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Sai dia 18 de Agosto 

O regresso ao mundo fascinante e implacável de Rainha Vermelha

Com Trono Partido, Victoria Aveyard oferece-nos uma visão completamente nova do mundo obscuro e perigoso de Norta, dos reinos vizinhos e das personagens mais queridas da icónica série Rainha Vermelha.

Com mapas exclusivos, registos sobre a história de Norta e detalhes inéditos, Trono Partido é uma coletânea de textos sobre a lealdade, o poder, a amizade e as escolhas difíceis entre o coração e a razão num mundo em conflito. Cal, Mare, Maven, mas também Coriane, Farley e Evangeline estão de regresso para nos mostrar que, apesar das dificuldades, a esperança é o farol que nos deve guiar e estar sempre presente nas nossas vidas.

 O mês já começou mas ainda vamos a tempo de apresentar a nossa lista de livros que queremos ler nestes 31 dias.

  Mafi



Vamos lá ver como vai ser este mês. Eu nem sei bem o que me apetece ler portanto vou optar pelos romances e YA porque são fáceis e pelos thrillers porque se forem bons e viciantes ganho o gosto pela leitura! 

 

Ne


 O número mágico seria 22, mas sei que nunca o conseguiria mesmo com 15 dias de férias. Portanto fico-me pelo 12, com 7 leituras conjuntas e 5 leituras sozinha.

Por esta altura Amor Cruel já está lido, ou melhor relido, porque afinal já o tinha lido em 2017, adorei-o à mesma ou ainda mais.

Cartas Picantes era o livro mais ansiado, por esta altura já li metade porque consegui não sei como parar na meta, mas acho que não vou aguentar muito mais tempo (digo já é que tive um grande deja vu com o Incompleta que li no mês anterior). O Kingdom of Flesh and Fire migrou de Junho e espero terminá-lo não tarda para poder pegar noutro do mesmo género. Do mês anterior deixei dois eróticos a meio mas como não me estão a agradar vão ficar em stand by - se ler estes todos pego neles.

As leituras conjuntas por ordem são: WineNotBookClub, Summer Readings, Erotic Club, Erotic Club, Instagram (@delusionsofabooklover e @finish.the.book), Mais que Ler e Mais que Ler. O After faz parte doutra iniciativa, o Choose for Me.


 Maio correu muito bem portanto vamos lá para Junho cheias de planos e ambição! 

Mafi:

Ler livros antigos da estante? Não sei o que é isso... ahaha  😂 🤣 

E mesmo assim não pus todos os que quero ler em Junho e só estou a pôr muitos, porque por exemplo os em inglês são todos pequenos (250/300 páginas), portanto estou confiante de conseguir ler bastante. 

 

Ne:

 


Em Maio queria ler 14 li 10, em Junho quero ler 12 e ainda me sobram 2 deste mês que não consegui terminar. Como será que vai correr?

A fantasia continua a ganhar por aqui e finalmente vou terminar um livro português (dois se correr bem).


Mafi

Em Março li 14 livros, um recorde dos últimos anos. Foquei-me mais nas novidades literárias tanto de lá fora como aqui de Portugal o que é bom, pois são livros que ficam já lidos. Por outro lado, os livros antigos vão ficando para trás! Mesmo assim ainda consegui ler o livro da Jodi que já tinha há muitos anos para ler

