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Sai dia 25 de Abril 

Trouxeste o silêncio,
O som mais lindo que já ouvi.

Eu queria perder-me na neblina do Maine. Esquecer tudo o que tinha deixado para trás. O som da chuva. O sangue. O frio da arma contra a minha pele. Ao longo de seis meses, cada instante me recordava que eu estava viva - e o meu pai, não. E foi então que conheci Archer Hale e a minha vida mudou por completo… nunca mais voltei a ser a mesma.

Quando me insinuei no seu mundo estranho, isolado e silencioso, Archer não tinha contacto com mais ninguém. E no entanto, naqueles olhos cor de âmbar, aconteceu algo de intangível entre nós. Havia algo que nos ligava - paixão e mágoa.
Esta vila está repleta de segredos, e Archer parece estar no centro de tudo.

A Voz de Archer é a história de uma mulher que não consegue esquecer uma noite apavorante, e do homem cujo amor lhe trará liberdade. É a história de um homem ferido e da mulher que o ajuda a encontrar a sua voz. É a história da redenção de ambos e uma celebração do poder transformador do amor


Sai dia 2 de Março! 


É característico dos homens desvalorizarem as mulheres. Será igualmente a sua ruína.
Sempre nos disseram que esta é a história do rei Midas. Ele é o rei dourado e eu sou a sua favorita - a mulher que, com apenas um toque, ele transformou em ouro. Para mostrar que lhe pertenço. Para mostrar a todos o seu imenso poder. Ele prometeu proteger-me e, em troca, eu prometi-lhe o meu coração. Mas quando a guerra chega ao reino, é necessário um acordo - e eu estou no centro dessa negociação. Subitamente, a minha confi ança é quebrada e o meu amor é desafiado. Percebo finalmente que tudo o que sabia sobre Midas pode estar errado. Sempre disseram que esta é a história dele. Mas talvez estejam errados… talvez seja a minha história!

 





Está quase a chegar! Sai dia 6 de Março 

No ringue e no amor, ele é um jogador nato, mas a vitória nem sempre está assegurada…

Dean Di Laurentis está habituado a conseguir tudo o que quer, seja no plano desportivo, académico ou amoroso. na Universidade Briar, todos conhecem a sua fama de mulherengo, mas não há rapariga capaz de resistir aos seus encantos. Ou será que há?

Allie Hayes chegou a uma encruzilhada em relação ao seu futuro profissional e amoroso. Depois do fim do namoro com Sean, não pensa em envolvimentos sérios, mas também não quer relações sem qualquer compromisso. Ou será que quer?

Depois de uma noite na mesma casa, a atração entre Allie e Dean torna-se evidente, mas, por mais irresistível que ele lhe pareça, ela não está disposta a entrar no jogo do rei das relações casuais. Mas a verdade é que ela já conseguiu abalar o mundo de Dean, e ele não irá parar enquanto não a conquistar...

 



Já à venda 


Ele é um atleta talentoso, mas vai ter de melhorar muito as suas jogadas…

John Logan parece levar uma vida perfeita. com um enorme talento para o hóquei no gelo e um charme aparentemente irresistível, é um dos mais cobiçados alunos da universidade. Mas por trás do sorriso maroto e da aparência descontraída, Logan esconde a angústia de estar apaixonado pela namorada do seu melhor amigo e de saber que, depois de terminar o curso, poderá encontrar-se num beco sem saída.

É então que conhece Grace Ivers, uma rapariga que muda completamente a perspetiva que ele tem da vida. Tudo nela é original e intrigante, e, à medida que se tornam cada vez mais próximos, Logan sente-se feliz pela primeira vez em muito tempo.

Até que um grande erro põe a relação em risco. Agora, se quiser Grace de volta, Logan vai ter de se esforçar… e muito! E não vai ser tarefa fácil.





Como é um volume de uma série, um dos meus critérios de classificação é sempre comparar com os livros anteriores e não gostei tano do "O Erro" como gostei de "O Pacto". Apesar de ter gostado muito das personagens principais, o Logan e a Grace, não senti aquela mesma empatia para com este casal como senti com a Hannah e o Garett. Na verdade, todos os quatros amigos são bem diferentes uns dos outros mas pronto, gostei mais da personalidade do casal anterior do que este. O livro começa ainda no decorrer dos eventos de ''O pacto" só que aqui claro na perspectiva do Logan. Achei muito engaçado este detalhe e confirmou-se aquilo que já se suspeitava: no livro anterior, o Logan nutria sentimentos pela Hannah. Curioso de ver este detalhe novamente já que o início do 1º livro isto também acontece mas desta vez por parte da personagem principal feminina. Detesto insta-love nos livros mas repetir a mesma fórmula também torna o livro um pouco previsível. No entanto, gostei imenso do Logan e de como ele resolveu o seu erro para com a sua amada. 
Não sei se cheguei a mencionar na opinião anterior mas é engraçado vermos como são explicadas as situações que dão origem aos títulos dos livros desta série. Aqui o Logan não comete só um erro mas vários, aliás alguns até em pensamento mas com muita perseverança lá consegue desculpar-se pelas suas acções o que já diz muito da personagem em si. 
A Grace não me disse muito como personagem, mas não foi uma má protagonista, pelo contrário teve uma grande evolução ao longo do livro e não perdoou logo o Logan, tal como eu queria. A amizade com a Ramona foi interessante de ser ver e gostei de como a autora abordou o tema de amizade de conveniência e que muitas vezes basta muito pouco para estragar uma grande amizade, assim como basta pouco para provar que uma amizade é mais forte do que se parece. Por falar em amizade foi também muito importante continuar a acompanhar o grupo de amigos da equipa de hockey. Gostei de ver novamente o Garrett e tenho quase a certeza que o próximo livro vai ser sobre o Dean que me parece também muito bem. 

