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Apesar de andar a ler pouco, ainda continuo a ler e portanto não tenho desculpa para não opinar sobre os livros que li, já que neste momento ando a ler mais devagar.

Se não sabem ficam a saber que sou fã de Sophie Kinsella, segundo o Goodreads já li perto de uma quinzena de livros desta autora e é uma autora que gosto bastante e leio pelo menos um livro por ano. Apesar de ainda ter alguns por ler, decidi pegar neste mais recente tanto cá como lá fora.

Este livro é muito engraçado mas como sempre também tem muita realidade aliada à comédia e ao romance, como já é habitual desta autora.

Temos duas personagens importantes embora só tenhamos o ponto de vista de uma que é a Ava. O livro começa muito bem com a Ava e o Matt num retiro de escrita em Itália onde eles conhecem-se pela primeira vez. Como tudo no retiro é anónimo ou fictício eles não contam nada sua vida real um ao outro apesar de embarcarem logo num namoro fulminante. Quando se aperceberem que moram ambos em Londres decidem tentar ter uma vida em conjunto. O problema é quando regressam e percebem que afinal não tem nada a ver um com o outro e que têm estilos, visões e objectivos de vida completamente opostos! Ao princípio não tinha entendido muito bem o título português mas posso dizer que achei que ficou muito bem escolhido porque é realmente a essência do livro. A Ava e o Matt amam-se mas ao mesmo tempo não conseguem viver um com o outro por terem ideais de vida muito diferentes. 

Claro que ficamos o tempo todos a torcer pelo casal principal. Realmente achei o livro divertido mas também muito sério pois aborda tantos outros temas que não apenas a relação do casal principal. Estes temas que falo são nos contados pelo núcleo de amigas da Ava e pela família do Matt. Gostei bastante que a autora conseguisse introduzir tantas personagens secundárias e que realmente houvesse espaço para outras histórias paralelas. 

Não é um livro tão para a palhaçada como alguns anteriores da autora (onde eu já não gostava tanto de ler porque as protagonistas já me irritava um pouco) mas é um livro que tem uma componente bastante engraçada ela parte da Ava mas que balança muito bem com o sobriedade do Matt. Aconselho imenso a quem é fã da autora e para quem não conhece o trabalho da Sophie Kinsella aqui tem um bom pontapé de saída. 

Ava está cansada de encontros online. Confia muito mais nos seus instintos do que no algoritmo de uma aplicação qualquer. Não aguenta mais a falta de espontaneidade da vida amorosa moderna. Por isso, quando se inscreve num retiro para escritores em Itália, apaixonar-se não está nos seus planos. Pelo menos, até ao dia em que conhece um atraente desconhecido… Tudo o que sabe sobre ele é que é um homem divertido, gentil e - rapidamente descobre - extremamente fogoso. A atração é mútua e o romance entre ambos é arrebatador.


Mas quando o retiro acaba e regressam a casa, a realidade torna-se impossível de ignorar. Eles pura e simplesmente não combinam. A irritação é constante. Tudo no outro os incomoda. Da excêntrica família dele ao cão mimado dela. À medida que os desastres se sucedem, parece que embora eles se adorem, não conseguem adorar a vida do outro. E agora?



 



 


Sai dia 18 de Maio! 

Ava está cansada de encontros online. Confia muito mais nos seus instintos do que no algoritmo de uma aplicação qualquer. Não aguenta mais a falta de espontaneidade da vida amorosa moderna. Por isso, quando se inscreve num retiro para escritores em Itália, apaixonar-se não está nos seus planos. Pelo menos, até ao dia em que conhece um atraente desconhecido… Tudo o que sabe sobre ele é que é um homem divertido, gentil e - rapidamente descobre - extremamente fogoso. A atração é mútua e o romance entre ambos é arrebatador.

Mas quando o retiro acaba e regressam a casa, a realidade torna-se impossível de ignorar. Eles pura e simplesmente não combinam. A irritação é constante. Tudo no outro os incomoda. Da excêntrica família dele ao cão mimado dela. À medida que os desastres se sucedem, parece que embora eles se adorem, não conseguem adorar a vida do outro. E agora?




Com tantos livros sempre a sair e novos autores a estrearem-se todos os anos, fica difícil por vezes acompanhar os lançamentos dos nossos autores favoritos. Antigamente quando conhecia poucos autores, lia basicamente sempre os mesmos. Ainda me lembro do meu catálogo de autores ser constituído apenas por Nora Roberts, Nicholas Sparks, Jodi Picoult, Sveva Casati, Dorothy Koomson. Como eram autores que já tinham muitos livros por cá, fui lendo durante muitos anos livros deles até que enjoei de alguns e virei-me para outros géneros e autores.
Hoje trago-vos uma lista de autores que já não leio há mais de um ano e quero muito voltar a pegar. Alguns ainda só li um livro, outros já li vários mas já não leio há muito tempo. Aqui vamos nós :

1 - Lucinda Riley

Um facto curioso com esta autora é que li os dois livros que foram publicados pela ASA há uns anos. Depois deixaram de publicar e fartei-me de reclamar como tinham deixado de editar uma autora tão boa. Entretanto outra editora pegou na autora e começaram a editá-la novamente por cá. Fiquei muito feliz mas acreditam que ate agora não voltei a lê-la? Espero em 2021 mudar isso, especialmente agora que está a acabar a série.
🌸
2-Peter Swanson

Ainda me lembro das sensações e do geral da história de "Aqueles que me merecem morrer" o único livro de Peter Swanson editado cá. Infelizmente a Presença nunca mais publicou nada dele com muita pena minha. Entretanto ele todos os anos têm lançado um livro lá fora e portanto tenho muito por onde escolher quando quiser ler algo dele novamente. 
🌸
3-Nora Roberts 

Pois é a tia Nora está de volta ao ADPOC, ou pelos menos vai estar. Já pus um dos livros dela em dois desafios para ver se é mesmo em 2021 que volto à Norinha.
🌸
4-Deborah Smith

Outra autora que gostava muito de ler e era sempre uma felicidade quando a Porto Editora lançava um livro dela. E neste caso eles até continuaram a lançar, eu é que fui deixando de ler. Mas tenho algumas saudades portanto gostaria de ler um livro desta autora. 
🌸
5-Sophie Kinsella

Este ano, não sei se pela pandemia mas não tivemos o nosso livro anual habitual editado pela Quinta Essência. Mesmo assim lá fora saiu mais um mas eu gostava mesmo era de voltar à série "Louca por Compras" que continua a sair lá fora mas nunca mais saiu cá e que segundo o Goodreads, o último livro que li foi em 2011!! Oh meu Deus mais de 10 anos sem ler as aventuras da Becky que eu tanto adoro! 2021 vai ser sem dúvida para voltar a Sophie Kinsella! 
 🌸
6 - Célia Correia Loureiro

Não podia não mencionar um autor português. Já li dois livros da Célia mas tenho "A Filha do Barão" desde 2015 para ler e apesar de ser uma leitura que acredito que não vão ser fácil, quero muito finalmente pegar naquele calhamaço. 
🌸
7 - Fredrik Backman 

Vá, eu li um conto do Fredrik agora este Natal mas quase não contou como voltar a este autor. Tenho 2 livros para ler e no próximo ano sei que vai sair mais um cá em Portugal portanto quero pelo menos ler um livro do meu autor sueco preferido. 
🌸
8 - Holly Bourne

Muita gente não sabe, mas antes de a TopSeller pegar nesta autora, está já tinha sido editada cá em Portugal pela Civilização com um livro muito bom: "Manuscrito de como ser interessante" que acho que já não se encontra à venda. Como este ano a TopSeller vai lançar mais um livro da Holly Bourne, quero ler o anterior da autora editado cá. 
🌸
9 - Matt Haig

Mais um autor que conheci através dos livros da Porto Editora mas foi com a TopSeller que o descobri. Gostei dos livros que li dele e o novo que vão sair por cá "A Biblioteca da Meia Noite" parece ser o supra sumo das suas obras portanto estou curiosa em ler mais deste autor. 
🌸
10 - Chimamanda Ngozie Adichie

Este vai ser um desafio mas que estou disposta a fazer. Tenho dois grandes calhamaços desta autora já há muito tempo por ler mas vou pegar primeiro no Americanah. Já me disseram que apesar do tamanho, os livros acabaram por ser muito fáceis de ler portanto espero que seja verdade. 
🌸
11 - Jess Michaels 

Uma autora que acho que deixou de ser publicada cá com pena minha pois era das poucas autoras do género erótico que eu lia. Apesar de ler outras autoras que exploram o lado erótico nos seus livros, a Jess Michaels escrevia basicamente só sobre isso e escrevia bem. Tenho dois livros desta autora por ler e gostava de os ler em 2021. 
🌸
12 - Sarah Dessen 

Para mim a rainha do YA dos anos 2000,que agora já não é tão popular mas mesmo assim continua a lançar livros e eu continuo a querer lê-los a todos. Já há muito tempo que não leio Sarah Dessen e em 2021 vai ser o ano para ler todos os livros dela em atraso,  um por mês até acabarem. 



Agosto já lá vai, agora é hora de voltar à rotina do dia-a-dia. Vamos lá ver como correu este oitavo mês.

Mafi
Agosto foi mês de férias para muitos portugueses mas não para mim. Mesmo assim consegui ler 8 livrinhos sendo que estou muito contente por ter lido 5 livros que já tinha aqui há anos para ler.


Classificações:
Since you've been gone - Morgan Matson (4/5)
Devo-te a felicidade - Sophie Kinsella (5/5)
Viscious - V.E. Schwab (4/5)
Hearstopper - Alice Oseman (5/5)
One - Sarah Crossan (4/5)
Não me mintas - Malorie Blackman (2/5)
O Último Adeus - Cynthia Hand (4/5)
A cereja dela - Penelope Bloom (3/5)

Livros físicos: 5
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Devo-te a felicidade
Livro Mais Amargo: Não me mintas
Livro Mais Longo: One (430 páginas)
Livro Mais Curto: A cereja dela (216 páginas)
Livros "Na Fila Agosto": 4/10 (que fail)
Livros "Na Fila 2019": 5 ( :D )
Autores novos: 2
Autores já lidos: 6








Dois livros tão diferentes de duas autoras preferidas.

Um Clarão de LuzJá há muitos anos que sou fã de Jodi Picoult e apesar de ainda ter alguns livros que foram saindo nos últimos anos por ler, não resisti em ler esta novidade deste ano, pela Presença. 
Aqui a autora apresenta-nos a história de um atirador que invade e refugia-se numa clínica de aborto no Missisippi fazendo outros pacientes e médicos reféns. Toda a acção do livro é passada num único dia, aliás em algumas horas onde a história vai-se desenrolando de trás para a frente. Para além da narrativa ser contada no inverso, também e contada através de vários pontos de vista dos reféns e também da polícia que está cá fora em negociações com o atirador. Como em todos os livros da Jodi, temos personagens muito diversas em tudo, especialmente na sua opinião em relação aos abortos. A minha personagem preferida foi a Wren mas também gostei da Janine e da Beth. A forma como a autora escreve, elucida-nos muito sobre as leis restritas deste Estado americano. No final é importante e obrigatório ler a nota da autora onde aprofunda mais as leis e mostra como os Estados Unidos em certas coisas, andam para trás em vez de avançarem com o tempo. A nota também mostra bem a pesquisa exaustiva de Jodi na escrita deste livro onde falou com 151 mulheres e assistiu a diversos abortos em várias fases de gestação. Só dou 3 estrelas devido ao formato da narrativa que não gostei e porque embora seja um livro com uma tema muito interessante, gostava mais que o livro tivesse avançado para mais algo para além do atirador. O caso da Beth podia ter ido a tribunal que teria sido muito interessante de ler, visto que a Jodi escreve sempre muito bem cenas de tribunais. Não desgostei mas achei que podia ser melhor mas não é de todo um mau livro, só não está entre os melhores dentro da vasta de livros fantásticos que esta autora tem. 

Um dia quente de outono começa como qualquer outro no Centro - uma clínica que presta cuidados de saúde reprodutiva a mulheres. Como habitualmente, os seus funcionários acolhem as pacientes que ali se encontram para aconselhamento e tratamentos. de repente, pelo final da manhã, um homem armado entra nas instalações e começa a disparar, causando feridos e fazendo reféns.
O agente de polícia Hugh McElroy, especialista em negociar a libertação de reféns, estabelece um perímetro de segurança e traça um plano para comunicar com o atirador. ao olhar sub-repticiamente para as mensagens recebidas no seu telemóvel, apercebe-se, horrorizado, de que Wren, a sua filha de apenas quinze anos, se encontra no interior da clínica.
Wren não está só. Ela vai partilhar as horas seguintes, sob um clima de grande tensão, com outras pessoas : uma enfermeira em pân ico, que tem de se autocontrolar para salvar a vida de uma mulher ferida; um médico que põe a sua fé à prova como nunca antes acontecera; uma ativista pró -vida, que se tinha feito passar por paciente e é agora vítima da mesma raiva que ela própria sentia; uma jovem que quer abortar. e o próprio atirador, completamente transtornado, a querer ser ouvido.
Uma narrativa que equaciona a complexa temática dos direitos das mulheres grávidas e dos direitos dos seres que elas estão a gerar, além de refletir sobre o significado de ser boa mãe e bom pai. 

46743682. sy475 Passando para esta novidade da Quinta Essência, foi com imensa surpresa que vi o mais recente livro da Sophie Kinsella a sair já cá em Portugal, visto que a QE demora quase dois anos a lançar os livros mais recentes. 
Para quem leu as minhas opiniões aos livros mais recentes da Sophie Kinsella, sabe que andava um pouco desiludida com a autora porque todas as personagens femininas pareciam a mesma: divertidas sim, mas também muito trapalhonas e mentirosas, algo que me incomodava imenso. Andava a pedir já um livro mais sério da Sophie e finalmente parece que ela ouviu-me porque ''Devo-te a felicidade'' foi tudo aquilo que desejei!
Aqui temos a Fixie que não consegue não ajudar. Sente necessidade em ajudar, arrumar, endireitar...tudo e todos que precisem de algum apoio. Mas por mais que ela queira ajudar e por melhores que sejam as suas intenções Fixie não é levada a sério por aqueles que mais ama: a sua família. O seu lema de vida é ajudar a sua família, principalmente o pequeno negócio familiar que gere com os seus irmãos e a sua mãe. 
Quando, por puro acaso, salva o computador de um estranho - Seb - este fica-lhe a dever um favor, favor esse que Fixie nunca pensou em pedir visto que nunca voltaria a ver Sebastian. Mas quando Fixie precisa de impressionar uma antiga paixão da escola, recorre a Sebastian e começam uma troca de favores infinita mas também o começo de algo mais entre os dois. 
Eu adorei a Fixie! Ela é a típica personagem que engole demasiados sapos e não reage com medo de magoar os sentimentos das outras pessoas, mesmo que isso a faça sofrer ainda mais. Deu-me muita raiva  a maneira como os irmãos a tratavam e só me apetecia dar um grito para ver se Fixie acordava e reagia! 
Para além da Fixie, todos os personagens mostram uma evolução ao longo do livro, o que é óptimo e a autora não deixa nenhuma ponta solta, atando todos os nós soltos das várias personagens. Pela primeira vez nos livros desta autora, não achei o romance nada de especial, aliás não há quase romance nenhum entre o casal, sendo que o livro é mais focado na vida familiar da Fixie e eu adorei isso por ser diferente, e por mostrar que as famílias de sangue às vezes são tóxicas e nem sempre serão o nosso maior apoio, muitas vezes pelo contrário.
No fim a Fixie consegue impor-se e mostrar a sua força e adorei isso. Claro que esta parte foi um bocado cliché mas mesmo assim gostei de ver a Fixie a revelar-se contra a sua família. 
Um excelente livro desta autora, adorei completamente e vai estar no top de melhores leituras deste ano, de certeza.

Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si.
E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar).
Ou será que vai?
É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer.
Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?
Agosto é mês de continuação dos desafios literários e também do aniversário da Ne :P
Mafi


Para Agosto vou continuar com as leituras dos 2 desafios que estou a fazer e que me tem dado muito gosto!

Ne
Agosto vai ser um mês atribulado por isso acho que vou pegar no que não li em Julho e transportar para aqui.



Esta rubrica infelizmente anda desaparecida mas aqui está ela com o novo livro da Sophie Kinsella, 
Quem gosta destas capas? 









Sai dia 16 de Julho.

Fixie Farr tem uma compulsão terrível: a de arranjar tudo… Seja a endireitar de um quadro, tratar de uma nódoa quase invisível ou auxiliar um amigo em apuros, ela é simplesmente incapaz de não agir. O mesmo se aplica ao negócio de família que gere com os irmãos, ainda que, em segredo, sinta por vezes que tudo recai sobre si.
E quando um belo desconhecido lhe pede para ela olhar um instante pelo seu computador portátil, não é de admirar que ela diga que sim. Agradecido, Sebastian acaba por lhe rabiscar uma nota de dívida (que, evidentemente, ela não irá cobrar).
Ou será que vai?
É que Ryan, por quem Fixie tem um fraquinho, precisa de ajuda. E quem melhor do que Sebastian para o ajudar? Só que agora é ela que tem uma dívida para com ele e Fixie não está habituada a ver-se nessa situação. Após uma sucessão de notas de dívida, de favores insignificantes e ajudas preciosas… Fixie depressa dá por si dividida entre o passado confortável e o futuro que julga merecer.
Terá ela coragem de "dar um jeito" à sua própria vida e lutar por aquilo que verdadeiramente quer?
Já disse aqui inúmeras vezes que Sophie Kinsella é das poucas autoras que me fazem rir mesmo que por vezes os seus livros tenham de ser exagerados para serem cómicos.

A cada lançamento de um livro seu é uma leitura obrigatória para mim e só tenho pena que a Quinta Essência publique um livro dela por ano e já não publique a série Louca por Compras. 

39967996''A minha vida (im)perfeita'' foi dos livros mais recentes dela que menos gostei. Não é um livro mau mas confesso que houve algumas partes a meio da leitura que me aborreceram e ficar aborrecida num livro desta autora é mau.

Temos aqui a Katie que sempre sonhou viver em Londres. A verdade é que quando chega lá, depara-se com uma cidade cara, com um emprego que não era o que esperava e sem qualquer amigo ou uma boa relação com a chefe. O início do livro é óptimo com a descrição de um trajecto de casa para o trabalho usando os transportes públicos de Londres. Embora Lisboa não seja tão grande como Londres, como ando diariamente de transportes, revi-me muito nas descrições da protagonista no metro. Hilariante. 
Se a vida de Katie (ou Caz) não é boa, fica pior quando é demitida. Sem emprego algum, resolve voltar para o interior do país e ajudar o pai e a madrasta com o novo negócio.

Obviamente que o seu regresso a casa foi camuflado com uma pequena mentira, algo já habitual nas protagonistas de Sophie Kinsella: trapalhonas e bastante mentirosas. 
É aqui na sua nova vida que irá encontrar alguém do seu passado em Londres, nada mais nada menos do que a sua antiga chefe (a tal com quem não se dava nada bem). Demeter (que raio de nome), é a outra figura principal da trama e se ao princípio a autora faz-nos detestar esta personagem, a pouco e pouco vamos percebendo que tal com a vida de Katie, Demeter não tem uma vida perfeita como faz parecer. 
As duas irão ajudar-se e formar uma bela amizade, mostrando que ninguém consegue ter uma vida de sonho sem nada de mal por trás, mas tal como Katie e Demeter, todos nós decidimos mostrar apenas aquilo que queremos mostrar o que normalmente é sempre só coisas boas. 

Pensei que a crítica às imagens falsas que vemos nas redes sociais como por exemplo o Instagram fosse um bocadinho mais profunda. A autora até aborda o tema de maneira inteligente (especialmente no final do livro) mas acho que esperava um pouco mais. 

Não foi o livro que me fez mais rir e por isso não lhe consigo dar mais do que 3,5 estrelas e embora a Katie não seja tão trapalhona ou destrambelhada como protagonistas passadas, às vezes ainda custa engolir tantas mentiras que a protagonista conta. Mesmo assim é um livro divertido que aconselho a todos que queiram uma leitura leve mas com uma mensagem importante.


Katie Brenner vive uma vida de sonho: mora em Londres, tem um emprego fascinante, e o seu feed do Instagram está repleto de imagens super cool. Só que… não passa mesmo de um sonho. A verdade é que o seu apartamento é um cubículo, trabalha como administrativa, e a vida que partilha alegremente nas redes sociais… não é a dela.
Mas uma rapariga pode ser otimista em relação ao futuro, não?
Não. Pois Katie acabou de ser despedida. E quando dá por ela, está a regressar a casa dos pais, no campo, de rabinho entre as pernas. Quando Demeter, a sua antiga chefe, resolve passar férias junto deles e experimentar o glamour da vida rural, Katie vê nisso uma belíssima oportunidade. Deveria vingar-se? Tentar recuperar o emprego? Ou – talvez – a vida de Demeter não seja tão idílica quanto aparenta, e ambas tenham bem mais em comum do que imaginam… Afinal… que mal tem não ser perfeita?
Uma divertidíssima e inspiradora reflexão sobre aquilo que aparentamos ser e aquilo que verdadeiramente somos, pela mão de uma das autoras mais queridas dos leitores portugueses…





Katie Brenner vive uma vida de sonho: mora em Londres, tem um emprego fascinante, e o seu feed do Instagram está repleto de imagens super cool. Só que… não passa mesmo de um sonho. A verdade é que o seu apartamento é um cubículo, trabalha como administrativa, e a vida que partilha alegremente nas redes sociais… não é a dela.
Mas uma rapariga pode ser otimista em relação ao futuro, não?
Não. Pois Katie acabou de ser despedida. E quando dá por ela, está a regressar a casa dos pais, no campo, de rabinho entre as pernas. Quando Demeter, a sua antiga chefe, resolve passar férias junto deles e experimentar o glamour da vida rural, Katie vê nisso uma belíssima oportunidade. Deveria vingar-se? Tentar recuperar o emprego? Ou – talvez – a vida de Demeter não seja tão idílica quanto aparenta, e ambas tenham bem mais em comum do que imaginam… Afinal… que mal tem não ser perfeita?
Uma divertidíssima e inspiradora reflexão sobre aquilo que aparentamos ser e aquilo que verdadeiramente somos, pela mão de uma das autoras mais queridas dos leitores portugueses…
Sai dia 8 de Maio 

Nada nos impediu de descobrir as duas imagens! 

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Sophie Kinsella não é nenhuma novidade para mim. Este foi o seu 14º trabalho que li e continua a ser uma escritora que põe-me bem disposta e é por isso que embora os seus livros repitam sempre (ou quase) sempre a mesma fórmula, continuo a gostar de ler esta autora.

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Ser pedida em casamento deve ser o sonho de grande partes das mulheres e na verdade, quando já estamos numa relação séria,  na nossa cabeça, o casamento é o único passo a seguinte, a única preocupação será: "afinal quando é que ele se vai ajoelhar?!"


O pior é quando tiramos conclusões precipitadas e as coisas acabam por não acontecer. Foi o que se sucedeu à nossa protagonista aqui, Lottie que pensava que o namorado de longa data ia pedir-lhe em casamento mas tal não aconteceu, deixando-a desnorteada por quererem coisas diferentes na relação.

Pela primeira vez, a narrativa da Sophie divide-se em duas perspectivas, temos o ponto de vista da Lottie mas também da sua irmã, a Fliss e deixem-me dizer que entre uma e outra venha o diabo e escolha.

Por conta de termos duas narrativas, o livro tem um tamanho considerável, quase 500 páginas e ao princípio a leitura é fresca e entusiasmante mas à medida que as páginas vão passando, torna-se um pouco frustrante as acções destas duas irmãs. Sabem quando tudo se resolveria se realmente as pessoas falassem e não inventassem mentiras atrás de mentiras, justificando as suas acções só porque pensam que estão a fazer o melhor para a outra pessoa, quando realmente não estão? É o que acontece aqui, mais com a Fliss do que com a Lottie. A Fliss acha que a irmã enlouqueceu e tenta a todo o custo arruinar a lua de mel da mesma e a Lottie toma atitudes impulsivas só para mostrar que está bem consigo mesma quando não está. Claro que metade das confusões e peripécias com que se metem podiam nem acontecer se realmente falassem uma com a outra!

É um livro divertido de ler e uma leitura que nos arranca gargalhadas com tanta parvoíce junta mas não considero que seja o melhor livro da autora. Mesmo assim aconselho, especialmente a quem está prestes a casar ou é recém-casado!

Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está BEN, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los!
Já FLISS, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites.
O problema é que o mal já está feito… A solução?
Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união. Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?




Mais um livro da nossa Sophie.



Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está Ben, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33...), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los!
Já Fliss, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites.
O problema é que o mal já está feito... A solução?
Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união.
Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?


Sai dia 24!  

Outubro foi o mês de conhecer mais uma autora internacional e ler mais alguns livrinhos claro, vamos lá ver o melhor e o pior do mês. 

Até ao Fim do Mundo by Maria Semple

Mafi:  Foi o pior do mês, não consegui ligar-me à escrita da autora.
Ne: Não foi mau de todo, mas foi o que menos gostei.


Onde estás, Audrey? by Sophie Kinsella

Mafi: Gostei imenso de ler este livro e apesar do tema sério, consegui rir-me em algumas partes. Sophie Kinsella não falha.
Ne: Gostei muito deste, mas gostei mais do primeiro.


Harry Potter and the Philosopher's Stone by J.K. Rowling

Mafi: Reli-o pela 123456 vez mas desta vez em inglês e com belíssimas ilustrações a acompanhar!
Ne: Este sim, foi o que mais gostei este mês.



Sophie Kinsella é uma das minhas autoras favoritas e por isso não podia de deixar de ler o seu mais recente livro, desta vez lançado pela Porto Editora.

Acho que deve ser difícil fazer alguém rir pelo meio de palavras mas Sophie Kinsella é talvez a única autora que me põe a rir com os seus livros, que costumam ser chick lits com personagens muito despassaradas e trapalhonas. No entanto a autora quis sair do registo cómico  aventurou-se num romance Young Adult e se há coisa que gosto é quando os autores mostram versatilidade. Portanto foi com grande curiosidade que comecei a ler esta novidade de Outubro da Porto Editora.
32500169Num registo diferente a que nos habituou, a autora consegue ter um óptimo livro que mesmo não sendo a melhor coisa do mundo é um livro muito bom dentro do género YA.

Audrey é uma menina de 14 anos que sofre de crises de ansiedade  e depressão mas que se encontra em tratamento numa psicóloga e embora esta diga-lhe que Audrey está em progresso, Audrey não se sente melhor, acha que continua na mesma. Vive dentro de uma família completamente maluca e disfuncional, muito por causa da mãe que é completamente louca da cabeça, mas aquela loucura que deixa uma pessoa a rir e um pai que está mais focado no trabalho e que não ouve metade do que a mulher diz. A isto juntam-se dois irmãos, um viciado em jogos e que quer ser jogador profissional (de computador claro!) e outro mais novo que adora repetir e aprender palavras novas.

Claro que no meio disto tudo Audrey não se sente bem mas sabemos que há algum motivo para ela estar assim  e é isso que vamos descobrindo ao longo do livro, que a razão para Audrey encontrar-se assim de momento tem a ver com antigas amizades que  Audrey tinha em outra escola.

Eu gostei imenso deste livro e o que mais gostei é que, mesmo havendo um romance, a Audrey não fica curada milagrosamente só porque arranja um namorado. Às vezes as autoras têm um pouco essa tendência de as personagens femininas terem algum problema mas assim que o romance começa,esse problema desaparece e o livro foca-se no romance. Aqui o Linus é uma grande ajuda para a Audrey na sua cura mas não é o motivo para ela já não ter ataques de ansiedade ou já estar boa. E muito giro ver a relação deles a evoluir e os desafios que ele lhe propõe. 

Fartei-me de rir com as partes em que a Audrey faz um filme sobre a família, a mando da psicóloga, foi muito engraçado ler os guiões e como a autora tem uma capacidade de escrever algo muito visual, foi fácil fazer o filme na nossa cabeça.

Uma boa aposta da Porto Editora no género young adult, que me surpreendeu e que recomendo para um público mais jovem. Não se deixem enganar pela capa alegre e pela sinopse, é um livro que acaba por ser mais profundo sem parecer! 


Audrey é uma adolescente cheia de vida, igual a tantas outras. Com 14 anos, estuda, discute com os irmãos, sonha muito e confia cegamente nas amigas. Até ao dia em que essa confiança é destruída… Vê-se obrigada a deixar a escola. Sente-se incapaz de sair casa. E esconde-se irreversivelmente atrás de um par de óculos de sol.
Então, conhece Linus, um rapaz de sorriso simpático e comentários divertidos, que parece ser o raio de sol de que Audrey precisava.

E a jovem acaba por descobrir que, mesmo quando pensamos que estamos perdidos, o amor consegue sempre encontrar-nos…

 


Hum, pois, não estou mesmo virada para os três romances históricos que tenho a meio, fora o contemporâneo. Ai a minha vida...
Fui então ver o que tinha ali no Kobo que me parecesse interessante e rápido de ler e calhou-me este. A Mafi gostou, será que vou gostar também?
Adoro a capa, ainda bem que trocaram, as outras são horríveis.
E se acordasses e a tua vida fosse perfeita?
E se um dia abrir os olhos e, de repente, a sua vida for perfeita? Por incrível que pareça, esse sonho tornou-se realmente realidade para Lexi Smart. Tinha um emprego mal pago, dentes tortos e uma vida amorosa horrível quando, uma manhã, acorda numa cama de hospital e descobre que a sua esplêndida dentadura deslumbra como um anúncio de pasta de dentes, as suas unhas têm uma excelente manicura, e as suas roupas e acessórios são os de uma mulher muito rica. E como se isso não bastasse, está casada… com um desconhecido!!! Superada a grande surpresa, Lexi pretende aproveitar o seu novo eu, com o qual poderá comprovar em primeira mão as vantagens e desvantagens que podem resultar de uma inesperada vida perfeita.


Outra sinopse que me agarrou logo à primeira. Não sou fã da capa, mas a sinopse promete uma história divertida e a mim apetece-me dar sempre umas boas gargalhadas.
E se um dia abrir os olhos e, de repente, a sua vida for perfeita? Por incrível que pareça, esse sonho tornou-se realmente realidade para Lexi Smart. Tinha um emprego mal pago, dentes tortos e uma vida amorosa horrível quando, uma manhã, acorda numa cama de hospital e descobre que a sua esplêndida dentadura deslumbra como um anúncio de pasta de dentes, as suas unhas têm uma excelente manicura, e as suas roupas e acessórios são os de uma mulher muito rica. E como se isso não bastasse, está casada… com um desconhecido!!! Superada a grande surpresa, Lexi pretende aproveitar o seu novo eu, com o qual poderá comprovar em primeira mão as vantagens e desvantagens que podem resultar de uma inesperada vida perfeita.



Outubro é o mês de Halloween! Mas por aqui continuamos com os romances cor de rosa :P 

Mafi

Destes 10 livros, acho que pelo menos 4 vão ser leituras de Outubro portanto é por pouco tempo que vão estar na lista de desejos.

Ne


Outubro e daí para a frente vai ser só de ebooks. Depois de gastar dinheiro em tantas tentações decidi poupar por isso boa sorte para mim!
 De qualquer forma sonhar não gasta dinheiro por isso estes são os livros desejados.
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