1.O oposto de Sempre de Justin A. Reynolds (3/5) - Opinião aqui 
2.The Bad Muslim Discount (4/5) - Uma novidade de Fevereiro lá de fora que me interessou logo a ler. Um livro que se passa durante muitos anos e basicamente fala de religião, família, guerra,violência doméstica, papel da mulher numa comunidade muçulmana, terrorismo. Enfim um livro mais adulto que gostei bastante de ler. 
3.Quando o amor é fogo de Sarah Hogle (4/5) - Opinião aqui.
4.Love in English de Marie A. Andreu (3/5)-Um livro bem pequeno que li num dia e que é fofinho mas nada de mais. Sobre uma rapariga que vai da Argentina para os USA e apaixona-se. Sim, é isto o livro e tem um triângulo amoroso.
5.A Taste for Love de Jennifer Yen (4/5) - Opinião aqui
6.As far You'll take me de Phil Stamper - Opinião aqui
7.Serena Singh Flips the Script de Sonya Lalli (4/5) - Opinião aqui
8.O Poder das Pequenas Coisas de Jodi Picoult (5/5) - Opinião em breve. 
9.Float Plan de Trish Doller (5/5) - Opinião aqui
10.Honey Girl de Morgan Rogers (4/5) - Opinião aqui
11.A Pho Love Story de Loan Le (4/5) - Opinião aqui.
12.Let's talk about love de Claire Kann (4/5) - Um bom livro YA com um tema interessante sobre a sexualidade e uma boa mensagem. 
13.Act like your age, Eve Brown de Talia Hibbert (4/5) - Terceiro livro desta autora este ano, adorei. Opinião em breve. 
14.A Livraria dos finais felizes de Jenny  Colgan (3/5) - Esperava mais deste livro, Opinião em breve.

Ne


Depois de 2 anos de preguicite literária, voltei a pegar em livros e numa série do início até ao fim! 😁

1. Rainha Vermelha de Victoria Aveyard (4/5) - Opinião aqui. 
2. Espada de Vidro de Victoria Aveyard (4/5) - Opinião aqui.
3. A Jaula do Rei de Victoria Aveyard (4/5) - Opinião em breve
4. Tempestade de Guerra vol. 1 de Victoria Aveyard (4/5) - Opinião em breve. 
5. Tempestade de Guerra vol. 2 de Victoria Aveyard (4/5) - Opinião em breve. 

 

Segundo volume da saga Rainha Vermelha: Espada de Vidro.

Sempre gostei de quando o título aparece ou é explicado no meio da narrativa. No primeiro teve mais lógica, aqui foi mais uma analogia, fraca referência.

Com as expectativas mais calmas, mas ainda muito agarrada à história, lancei-me neste segundo volume com as opiniões de outras leitoras em conta. Muitas delas disseram que este foi o mais fraco dos quatro e eu quis comprovar. Agora que vou no terceiro posso dizer com segurança que... não concordo. Ainda não li os seguintes, mas pelo menos posso comparar com o Rainha Vermelha. Na minha opinião sincera achei-os muito semelhantes, principalmente porque as coisas que menos gostei no primeiro continuaram neste, mas a parte da confusão e da acção ficaram muito melhores, e por isso aquelas descrições que achei enfadonhas, aqui tiveram alguma hipótese.

O conceito da traição continua muito presente e depois do final do primeiro livro vimos preparados para desconfiar de tudo e de todos nesta continuação. Só achei que Mare continua previsível, apesar de mais fria em relação às mortes que causa. Pelo menos Cal continua o coração de manteiga que sempre foi. Fofo! Cada vez gosto mais dele e cada vez tenho mais pena dele pelo lugar que ocupa na história. Muitas vezes até acho que ele se sacrifica tanto como a Mare e enquanto esta só pensa em proteger Kilorn por ser mais "humano" e esquecendo-se de si, Cal continua a estar sempre lá para a proteger. Mas tal como Katniss dos Jogos da Fome de Suzanne Collins, Mare passa mais tempo a ser salva que a salvar os outros.

Aqui também conhecemos e compreendemos melhor a Guarda Vermelha, um ideal e um grupo de rebeldes que nem imagina ser assim tão complexo. Também ficamos a conhecer personagens mais secundárias e novas personagens. Nunca ofuscando os protagonistas, até porque Victoria Aveyard é tão sádica como o George R.R. Martin!