John Logan, universitário, pode ter as mulheres que quiser. Para esta estrela de hóquei a vida é um desfile de festas e engates. No entanto, por trás do seu sorriso matador e charme descontraído esconde-se um desespero crescente sobre o que terá de enfrentar após terminar o curso. Um encontro escaldante com a caloira Grace Ivers é, de facto, a distração de que ele precisa. Mas, quando um erro impensado a afasta, Logan resolve gastar o seu último ano a provar-lhe que vale a pena uma segunda oportunidade- Agora terá de apostar mais alto... Depois de um ano como caloira, Grace está de volta à Universidade de Briar, mais velha, mais madura. E já não é a borboleta tranquila que era quando se envolveu com John. Se Logan espera que ela implore e rasteje a seus pés como todas as suas outras conquistas, pode esperar sentado. Quere-a de volta? Vai ter que trabalhar por isso. Desta vez é Grace quem vai ao colante... E ela tenciona guiar de forma selvagem.



 


Já à venda
Pela primeira vez em muito tempo, Hannah Wells encontrou um rapaz capaz de lhe tirar o fôlego. Mas como é que ele irá reparar nela, se aquele terrível acontecimento do seu passado a deixou tão insegura quanto à sua capacidade de sedução?

Para conseguir sair da sua zona de conforto e tornar-se mais visível e apetecível aos olhos de Justin, Hannah terá de se juntar a Garrett Graham, o arrogante capitão da equipa de hóquei no gelo da universidade, que procura a ajuda dela para melhorar as notas e assim poder seguir a sua carreira desportiva.

Juntos irão fazer um pacto que terá tanto de vantajoso como de imprevisível. E este jogo em que ambos decidem entrar reserva-lhes muitas surpresas que poderão vir a pôr em causa os seus objetivos iniciais.





Em "O Pacto" acompanhamos a nossa protagonista, Hannah Wells que após um adolescência conturbada  finalmente encontrou alguma estabilidade na faculdade. Focada na sua carreira musical, sente-se atraída pelo colega de faculdade, Justin,  embora sem coragem para dar o primeiro passo. 

Por outro lado temos Garrett Graham, o popular jogador de hóquei, que devido às suas notas baixas, a sua carreira como jogador profissional encontra-se em risco. 

À primeira vista, este resumo parece a premissa de muitos romances new adults e a verdade é que Elle Kennedy não é muito original na base deste romance ou de protagonistas, embora apresente algumas diferenças que tornam "O Pacto" um livro de destaque no meio de tantos outros.

Primeiro, a bagagem emocional que Hannah traz do seu passado e o facto de sabermos logo na primeira página o seu grande segredo e o porquê de não se sentir à vontade em assuntos de sexo e sedução. A outra coisa que gostei foi o facto de a Hannah interessar-se por outra pessoa e só gradualmente começar a gostar de Garrett. Foi bom ver estes diferenciais e ver toda a dinâmica do pacto entre os dois e como o acordo entre a Hannah e o Garrett vai deixando de ser o foco principal da trama. Gostei que o início que era apenas uma troca de favores entre os dois, se tornasse numa amizade inesperada e depois num romance, o livro teve uma evolução e tudo fez sentido.

Gostei imenso da Hannah e da sua personalidade, principalmente da atenção que foi dada à música, que notou-se perfeitamente que era um escape para aquilo que lhe tinha acontecido. Também gostei de ver como ela lidou com toda a situação e embora se mostrasse confiante na pessoa que era e em alguns aspectos da sua vida, foi também interessante ver o seu lado frágil. Tornou a personagem muito mais dimensional e com vários aspectos por explorar.

Também gostei do Garrett, da sua personalidade e dos seus problemas familiares que enfrenta e a pressão que sente em seguir as pegadas do pai. Não era uma personagem com tanto por explorar como a Hannah mas não deixou de ter crédito no livro, principalmente com o seu sentido de humor ou o seu lado mais bad-boy.

Outro ponto positivo e que gosto sempre quando os autores fazem isto, foi a introdução de personagens secundárias que serão protagonistas nos próximos livros que espero que a Topseller publique rápido. 

Embora com alguns clichés e um pouco longo (mais de 400 páginas), achei um romance fofo, com personagens bem caracterizadas e estou curiosa para ler o segundo livro. 


Hannah Wells, uma jovem bem sucedida nos estudos mas não tanto a nível amoroso. Hannah fará de tudo para ter um encontro, mesmo que isso signifique o não tão estudioso e um pouco infantil, irritante e pretensioso Garret Graham. Tudo o que Garret sempre quis foi jogar hockey profissionalmente mas os seus estudos ameaçam o seu sonho. Portanto pedir ajuda a Hannah em troca de um encontro não parece assim tão mal certo?
 

 



Um romance muito cliché mas que adorei! 

A estreia desta autora foi muito aguardada devido ao sucesso imediato que teve e não desiludiu. Durante seis anos temos um jovem casal, Percy e Sam que passam as férias juntos e  assim começa a história de amor na adolescência. Os anos passam e o que resta são apenas memórias e lembranças desses dias quentes. O resto é apenas dor do que aconteceu e o que os levou à separação mas também de alguma saudade. 

Agora de volta a Barry's Bay para o funeral da mãe de Sam, Percy vai ter que reencontrar-se com o seu passado ao voltar a Barry’s Bay para o funeral da mãe de Sam, Percy tem a chance de se reencontrar com Sam e explicar o terrível erro que cometeu e tem a oportunidade de refazer um laço que foi quebrado há muito tempo. 

Este livro foi lido num ápice pois a história prende-nos pela sua simplicidade da escrita mas também pelas personagens. Como disse acima é uma história de amor cliché, de friends to lovers no passado e agora no presente de um ex-casal que tenta ser feliz novamente. 

Gostei muito tanto das partes do passado como do presente. Foi engraçado ver as atitudes quando eram mais jovens e agora quando são mais adultos. Ainda temos um terceiro elemento muito importante na história, o irmão de Sam que acaba por ser a outra ponta de um triângulo amoroso. Não dá para contar muito mais sem fazer spoiler mas digo que é um romance sobre amor, amizade mas também sobre crescer e sermos responsáveis nas nossas próprias acções. Um livro que nos faz pensar no destino, nas nossas próprias escolhas que fazemos no dia a dia que trazem consequências para o nosso futuro mas também deixam marcas em outras pessoas. Adorei e já estou ansiosa para que a topseller publique o próximo livro da autora que sai em Maio de 2023. 




Sabem aqueles livros que sabemos que vamos ler de uma assentada? Aqueles livros que guardamos para ler mais tarde porque sabemos que vão ser tão bons e por isso preferimos esperar por um momento em que precisemos mais dele? Corações Feridos é um desses livros.

Já o tinha na versão brasileira, porque na altura adorei a capa, mas como ainda estava desiludida desde o Layla nunca lhe peguei. Agora a Topseller publicou e decidi que era hora de o ler em português.

Como já me conheço, e na leitura conjunta dividiram apenas em duas metas, preparei-me para lhe pegar apenas no dia da discussão da primeira meta. Tendo já essa experiência com outras leituras viciantes noutros clubes de leitura, esta é sempre a maneira mais segura porque assim leio, discuto e posso continuar até ao fim. Neste caso nem esperei pela meia-noite e em menos de 24 horas foi lido do início ao fim, todas as palavrinhas, algumas relidas.

"Por vezes, acredito que as personalidades são mais moldadas pelo mal que nos infligem do que pela bondade com que nos tratam."

Esta citação retrata tão bem a protagonista Beyah. Desde a primeira página manteve-se sempre fiel a si mesma, mas com uma bagagem bem grande e pesada às suas jovens costas. Começa com uma cena que vai mudar a sua vida, mas que nos poupa ao seu Passado, que depois irá sendo contado a pouco e pouco, mas que apenas com o primeiro capítulo conseguimos conhecê-lo quase na totalidade. Com os seus cabelos castanhos e olhos verdes, esta jovem vai representar muitos outros na questão das indecisões e decisões da vida, mas a sua alma é uma alma já bastante velha e sofrida e por isso é que a adorei e adorei ler a sua história. Esta é contada na primeira pessoa, mas Colleen como sempre tem o dom da palavra e soube expressar muito bem todos os seus medos, indecisões, arrependimentos e, principalmente, a sua força e inteligência.

Quando se muda para o Texas, quase sentimos o calor que se sente a arder na pele e o cheiro do mar. Fala-nos de muitos nascer do sol, preteridos aos pôr-do-sol, o que já diz muito sobre a história de Beyah e Samson. É talvez um dos romances mais leves da autora mas que tem sempre o seu quê de sofrimento da parte dos personagens; a empatia não foi só com a protagonista mas também com os seus "novos" familiares, tanto que uma das primeiras lágrimas foi de felicidade, numa cena com o pai e Sara.

