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Opinião Contemporânea: "A Escolha da Noite" de Kendall Ryan


Em A Escolha da Noite, temos mais um romance New Adult cheio de clichés e vazio de história. Resumindo dá para o descrever numa frase, o que já mostra o porquê de dizerem que é rápido e fácil de ler. No meu caso demorei um pouco, porque a certa altura a "conversa" era sempre a mesma e não passou daquilo mesmo.
Não conhecia a autora, e não vou dizer que desgostei da escrita, mas o conteúdo... Definitivamente Vi Keeland dá 10 a 0 a estas autoras. Pelo menos ela tem romance, com erotismo e com humor. Aqui temos erotismo e pouco mais.
O drama é imenso. E sendo as personagens já adultas está recheado de atitudes muito jovens, cheias de incertezas e falsa timidez.
Kendall Ryan, a meu ver, usou demasiado a miúda, e a certa altura parecia mais uma história familiar que um romance apimentado.
Não gostei minimamente da protagonista, Kate, por toda essas falsas atitudes, ou atitudes de miúda de 15 anos. Hunter por seu lado fez o seu papel e pelo menos manteve-se constante do inicio ao fim.
Aqui não temos aquelas reviravoltas, nem o "lutar por amor". Temos sim uma relação que começa e acaba neles os dois e depois pelo meio temos o dia a dia deles, resolvendo-se a questão da história por eles próprios: Kate mudou de ideias e pronto. Fim.
No final, a autora acrescenta mais uns quantos capítulos que normalmente se podem resumir num só, mas não deixaram de ser fofos.
A capa original é muito mais sedutora, mas a nossa não ficou nada atrás.
Posso um dia vir a ler mais da autora, mas só para confirmar que nem todos os romances dela são assim nesta base de linha recta e contínua de monotonia.
O melhor? Talvez as cenas eróticas iniciais, mas o clímax nem aquece graças à cena que se pode ler na sinopse. Não pela chegada da criança, mas sim pelas atitudes seguintes de Kate.

A noite passada foi a mais embaraçosa da minha vida.
Eu fui aquela rapariga. Fui a mulher completamente embriagada a celebrar o seu trigésimo aniversário com as duas melhores amigas. E quanto mais eu bebia, mais queria fazer algo pecaminoso para celebrar.
E o que poderia ser mais pecaminoso do que aquele homem sensual e sedutor que me lançava olhares junto ao balcão do bar? Alto, moreno e de um charme estonteante. Apesar de me parecer areia a mais para a minha camioneta, lá consegui arranjar coragem para ir ter com ele.
Ele levou-me para a sua casa, para a noite de sexo mais escaldante da minha vida. Bem, até esta ter terminado...
Não há nada pior do que ser interrompida a meio da viagem por uma vozinha a perguntar: «O que estás a fazer ao meu papá?» E que fiz eu? Fugi porta fora, rezando para nunca mais me cruzar com ele… Até descobrir que o homem que me tinha levado aos píncaros ia ser o meu novo vizinho e senhorio.
De repente, a minha escolha da noite passou a ser bem mais do que isso!

Opinião New Adult: ''Bem te quero, mal me queres'' de Penelope Ward




Depois do sucesso de Vi Keeland no nosso país, a Topseller não hesitou em publicar a sua bff e agora também temos Penelope Ward para nos deliciar. Já que temos as duas autoras publicadas por cá, não hesitem também em editar os livros em que escrevem em conjunto pois também são um sucesso lá fora. 
45133054Amigos desde crianças mas sem se verem há muitos anos, Justin e Amelia, os nossos protagonistas vão viver para a mesma casa devido a uma herança da avó de Amelia. Devido a um mal entendido tiveram mais de 10 anos sem se falar e agora terão de aprender a conviver um com o outro e a partilhar o mesmo espaço. Para piorar tudo, Justin não vem sozinho, trazendo a sua namorada para passar umas semanas lá em casa. Contudo, ambos não conseguem negar que há uma atracção entre os dois, embora um seja comprometido e a Amelia tenha acabado uma relação há pouco tempo. 
Eu gosto muito de livros em que as personagens já são amigas e só depois namoram e embora eu tenha gostado do livro teve alguns pontos que me incomodou, como por exemplo a namorada de Justin ter servido como algo descartável só para eles não ficarem juntos logo desde o inicio. Ainda por cima a autora fez com que as duas ficassem amigas! Não gostei muito disso. A reviravolta a meio do livro surpreendeu-me mas como é possível a Amelia sentir-se mal por ter sido traída quando também andava a ter pensamentos impróprios para com o namorado da sua amiga e mesmo que ele não a tenha traído, eles acabaram para o Justin ficar com a Amelia. 
Ao início o Justin trata muito mal a Amelia e confesso que incomodou-me até porque ele tinha agora uma casa para viver por causa da avó da Amelia!Enfim tirando estes problemas todos eu gostei do livro e irei ler mais livros da autora mas são pontos que podem incomodar algumas pessoas como incomodaram-me a mim. 
O melhor de todo o livro foi a Bea, muito fofinha e engraçada e sem nunca falar ehehe adorei esta parte do livro e também gostei da vertente musical embora ache que a sua ascensão como cantor foi rápida e muito facilitada. Acredito que no mundo real não seja assim, porque há muitos cantores que nunca conseguem dar o salto para uma arena pequena, quanto mais para uma digressão pelo país. 
No geral gostei, é um bom livro mas espero que haja livros desta autora bem melhores. 


