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Segundo livro deste autor em Portugal, ainda não li o primeiro mas como gostei bastante da sinopse deste segundo optei por começar a ler a sua obra pelas suas Musas. 

Normalmente a sinopse do livro corresponde mais ou menos a uns 20% do mesmo, é a premissa, a base da história que depois desenvolve. Aqui não, eu diria mesmo que a sinopse é 90% do livro inteiro que só mesmo no final é que dá-se ali uma reviravolta porque até mesmo ao fim do livro vai havendo as tais mortes mencionadas na sinopse. 

Como tal é um livro que não dá para falar muito na sinopse, posso dizer que gostei da personagem principal e até cheguei mesmo a suspeitar do Edward, se realmente ele era o culpado de tudo dado que o livro não estava a desenvolver nem a despistar o leitor para outros suspeitos! O final acaba por ser bom mas é realmente daqueles finais que muitos vão gostar por parecer de génio ou vão detestar por ser diferente do que estavam à espera. Na verdade é um final que tem a ver com a história do livro mas não tanto com o assunto principal e se tiverem a atenção a outro assunto tratado no mesmo vão perceber o mistério. 
Eu acabei por gostar mas talvez vá gostar mais do primeiro livro do autor que parece ser consensual que é o melhor. Mesmo assim é um livro pequeno que lê-se bem e um thriller simpático para quem não lê muito do género, vai gostar. 


Todos temos segredos. E todos os escondemos.

Até de nós próprios.



Se Edward Fosca é um assassino? Disso, Mariana tem a certeza. Mas Fosca é intocável. O belo e carismático professor de Tragédia Grega na Universidade de Cambridge é adorado por funcionários e alunos? Principalmente pelas alunas que fazem parte das Musas, uma sociedade secreta. Mariana é uma terapeuta de grupo extraordinária, mas as suas tragédias pessoais perseguem-na. Quando Tara, membro das Musas, é encontrada esfaqueada e sem vida, Mariana fica obcecada com o caso. Como antiga aluna de Cambridge, suspeita imediatamente de que, por detrás da beleza do edifício medieval que abriga a instituição secular e as suas antigas tradições, se esconde algo sinistro.

Apesar de Edward Fosca ter um álibi, para Mariana ele é o responsável por aquela morte. Mas o que faria o professor atacar assim uma das alunas? E por que razão não para de falar dos ritos de Perséfone e da sua viagem ao Submundo?

Quando outro corpo é encontrado, Mariana fica descontrolada. Tem de conseguir provar a culpa de Fosca. Esta obsessão ameaça minar todas as relações que tem, mas ela está determinada e quer deter este assassino, ainda que isso lhe possa custar tudo… inclusive a própria vida.



 


Pois é, já chegámos a meio do ano! Como é possível? O pior é que as listas de livros a ler estão cada vez maiores mas Junho promete dia da criança e 3 feriados pelo menos para a Mafi que é de Lisboa portanto vamos lá ver o que queremos ler este mês!



Tudo novidades dos últimos tempos e do futuro, já há muito tempo que não ficava tão entusiasmada com as publicações em Portugal! 


Leituras conjuntas, novidades e livros mais antigos é o mote para este mês. 


 



Chegou cá a casa de oferta da Editorial Presença e agradecemos muito o exemplar. Estou muito curiosa com este livro que promete mistério e acção! Espero que não desiluda pois tem uma capa muito bonita! 

 



Previsão para 20 de Abril! 

Do autor best-seller de "A paciente silenciosa."


Todos temos segredos. E todos os escondemos.

Até de nós próprios.


Se Edward Fosca é um assassino? Disso, Mariana tem a certeza. Mas Fosca é intocável. O belo e carismático professor de Tragédia Grega na Universidade de Cambridge é adorado por funcionários e alunos? Principalmente pelas alunas que fazem parte das Musas, uma sociedade secreta. Mariana é uma terapeuta de grupo extraordinária, mas as suas tragédias pessoais perseguem-na. Quando Tara, membro das Musas, é encontrada esfaqueada e sem vida, Mariana fica obcecada com o caso. Como antiga aluna de Cambridge, suspeita imediatamente de que, por detrás da beleza do edifício medieval que abriga a instituição secular e as suas antigas tradições, se esconde algo sinistro.


Apesar de Edward Fosca ter um álibi, para Mariana ele é o responsável por aquela morte. Mas o que faria o professor atacar assim uma das alunas? E por que razão não para de falar dos ritos de Perséfone e da sua viagem ao Submundo?


