Mostrar mensagens com a etiqueta Isabel Stilwell. Mostrar todas as mensagens

 




Três capas com a mesma modelo mas de tons muito diferentes, por aqui achamos as três bonitas! 





 


Em leitura conjunta no clube de leitura da Família Moonlight já devia ter lido este livro no mês passado. Vamos lá ver se este mês consigo compensar todas as leituras atrasadas.

A história de Inês de Castro como nunca ninguém a contou.

Inês de Castro tremia na sua presença. Afonso IV era o rei que levara à morte o meio-irmão, Afonso Sanches, o seu adorado tio que a havia recebido como uma filha. O homem que tirara tudo à sua família. O homem que a expulsara sem dó nem piedade da corte para a afastar do seu único filho, acusando-a de ser uma perigosa espia. O homem que humilhava o seu Pedro que, tropeçando nas palavras, não conseguia impor-se ao pai e afirmar o amor por ela. O homem que nascera sob a estrela de Algol, como a avisara repetidas vezes a sua querida Zulema. Algol, a estrela do demónio...
Quando Inês ouviu o galope dos cavalos e viu o estandarte real caiu de joelhos e implorou, olhando os sete anéis de Afonso IV que a hipnotizavam. Mas o seu destino estava traçado. Mais uma vez Pedro lhe falhara, cobarde, frágil, não estava ali para a defender, para gritar que ela era sua mulher, casados perante Deus, mãe dos seus filhos legítimos ….
Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos Inês de Castro, protagonista da maior história de amor de Portugal. Imortalizada nos espantosos túmulos de Alcobaça, contada em livros, quadros e lendas.Entre Portugal e Castela, entre intrigas, traições e casamentos reais, Isabel Stilwell traça, ao som do alaúde, o seu retrato de Inês de Castro, uma ágil espia que moveu as peças no tabuleiro do poder, amante apaixonada que enfeitiçava com os seus olhos verdes e, por fim, rainha de Portugal. Uma história que ficou para sempre gravada em pedra.

Último mês, última hipótese de lermos aqueles livros que tínhamos programado ler este ano. Aqui ficam as nossas listas de leitura e que o Pai Natal nos traga mais livros para juntarmos à de 2022.

Mafi



Não, não enlouqueci ahaha simplesmente fui ao Goodreads e escolhi os primeiros que apareceram na minha página. Algum destes devo conseguir ler, espero eu 😂


Ne


Os de cima são os que quero começar (e acabar) e os de baixo são os que estão a meio e que quero terminar.

Estou confiante que vou conseguir e que vão ser excelentes leituras.


Mês de castanhas e tardes mais frias, venham ver o que escolhemos para o mês de Novembro, agora ambas com dois trabalhos e pouco tempo para ler. 

Mafi


Mesmo com pouco tempo de lazer, os audiobooks têm-me salvado as leituras e portanto espero conseguir ler alguns destes livros. 
 
Ne


Metade estão a meio, a outra metade são livros que tenho/quero ler o quanto antes. Espero que este mês corra melhor que Outubro e que goste e termine todos os que me comprometo. Curiosamente a maior parte é livro físico. Temos que aproveitar enquanto há!

 


Sai dia 26 de Outubro 


A história de Inês de Castro como nunca ninguém a contou.


Inês de Castro tremia na sua presença. Afonso IV era o rei que levara à morte o meio-irmão, Afonso Sanches, o seu adorado tio que a havia recebido como uma filha. O homem que tirara tudo à sua família. O homem que a expulsara sem dó nem piedade da corte para a afastar do seu único filho, acusando-a de ser uma perigosa espia. O homem que humilhava o seu Pedro que, tropeçando nas palavras, não conseguia impor-se ao pai e afirmar o amor por ela. O homem que nascera sob a estrela de Algol, como a avisara repetidas vezes a sua querida Zulema. Algol, a estrela do demónio...


Quando Inês ouviu o galope dos cavalos e viu o estandarte real caiu de joelhos e implorou, olhando os sete anéis de Afonso IV que a hipnotizavam. Mas o seu destino estava traçado. Mais uma vez Pedro lhe falhara, cobarde, frágil, não estava ali para a defender, para gritar que ela era sua mulher, casados perante Deus, mãe dos seus filhos legítimos ….


Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos Inês de Castro, protagonista da maior história de amor de Portugal. Imortalizada nos espantosos túmulos de Alcobaça, contada em livros, quadros e lendas.


Entre Portugal e Castela, entre intrigas, traições e casamentos reais, Isabel Stilwell traça, ao som do alaúde, o seu retrato de Inês de Castro, uma ágil espia que moveu as peças no tabuleiro do poder, amante apaixonada que enfeitiçava com os seus olhos verdes e, por fim, rainha de Portugal. Uma história que ficou para sempre gravada em pedra.


Para os fãs desta autora portuguesa, este livrinho sai a 17 de Outubro.
Num tempo extraordinário, este romance, feito de personagens apaixonantes, leva-nos a um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital, ao fim do poder do Marquês de Pombal que tanto a perturbava, aos conflitos com Espanha, ao longo processo dos Távora que marcou o seu reinado. Uma época onde lá fora despertava a Revolução Francesa e a independência dos Estados Unidos.A sua querida Rosa, sempre a saltitar à sua volta cheia de colares e pulseiras, bem tentou protegê-la de tanta dor, mas aos poucos D. Maria deixa-se dominar pela agitação que sempre tentou ocultar, por uma melancolia profunda num longo processo de depressão que culminou na loucura. Um medo que acalentou em silêncio.
Chegámos ao mês mais curto do ano, mas o objectivo de ler o que está aqui em casa mantém-se.

Mafi:
Um Violino na NoiteHarvesting the HeartNunca Digas Adeus Ao Encontro do DestinoYou Know Me WellQuem Não Sonha Voar, Alice?The Female of the Species

Ne:



Já há muito tempo que não fazia uma pilha, mas ontem fui às compras e quando estava a arrumar e a apontar no meu caderno da Biblioteca lembrei-me em fazer pilhas das ulrimas aquisições.
Em Julho as compras não foram muitas, mas acho que só pelas autoras já se pode dizer que não precisava de mais. Até agora só comecei a ler o Doces Silêncios, mas entretanto meti-o em pausa. Confesso que aquele inicio sobre maçãs não me cativou muito.


No dia 26 de Junho foi lançado um evento com lugar aqui por Coimbra, por isso claro que metade do STAFF do Algodão Doce para o Cérebro teve que marcar presença. Com uns minutos de atraso qual não é o meu espanto quando me deparo com uma pequena multidão de cerca de 80 pessoas.
Convidando-nos para uma visita guiada ao tesouro da Rainha Santa, acabámos por saber um pouco mais da época e até um pouco da logística de um museu e de algumas peças. Pequenas curiosidades estas que nos agarraram a atenção.


A um certo ponto, quando nos separaram em grupos, visto sermos tantos, Isabel Stilwell decidiu aproveitar a pausa para autografar os livros dos seus fãs. Curiosamente a fila feita para o efeito foi muito mais pequena do que esperava, um pequena percentagem de um grupo tão grande. Mas acabou por ser um ponto positivo para nós, que assim não tivemos que esperar muito tempo. O mesmo não podemos dizer em relação ao tesouro, o principal desta visita.




Curiosidades que aprendi nesta visita:

Suposto colar da Rainha Santa
O "suposto" colar da Rainha Santa pode não ser um colar, mas sim um conjunto de broches dos seus mantos ou até partes retiradas da sua coroa. Este objecto era considerado como algo que dava sorte às parturientes e que ajudava na fertilidade. As peças que lhe faltam desconfia-se que tenham sido "lembranças" retiradas por estas mulheres.
Centro de mesa de coral
Os centros de mesa construídos a partir do coral reza a lenda que mudavam de cor quando a comida estava envenenada. Na imagem vê-se mal, mas o da fotografia é vermelho.
O milagre das rosas não aconteceu apenas com a Rainha Santa, mas também com a sua tia-avó 100 anos antes.
O milagre das rosas não foi o único milagre de Isabel. Também ela "pôs" uma paralítica a andar.
A autora falou-nos que muitas vezes vem a museus ou procura estátuas para saber ou perceber um pouco mais da moda da época, o que vestiam, como vestiam, o cabelo, etc.