Na Espada de Vidro já me pareceu mais semelhante com os X-Men já que eles andam a recrutá-los, a treiná-los, etc. Isto não é spoiler, penso eu. Quando eu comparo com outra obra não estou a fazer em modo de crítica, até porque sei como é difícil criar uma história original. Mas durante a leitura não consigo evitar que o meu cérebro faça estas comparações, tal como não consigo não referir isto aqui na opinião, já que foi uma sensação constante.

As reviravoltas continuam, o trio amoroso continua, as aventuras prosseguem, e novos casais e personagens surgem. Não sou fã de Cameron, apesar de ela ter razão. Ainda por cima ela vai ter mais protagonismo no terceiro volume, o que me incomodou um pouco.

Continuo a adorar as explosões de Mare. É uma daquelas personagens que está sempre a ser feita num oito, cheia de cicatrizes, cheia de remorsos e pesadelos. Mas é isso que gosto nela e em todas as outras, porque mostram que não são frágeis e mesmo depois de irem ao chão e serem espezinhadas ainda se levantam sem um olho (estou a exagerar) e ainda lança um raio ao mais próximo. Ao contrário de Cameron, gostei de Evangeline no Rainha Vermelha e tenho pena que víbora como aquela não esteja presente neste volume. O mesmo não acontece com a rainha Elara que pouco está presente, mas mesmo essas poucas páginas são o que são. Preparem-se! Maven também pouco vai aparecer, apesar de estar sempre presente na história. Temos mais e menos de Shade - outro personagem que entrou para o meu coração. Temos mais traições e mais provas de amor e amizade.

Vejo este livro como uma passagem ou um capítulo daqueles descritivos, que apesar de ter conteúdo não é o que procuramos ler nem é tão viciante, mas que sabemos que temos que pegar, ler e passar à frente porque se não o fizermos vai deixar uma lacuna na história. Apesar disto tudo, continuo a gostar e li sem grandes interrupções. Não vou com tanta vontade para o terceiro, talvez pelo final deste, mas estou com expectativas de ser surpreendida já que consegui não ler nenhum spoiler como fiz para o primeiro e para este. Neste último caso o spoiler chegou-me ao ler comentários de leitoras e fãs no Instagram da escritora.

Brevemente a opinião d'A Jaula do Rei.

O novo e eletrificante capítulo da série Rainha Vermelha intensifica a luta de Mare Barrow contra a escuridão que cresceu na sua alma… O sangue de Mare Barrow é vermelho mas a sua capacidade Prateada, o poder de controlar os relâmpagos, transformou-a numa arma que a corte real tenta controlar. A coroa acusa-a de ser uma farsa, mas quando ela foge do príncipe Maven - o amigo que a traiu -, Mare faz uma descoberta surpreendente: ela não é a única da sua espécie.

Perseguida por Maven, Mare parte para descobrir e recrutar outros combatentes Vermelhos e Prateados que se juntem à batalha contra os seus opressores. Mas Mare encontra-se num caminho mortífero, em risco de se tornar exatamente no tipo de monstro que está a tentar derrotar. Será que ela vai ceder sob o peso das vidas exigidas pela rebelião? Ou a traição e a deslealdade tê-la-ão endurecido para sempre?

Classificação: 4/5 cupcakes


A saga da Rainha Vermelha, única de Victoria Aveyard, sempre fez cocegas na minha curiosidade, principalmente pelas suas capas. Pela experiência, decidi não ir a correr ler o primeiro livro mal saiu e arriscar depois gostar e não ter mais para ler. Ou gostar e querer ler a seguir e ter que esperar. Dramas literários! Enfim. 

Entretanto, numa promoção, comprei 4 dos 5, já que o último, Tempestade de Guerra, foi dividido em dois, e fiquei logo com a colecção em casa. Mas devido a uma paragem prolongada nas leituras nunca lhes peguei. Até agora! 
A ideia até era ler o novo de Jojo Moyes, mas navegando pelo Instagram encontrei uma página de fanart, arte esta de distopias e ficção, quase tudo das personagens de Sarah J. Maas. Ora deu me o clique e pronto. Tive que começar a ler a Rainha Vermelha, já que era o mais parecido em livro que tinha na estante. 
Falando então do que interessa: o primeiro livro.
Para falar deste livro tenho que começar pelo que menos gostei, que é pouco, para depois avançar para a parte mais suculenta e depois o topo do bolo. E o que menos gostei foram... as descrições. Percebo que a autora tem que descrever este mundo diferente da nossa realidade, tentar que visualizemos o que a sua imaginação criou, mas perde-se demasiado em pormenores que só vão acrescentar linhas às páginas e nada à história. O que me interessa os pormenores das janelas? Interessa sim o suficiente para saber o ambiente, mas neste livro queremos é acção, drama, confusão.
Antes de falar das personagens tenho que falar também de uma mania minha, que umas vezes corre bem e outras vezes nem por isso. Foi o caso! Como fui ler as sinopses todas acabei por saber informação que acabou com o efeito surpresa de uma das maiores, se não A reviravolta deste livro. Por isso não façam como eu e não vão ler nada. A maior qualidade desta autora são as reviravoltas, ou chamados twists, que ela prima nos seus livros. E isso é muito importante para aquele "baque" que sentimos no peito quando somos completamente surpreendidas e sem palavras. Todos os livros têm o seu, ou os seus, e o segredo é uma frase que ela repete imensas vezes: "todos podem trair". Foquem-se nisto e não confiem em nenhuma personagem, nem na própria protagonista. Conselho de amiga!
Posso já adiantar que não aprendi a lição com o segundo livro, mas aqui não fui eu que procurei. A informação veio ter comigo, não me apanhando tanto de surpresa quando a reviravolta aconteceu. Aliás, no segundo livro já aprendemos muito bem que todas as personagens podem ser traidoras. TODAS! Preparem-se para estarem sempre desconfiadas(os), para pensarem que tudo o que é dito e todas as acções descritas têm segundas intenções. O que acaba por ser um jogo engraçado, porque tal como num thriller em que quando começa aquela música de fundo sabemos que aí vem alguma coisa que nos vai fazer saltar da cadeira, aqui vamos ter sempre esse sentimentos de tensão e expectativa, e depois ou podemos ser surpreendidos ou desiludidos. O melhor é que vamos querer sempre ser surpreendidos, mesmo que seja com alguma coisa que nos fere o coração e nos vai deixar tristes durante uns capítulos.
Como romântica, as cenas mais intimas também me desiludiram um pouco. Victoria Aveyard devia pedir uns conselhos a Vi Keeland de como descrever uma boa cena, um bom beijo, ahahah. O romance está sempre presente, mas na teoria, porque na prática, nem mesmo lendo duas vezes, uma pessoa fica aguada.
Falando das personagens, vou fazer uma apresentação rápida, temos Mare, a protagonista Vermelha, Kilorn, o seu melhor amigo de olhos verdes também Vermelho, a família de Mare, os príncipes Prateados Cal e Maven, o rei e a rainha e as casas de Prateados. Os personagens ainda são num número razoável o que no inicio me confundiu um pouco. Tentei imaginá-los o melhor possível, mas a autora gosta mais de descrever cenários que personagens. Por exemplo, ainda hoje que vou no terceiro livro, não consigo visualizar bem Kilorn, o que é uma pena porque sei que é um bom personagem, por dentro e por fora.
A família de Mare também são personagens presentes e activas que nunca são esquecidas ao longo dos livros, o que acrescenta um ponto positivo pelo apoio que dão a Mare. Uns mais que outros vão ter papeis tão importantes como Kilorn, por exemplo.
Mare e Cal são as verdadeiras peças. Sinceramente não engracei com Maven e a minha dúvida sempre foi entre o Prateado Cal e o Vermelho Kilorn, mas como nunca tive grande tendência para o vermelho... Aqui, com estas duas cores tão divergentes, a autora acaba por reproduzir uma situação bem real: o racismo. Aqui a raça Prateada acha-se superior por terem poderes e trata os Vermelhos como escravos autênticos, com desprezo, superioridade, humilhando-os constantemente. Mas o principal vão ser as escolhas e a lealdade tanto de Mare como de Cal em relação ao seu sangue. Querem lutar contra a divisão de sangues, defender a uniformidade, o direito de equidade para todos, mas durante o livro as suas escolhas e até pensamentos pendem sempre para o mesmo lado, porque a educação e as nossas vivências tornam isso muito difícil. Mare sempre viveu como Vermelha, ladra, pobre, a olhar para os Prateados como realeza e a temê-los, enquanto que Cal faz parte dessa realeza, e apesar de não apoiar os maltratos alheios sempre foi subjugado pelo pai e sobre a sua posição de príncipe. Estas vão ser as suas maiores lutas, tal como seguirem o seu coração, mas a autora não facilita nada. Nem em relação a Maven, nem Kilorn. Vai haver aqui uma teia muito intrincada e emaranhada que Mare vai tentar resolver e não o consegue neste primeiro volume.
Isto sobre as relações pessoais, mas aqui neste livro de ficção temos muito mais. As traições, as verdadeiras e falsas caras, personagens como Julian, segredos do Passado como o que aconteceu à mãe de Cal e Maven, a Guarda Vermelha... Tanto recheio que este bolo tem! Dava para distribuir por mais uns dois ou três sem se ver o fundo. Não me vou alongar muito porque vou acabar por fazer spoilers, mas na opinião do segundo vou poder desenvolver um pouco mais sobre este "recheio".
Falta falar dos poderes que surgem por aqui. Curiosamente não os comparo com os X-Men, mas tenho tendência a comparar esta história com sagas como Os Jogos da Fome, talvez por haver arenas e uma espécie de gladiadores, haverem as várias facções, lutas com armas e técnicas próprias de cada um, e principalmente por haver este rei e esta rainha e este lado Prateado rico e esbanjador que gosta de ver sofrimento como entretenimento, enquanto os Vermelhos tentam sobreviver com o pouco que têm, além de haverem cidades com produção especificas, como uma cidade que só produz tecnologia. Por outro lado, a personagem de Mare faz-me lembrar tanto Celaena, nunca lhe chegando aos calcanhares apesar de tudo. Mesmo com os seus raios e tempestades.
Esqueci-me de falar das capas que são lindíssimas!
Rainha Vermelha é mesmo uma obra muito completa, que através da ficção, cenários e trama, cria um mundo rico em segundas intenções, segundos significados, muitas histórias por revelar, muita acção por acontecer. Não é perfeita, mas é perfeita para nos algemar ao livro e a dificultar a nossa libertação.
Brevemente a minha opinião do volume seguinte, Espada de Vidro.
 
O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena?
 
Classificação: 4/5 Cupcakes
 

 


Já há muito tempo que não vimos aqui mostrar a nossa lista de desejos do momento. Com a feira do livro de Lisboa a aproximar-se, aqui estão os nosso livros mais desejados do momento.

Mafi:

Feira do Livro de Lisboa para mim é sinónimo de alfarrabistas. Espero que este ano - devido ao Covid - consiga encontrar os mesmos alfarrabistas de outros anos, porque é aqui que essencialmente espero encontrar alguns livros que ando à procura. É raro comprar algum livro novo na feira, só se for na Hora H que nem sei se este ano se vai realizar (ainda não ouvi nenhuma informação sobre isso).

     

As prioridades aqui são o livro Almas Gémeas que nunca me chamou a atenção mas que desde que soube do que se tratava e soube que vai ter uma adaptação da Netflix com o Albano Jerónimo que fiquei um pouco obcecada com este livro e já falei a outras pessoas, mesmo ainda não tendo lido. xD Os livros da Dorothy Koomson, o primeiro já tive mas vendi e agora arrependo-me porque é o meu livro preferido dela e o segundo é porque saiu agora a continuação.


Ne; 

A minha wishlist é mais pequena. Este ano não vou à feira mas a Mafi vai estar atenta se consegue trazer estes desejos doces para a minha estante. 





Sai dia 8 de Novembro

No tão aguardado desfecho desta série, qual o poder que vencerá depois de a tempestade de guerra passar?
A traição praticamente destruiu Mare Barrow, e a jovem não olha a meios para derrubar o governo de Norta e retirar a Maven o poder que este detém. Avizinha-se uma longa e dura batalha.
Mas nenhuma guerra pode ser vencida sem ajuda, e Mare vê-se obrigada a aliar-se ao jovem que partiu o seu coração para derrotar aquele que quase a destruiu. Os poderosos aliados Prateados de Cal, juntamente com Mare e a Guarda Escarlate, provam ser uma força imbatível. Mas Maven é guiado por uma obsessão profunda e fará qualquer coisa para ter Mare de volta, mesmo que isso signifique destruir todos os que se atravessem no seu caminho.
Na segunda parte da conclusão desta extraordinária série, a guerra aproxima-se e tudo aquilo por que Mare lutou está em suspenso.
Será a vitória suficiente para derrubar os Prateados?


Sai dia 17 de Maio 

A vitória tem um preço.
Mare Barrow aprendeu rapidamente que para vencer é preciso pagar um preço muito alto. Depois da traição de Cal, que praticamente a destruiu, Mare está determinada a proteger o seu coração e a continuar a lutar com os rebeldes para assegurar a liberdade de Vermelhos e sanguenovos. A jovem fará de tudo para derrubar o governo de Norta – começando pela coroa de Maven.
Mas para a guerra que se avizinha é necessário ter aliados poderosos. Conseguirá Mare lutar ao lado dos que a magoaram para assegurar a vitória? Ou será a rapariga-relâmpago silenciada para sempre?
Na primeira parte da conclusão desta extraordinária série, Mare terá de abraçar o seu destino e convocar todo o seu poder. Quem sobreviverá aos testes que se aproximam?
Ir

Quando a faísca da rapariga-relâmpago se apaga, quem ilumina o caminho para a rebelião?
Mare Barrow foi capturada e está impotente sem o seu poder, vivendo atormentada pelos erros do passado. Ela está à mercê do rapaz por quem um dia se apaixonou, um jovem dissimulado que a enganou e traiu. Agora rei, Maven continua com os planos da sua mãe, fazendo de tudo para manter o controlo de Norta — e de sua prisioneira.

Enquanto Mare tenta aguentar o peso sufocante da Pedra Silenciosa, a Guarda Escarlate organiza-se, deixando de agir nas sombras e preparando-se para a guerra. Entre os guerreiros está Cal, o príncipe exilado, que no meio das dúvidas tem apenas uma certeza: ele não vai descansar enquanto não trouxer Mare de volta. Sangue vermelho e prateado correrá pelas ruas. A guerra está a chegar…


Sai dia 4 de Outubro 



O novo e eletrificante capítulo da série Rainha Vermelha intensifica a luta de Mare Barrow contra a escuridão que cresceu na sua alma…
O sangue de Mare Barrow é vermelho mas a sua capacidade Prateada, o poder de controlar os relâmpagos, transformou-a numa arma que a corte real tenta controlar. A coroa acusa-a de ser uma farsa, mas quando ela foge do príncipe Maven – o amigo que a traiu –, Mare faz uma descoberta surpreendente: ela não é a única da sua espécie.
Perseguida por Maven, Mare parte para descobrir e recrutar outros combatentes Vermelhos e Prateados que se juntem à batalha contra os seus opressores. Mas Mare encontra-se num caminho mortífero, em risco de se tornar exatamente no tipo de monstro que está a tentar derrotar.
Será que ela vai ceder sob o peso das vidas exigidas pela rebelião?
Ou a traição e a deslealdade tê-la-ão endurecido para sempre?


Sai em Outubro! 


Foi divulgada a capa do 3º volume da trilogia "A Rainha Vermelha, "King's Cage" com lançamento previsto para Fevereiro de 2017.

Rainha Vermelha foi lançado no ano passado pela Saída de Emergência mas ainda não há previsão para o lançamento do 2º livro em português. Entretanto também saiu uma compilação de 2 contos. A série será de 4 livros estando previsto o último livro para Fevereiro de 2018. 

Continuação de: 
Cruel Crown (Red Queen, #0.1-#0.2)26141249


Em Dezembro não houve menu de Natal mas em Janeiro voltamos com o Agridoce.

Entrada:
- O que comemos em maior quantidade, mas não é o nosso prato preferido - será então o MENOS DOCE.

Queen Song (Red Queen, #0.1)        


Mafi "Queen Song era um conto que até era interessante e acrescentava algo à série da rainha vermelha mas foi tão aborrecido de ler e longooo demais. "
Ne Queimada foi lido até ao fim mas a Ne não deve ler mais nenhum!


 Prato principal:
- O que nos leva àquele restaurante, mas que poderemos gostar muito ou mais ou menos - trata-se do DOCE Q.B.

Diz-me Quem Sou        

Mafi "Diz-me quem sou foi uma releitura mas soube-me tão bem que acho que ainda lia uma terceira vez!"
Ne De repente lembra aqueles livros do Diário da Princesa e foi mais ou menos.

Sobremesa:
- O toque final numa refeição que nos encheu as medidas - equivalente ao MAIS DOCE

Forbidden  

Mafi "Forbidden foi o único livro que levou 5 estrelas em Janeiro mesmo que não tenham sido 5 estrelas completas mas foi o melhor livro que li em Janeiro."
Ne Trono de Vidro foi muito bom para Ne, venha o próximo!




Devido a uma leitura conjunta, a primeira leitura iniciada em Janeiro recaiu sobre "Rainha Vermelha" de Victoria Aveyard.

No ponto de situação que fiz enquanto a leitura ainda prosseguia, confessei aqui que estava a adorar o livro. Pois bem posso dizer, que agora terminada a sua leitura, o resultado final é de apenas 3 estrelas.

"Rainha Vermelha" foi trazido ao mundo literário, tanto internacional como cá em Portugal, com elogios rasgados mas também algumas vozes negativas se levantaram: que não era original, que era uma cópia de meia dúzia de livros muito populares, etc.
Rainha Vermelha (Rainha Vermelha, #1)Estou de acordo com todos aqueles que não viram nada de especial neste livro, porque eu também não vi. É certo que quando findei a leitura, atribui-lhe a cotação de 4 estrelas no Goodreads mas dia após dias as dúvidas e perguntas aumentava: mas eu terei eu gostado muito deste livro?

Eu levo bem à letra a cotação do GR e se 4 estrelas quer dizer "really liked" então só posso atribuir este rating a livros que tenha gostado muito. Assim a minha pontuação desceu, porque eu não gostei muito de "Rainha Vermelha" apenas gostei. Assim-assim.

Começando pelo mundo criado pela autora, tem potencial e a ideia é engraçada se bem que é aqui que o livro mais sofre pois as semelhanças com as outras séries são inúmeras. Eu cá só revi os Jogos da Fome e a Seleção nas páginas do livro de Victoria Aveyard, mas durante a leitura conjunta outras séries foram sendo apontadas, como ainda não as li não sei. Mas é claramente vidente que Aveyard bebe muito do que ultimamente se tornou popular no mundo YA e foi esse o seu maior erro. Parece que o livro foi escrito enquanto ela lia essas tão populares sagas e foi fazendo um copypaste de cada livro para o seu próprio livro. 