Adorei Sara por romper com os esterótipos de menina rica. Não há aqui mean girls, mas sim uma miúda que mostra que mesmo tendo tudo o que é material, mas também familiar, não deixa de ter um coração de ouro e foi sem dúvida umas das prendas que a autora deu a Beyah e aos leitores. Adorei isso e todas as outras lições de vida que Colleen colocou nestas páginas. 

Falemos de Samson. Se gostam daqueles protagonistas lindos e misteriosos aqui o têm. Não vai revelar nada, excepto no final, o que nos faz criar mil teorias sobre o que ele verdadeiramente esconde. Acabei por descobrir um dos segredos, mas a verdadeira revelação que deu A reviravolta à história não a adivinhei e a autora colocou-a ali logo depois de um capítulo tão bom, tornando o choque muito maior.

A ligação com Beyah é bastante forte desde que se cruzam pela primeira vez, mas vamos poder assistir e acompanhar ao fortalecimento do laço que os une. É um dos amores mais puros que já li, tal como os seus corações. Apaixonei-me por este casal desde o início porque eles pareceram-me tão perfeitos um para o outro, e só vai ficando melhor à medida que avançamos.

Não estava à espera do final, mas também não pensei muito nele porque fui degustando capítulo a capítulo. Há um certo gap que não estava à espera, mas mesmo assim depois de acontecer pareceu-me o mais certo e o mais realista.

Como na maior parte dos romances românticos de Colleen Hoover, o nosso coração ou está a bater a mil ou pára de repente. Ou temos os olhos secos por nem piscarmos, ou estão a lacrimejar ao máximo. As emoções estão sempre ao rubro e por isso é que adoro estes romances dela! Depois de Layla, sem dúvida fizemos as pazes!

Sem dúvida um romance clichê de romance de verão, passado na praia, numa região de ricos, mas com protagonistas muito peculiares, sem fazer mas com grandes dramas, que nos fazem pensar que aquelas realidades existem e que nós devíamos dar mais valor ao que temos na nossa vida. E dar graças pela sorte que temos. Também gostei da referência aos distúrbios alimentares, que apesar de leve teve presença e marcou.

Com uma vida cheia de obstáculos, Beyah só pode contar consigo própria para alcançar um futuro melhor. Mas a poucos meses de concretizar os seus planos e deixar para trás um passado que preferia esquecer, um acontecimento inesperado obriga-a a seguir um novo rumo e procurar a única saída possível. É assim que, de um momento para o outro, se vê na Península Bolivar, no Texas, a passar os meses de verão com o pai, que mal conhece, decidida a deixar avançar os dias sem levantar grandes ondas.
Tudo muda quando conhece Samson, o vizinho da casa ao lado, que exerce sobre ela um estranho fascínio, apesar de nada terem em comum, pois ela vem de uma vida de pobreza e negligência e ele de uma família rica e privilegiada. No entanto, a convivência fá-los perceber que, apesar das suas diferenças, há uma tristeza inerente que os une e atrai.
É inegável que a ligação entre eles é intensa, mas os dois já traçaram o seu rumo e não querem perder o pé numa relação sem futuro. Só não estavam à espera de que a corrente pudesse arrastá-los para um mar profundo de emoções…

 

 

Depois de Focused parti para a leitura do Faked. Pelo último capítulo já tinha a historia toda imaginada na minha cabeça, mas Karla Sorensen trocou-me as voltas e trocou-me o plot todo. Este segundo volume não foi nada do que estava à espera e quando percebi que não ia seguir a minha linha de acção comecei por ficar desiludida. De qualquer forma continuei e ainda bem.

Este segundo volume foi muito melhor que o primeiro, talvez porque inclui as personagens do primeiro e todo o ambiente familiar e de irmãs já é conhecido.

Adorei conhecer mais de Claire, que já aparecia no primeiro, e da sua gémea Lia. Revi Molly, apesar de pouco, e conhecemos melhor Finn e Bauer. Ora eu pensava que ia ser todo um romance de Claire com Finn, mas afinal não. 

Aqui vamos ter um típico romance com um bad boy que afinal não é nada disso. Bauer é um coração de ouro, mas que tem tido azares na vida. Durante Faked vamos assisti-lo a conquistar a nossa Claire, outra querida, e vai ter muito por onde batalhar. O que me chateou foi a típica reviravolta de quando um dos protagonistas acha que não merece o outro e passa-se dos carretos, se me permitem a expressão. Claro que isto tudo é para dar aquele drama a tudo, mas não deixa de ser clichê.

De qualquer forma, a leitura é feita de forma muito fluída, com certos dilemas relacionados com os respectivos irmãos e que nos cativam do inicio ao fim.

Se querem um romance leve e docinho que não te larga nas 250 páginas então aqui tens.

Tropes: Ele Primeiro, Fake Dating, Bad Boy/Good Girl, Slow Burn, One Bed,não a mereço.