O que gostei mais:

Achei que esta iniciativa foi óptima, principalmente com a presença de uma autora já nossa conhecida.
Apesar de já conhecer o interior do Museu Machado de Castro, com guia vemos tudo com outros olhos. As coisas deixam de ser objectos em exposição para fazerem parte de uma história e de uma linha de pensamento. Um livro não é apenas um livro, mas sim a imagem da Rainha antes e depois de ter entregue a coroa, por exemplo.
Todo o museu está muito bem cuidado e todas as exposições estão muito bem organizadas e expostas. O edifício é muito moderno, mas enquadra-se muito bem com o seu conteúdo.
A guia era extremamente educada e simpática, com óptima dicção, e mostrou muito bem o seu largo conhecimento da época e das peças, tal como de escultura e arquitectura. Este ponto é muito importante, porque além de não nos entediar faz-nos querer saber mais e mais sobre cada tema.

O que não resultou muito bem:

Infelizmente nem tudo foram rosas e houve algumas coisas que não funcionaram muito bem. Muitas coisas resultaram do grupo ser tão grande. Pelo que percebi a maior parte das pessoas não estavam inscritas e ao passar por ali em visita aproveitaram para se juntar. Mas o problema a meu ver nem era bem o número, o problema é que os portugueses, infelizmente, não são nada civilizados e preferem empurrar para serem os primeiros do que ser organizados ou até deixarem passar os mais idosos ou até os mais pequenos (em idade e até em altura).
Graças a esses empurrões é que me deixei ficar para trás para ir apenas no último grupo e ver tudo com calma. Qual não é o meu espanto que quando passamos do tesouro para a palestra com Isabel Stilwell esta já tinha acabado e já estavam a dar a sessão por terminada! Isso foi péssimo! Porque elas sabiam muito bem que haviam três grupos e por isso deviam ter esperado pelo nosso. Ainda por cima o número de pessoas que levaram livros para assinar eram tão poucas, que a maior parte que ouviu a tal palestra nem sequer conhecia a autora.
Além disso só soubemos desta graças a um rapaz na rua que nos avisou porque se não íamos embora sem saber. Ou seja, não houve um programa, programa este que podia ter sido feito e enviado em resposta ao nosso email de inscrição.
Outro ponto negativo foi a projecção de voz dos guias. Eles falavam alto, mas só se ouvia quando falavam para o lado em que nos encontrávamos. Ou seja, quando falavam para o outro lado não se ouvia. Portanto metade das explicações foram perdidas no caminho.



O comprimento desta lista já vai em milhas, mas mesmo assim nunca nos cansamos de adicionar mais uns livrinhos. O que desejamos adicionar às nossas prateleiras este mês?

Mafi
34664038

Pelo menos 3 daqui vão ser lidos em Abril...alguém adivinha quais?


Ne
Sim tenho mais olhos que barriga, mas mesmo em mês de contenção a fome é a mesma!


As cores de facto fazem toda a diferença.





Foto de Odete Silva.


Entre o céu e o inferno. Assim foi a vida de Isabel de Aragão.
Nasceu envolta no saco sagrado, a 11 de fevereiro de 1270, em Saragoça. Intocável. Protegida. Com poucos dias de vida o avô, Jaime I, levou-a consigo para Barcelona, no meio de uma tempestade. Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida…
Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 44 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas a melhor rosa de Aragão, que herdou o nome da Santa Isabel da Hungria, era boa para ser rei, como dizia muitas vezes o marido.
Junto dos seus embaixadores e espiões, com a ajuda da sua sempre fiel Vataça, jogou de forma astuta no tabuleiro do poder. Planeou e intrigou. Mas a história teimava em repetir-se. Caim e Abel. Pai contra filho, o seu único filho varão contra os meios-irmãos bastardos.
Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela. Sempre acreditou que a película em que nascera a protegeria de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?

Sai dia 5 de Abril 
Página inicial