As idas aos quiosques dão nisto. Mesmo com uma capa tão horrível, na minha opinião, não consegui resistir aos romances de bolso da Harlequin.
O segredo do magnataA decoradora de interiores Paige Halliday, para sua surpresa, recebeu uma prenda de um misterioso benfeitor. Mas foi Sam Balfour, o atraente desconhecido que fez a entrega, a deixá-la sem palavras.
Paige nunca se tinha sentido tão atraída por um homem e muito menos por um que se recusasse a revelar-lhe a verdade. Já tinha conhecido alguns como ele e, embora bem soubesse que não iria deixar-se manipular, poderia permitir que Sam a mimasse um pouco...
Poder e paixãoEthan Curtis conseguira sair da mais absoluta pobreza pelos seus próprios meios, alcançando o poder e a riqueza. Mas sabia que havia uma parte da sociedade cuja porta estaria sempre fechada para ele… a menos que uma mulher procedente dos círculos mais selectos lhe desse um filho.
Mary Kelley ficou estupefacta ao ouvir a proposta daquele arrogante milionário, mas concordou em dar-lhe o que lhe pedia para proteger a sua família...
Ver opinião da Mafi
aqui.
Eu devia saber que um capa tão cor-de-rosa iria ter um contéudo pirosíssimo!
Digam o que quiserem, mas este romance foi dos piorzinhos que eu já li nos últimos tempos.
A história é rebuscadíssima, os heróis são fracotes e o melhorzito até acaba por morrer! Buhhhhh
Achei um pouco exagerada a conversa do "Não me chames Charlie" "Porquê Charlie?"... Muito repetitiva e por isso irritante.
Para um capitão tão temivel e corajoso, achei o Rafael muito mariquinhas na sociedade. Sem grande confiança nas decisões, sempre de pé atrás para tudo e mais alguma coisa, enfim... Não tenho nada bom a dizer.
Em relação à escrita de Kasey Michaels, não vou culpar a tradução, porque este tipo de linguagem já vem de origem. Pareceu-me um livro escrito por uma miuda de 8 anos. Com diálogos cheios de pormenores óbvios e justificações, eu passei a maior parte do tempo a revirar os meus olhos. Quase fiquei com caimbras!!
O menos mal foram mesmo as gémeas. Foram o mais normal e aceitável, porque tanto Charlotte com os seu drama familiar de caracaca, como Rafael com o seu drama amoroso de novela mexicana da loja dos trezentos, não me cativaram nada.
Não li na diagonal, mas faltou pouco!
Poderia fazer com que ela cedesse à tentação?
Tinha voltado da guerra com o título de duque, mas Rafael Daughtry lutava contra uma força bem mais poderosa do que o exército de Napoleão: a sua família. Felizmente uma amiga de infância, Charlotte Seavers, aceitara a contragosto fazer um pacto com ele. Rafael proporcionar-lhe-ia o lar que ela perdera e Charlotte seria a dama de companhia das suas indisciplinadas irmãs gémeas. Mas, quem poderia protegê-lo a ele? Aquela adolescente de aspecto jovial de que ele se recordava convertera-se numa mulher sensual, cuja beleza e segredos zelosamente guardados o deixavam obcecado e ao mesmo tempo cativado. Charlotte tinha um bom motivo para recear os homens, mas conseguiria resistir à enorme capacidade de sedução de Rafael?
Título Original: How to Temp a Duke
Edição: 2012
ISBN:
Toda a gente sabe que os livros da Harlequin pecam ou pelos enredos simplistas, amadores e já muito batidos, ou pela qualidade das traduções. Infelizmente "Como tentar um duque" da veterana Kasey Michaels, autora de mais de uma centena de romances, reúne o pior dos parâmetros acima referidos. Achei toda a história muito mal construída, com cenas a fazerem sem qualquer sentido. Suspeito que haja cortes no livro pois não havia ligação em algumas cenas e como já não é a primeira vez que me dizem que os livros são mutilados, acredito que esta edição portuguesa não apresente o texto integral do livro. Ou então o livro é mesmo mau...

Quanto ao enredo, como qualquer romance histórico, a base de todas as histórias acaba por não se desviar muito do óbvio, temos um duque, Rafael que volta da guerra para tomar conta das suas irmãs Nicole e Lydia. No passado teve um amor/amizade com Charlotte e é neste reencontro que o romance dos dois protagonistas se inicia. O romance foi a coisa mais sem sal que li em toda a minha vida! Aquilo nem foi um romance, foi um pseudo-romance, não senti qualquer química ou ligação entre o casal, pareceriam sempre muito formais e nem houve muitas cenas e gestos românticos um para com o outro. As personagens são planas e mal construídas.
Quanto às personagens secundárias, Nicole, Lydia e Fitz (amigo de Rafe) gostei dos três, uns mais que outros. A Nicole irritou-me, confesso que gostei mais da tímida Lydia e fiquei triste por o romance entre esta e Fitz não se concretizar. Não houve muitos desenvolvimentos quanto às irmãs, pois cada uma terá o seu próprio livro, sendo este o primeiro volume de uma série.
Quanto ao contexto histórico, a autora bem tentou introduzir alguns acontecimentos referindo várias vezes Napoleão Bonaparte, mas não foi suficiente para construir um contexto sólido.
Fico na dúvida se a escrita da autora é assim tão má ou não pois achei tradução atroz que não ajudou nada na leitura. É um livro que leva 1 estrela não só pelo seu conteúdo mas pela também pelo trabalho fraco apresentado.
Poderia fazer com que ela cedesse à tentação?
Tinha voltado da guerra com o título de duque, mas Rafael Daughtry lutava contra uma força bem mais poderosa do que o exército de Napoleão: a sua família. Felizmente uma amiga de infância, Charlotte Seavers, aceitara a contragosto fazer um pacto com ele. Rafael proporcionar-lhe-ia o lar que ela perdera e Charlotte seria a dama de companhia das suas indisciplinadas irmãs gémeas. Mas, quem poderia protegê-lo a ele? Aquela adolescente de aspecto jovial de que ele se recordava convertera-se numa mulher sensual, cuja beleza e segredos zelosamente guardados o deixavam obcecado e ao mesmo tempo cativado. Charlotte tinha um bom motivo para recear os homens, mas conseguiria resistir à enorme capacidade de sedução de Rafael?
Título Original: How to temp a duke
Edição: 2012
ISBN: