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Gosto muito desta autora. Já li todos os livros dela em Portugal e portanto esta novidade da Presença não me podia escapar! 

Com os 20% dos momentos wook aproveitei e trouxe mais este YA cá para casa que vai ser lido brevemente. 

 


Sai dia 6 de Outubro 

UM LIVRO COMOVENTE SOBRE A FORÇA QUE GANHAMOS
QUANDO PERCEBEMOS QUE NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO
MUNDO.
Para Aaron Stein, os livros eram milagres - até deixar de acreditar.
Apesar de passar os seus dias a trabalhar na livraria alfarrabista dos pais, o único livro que Aaron consegue ler é sobre a extinção dos dinossauros.
É um conceito que ele percebe demasiado bem, agora que o irmão e a mãe desapareceram e os seus amigos o deixaram:
Aaron está sozinho com o pai, um homem desgovernado, numa livraria que morre aos poucos, numa cidade isolada do mundo, onde parce que já ninguém lê.
Não é estranho, por isso, que Aaron decida vender a livraria à primeira oportunidade que surge, pensando que esta é a única saída que lhe resta.
Mas Aaron estava longe de imaginar o otimismo do amigo ou o entusiasmo dos madeireiros desempregados, que vêem na livraria falida um belo projeto para se ocuparem. E muito menos esperava conhecer Hannah, uma belíssima e corajosa música que pode bem ser aquele acontecimento inevitável pelo qual Aaron tanto esperou.
Todos eles vão ajudar Aaron a compreender e aceitar o que perdeu, o que encontrou quem é e quem quer ser porque a destruição não leva necessariamente à extinção; e às vezes conduz ao nascimento de algo. 


Se a história só tem 3 personagens, na capa não podem estar 4, portanto toca apagar uma sombra. 




 

E acabou o penúltimo mês do ano. Agora em Dezembro é correr conta o tempo para completar o desafio do Goodreads eheh

Leituras da Mafi


Opiniões e classificações:
Um violino na noite - Jojo Moyes 2/5
Para onde vou... - Gayle Forman 4/5
O presidente desapareceu - James Patterson e Bill Clinton 4/5
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes 2 - 4/5
Flores Cortadas - Karin Slaughter 5/5 (opinião em breve!)

Livros físicos: 3
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Flores Cortadas - Karin Slaughter
Livro Mais Amargo: Um violino na noite - Jojo Moyes
Livro Mais Longo: Flores Cortadas - Karin Slaughter (560 páginas)
Livro Mais Curto: Para onde vou - Gayle Forman (220 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 1
Livros "Na Fila Novembro": 4
Autores novos: 3
Autores já lidos: 3


Leituras da Ne

Salva por um Escocês - Sarah MacLean (3/5)
Amor por Encomenda - Catherine Mackenzie (3/5)

Um Bom Partido - Curtis Sittenfeld (2/5)
Três Coroas Negras - Kendare Blake (3/5)


Livros físicos: 3
Ebooks: 1
Livro Mais Doce: Três Coroas Negras - Kendare Blake
Livro Mais Amargo: Um Bom Partido - Curtis Sittenfeld
Livro Mais Longo: Um Bom Partido (368 páginas)
Livro Mais Curto: Amor por Encomenda (320 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 0
Livros "Na Fila Novembro": 1
Autores novos: 3
Autores já lidos: 1

Gayle Forman é daquelas autoras que não leio há muito tempo (acho que comecei a ler em 2014/2015) mas neste espaço de tempo já li todos os livros publicados em Portugal, que inclui o mais recente lançamento da Presença: Para onde vou. 

Apesar do livro ser curtinho (200 e poucas páginas) a minha falta de tempo e motivação para ler nestes últimos tempos fez com que arrasta-se esta leitura por uns longos 10 dias. Se no passado li livros desta autora em 2 dias, desta vez demorei o quíntuplo e talvez por isso sinta que não tenho grande coisa a dizer sobre este livro mas vou tentar rascunhar aqui alguma coisa.

Temos 3 protagonistas neste livro: Freya, uma cantora adolescente sensação na internet que perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun, que esconde a sua sexualidade da sua família e tem casamento arranjado pelos pais e Nathaniel que acaba de chegar a Nova Iorque e não quer olhar para trás. 