Bestseller do New York Times, do USA Today e do Wall Street Journal
Partilhar a casa com um homem atraente é um sonho tornado realidade, certo? Mas não quando ele é o único amor da tua vida… e te odeia!
Quando a minha avó morreu, herdei a sua bonita casa de férias em Rhode Island. Mas havia uma condição: teria de a partilhar com o Justin, o meu melhor amigo de infância. O mesmo rapaz a quem despedacei o coração quando éramos ainda adolescentes assustados.
Tinha esperanças de que o reencontro fosse acabar com os nossos desentendimentos, mas estava enganada! O Justin tinha-se tornado um homem bonito, talentoso e… com muita raiva reprimida. Tudo por minha culpa. Obrigados a partilhar o mesmo espaço depois de tantos anos de separação, as discussões tornaram-se intensas e fogosas.
Para piorar ainda mais as coisas, ele trouxe a namorada para casa e faz questão de a exibir… alto e bom som! Sei que ele quer vingar-se de mim, mas acredito que o rapaz que amei ainda se esconde atrás daquele sorriso.
E a verdade? É que agora que não o posso ter na minha vida, desejo-o cada vez mais…
Romance tenso e sensual sobre uma relação à base de desencontros. Envolvente, cativante e com um final surpreendente.

A Sair do Forno: "Apartamento partilha-se" de Beth O'Leary






Como já tínhamos anunciado em Janeiro aqui, finalmente apresentamos a capa e a data de lançamento: 27 de Maio.

Tiffy Moore precisa urgentemente de um apartamento barato, depois de o ex-namorado a despejar da casa onde viviam. Leon Towney é enfermeiro, faz os turnos da noite no hospital, tem um apartamento para arrendar e precisa de dinheiro para ajudar o seu irmão.
Para os dois, surge a solução perfeita: durante o dia, enquanto Tiffy está a trabalhar, Leon descansa do lado direito da cama; durante a noite, e até à manhã seguinte, Tiffy é dona e senhora do apartamento. Embora nenhum deles se encontre no mesmo espaço ao mesmo tempo, limitando as hipóteses de algo poder correr mal, os seus amigos acham que esta é a receita para o desastre e que devem existir regras.
Para que tudo possa correr bem, decidem comunicar apenas por bilhetinhos destinados a resolver questões domésticas (e da vida) e facilitar a partilha do apartamento. Mas, com ex-namorados dramáticos, colegas de trabalho doidos e, claro está, o facto de ainda não se terem cruzado, estão prestes a descobrir que, para terem uma casa perfeita, vão precisar de atirar as regras pela janela.

Opinião Contemporânea: "Disgrace" de Brittainy C. Cherry


Brittainy C. Cherry se não nos mata do coração com estas capas, mata-nos com as histórias.
Para quem não conhece e olha para estas imagens pode pensar erroneamente que no seu interior tem um romance cheio de peripécias e divertido. Pois enganem-se! Completamente ao contrário! Em vez de nos fazer rir, faz-nos chorar de uma ponta a outra de tristeza e de emoção. Não deixa de ser um romance, mas tal como os outros, é sempre uma história sofrida, mas que faz valer a pena cada página.
A história de Jackson e Gracelyn não foge à regra e logo nas primeiras páginas comecei a sentir lágrimas a escorrer-me pela cara. Nem me apercebi do que estava a começar tão embrenhada estava na história. Ai Gracelyn! Coitada! Literalmente e fortemente.
Disgrace assemelhou-se um pouco ao Sweet Home Alabama (filme de 2002) em que a protagonista volta a casa passado imenso tempo, com muita bagagem, tanto física como psicológica, e sempre a fugir da realidade citadina.
Mas aqui ela volta ainda bem casada e agarrada ao casamento que rapidamente se transforma num inferno ainda maior do que ela pensava. E foi aqui que começaram as lágrimas, com todas as descobertas que Brittainy C. Cherry nos despeja em cima! E ela não fica por aí, qual sádica qual George R.R. Martin que mata as personagens todas, e por isso vai continuar com revelações, levantando o véu que cobre o passado e o presente de Gracelyn. Prova mais uma vez que os seus romances não são só histórias tristes, com imenso drama, que anulam o romance. As temáticas que ela aborda através da vida dos personagens são sempre peças importantes para os vermos mais completos e reais, e que, apesar destes sentimentos e experiências servirem de obstáculos para o final feliz, vão obrigar a que todas as peças do puzzle se encaixem de forma harmoniosa apesar de tudo, e acabar a história de forma gloriosa!
Temos presente temáticas como a realidade dos casamentos, no que eles se transformam; adultério, como é uma tentação que as pessoas nem se esforçam em lutar contra e conseguem viver anos com esse peso que entretanto desaparece, como essa tentação só não é vencida quando o amor não é verdadeiro; a morte do bebé e da sua mãe, os buracos, mesmo pequenos, que deixam num coração ou numa alma e que nunca são preenchidos ou esquecidos; a maneira como homem e mulher lidam com essa perda; a responsabilidade parental de um filho; o preconceito e o orgulho (sim, este poderia ser quase um remake da obra de Jane Austen); como as almas gémeas vencem qualquer e quantos obstáculos se lhes surge, mesmo quando os opostos tentam não se atrair. E não vou enumerar mais se não daqui a pouco ponho a história toda por pontos, apesar de nenhuma lista substituir a leitura desta obra desta artista que eu tanto adoro e venero.
Mais uma história lindíssima que recomendo e fico feliz em ter lido.
Se têm tensão alta ou corações fracos, esta história não é para vocês!