Every action has a consequence, and Claire Ward knows it. And yet, even knowing that her decision to swap places with her identical twin sister, Lia, for a night could be disastrous, she still does it.
Why?
Because it will give her an evening with the man she’s been crushing on for years, Lia’s best friend, Finn.
Miss Straight A Student has thought through all the angles, and knows the risk is worth it. And everything would have been fine, if Finn had been the one to show up at her door.
But it wasn’t.
Bauer Davis— Finn’s half brother and his exact opposite in just about every definable category is the one waiting for her instead. A professional snowboarder, Bauer is covered in ink, full of attitude, and has a chip on his shoulder the size of Mt. Olympus. The kind of bad boy that Claire has never been attracted to before.
Now the good girl is with the wrong brother for a night, and when the consequence is that they have to pretend to be together for an event, it’s nothing she could have predicted. But maybe, just maybe, what makes Bauer so bad, is exactly what Claire needs.

 

 


A conhecer o primeiro livro desta influencer portuguesa dia 4 de Maio 
Manu está no segundo ano da faculdade e mal pode esperar por ir viver para Lisboa. Além da melhor amiga, Camila, e do irmão por afinidade, Fred, a única pessoa capaz de a tirar do tédio em que vive é o Edu. Mas não está fácil: se há palavra para descrevê-lo é «misterioso»... Alguém conhece um tutorial no YouTube para lidar com isto?

O Edu parece perfeito: é inteligente, bonito e carinhoso. Mas e se não for a pessoa certa para a Manu? E se houver outra pessoa capaz de lhe roubar o coração, alguém que esteve sempre por perto e que ela nunca foi capaz de ver de outra forma? E se… e se ela se apaixonar pela única pessoa do mundo que não pode amar?

Num romance de estreia emocionante, envolvente e cheio de reviravoltas, Bárbara Corby traz-nos uma história de amor que surge onde ninguém esperava. Só que à medida que este amor se torna mais forte, verdadeiro e intenso, mais claro é para todos que simplesmente não pode acontecer.


 


Exemplar cedido pela Editorial Presença e leitura à rebelia do clube de leitura da Família Moonlight.
Live no Instagram sobre este livrinho. Não percam!

Quando a sua mãe é eleita presidente dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz torna-se o novo menino bonito dos media. Lindo, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos dos pais e ter uma carreira política extraordinária, como tanto quer. Mas quando a sua família é convidada para o casamento real de Philip, príncipe de Inglaterra, Alex confronta-se com o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, o irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem é constantemente comparado - e que ele não suporta.
Mas o encontro entre Alex e Henry corre pior do que se poderia prever, e, no dia seguinte, todos os jornais do mundo têm imagens dos dois caídos em cima do bolo real, passando a ideia de uma briga entre eles. Para evitar um desastre diplomático, Alex e Henry passam um fim de semana juntos e fingem ser os melhores amigos. Mas o que parecia ser apenas mais uma obrigação rapidamente evolui para algo que nenhum dos dois poderia imaginar - e que não tem nenhuma hipótese de dar certo. Ou tem? 
Estarão Alex e Henry preparados para enfrentar o impacto que a sua relação pode ter no cenário mundial? Poderá o verdadeiro amor mudar as regras do jogo?

 

Mais uma nova autora a ser publicada em Portugal e como estava a precisar de uma leitura rápida, este foi o escolhido.

Se gostam de Penelope Ward, Vi Keeland, Colleen Hoover, Elle Kennedy, Kendal Ryan e tantas outras do género, também vão gostar de Melanie Harlow de certeza.

O  livro não poderia ser mais simples e basicamente é o que diz na sinopse. Temos Blair que está fugitiva por alguma razão e vai parar então à cidade de Bellamy Creek, uma cidade pequena que dá nome a esta série de livros.

 que me surpreendeu foi o par protagonista e o quão fácil foi gostar deles, Tanto Blair como Griffin são bem desenvolvidos, conhecemos os seus hobbies, a vida que têm, o futuro que desejam, os sonhos que ambos querem...foi realmente ver protagonistas com personalidade mas que não fossem demasiado irritantes. 

Quanto ao romance, bem claro que acontece tudo muito rápido e se esquecerem este pequeno detalhe vão sem dúvida apreciar o livro. É um romance erótico portanto as cenas de sexo são uma constante ao longo do livro. Eu achei que estavam bem escritas sem roçar o vulgar o que muitas vezes acontece. Só há uma ou outra cena um pouco mais esquisita mas cada um com o seu fetiche! 

Adorei a Blair, finalmente uma protagonista feminina que sabe o que quer e é corajosa e independente e não tem medo de falar sobre os seus sentimentos. Já o Griffin é a típica personagem masculina que não quer um romance e tem um passado que esconde. Os seus segredos são um cliché e adivinhei logo, até porque já li muitos livros deste género e tendem a repetir-se mas não foi por isso que desgostei do livro. 

Gostei muito também como a autora soube introduzir as personagens secundárias que serão protagonistas nos próximos livros. Há autores que não conseguem fazer isso porque focam-se demasiado na história principal mas aqui Melanie Harlow conseguiu perfeitamente apresentar os futuros casais o que é excelente porque deixa-nos curiosos sobre os próximos livros da série!

Se aconselho a leitura? Sim sem dúvida mas é daqueles livros que também acho que dentro do género há melhores autoras (Colleen Hoover e Vi Keeland) portanto é uma compra que devem pensar em fazer pois é um livro muito leve, muito água com açúcar que nem damos pelas páginas passar e devoramos num dia...e ao preço que os livros estão, não é um livro que recomendo a compra. 

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?



 


A Presença ouviu os vossos pedidos e é por isso que vem por aí mais um livro desta serie dos quatro elementos, desta vez o primeiro livro: O Ar que ele respira. 

Sai dia 3 de Março!! 

Sinopse em breve 


 






Sai dia 7 de Fevereiro! 

😏🔥 
Com uma capa destas nem é preciso dizer muito mais certo? Ah, sim convém dizer que sairá cá pela Topseller. 

Para abrir o apetite, fiquem com a sinopse abaixo:

A vida de Griffin muda de um momento para o outro quando assiste à aparatosa entrada de Blair na sua pequena vila de Bellamy Creek. Vestida de noiva e com uma tiara na cabeça, a condutora do MG que se estampa diante de Griffin e do seu grupo de amigos é claramente alguém que ali foi parar por engano. Mas, depois do acidente, Blair não tem para onde ir, e Griffin vê-se obrigado a oferecer os seus préstimos como mecânico, bem como o seu sofá para ela passar a noite.

Afinal, que mal poderá haver nisso? Ele é um profissional e ela tem um carro para arranjar. E embora ele se reja por regras muito rigorosas em relação às mulheres que leva para casa, Blair é apenas uma cliente a quem ele irá dar guarida por uma noite. A sua regra de não permitir que durmam em sua casa não se aplica neste caso.

Só que Griffin não estava a contar com a enorme atração que começava a sentir por ela e que não tardaria a fazê-lo repensar todas as suas opções de vida. E Blair não imaginava que iria encontrar naquela pequena vila tantas razões para ficar. Mas a data da sua partida já estava marcada, e nada a faria mudar de ideias. Ou será que sim?

 

Comprado em pré-venda porque faço colecção, porque adoro estas autoras, porque era o livro extra de Dezembro do Clube de Leitura Erotic Club, este foi um livro bastante ansiado. Como sabia que o ía devorar rapidamente decidi conter-me e apenas o ler perto da última meta. Por coincidência a @betabooks estava a meio e esperou por mim por isso ainda foi mais giro porque pude falar na hora com alguém (por esta altura ainda ninguém discutiu lá no clube).

Com grandes expectactivas este livro foi lido sem nunca desiludir. O inicio é um pouco profundo demais, sem aqueles começos divertidos típicos de Vi Keeland, mas depois daí foi sempre melhorando.

Sendo um livro até recente, de 2020, achei os diálogos muito "amadores". Pensei até que fosse um livro escrito há mais tempo. Tradução?

De resto é um romance com todos os ingredientes perfeitos para ler em qualquer momento, com ressaca, sem ressaca, com vontade de rir, com vontade de chorar, com vontade de suspirar ou até de ter suores frios e quentes.

Temos aqui personagens incríveis, mas de longe os protagonistas são os melhores. Perfeitos em tudo! Adoro! Super rectos, bom coração, humildes, lindos e pobres (ou classe média vá), com trabalhos normais, vidas normais e... um coelho e um gato! 

Este livro fala de destino, amizade, amor com amizade, sensualidade.

Não temos grande quantidade de erotismo mas a tensão sexual entre eles faz todo o trabalho e está sempre presente sem fartar. Mas o que mais gostei foi de viajar com Milo e Maddie, conhecer as cidades, os hoteis, restaurantes, etc. O sentimento de aventura está muito presente, mas sem se sobrepôr ao romance.

As cenas dramáticas são um pouco repetitivas mas necessárias para o desenlace da vida destes dois.

Para finalizar não posso de deixar falar de Zara. Foi de longe a minha personagem secundária preferida dos últimos tempos. Adorei as cenas com ela, poucas mas muito boas. A primeira trouxe me a lagrimita ao olho - foi lindo!!!

Como sempre, este duo de escritoras é sucesso garantido. Para ler e reler e reler e reler...

Mesmo com o casamento cancelado, decidi não me ir abaixo e aproveitar a viagem que já estava marcada, mas um enorme temporal estragou-me os planos e deixou-me sem lugar onde ficar hospedada. Na mesma situação que eu estavam centenas de outras pessoas, entre elas um homem que vi a fazer-se passar por outra pessoa para conseguir vaga num hotel. Ao perceber que a reserva incluía dois quartos, reagi de modo impulsivo e, em vez o denunciar, fingi ser a irmã dele. E foi assim que nos tornámos a Maddie e o Milo Hooker.
Passámos os dias seguintes juntos a explorar a cidade. Quando chegou o momento de nos separarmos, nenhum de nós queria fazê-lo, pelo que decidimos continuar a aventura com uma viagem de carro. Mas, por mais intensa que fosse a química entre nós, eu não estava preparada para me envolver, por isso fizemos um acordo: voltaríamos a encontrar-nos dali a três meses. Só que o regresso a casa foi mais difícil do que eu tinha pensado. Será que havia lugar para ele no meu futuro ou seriam as memórias da nossa viagem apenas uma boa lembrança?

 



               À venda a 13 de setembro.


Autora bestseller do New York Times.

Quando o Channing me perguntou se podia ficar alguns meses em minha casa, enquanto estava em Boston em trabalho, não fui capaz de lhe dizer que não. Só não esperava sentir-me tão atraída por ele, sobretudo depois de o Rory me ter abandonado tão recentemente. Apesar de nos conhecermos há muito tempo, eu não podia envolver-me com o Channing. Afinal, ele era o melhor amigo do Rory.

Quando uma amiga me sugeriu que contratasse um acompanhante, de modo a resolver as minhas carências, a ideia não me pareceu nada má. Foi assim que conheci o Cavalheiro Número Nove. Nos e-mails que trocámos, senti-me à vontade para lhe confessar a atração que sentia pelo meu companheiro de casa, e disse-lhe que uma noite de sexo sem compromisso seria a melhor solução para esquecer esse sentimento que nunca poderia ser concretizado.

Contudo, à chegada ao bar do hotel onde tínhamos combinado encontrar-nos, quem estava à minha espera não era o Cavalheiro Número Nove, mas sim… o Channing! E tinha uma proposta que eu dificilmente conseguiria recusar.

Será que um coração partido é mesmo irreparável?

 


- Cuidado contém spoilers - 

Não sei em que mundo vivia porque só até há pouco tempo é que conheci esta saga. A famosa ACOTAR. Eu lia ACOTAR para aqui, ACOTAR para ali, e só pensava, mas que raio é o ACOTAR! Mesmo tendo lido alguns livros da outra saga da autora não me lembro desta saga me ter chamado a atenção, mas de facto as capas inglesas não me eram estranhas.

Só quando fui para o clube de leitura Mais Que Ler e conheci um grupo de meninas que me desencaminharam, acabando todas numa "sala" chamada ACOTAR-rápido! A minha experiência numa leitura conjunta deste género foi muito positiva e muito engraçada porque elas foram uma comédia. E delas falo da Lia, da Catzz e da Rute. Mas não estou aqui para falar desta experiência mas sim falar do livro, apesar de que esta análise em grupo mostra-nos que mesmo a nossa imaginação é limitada.

Em volta desta saga de Sarah J. Maas há todo um mundo de fanart e fãs viciados quais beatas na missa. Pois eu no meio desta expectativa pensei vir a ser uma delas, mas pelo menos no fim deste primeiro volume posso dizer que não o sou. Gostei, foi giro, mas não me conquistou. Culpo claro as enormes expectativas que tinha. Quando é assim já sei que a coisa não vai dar certo. Além disso, a fanart que me aparece no Instagram não ajuda, porque dá-me spoiler a torto e a direito e apesar de ser daquelas que costuma gostar, neste caso estragou-me algum entusiasmo. A leitura conjunta sendo por capítulos e tendo que parar diariamente também pode ter contribuído um pouco, principalmente porque fui lendo outros no meio, como O Atrevido de Vi Keeland e Verity de Colleen Hoover. Escolhi géneros diferentes, mas a linha de pensamento é interrompida e não resultou a 100%.

Voltando então à Corte de Espinhos e Rosas. Temos aqui umas quantas ilhas divididas entre feéricos e humanos. Como sempre os humanos são a ralé por não terem poderes, mas os feéricos também não andam muito saudáveis. Mas nós, leitores, vamos sabendo muito pouco ao longo do livro, ao mesmo tempo que Feyre, a personagem feminina principal que também é humana. A primeira cena é quando ela vai à caça para arranjar comer para a família faminta. A cena do arco e flecha deu-me um déjà vú da Katniss dos Jogos da Fome. Humanas pobres também. Depois ao longo da história vemos ali um pozinho de influência da Disney, nomeadamente da Bela e do Monstro, principalmente porque o Tamlin transformado é tal e qual, e destransformado... é tal e qual também. E a Feyre vem para quebrar uma maldição curiosamente com quê? Com o seu amor! Que coincidência.

Ok, estou a ser mazinha, mas uma pessoa vai pegar numa saga de fantasia que toda a gente adora e ama, mas começa a ler e só tem estes pensamentos envenenados. 

Mas vamos então às passagens boas. Porque no final de tudo eu adoro esta autora. Ninguém lhe tira o mérito dela descrever tão bem mundos, fantasia, homens sexys e cenas de acção. Tinha acabado de ler a saga da Rainha Vermelha de Victoria Aveyard quando comecei este (ainda nem escrevi a opinião desses, já agora), onde tinha descrições de quilómetros que não interessavam a ninguém. Também aí tínhamos magia, poderes, fantasia. Mas infelizmente não consegui fazer uma transição muito boa entre sagas. O que notei de melhor foi mesmo essa questão das descrições em medida q.b., em personagens femininas fortes e independentes, em personagens masculinos mais maduros.

Gostei das cenas de sexo. Nada de espectacular, mas apimentou o capítulo. Estou à espera de mais festas daquelas feéricas, que confio que vão ser memoráveis. Além disso, neste primeiro livro, inseriram o personagem Rhys que vai ser muito importante na segunda metade do livro e nos restantes volumes da saga. Aqui está o spoiler que menos gostei derivado da fanart que vi, porque o objectivo da autora é apaixonarmo-nos por Tamlin, envolvermo-nos na história dele e de Feyre, e depois quando este personagem surge encará-lo como vilão e não como futuro herói. Resultado, desde o início não consegui ter empatia com Tamlin. Achei-o fofo mas isso acho até o Lucien.

No inicio, ainda na terra humana, temos o parceiro de sexo de Feyre. Achei que uma relação sem amor, só de sexo, numa rapariga tão nova não fez muito sentido na história. Para quê inserir aquele personagem? E essa parte da história? Só para não ter uma virgem quando ela se envolvesse com o Tamlin? 

Temos a vilã, Amarantha, que só surge na boca dos personagens e apenas tem presença mais no fim. Tememo-la tanto, para no final ser só uma personagem aziada por causa de umas cenas do Passado e que tem uma personalidade de um gato a brincar com ratos. Achei que podiam ter havidos capítulos com outros POVs no meio da corte que nos fizessem conhecer melhor esta personagem, mas em vez disso Sarah J. Maas colocou uma "empregada" a dar informação grátis a Feyre, e assim inseriu as explicações que faltavam para a história avançar. Não fiquei fã de Alis, nem com a sua história pessoal. No inicio vi-a como uma governante protectora de Feyre (humana sozinha num mundo cheio de perigos), mas depois apenas se transformou numa personagem mensageira.

Gostei de Lucien, não gostei das irmãs nem do pai. Estes últimos voltaram a lembrar-me histórias da Disney, como a Cinderella. Mas vou dar hipótese porque suspeito que pelo menos Nestha vai ter um papel importante. Gostei dela na cena em que manda a irmã de volta. Mostrou que afinal tem coração negro, mas cérebro bem brilhante. Veremos.

Agora que escrevi esta opinião nem quatro estrelas me apetece dar. Mas depois lembro-me do capítulo 44 e afinal quero voltar a dar pontuação melhor. Foi o meu capítulo preferido. Esta cena começou de forma menos boa, mas depois melhorou em termos de acção. Vou encarar este primeiro livro como uma entrada para uma refeição que espero que melhore. Mais uma vez há muitas expectativas para o segundo que dizem que ainda é melhor e tem um famoso capítulo. 

Desculpem pelo testamento. Até à próxima opinião!

Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

 


Sai dia 7 de Abril 

O livro do qual todos os leitores da trilogia Já Te Disse Que Te Amo? têm estado à espera... a história de Tyler!
Tyler Bruce é o miúdo rebelde que só faz disparates e que os leitores de Já Te Disse Que Te Amo? conhecem e adoram. Agora, vão poder ler a sua história, nas suas próprias palavras.
Não Fales Nisso é contado da perspetiva de Tyler, como miúdo de 12 anos que é física e psicologicamente maltratado pelo pai, e também enquanto rebelde de 17 anos que se apaixona perdidamente por Eden.

Alternando entre estes dois horizontes temporais de passado e presente, vamos finalmente ficar a conhecer a verdadeira história por detrás da enigmática fachada de Tyler. Revelando os seus pensamentos mais íntimos sobre o pai, a mãe, Tiffani e Eden, este é o Tyler que nunca tínhamos visto. Mas o mais importante é que ficamos a saber porque é que se tornou na pessoa furiosa e autodestrutiva que conhecemos pela primeira vez em Já Te Disse Que Te Amo?

Extremamente comovente e profundamente viciante, Não Fales Nisso dá voz a uma das personagens mais adoradas da trilogia de Estelle Maskame

 


Dia 21 de Outubro 


Leah está destroçada. Leah já não pinta. Leah é um fantasma desde o acidente que lhe levou os pais.

Axel é o amigo do seu irmão mais velho e, quando aceita recebê-la em casa durante uns meses, quer ajudá-la a encontrar e a colar os pedaços da rapariga cheia de vida e cor que outrora foi. No entanto, Axel não sabe que ela sempre esteve apaixonada por ele, apesar de serem quase família… nem sonha que a sua vida está prestes a mudar.

Porque ela lhe está proibida, mas desperta-lhe os sentidos.
Porque há o mar, as noites estreladas e os discos de vinil dos Beatles.Porque, às vezes, basta um deixa acontecer para ter tudo.
Este é o primeiro livro de uma série de dois volumes repleta de emoções!

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