ligação entre as duas mulheres revela-se trágica e irreversível. Os bastidores da indústria cinematográfica, a ilusão dos casamentos que parecem contos de fadas, a violência de género, a infidelidade e traição e o amor entre mulheres, numa história maravilhosa que que cativa os leitores até ao final completamente inesperado. 

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