Todos os dias eu rezava para que o meu marido me amasse novamente.
Depois de quinze anos juntos, afastou-se de mim e nos braços de outra.
Não sabia como lidar. Não sabia o meu valor. Não sabia como existir sem ele ao meu lado.
Tudo que eu queria era que ele voltasse para mim.
Então, Jackson Emery apareceu.
Deveria ser uma distracção para minha mente. Uma aventura de verão. Um impulso de confiança para o meu coração magoado.
Nós éramos perfeitos um para o outro, porque nós dois sabíamos que não duraria. Jackson não acreditava em compromisso e eu não acreditava mais em amor. Ele era muito fechado e eu estava muito danificada.
Tudo estava bem, até que uma noite o meu coração pulou uma batida.
Não esperava que ele me fizesse rir. Para me fazer pensar. Para fazer a minha tristeza desaparecer um pouco.
Quando o nosso tempo acabou, o meu coração não sabia como ir embora.
Todos os dias rezava para que o meu marido me amasse novamente, mas lentamente as minhas orações começaram a mudar para o homem que não era certo para mim.
Eu rezei por mais um sorriso, mais um beijo, mais uma risada, mais um toque ...
Eu rezei para ele ser meu.
Mesmo sabendo que seu coração não estava destinado a amar.

Opinião New Adult: "A Tentação na Porta ao Lado" de Alice Clayton



Oh por amor à santa...
Este romance com uma primeira metade tão boa, como conseguiu descarrilar completamente na segunda metade? Só a mim é que me irritou aquelas referências todas ao "Cérebro", à dita, ao "O", à "Espinha dorsal" e etc? E porquê prolongar assim tanto o coito (ou promessa dele)? Se desde a primeira página o homem andava naquilo?
Uma primeira metade tão engraçada, recheada de personagens, com protagonistas cheios de tensão sexual e clima, piadas excelentes, amizades verdadeiras, sentido de humor, sentido de oportunidade. E depois, segunda metade com ... nada. Só com os protagonistas, com monólogos repetidos e entediantes.
Até o gato deixou de ter piada quando serviu de desculpa para interromper mais uma tentativa frustrada...
Bem sei que estou ao contrário da maior parte das pessoas que adoraram Wallbanger (título original) e talvez me tenham colocado as expectativas nos píncaros, mas não posso deixar de sentir que fui enganada. A premissa era óptima, li a sinopse e achei logo que ia prometer. Comecei a ler e adorei os personagens, o ambiente quotidiano, tudo muito bem escrito, de forma bastante fluída e actual, pela escritora. Mas depois com o passar do tempo, percebendo que o assunto principal do livro era se Simon e Caroline se entendiam ou não, e chegando à conclusão que a autora estava a fazer dourar demasiado esta promessa. Senti mesmo que já me estavam a fazer de parva com tanto enrolar.
Até as amigas de Caroline se resolveram até meio destas 352 páginas.
As cenas são muito óbvias e claro que não prima pela originalidade, mas acaba por ser um livro de entretenimento, principalmente pelas personagens e ambiente new adult serem tão atuais.
Gostei da relação de Caroline com a sua chefe, tal como do ambiente de trabalho e desta ser tão competente na sua profissão. Também gostei de ver a sua atitude para com o ex, mais a sua evolução, mas principalmente quando a falta de respeito por ela e pela sua categoria profissional é constantemente desvalorizada. Ponto em que tive grande empatia com a personagem, não em relação ao ex, mas sim na luta em termos que corrigir constantemente e defender a nossa profissão, que não calhou numa caixa de cereais e foi conseguida sim com muitos sacrifícios tanto nossos como, principalmente, dos nossos pais. Mas aqui já seria outra conversa...
Também gostei do papel do gato e como Simon, mesmo com todas as peripécias que sofreu nas garras destes, aceitou e fez grande amizade. Simon é, sem dúvida, uma personagem masculina muito atractiva por fora e por dentro e ainda bem que Alice Clayton não poupou nas descrições e suas referências.
De qualquer forma, gostei da escritora e vou dar uma segunda oportunidade ao livro seguinte.

Ele só quer diversão
Ela só quer uma noite de sono em paz.
E assim começa a guerra!
Com um apartamento novo em São Francisco e uma batedeira de bolos topo de gama, Caroline Reynolds podia ser feliz, não fosse a falta que sente do seu «O» (sim, aquele com direito a bolinha vermelha…). É dona do gato mais esperto do planeta, mas isso não compensa o facto de há muito não ter contacto com um «O». E por muito bem que a sua carreira como designer de interiores esteja a correr, se há coisa que na sua vida não tem sucesso é o seu triste e há muito perdido «O».
Para piorar esta falta de prazer, não consegue dormir desde que mudou de casa. Tudo por causa do barulhento e engatatão vizinho do lado e das suas ruidosas actividades nocturnas!
O culpado pela trepidação das paredes de Caroline é Simon Parker, que todas as noites faz questão de mostrar que está em grande forma no que toca ao amor. Por isso, quando o barulho ameaça atirá-la literalmente para fora da cama, envolta pela frustração sexual e por um sensual baby-doll cor-de-rosa, ela decide confrontar o vizinho que passa a vida a ouvir mas nunca viu. Só que a tensão entre eles é tão forte como as paredes são fracas…
Com umas paredes tão finas, é impossível não sentir a tentação na porta ao lado…
 

Chegou à Despensa: "Confesso" de Colleen Hoover


Apesar de lido, chegou apenas hoje para a colecção que está a começar na minha prateleira.

Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio. Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?

Doce do Momento: "Páginas de uma Viagem" de Paullina Simons


Chegou o momento de pegar neste peso pesado! Só espero que a leitura seja leve, ainda não perdi a esperança de o terminar este mês.
Apaixonar-se era a parte fácil…
Chloe está a poucas semanas de ir para a Universidade quando embarca numa viagem pela Europa com o namorado e os seus dois melhores amigos. O destino é Barcelona, com a promessa de romance e mistérios, mas primeiro deverão fazer um périplo pelas históricas cidades da Europa de Leste para saldar uma velha dívida familiar.
Enquanto percorrem os desconhecidos enclaves do mundo pós-comunista numa viagem de comboio. Chloe conhece um rapaz que vai para a guerra. Johnny tem uma guitarra, um sorriso contagioso e uma vida inteira de segredos.
O trajeto pelo velho continente converte-se numa perigosa viagem pelo lado obscuro do passado da Europa e de Johnny; uma jornada que ameaça destruir os vínculos que unem os quatro amigos de toda a vida. De Riga a Trieste, passando por Treblinka, Chloe vai enfrentar os seus mais profundos desejos quanto estes põem em risco o futuro que ela pensou que queria.
Para Chloe e Johnny só uma coisa é certa: seja qual for o destino, as suas vidas nunca mais voltarão a ser as mesmas.

Chegou à Despensa: "Amar-te à Meia Noite" de Trish Cook


Depois de ter gostado tanto do filme, decidi comprar o livro para poder saborear novamente mas de outra maneira.
Uma história linda de amor 😘

A Entrar no Forno: ''Birthday Girl'' de Penelope Douglas



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Depois da Penelope Bloom e da Penelope Ward vem aí mais uma Penelope para nos satisfazer com os seus livros! Desta vez temos aqui um romance um pouco polémico entre uma adolescente de 19 anos e um homem de 38...

Lançamento pela Quinta Essência em breve!

JORDAN
Ele acolheu-E quando eu não tinha mais nenhum lugar para ficar.
Ele não me magoa ou esquece-se de mim. Ele não trata-e como nada, não despreza-me, ou faz-me sentir insegura.
Ele lembra-se de mim, ri comigo e olha para mim. Ele escuta-m e protege-me. Sinto os seus olhos em mim de manhã, e o meu coração dispara quando o ouço entrar na garagem depois do trabalho.
Preciso de  parar isso. Não pode acontecer.
A minha irmã disse uma vez que, não existem homens bons, e se encontrar-mos um, ele provavelmente será comprometido.
Só que o comprometido aqui não é Pike Lawson.
Sou eu.
PIKE
Eu a acolhi porque pensei que estava a ajudar.
Ela faria algumas refeições e daria uma limpeza na casa. Era um acordo simples.
Com o passar dos dias, porém, está tudo, menos simples. Tenho que parar de pensar nela e parar de prender a respiração todas vezes que nos encontramos pela casa. Não posso tocá-la, e eu nem deveria querer.
Mas não estamos livres para ceder a esta atracção. Ela tem dezanove anos e eu trinta e oito.
E sou pai do namorado dela.
Infelizmente, os dois acabaram de mudar-se para a minha casa...
Quem quer??

A Sair do Forno: ''O Silêncio das Águas'' de Brittainy C. Cherry

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Se bem se lembram em Novembro fomos as primeiras a publicar a noticia que esta autora tão adorada pela Ne ia sair cá pela Presença! 
Demorou um bocadinho mas finalmente vai sair já dia 3 de Abril!

Momentos.
A vida é uma sucessão de momentos. Alguns, profundamente dolorosos e cheios de mágoas do passado. Outros, cheios de esperança e promessas para o futuro.
Tive muitos momentos na minha vida, momentos que me modificaram, que me desafiaram. Momentos que me assustaram e atormentaram. No entanto, os mais importantes - os momentos mais comoventes e arrebatadores - sempre o incluíram a ele.
Eu tinha dez anos quando perdi a voz. Uma parte de mim foi -me roubada, e a única pessoa que conseguia ouvir verdadeiramente o meu silêncio era o Brooks Griffin. Ele era a luz dos meus dias escuros, a promessa do amanhã, até que a tragédia o encontrou. A tragédia que acabou por afogá-lo num mar de memórias.
Esta é a história de um rapaz e de uma rapariga que se amavam um ao outro, mas não se amavam a si mesmos. Uma história de vida e de morte. De amor e de promessas quebradas.