O encontro dos três dá-se com um pequeno acidente no meio do Central Park e a partir daí o trio une-se para passar o resto do dia juntos (o livro passa-se todo num dia). Aos poucos vão entendendo que o destino era juntá-los e juntos acabam por descobrir não só coisas sobre os outros mas também sobre eles mesmos. Juntos encontram um novo rumo e sabem para onde vão. Daí o título do livro. 

Eu gostei bastante do trio de personagens mas acho que a minha preferida foi a Freya. Adorei que a autora caracteriza-se a Freya com descendência Etíope. Acho que nunca tinha lido nenhuma personagem com origens da Etiópia e foi bom ler sobre os costumes e tradições desse país. Gostei também de ler sobre o seu percurso como cantora e da sua rivalidade e amizade com a irmã Sabrina. Harun foi a minha segunda personagem preferida. Nos últimos meses conheci duas pessoas com casamentos arranjados pelos pais (uma indiana e outra paquistanesa) portanto o assunto de casamento arranjado no século XXI já não me choca muito mas achei curioso por ser um rapaz, perspectiva que ainda não conhecia. Nathaniel teve uma vida dura e é talvez a personagem que sofre mais e isso é bem visível ao longo do livro. Mesmo assim a sua relação com a Freya é amorosa. 
O livro tem os 3 pontos de vista, portanto é fácil termos a visão de todas as personagens. Ao longo dos acontecimentos do presente vamos tendo flashbacks sobre a vida anterior das nossas personagens e assim conseguimos conhecê-los melhor. 

É um livro bom, que acredito que se tivesse tido mais tempo, tinha conseguido ler em poucos dias. Não gostei muito do final e foi uma surpresa quando percebi que já tinha acabado o livro. Acho que a autora podia ter dado um final fechado ou pelo menos não tão aberto. Um bom livro para os fãs da autora e não só. Um bom livro que mostra que quando perdemos o rumo basta encontrar a pessoa certa para seguirmos o caminho correcto. 

Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios.
Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder.
Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Narrado a partir da perspetiva de cada um dos protagonistas, o novo romance de Gayle Forman aborda, numa prosa elegante e absorvente, o poder da amizade e do amor e a coragem de sermos fiéis a nós mesmos.

Como assim faltam 2 meses para acabar o ano?

Mafi


Bem faltam 20 livros para chegar aos 100 livros no Goodreads. Vamos lá ver se consigo ler alguma coisa que dê para aproximar-me mais do objectivo final.

Ne



Aqui por estes lados de Coimbra, vou investir em romances históricos e em J. Kenner.
Tenho uma pilha de livros emprestados que tenho que ler e devolver às donas, por isso esses são a minha prioridade este mês.
Estou confiante que este Na Fila vai correr bem, até porque dois já vão a meio. Só espero é não me enjoar destes géneros eheh.




A autora Gayle Forman anunciou um novo livro e como já vem ser hábito de todas as outras obras da autora, o mesmo também terá versão portuguesa cá pela Editorial Presença.

Depois do romance adulto que lançou no ano passado a autora volta ao young adult, género que a popularizou.

Sozinhos, eles estão perdidos. Juntos, descobrem-se a si próprios.
Freya perde a voz enquanto grava o seu álbum de estreia. Harun faz planos para se afastar de todos aqueles que ama. Nathaniel acaba de chegar a Nova Iorque, de mochila às costas, sem planos definidos e sem ter nada a perder.
Quando um acidente fatídico junta os três jovens, que até aí não se conheciam, os seus segredos começam a revelar-se ao mesmo tempo que cada um deles começa a compreender que a maneira de superar as suas próprias perdas será ajudando os outros a superarem as deles.
Narrado a partir da perspetiva de cada um dos protagonistas, o novo romance de Gayle Forman aborda, numa prosa elegante e absorvente, o poder da amizade e do amor e a coragem de sermos fiéis a nós mesmos.