Quando outro corpo é encontrado, Mariana fica descontrolada. Tem de conseguir provar a culpa de Fosca. Esta obsessão ameaça minar todas as relações que tem, mas ela está determinada e quer deter este assassino, ainda que isso lhe possa custar tudo… inclusive a própria vida.

 

Curiosamente dei-me conta que já há muito tempo que não lia nada de um escritor masculino. Habitualmente e inconscientemente leio apenas livros de autoras, mas Alex Michaelides, graças à leitura conjunta no Clube Mais que Ler (a última), fez a diferença nas minhas leituras de 2021.

No início estranhei um pouco o narrador. Penso que aquela introdução toda teve um pouco de texto a mais, apesar de se ter centrado em Alice -  a protagonista.

Acabei por achar todos os personagens com o seu quê de leitura, o que condiz com a temática e ambiente/cenário, mas no final conclui que é apenas a representação da vida e de pessoas normais.

A escrita é fluída e começamos a leitura pensando que será tudo sobre Alice e o que aconteceu, mas afinal A Paciente Silenciosa é sobre Theo, a sua vida, o seu trabalho, os seus amores e os seus não amores. Como é o narrador, acabei por não me aproximar muito e criar empatia já que ele relata tudo muito rápido, o que é óptimo para contrabalançar e "vermos" a história.

Em relação a teorias, desde a sinopse que imaginamos vários vilões, vários fechos e conclusões. No meu caso comecei pela mais óbvia: que a Alice não matou o marido, mas também não foi suicídio assistido.

A meio da leitura mudei se opinião e percebi que já não sabia nada. O normal! O que me chateia neste género de livros é que por muita razão que tenha nas teorias, nunca a vou ter já que os autores acrescentam imensa coisa ao longo do livro, seja personagens seja acontecimentos. Não me venham cá com pistas! De qualquer forma continuei a gostar de Theo e gostei bastante de conhecer a sua profissão e no que consiste.

A cerca de 74% comecei a achar que Alice era mesmo louca, por várias razões que não posso dizer aqui por causa dos spoilers. Continuei a criar teorias e a ficar cada vez mais curiosa com o final. E, de facto, o final não me desiludiu mas também não me entusiasmou de forma a dar-lhe mais que três estrelas.

De qualquer forma, tem cenas muito boas e é um livro que nos agarra a ler. Recomendo a quem gosta do género.

Alice Berenson é uma pintora britânica, jovem e famosa, que vive numa casa sublime nos arredores de Londres com o marido, Gabriel, um conhecido fotógrafo de moda. A vida de ambos parece perfeita. Mas uma noite, quando ele chega a casa depois de uma sessão fotográfica, Alicia mata-o com cinco tiros. E nunca mais diz uma palavra.
A recusa de Alicia em falar e dar qualquer tipo de explicação sobre a tragédia, transforma-se num mistério que prende a imaginação da opinião pública, e confere a Alicia uma notoriedade sem precedentes. O preço dos seus trabalhos artísticos dispara e ela, a paciente silenciosa, é alvo de um mediatismo implacável. Para evitar isso, é conduzida para uma unidade forense de alta segurança no norte de Londres.
Theo Faber, um psicoterapeuta criminal, espera há muito pela oportunidade de trabalhar com Alicia. A sua determinação em convencê-la a falar e a desvendar as razões misteriosas que motivaram o assassínio do marido leva-o por um caminho tortuoso, numa busca pela verdade que ameaça consumi-lo...




Já à venda.
Alice Berenson é uma pintora britânica, jovem e famosa, que vive numa casa sublime nos arredores de Londres com o marido, Gabriel, um conhecido fotógrafo de moda. A vida de ambos parece perfeita. Mas uma noite, quando ele chega a casa depois de uma sessão fotográfica, Alicia mata -o com cinco tiros. E nunca mais diz uma palavra.
A recusa de Alicia em falar e dar qualquer tipo de explicação sobre a tragédia, transforma-se num mistério que prende a imaginação da opinião pública, e confere a Alicia uma notoriedade sem precedentes. O preço dos seus trabalhos artísticos dispara e ela, a paciente silenciosa, é alvo de um mediatismo implacável. Para evitar isso, é conduzida para uma unidade forense de alta segurança no norte de Londres.
Theo Faber, um psicoterapeuta criminal, espera há muito pela oportunidade de trabalhar com Alicia. A sua determinação em convencê-la a falar e a desvendar as razões misteriosas que motivaram o assassínio do marido leva-o por um caminho tortuoso, numa busca pela verdade que ameaça consumi-lo...
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