Compilação: "Daisy Está na Cidade" e "Maluca por Você" de Rachel Gibson


Estes livros já foram lidos há uns meses, quando eu ainda andava em manifestações pela carreira da minha classe! Foi numa dessas viagens a Lisboa que peguei nestes ebooks que tinha no telemóvel e li tudo até trocar os olhos.
Curiosamente, vejo-me a gostar bastante de romances passados no Texas, em que os imagino a falar com aquele sotaque, já para não falar das calças justas nos homens e desejar poder usar umas botas de cowboy e ficar sexy como elas.
O primeiro volume, Daisy Está na Cidade, fez-me lembrar um filme que ainda hoje me recordo com nostalgia: Sweet Home Alabama; e sendo a protagonista loira, não consegui deixar de imaginar Daisy como Reese Witherspoon. Tal como no filme, a citadina volta para a terra natal onde encontra o amor de infância e talvez da sua vida, mas ao contrário do primeiro, aqui Daisy volta para pedir perdão solteira e pronta a carregar com todas as culpas e confessar os seus pecados e segredos.
No Goodreads encontrei muitas opiniões negativas, classificadas apenas com uma estrela, mas, talvez pelas ligações que fiz, terminei o romance num instante e bastante satisfeita porque apesar de ter muitos clichés, Rachel Gibson soube pegar em protagonistas muito imperfeitos (neste caso Daisy) e perfeitos (Jackson) e juntá-los lentamente. Transmitiu muito bem a tensão sexual entre eles que nunca desapareceu, o coração mole de Jackson que ele quis esconder, o coração mole de Daisy que ela despejou aos pés dele, e com muitos pormenores óbvios entreteve-me nesta espécie de novela.
A história não se resume apenas a estes dois, havendo bastantes personagens secundárias que nos fazem rir e completam tudo.
Os cenários são fáceis de imaginar e o final faz as nossas delícias.
Em relação ao segredo de Daisy, há ali umas confusões, em que parece que a autora nos quer baralhar de propósito, mas acaba por ser mais "enganar".

O segundo volume já não gostei tanto. Em seguimento do primeiro volume, temos aqui a oportunidade da irmã de Daisy encontrar o amor depois de muito sofrer.
Claro que a empatia com Lily é grande e já vem do primeiro livro, mas vi-me a torcer cada vez mais por aqueles dois. O engraçado, é que Lily tem um quê de loucura, mas saudável, o que não a torna menos atraente. Rapidamente a autora conta-nos o porquê dos seus actos "loucos" e rapidamente esse capítulo é apagado e passamos a ver a personagem como alguém normal.
Foi uma história mais rápida em que vemos avançar o romance muito mais rapidamente que no primeiro. Talvez pela sua linearidade não me satisfez tanto, mas não deixa de ser uma história romântica cor-de-rosa e docinha, com alguns momentos mais cómicos, mas que não teve muito mais.
Temos também, tal como no primeiro, algumas cenas mais sexuais, que apimentam um pouco o doce que referi.
De qualquer forma fiquei fã de Rachel Gibson e pelo que percebi ela tem romances ainda melhores que este que estou curiosa por conhecer.

Daisy Lee Monroe está de volta a Lovett, Texas, e depois de muitos anos descobriu que pouca coisa mudou. Sua irmã continua uma louca e sua mãe ainda tem flamingos de plástico rosa no quintal. E Jackson Lamott Parrish, o bad boy que ela havia deixado para trás, ainda é tão sexy quanto antes. Ela gostaria de poder evitar este homem em particular, mas ela não pode. Daisy tem algo a dizer para Jackson, e ela não vai a lugar nenhum até que ele escute.
Jackson aprendeu a lição sobre Daisy da maneira mais difícil, e agora a única palavra que ele está interessado em ouvir dos lábios vermelhos de Daisy é um adeus. Mas ela está surgindo em toda parte, e ele não acredita em coincidência. Parece que a única maneira de mantê-la quieta é com a boca, mas beijar Daisy já foi sua ruína no passado. Ele é forte o suficiente para resistir a ela agora? Forte o suficiente para vê-la sair da sua vida novamente? Ele é forte o suficiente para fazê-la ficar?
Um charmoso policial acaba de chegar à cidadezinha de Lovett, no Texas. Seu nome é Tucker Matthews. Tudo o que ele quer é um pouco de sossego e um lar pra chamar de seu. Seu e de Pinky, sua gatinha de estimação, deixada com ele por uma ex-namorada louca. Mas parece que Tucker tem sorte (ou azar) para mulheres doidas. Sua nova vizinha é ninguém menos que Lily Brooks, ou, a Maluca Lily Darlington, famosa na cidade pelos excessos do passado, como quando entrou com o carro dentro do escritório do ex-marido cretino. Fofocas à parte, Tucker não imaginou que no lugar da suposta barraqueira fosse conhecer uma baita mulher em seus trinta e oito anos, linda, inteligente, sexy e engraçada, que irá virar sua cabeça do avesso. Maluca por você é um romance apimentando e divertidíssimo! Você não vai conseguir parar de ler!