Sai dia 7 de Novembro


Ao contrário da última opinião, este é um livro que me desiludiu a 100%.
Estava há algum tempo para conhecer Gayle Forman e, portanto, quando saiu o filme decidi ir em frente e tratar de arranjar o livre para depois poder ver a adaptação. Ora o livro não me agradou muito por isso lá terei que desistir da ideia original.
O que não gostei: o facto de toda a história ter mais a ver com a família, e é tudo muito feliz pelos vistos, do que propriamente com o acidente. Depois a meio começa a ser apenas sobre o romance, mas este descrito de forma mais para a música e para as diferenças deles do que o romance em si.
O livro é curto e por isso não acho que tenha havido grande desenvolvimento da história (qual história?), apenas saltos na vida da protagonista baseado em memórias. Os poucos momentos do Presente ainda são os que mais gostei, tal como do fim.
Alguém me disse que o segundo é melhor porque é sobre o romance de Mia, mas sinceramente a vontade de continuar é nula. Talvez quando já não tiver tão presente na memória pegue no próximo.
Também gostei do conteúdo hospitalar, onde tive alguma empatia e reconhecimento, mas fora isso nada me entusiasmou grandemente. A temática do rock e da música clássica foi demasiado esmiuçada e como não fazem parte da minha lista de músicas não tive grande ligação.
A parte inicial da tragédia, e até quando nos vão revelando as consequências desta, ainda foi o que puxou um pouco ao coração, tal como o discurso Adam, ou até do avô de Mia.
Mais uma vez a capa com a cara dos actores, ou apenas se tivesse visto o trailer, pode contribuir sempre para a história não ser lida tão bem, já que a nossa imaginação não "voa" tão bem e estamos restringidos à memória visual dos personagens já escolhidos por alguém.

Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.


Mais uma vez o preço ajudou.
Andava à procura deste ebook, mas só encontrava dos seguintes, por isso decidi aproveitar a promoção e logo que terminei o que estava a ler peguei-lhe visto que já percebi que a vontade é muita quando os compro, mas depois são facilmente esquecidos. Assim como este é fininho e tem letras enormes, parece me daqueles livros que se lêem em poucos dias e assim logo logo posso ver o filme.
Até agora posso adiantar que não estou a gostar da escrita da autora, o que me entristece porque estava com grandes expectativas em relação aos livros dela, tanto que já tenho mais três ebooks.
Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.


Começo a ficar preocupada.
Será que sou assim tão exigente? Tenho gostos assim tão estranhos? Ou padrões?
O que eu sei é que dou 4* a livros que outros dão 5* e agora estou na página 63 e não estou a achar piada nenhuma à escrita de Gayle Forman. Começo a achar que é por eu não gostar assim tanto de rock ou música clássica que é o ponto mais batido por estas páginas. Mais até que o acidente, a meu ver.
Está lá a dinâmica familiar, está lá o namoro dela, sem romance nenhum, mas mais nada... O ponto alto, e muito mórbido, foi a descrição dela dos corpos dos pais, para vocês perceberem o quão entusiasmante está a ser esta leitura. 
Ainda falta, mas com letras de tamanho tão grande e folhas tão grossas acho que isto vai acabar rápido, e se continuar assim... ainda bem.

Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.




34617332Gosto imenso quando os autores saem da sua zona de conforto e arriscam em novas áreas. Quando a Presença avançou com a novidade do primeiro livro adulto da Gayle Forman, quis de imediato lê-lo porque estava curiosa para ver o que saía daqui.

"Deixa-me ir" tem uma capa perfeita, que tem tudo a ver com uma certa parte do livro. Mas infelizmente, perfeita só mesmo a capa porque tive alguns problemas com o livro. Começamos com Maribeth, uma mãe muito trabalhadora, sempre preocupada e stressada com tudo, sempre sem tempo para respirar nem para aproveitar os pequenos prazeres da vida...até ao dia em que leva um susto do seu coração, que decide parar de bater por breves momentos. 

É operada de urgência e a sua vida muda drasticamente. Em casa - de repouso absoluto - começa a perceber que a vida fora das quatro paredes não abranda e quem parou foi mesmo ela. É aqui que começa a interrogar-se sobre  vida que teve até agora, sobre s escolhas que fez em relação ao marido e à carreira e é com a vontade de libertar-se das antigas rotinas e de tudo o que a rodeia que Maribeth decide partir sozinha, à procura de um sentido, de uma resposta, de algo.

A protagonista é uma personagem simpática e com certeza que muitas mulheres mães se vão identificar com ela. Mesmo assim acho que a atitude de abandonar tudo, inclusive os filhos não foi a mais correcta. Já ouvi casos de pessoas que chegam a um ponto extremo de cansaço, estoiradas da maternidade e do stress da vida cotidiana e simplesmente fogem, sem nenhuma explicação...mas fugir para mim não é a solução porque não vai resolver nada, aliás ainda vai fazer pior. Foi aqui que comecei a gostar menos do livro. O resto acaba por ser um pouco spoiler e portanto não me vou alongar muito mais.