Saindo do world-building focamo-nos nas personagens. Se há algum adjectivo com que consiga caracterizar a protagonista é de apática. Senti pouca empatia e não fiz qualquer esforço em querer torcer pela protagonista. Mais depressa gostei da rainha e da Evangeline, as vilãs da trama, mas aí ao menos tinha motivos para odiá-las, coisa que não aconteceu com a Mare. Aliás este é o segundo maior erro da autora, as personagens estão lá porque têm de estar e o livro centra-se em humanos mas há muito pouco esforço em fazer com que as personagens se destaquem e não sejam engolidas pelo espaço e pelo que está a acontecer. O livro tem alguns plot-twists...uns previsíveis, outros que até surpreenderam e há que dar o devido louvor. 

Depois de ter acabado a leitura de "Rainha Vermelha" ainda embarquei na leitura dos seus dois contos que antecedem este primeiro livro e que narram os acontecimentos antes da Mare aparecer. Pensava que iam ser contos ou pequenas novellas de 30 ou no máximo 50 páginas mas não, toma lá 100 páginas! A noveleta é pertinente para quem queira saber mais sobre a mãe do Cal mas para mim foi um pouco tediosa, interessante mas ainda assim bastante aborrecida. Tão aborrecida que nem me dei ao trabalho de ler o 2º conto. Nem sei se o irei ler. Aliás não sei ainda se irei acompanhar a série..talvez dê uma hipótese ao 2º livro que terá de me surpreender bastante para fazer-me mudar de opinião em relação a está série. Quando o ler veremos o que acho. 

O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena?




Cruel Crown (Red Queen, #0.1-#0.2)

Lido o 1º livro, chegou a altura de saber mais sobre a série lendo a sua prequela.

Duas mulheres — uma vermelha e uma prateada — contam sua história e revelam seus segredos. Em Canção da rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal — tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte. Já em Cicatrizes de aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta — e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.

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OMG!!

Eu estou completamente a adorar isto!

Confesso que ao princípio estava com receio de não gostar porque este livro é muito overhyped mas admito, eu admito que sim...estou a gostar, estou a adorar! 

Estou na parte em que a Mare está no palácio e a sua vida começa a complicar-se. Bem em termos de mundo estou a gostar bastante do que até agora li, em termos de personagens, vou esperar por mais desenvolvimento porque até agora não vi ainda muita caracterização das personagens. Só espero... espero mesmo que não haja triângulo amoroso! --'

Bem o segundo livro sai já em Fevereiro e gostava muito que a SDE não demorasse 6 meses a publicar em português porque parece-me que mal acabe este vou logo querer ler o 2º mas pronto vamos lá ler mais um pouco para ver o que vai acontecer mas até agora o saldo é muito positivo!


Próximo livro:

Ano novo, mês novo e portanto fila nova.
Vamos ver que livros queremos ler no inicio do novo ano.

Ne
Mesmo não encontrando muito mais traduções, quero continuar a acompanhar a saga de Abbi Glines.


Mafi
Já começo 2016 com livros pendentes mas mesmo assim também quero ler coisas novas.



1. Já ouvi dizer muito bem deste livro, já ouvi dizer que é uma mistura de vários num só, portanto só espero gostar. 2. Há imenso tempo que não leio um erótico e quero terminar esta série. 3. Dizem que o final é de chorar baba e ranho! 4. Não descansei enquanto não o comprei, chegou a altura de lê-lo. 5. Eu nem sabia que esta série tinha mais 2 livros, portanto chegou a altura de voltar a ler Sophie Kinsella!



A Saída de Emergência comprou os direitos de "Red Queen" (Rainha Vermelha) da autora Victoria Aveyard! O livro está a fazer um grande sucesso lá fora e tem previsão de lançamento para Setembro deste ano! 

A série também já teve os direitos comprados para o cinema. 

O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.

Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate - uma rebelião dos Vermelhos - mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.

A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena?
Vermelho ou prateado....a 25 de Setembro!  





Foi divulgada a capa do 2º volume da trilogia "Glass Sword" com lançamento previsto para Fevereiro de 2016.


"Red Queen" foi lançado este ano e tem sido um sucesso, tendo já os direitos comprados para uma futura adaptação cinematográfica!

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