Opinião New Adult/Contemporâneo: "Stuck-Up Suit" de Vi Keeland e Penelope Ward


Adorei este livro! Até agora o meu preferido da(s) autora(s).
Tem imenso humor, tanto nos diálogos como nas próprias atitudes das personagens, e aqui é que está a "estrelinha", é no facto de tanto Soraya como Graham são divertidíssimos cada uma à sua maneira. Soraya representa muito bem a sua cultura e conseguiram descrever muito bem tanto o estilo como a atitude. O mesmo para Graham, que é o oposto, mas que faz como que eles os dois se complementem.
Graham é um personagem masculino com m maiúsculo que nos conquista de várias formas e nos faz soltar vários e mui diferentes suspiros. É daqueles personagens que dava tudo para ser real e para o conhecer pessoalmente.
Claro que não é uma história original, mas são aqueles pequenos pormenores, é aquela sedução quase sem esforço entre eles que nos cativa e nos faz rir e ficar com o coração acelerado. Adorei! Estas sensações mantêm se constantes, fortes e permanentes ao longo de todo o livro e o final é como o culminar de tudo.
Eles vão ter as suas dificuldades claro, mas estamos a falar de Vi Keeland e Penelope Ward que adoram um bom drama familiar/romântico ou os dois. Podemos sempre contar com um texto recheado de guloseimas, com um inicio que nos cativa logo e que começa sem rodeios. É também um inicio cheio de lições de moral, principalmente dirigidas a Graham.
Pelo meio temos assuntos familiares, mas as autoras nunca deixam de manter o interesse nesta relação picante e cheia de indirectas.
Graham vai ter que suar muito para a conquistar, porque Soraya não é uma mulher qualquer e aqui representa bem a força que todas nós temos para mostrar o nosso valor. Ponto mais que positivo.
No meio disto tudo temos o trabalho dela, que consiste na resposta a cartas e emails com pedidos de conselhos, com que ela responde sempre de forma directa mas muito assertiva e que também irá contribuir não só para o ingrediente do humor, como depois para o ingrediente do amor. Eles passam assim de um casal explosivo, muito sexual e sensual, com elevada química, para um casal muito fofo que derreterá o coração mais congelado.
Terminei esta leitura com aquela sensação bipolar de satisfação insatisfeita por ter acabado como eu queria, mas que ao mesmo tempo me soube a pouco.


Tudo começou como uma manhã qualquer no comboio, até eu ficar completamente hipnotizada pelo homem sentado do outro lado do corredor. Ele gritava com alguém ao telefone como se fosse o dono do mundo. Quem o engomadinho metido pensava que era? Deus? Na verdade, ele parecia um deus. Quando a sua paragem chegou, levantou-se bruscamente e saiu, deixando cair o telefone no caminho. Talvez eu o tenha achado. Talvez eu tenha passado por todas as suas fotos e ligado para alguns dos números. Talvez eu tenha ficado com o telefone do homem misterioso por dias – até finalmente criar coragem para devolvê-lo.
Quando cheguei ao seu escritório chique, recusou-se a ver-me. Então, deixei o telefone na mesa vazia do lado de fora da sala do idiota arrogante.
Eu talvez tenha deixado uma foto íntima.
Eu não esperava que ele respondesse.
E não esperava que as nossas trocas de mensagens fossem quentes como o inferno.
Eu não esperava apaixonar-me por ele – muito menos antes de nos conhecermos de verdade.
Nós dois não poderíamos ser mais diferentes, mas você sabe o que dizem sobre os opostos.
Todas as coisas boas acabam um dia, certo? Mas o nosso final era impossível de prever...
 

Doce do Momento: "Amor Imenso" de Penelope Ward


Ponham os olhos neste livro porque brevemente vamos ter novidades! E por isso é que decidi passá-lo à frente e lê lo.
Desde garoto, Justin amava Amelia, que odiava Justin desde que ele se mudou para a casa vizinha à da sua avó, em Rhode Island. Não, nada disso. Amelia também amava Justin, mas um mal-entendido fê-lo pensar que a garota mais incrível do mundo não correspondia ao seu amor e, pior, o odiava.
Os anos se seguiram, e os dois tomaram caminhos distintos até que o destino – e um empurrãozinho de Nana, avó de Amelia – os reuniu novamente na casa onde se conheceram quando eram adolescentes.
Obrigados a compartilhar o mesmo espaço, Justin – que aparece na casa de praia de Nana com a namorada – e Amelia vivem como cão e gato. Orgulhosa, a princípio ela não dá o braço a torcer ao amor que sempre sentiu pelo vizinho e reluta o quanto pode contra os encantos de um Justin, agora, mais maduro e... muito mais atraente.
Será que ambos resistirão à paixão e ao desejo que os incita desde a adolescência?

Doce do Momento: "O Segredo de Violet" de Monica Murphy



Agora que comprei o segundo e brevemente o terceiro, finalmente posso pegar no primeiro desta trilogia. Espero gostar mais do que da outra da autora.

Que segredo guarda Violet Fowler?
Não sou uma mulher que habitualmente quebre regras. Sempre agi de acordo com o que esperam de mim. Sou uma filha obediente, uma irmã que consola e sabe ouvir, uma namorada paciente e dedicada, uma empresária de sucesso que irá herdar e gerir o império da família, em conjunto com o Zachary, o meu futuro marido.
Mas, assim que o meu namorado supostamente perfeito é nomeado para uma promoção, à qual se candidatara sem o meu conhecimento, tudo se desmorona. Cansada de traições constantes, falta de atenção e tanto egoísmo, acabo com tudo. E então aparece o Ryder…
Insaciável e implacável. Ryder McKay. Nada sei sobre ele. Apenas sei o que me faz sentir. Ele faz-me sentir tudo. De todas as maneiras.
Ryder é como uma droga poderosa, e eu sou viciada. Pela primeira vez, a cada dia que passa, mais disposta fico a arriscar e a deixar-se dominar.