É um livro que se lê bem, com personagens bem humanas e que aborda temas sérios, como a correria e o stress de hoje em dia que tornam-se prejudiciais à nossa saúde, tanto física quanto psicológica. Não me consegui identificar com a Maribeth e não gostei de algumas atitudes dela. Não é um livro mau mas talvez esteja demasiado habituada às personagens jovens desta autora. Acho que é daqueles livros que a não ser que estejam a passar pelo mesmo ou já tenham estado numa situação semelhante, não vos vai conseguir agarrar de forma compulsiva. Foi o que me aconteceu.


Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco.
Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante. 

 


Quando a imagem é perfeita, não vale a pena mudar nada.

Resultado de imagem


Abril traz 3 feriados e promete muitas leituras deste lado!

Mafi:
Um Caso Perdido (Hopeless, #1)Uma Nova Esperança (Hopeless, #2)Um Conde Apaixonante (The Rules of Scoundrels, #2)A Magia das Pequenas Coisas (Waverley Family, #2)Os Jantares das Terças (Die Dienstagsfrauen #1)Deixei-te IrDeixa-me IrIrmãsSe Eu Fosse TuaEscrito na Água

Eu devo pensar que em Abril vou estar novamente de férias eheh mas a verdade é que sinto que vou conseguir ler estes livros todos em Abril. Não me perguntem porquê são feelings

Ne
 
Um Caso Perdido (Hopeless, #1)Uma Nova Esperança (Hopeless, #2)

Abril vai ser uma continuação de Março e por isso vou investir nesta escritora. Vai ser ler até enjoar.
Eu e a Mafi vamos fazer leitura conjunta do Um Caso Perdido. Se alguém se quiser juntar é só dizer.



Maribeth Klein é mãe de gémeos e editora de uma revista de moda. Conciliar essas duas facetas da vida tem sido um desafio quase impossível e Maribeth sente-se esgotada. A azáfama do dia a dia, cada vez mais intensa, não a deixa parar um segundo, nem para perceber que acaba de ter um ataque cardíaco.
Durante a recuperação, dispondo finalmente de algum tempo para pensar, Maribeth decide fazer as malas e partir. Longe das obrigações familiares e apoiada por novas amizades, pode por fim lidar com os problemas que a atormentam há muito e enveredar por uma jornada de descoberta que lhe permitirá perceber o que é realmente importante.


Sai dia 5 de Abril!  

É regra geral gostar bastante dos livros da Gayle Forman. Já li 4 livros dela (sem contar com este) e gostei de todos. No ano passado quando a autora lançou este livro único, não hesitei na leitura porque para além de ser desta autora, o tema interessava-me muito e gosto sempre de ler livros YA sobre suicídio ou depressão para ver que mensagem é que os livros tentam transmitir a jovens leitores.
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Resumindo rapidamente este livro não me encantou na altura em que o li e não me encantou agora que o reli. Apenas reli-o porque queria ter a certeza que tinha percebido bem a obra na altura em que tinha lido em inglês. As dúvidas estão tiradas e a verdade é que não foi à segunda vez que consegui adorar este livro.

O engraçado é que afinal até me lembrava de bastantes coisas desde  sua primeira leitura mas eu já nem me lembrava que me lembrava percebem? Mas a partir do momento em que comecei a reler, as memórias voltaram e cheguei a perguntar-me porque é que então estava a reler se afinal lembrava-me de grande parte do livro. Enfim, coisas à Mafi.

Reli a obra por alto e realmente não é um livro tão bom como os anteriores. No geral gostei mas acho que o problema foi pensar que o livro iria abordar os temas de uma maneira diferente. Neste caso acaba por focar-se mais em quem perde um ente querido por suicídio e por causa da depressão e de como devemos aceitar que não foi culpa nossa, mesmo que quiséssemos ajudar.

Outro ponto interessante do livro é a abordagem aos grupos de suicídio, ou seja grupos que em vez de ajudarem uma pessoa a melhor, simplesmente têm um papel contrário que é apoiar a vitima a pôr fim à vida. Confesso que nunca na minha vida tinha ouvido falar em tal coisa e mostra como a internet muitas vezes pode ser um perigo para quem está debitado mentalmente.

Apesar de ser um livro com aspectos importantes, não me encantou. