Gosto muito desta autora. Já li todos os livros dela em Portugal e portanto esta novidade da Presença não me podia escapar!
Com os 20% dos momentos wook aproveitei e trouxe mais este YA cá para casa que vai ser lido brevemente.
Passatempo Só Porque Sim
Resultados Passatempos Aniversários
Primeiras Impressões:"Divergente" e "Insurgente" de Veronica Roth
A Sair do Forno: "P.S. Ainda te amo" de Jenny Han
Opinião Erótica: "A Máscara do Desejo" de Sheri Whitefeather
Passatempo dos 3000
Opinião da Ne: "Rainha Vermelha" de Victoria Aveyard
Opinião Histórica: "O Monte dos Vendavais" de Emily Brontë
Para Aaron Stein, os livros eram milagres - até deixar de acreditar.Apesar de passar os seus dias a trabalhar na livraria alfarrabista dos pais, o único livro que Aaron consegue ler é sobre a extinção dos dinossauros.É um conceito que ele percebe demasiado bem, agora que o irmão e a mãe desapareceram e os seus amigos o deixaram:Aaron está sozinho com o pai, um homem desgovernado, numa livraria que morre aos poucos, numa cidade isolada do mundo, onde parce que já ninguém lê.Não é estranho, por isso, que Aaron decida vender a livraria à primeira oportunidade que surge, pensando que esta é a única saída que lhe resta.Mas Aaron estava longe de imaginar o otimismo do amigo ou o entusiasmo dos madeireiros desempregados, que vêem na livraria falida um belo projeto para se ocuparem. E muito menos esperava conhecer Hannah, uma belíssima e corajosa música que pode bem ser aquele acontecimento inevitável pelo qual Aaron tanto esperou.Todos eles vão ajudar Aaron a compreender e aceitar o que perdeu, o que encontrou quem é e quem quer ser porque a destruição não leva necessariamente à extinção; e às vezes conduz ao nascimento de algo.


Temos 3 protagonistas neste livro: Freya, uma cantora adolescente sensação na internet que perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun, que esconde a sua sexualidade da sua família e tem casamento arranjado pelos pais e Nathaniel que acaba de chegar a Nova Iorque e não quer olhar para trás. Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios.
Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder.
Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Narrado a partir da perspetiva de cada um dos protagonistas, o novo romance de Gayle Forman aborda, numa prosa elegante e absorvente, o poder da amizade e do amor e a coragem de sermos fiéis a nós mesmos.




Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios.
Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder.
Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Narrado a partir da perspetiva de cada um dos protagonistas, o novo romance de Gayle Forman aborda, numa prosa elegante e absorvente, o poder da amizade e do amor e a coragem de sermos fiéis a nós mesmos.
Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.
Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.
Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.
Gosto imenso quando os autores saem da sua zona de conforto e arriscam em novas áreas. Quando a Presença avançou com a novidade do primeiro livro adulto da Gayle Forman, quis de imediato lê-lo porque estava curiosa para ver o que saía daqui.
Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco.
Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.












Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco.
Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.

Cody fica chocada e arrasada com o suicídio de Meg, a sua melhor amiga. A pedido dos pais desta, Cody viaja até Tacoma, onde a amiga estudava, para reunir os seus pertences. Espantada, Cody descobre que Meg nunca lhe falara de inúmeros aspetos da sua vida. Por exemplo, os novos amigos, que são o tipo de pessoas com quem Meg nunca se daria antes de entrar para a faculdade, ou Ben, o vocalista de uma banda por quem a jovem se apaixonara. Porém, a sua maior descoberta ocorre quando acede ao computador de Meg e de repente tudo o que pensava que sabia sobre a morte da amiga se desmorona. Cody decide então levar esta descoberta às últimas consequências.



Ao princípio confesso que não estava a gostar muito do livro e só a partir do encontro da Allyson com o Will e da sua viagem até Paris é que comecei a gostar mais de "Apenas um dia". Começando até pela caracterização da Allyson. Bem sabemos que muitas vezes temos um perfil para cada pessoa e não as vemos a tomar certas atitudes que tomam. Aqui aconteceu-me isto com a Allyson; para uma rapariga tão certinha e responsável, viajar com um estranho para outro país (o livro começa em Londres) é totalmente descabido e pouco credível. Mas pronto isto é ficção, é aceitar e não pensar muito sobre isso.
Se no primeiro livro acompanhamos a Allyson, aqui o destaque é dado ao Will. Como disse acima, estava receosa mas ao mesmo tempo ansiosa em ler a estória do ponto de vista deste. É que eu não tinha gostado nem um pouquinho dele no primeiro livro, mas estava esperançosa de que se lesse a estória pelo seu ponto de vista que conseguiria identificar-me com o actor de teatro.
"Just one night" é um conto que em 35 páginas tenta dar um fim a uma estória onde o leitor já leu cerca de 600 páginas (tanto o Just one day e o Just one year andam à volta das 300 páginas). Ora isto para mim não tem cabimento nenhum.

Hoje fazemos 10 anos deste cantinho mais doce que começou na blogsfera mas passou para o bookstagram, booktok e booktube! Tantos "boo...