Opinião New-Adult: "A banana dele" de Penelope Bloom





''A banana dele'' foi o livro que mais fez burburinho aqui nas nossas redes sociais. Seja pelo título, pela capa ou pela sinopse a verdade é que tivemos bastante comentários de leitoras que queriam esta banana! :p 
É o primeiro livro de uma série já com 4 livros publicados. Estreia da autora Penelope Bloom e apesar de ser um livro curtinho, tem o essencial para um bom livro deste género. Comédia, romance e claro drama! 
Penelope Bloom não é tão boa quanto Vi Keeland mas já reparei que no Goodreads os próximos livros da série tem um rating muito superior a este, aliás este é o que tem a pontuação mais baixa portanto estou confiante que a série só vai melhorando de livro para livro. 
É um livro leve mas daqueles bem ''gostosinhos'' de se ler. O nosso casal é Natasha e Bruce, ela uma jornalista disfarçada de estagiária, ele dono de uma grande empresa mas suspeito de corrupção. Já entedemos o que vem por aqui não é? Natasha tem aqui o seu primeiro grande trabalho como jornalista, investigar Bruce Chamberson e a sua empresa, embora não seja ela que tenha suspeitas que ele seja corrupto mas sim o seu chefe. A única maneira de investigar a fundo e infiltrando-se na empresa como estagiária pessoal de Bruce. O problema é que Natasha é um desastre ambulante e logo o primeiro erro que faz é comer a banana pessoal de Bruce. Uma banana que até tinha o nome dele escrito com um marcador mas quando se tem fome é assim, come-se tudo, até o pão que o Diabo amassou, como diz a minha mãe. 
A verdade é que foi este gesto que deu o emprego (não pago, porque como é muito bem dito no livro, os estagiários são os novos escravos de hoje em dia) a Natasha e agora ela poderá acompanhar toda a vida do seu chefe e escrever a sua primeira grande reportagem.
O pior é que Natasha sente-se atraída por Bruce, atracção que é correspondida mas como menino sofreu no passado e tem uma ex-relação difícil, não quer envolver-se com a sua assistente.
Eu fartei-me de rir com os duplos sentidos que há ao longo deste livro, especilmente quando envolvia bananas. Adorei a Natasha, super desastrada, parecia que o azar a perseguia mas lá no fundo via-se que ela era trabalhadora e esforçada. Também gostei do Bruce claro mas é a típica personagens masculina de homem bonito e com sucesso nos negócios. A história dele com a ex não foi a minha parte favorita do livro e não serviu para grande coisa. 
O romance é fofinho e mesmo com o drama de quando Bruce descobre a verdade sobre a Natasha, a autora não se alongou muito em manter o casal separado.O livro é pequeno e lê-se muito bem de uma vez só e apresenta o protagonista do segundo livro, o irmão gémeo de Bruce, William.
Gostei e recomendo se quiserem ler algo leve e que vos faça rir. Não é o romance mais original de sempre mas deixa-nos bem dispostas. 

O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele.
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

A Sair do Forno: ''Mil Beijos'' de Tillie Cole



À venda com o Jornal Público!


Um rapaz.
Uma rapariga.
Um elo que se forma num segundo. Um amor que nem o tempo ou a distância poderão destruir, pois é eterno…

O jovem Rune Kristiansen está de regresso a Blossom Grove, na Georgia. Foi nessa pacata vila que, com apenas cinco anos, conheceu o amor da sua vida: Poppy Litchfield. Foi lá que cresceram juntos, que planearam um futuro a dois. Quando Rune foi obrigado a partir, os jovens trocaram juras de amor eterno. Poppy prometeu esperar… e subitamente, deixou de dar notícias.
O que terá levado Poppy a remeter-se ao silêncio? Como pode ela ter esquecido tudo o que viveram juntos? Para poder avançar com a sua vida, Rune está decidido a deslindar o mistério do afastamento de Poppy. E também completar uma estranha e já antiga missão.
Mas Rune não podia adivinhar que o pior golpe ainda está para vir….

Depois de ler Mil Beijos, dificilmente irá esquecer o nome da sua autora, Tillie Cole. Vai rir, vai chorar, e vai reviver também o grande amor da sua vida…

Chegou à Despensa: "O Desejo de Rose" de Monica Murphy


Enquanto espero pela primeira encomenda, foi chegando a segunda muito mais rápido. Desta vez trouxe-me o segundo volume das Irmãs Fowler. Mais uma razão para ir ler o primeiro.

A Sair do Forno: ''A Ilusão de Merit'' de Colleen Hoover





A Topseller anunciou pelo seu Instagram que em 2019 teremos mais Colleen Hoover em Portugal!

Depois de 1 ano e meio de espera, o próximo livro a sair cá é a tradução de ''Without Merit'' que em português adquiriu o nome de ''A Ilusão de Merit'' e sai dia 18 de Fevereiro!



Nem todos os erros merecem ser punidos. Por vezes, merecem apenas perdão.»
Merit Voss tem uma vida pouco normal. Vive numa igreja reconvertida com uma família disfuncional e pouco ortodoxa: a mãe, sobrevivente de cancro, ocupa um quarto na cave, o pai é agora casado com a antiga enfermeira da mãe, o meio-irmão mais novo não pode comer nem fazer nada que seja divertido e tanto o irmão mais velho como a sua irmã gémea, Honor, são a imagem absurda da perfeição. E Merit sente que nunca será assim.
Merit coleciona troféus que não ganhou e segredos de família que é obrigada a guardar. Numa visita a um antiquário em busca do próximo troféu, Merit conhece Sagan, que logo a deixa completamente desarmada e com um novo brilho nos olhos – até ela perceber que ele é inalcançável.
Cansada de se sentir invisível, e cada vez mais mergulhada no abismo, Merit decide acabar com a ilusão da família perfeita e revelar a verdade há tanto tempo escondida. Mas não estará Merit também a esconder a verdade sobre si mesma?

Compilação: "Doce Tatuagem", "À Flor da Pele" de Helena Hunting


Helena Hunting gosta muito de contos ou os ditos extras. Aqui nesta trilogia, há mais extras que livros.
Começando pela Doce Tatuagem, que é o começo de tudo e portanto o 0,5 da Clipped Wings, ficamos a conhecer como o casal protagonista se conheceu e se começou a envolver. Tem poucas páginas, mas para mim bastou para me fazer avançar para a história propriamente dita. O que aconselho é que leiam este primeiro, já que no primeiro livro, À Flor da Pele, esta cena aparece no meio e fica algo confusa e com lapsos de informação que aqui nestas paginas estão muito mais pormenorizadas.
Apesar de ter sido a capa do primeiro livro que me cativou (adoro a tatuagem!), comecei então pela tatuagem do cupcake. Aqui já ficamos a perceber que a química é muita entre Tenley e Hayden, o que é óptimo; que Hayden é um daqueles personagens com muita bagagem mas muito bom coração; e que Tenley é uma daquelas personagens típicas que se fazem de sonsas e coitadinhas, mas que depois fazem tatuagens nas virilhas (não é como está na capa) e que se passam de repente e afinal já são ariscas, voltando rapidamente ao mansinho. Eu não sou muito fã deste tipo de personagens tipo Bella do Twilight, em que são quase falsas, mas aqui no Doce Tatuagem só conhecemos o seu lado doce e com Passado sofrido e mui secreto.
No À Flor da Pele, então um livro com muito mais páginas, vamos poder conhecer o casal e seus amigos mais intimamente e exaustivamente.
Há muitas cenas de sexo, sempre cheias de química. Há vilões e há salvadores e por isso, apesar de apenas ter dado três estrelas em cinco a este primeiro livro tenho que dizer que a autora soube descrever bem todas as emoções e sensações, soube guardar bem o segredo de Tenley, mas nem tanto o de Hayden. Soube fazer-nos apaixonar por Hayden, mas no meu caso nem tanto por Tenley,
Gostei do trabalho dela ser numa livraria e do ambiente do de Hayden na loja de tatuagens.
Achei a personagem do polícia um pouco exagerada, mas aqueles mal entendidos acabaram por ser irritantes e por isso conseguiram o objectivo que é suscitar outro tipo de emoções quando estamos a ler o livro.
Há também outras histórias paralelas, neste caso entre Sarah e Chris. Gostei dos dois e estou a torcer por eles também. Já sei que o livro 1,5 Between the Cracks é sobre a história deles e talvez leia esse primeiro, como se fosse um corta-sabores.
Infelizmente a história base não é muito original, nem as temáticas, nem os Passados, e por isso o final também não o foi. Por essa razão fiquei pelo primeiro livro e não avancei mais. Digamos que preferi dar um tempo para o "enjoo" da personagem feminina me passasse e pudesse retomar a leitura. A história em si não é "esquecível" e por isso será bastante fácil agarrar no segundo livro e continuar.
Digamos que é uma romance ao estilo de Abbi Glines, com os pobres e os ricos um pouco mais difusos, mas mesmo assim presentes.

Depois de sofrer um grande trauma, Tenley se muda para Chicago. Solitária na nova cidade, passa as noites olhando pela janela para o estúdio de tatuagem em frente, onde observar um dos tatuadores a distrai da tristeza.
Ele, Hayden, também tem um passado perturbador, e suas relações nunca vão além de sexo casual. A chegada da nova vizinha faz isso mudar. A atração imediata entre eles dá início a uma relação complicada, cheia de fantasmas de suas antigas relações e de desafios a serem superados.
Tudo na tímida Tenley Page intriga o tatuador Hayden Stryker de um modo que ninguém jamais conseguiu: do cabelo longo e esvoaçante com aroma de baunilha até a curva suave do quadril... E o interesse dele só aumenta quando ela pede que ele tatue um desenho incomum em suas costas.
Com seu jeito durão, Hayden é tudo que Tenley nunca se atreveu a desejar. A química entre os dois é instantânea e desperta nela o desejo de explorar o corpo escultural que há por baixo de tantas tatuagens. Traumatizada por um passado trágico, Tenley vê em Hayden a chance de um recomeço. No entanto, o que ela não sabe é que ele também tem segredos que o impedem de manter um relacionamento por muito tempo.
Quando os dois mergulham em uma relação excitante e enfim passam a confiar um no outro, lembranças e problemas batem à porta — e talvez nem mesmo a paixão entre eles seja capaz de fazê-los superar seus traumas.

Chegou à Despensa: "All your perfects" de Colleen Hoover





Apesar de cá em Portugal não ter saído mais nenhum livro desde o ''Isto acaba aqui'', a Colleen Hoover continua a lançar livros lá fora eu continuo a lê-los. Li o ''Without merit'' no verão mas na altura não fiz opinião e agora também não acho que valha a pena fazer. Se sair em Portugal logo vejo se releio e depois escrevo opinião. 

Este foi o lançamento deste ano e apesar de eu não gostar muito desta capa, quis tê-lo na estante. Desde que os livros da Colleen começaram a sair em capa dura que custam um balúrdio, chegando quase aos 25€. Felizmente encontrei este a 13€ e não hesitei em comprá-lo. Gosto mais dele ao vivo do que em imagens da net. Espero também gostar da estória.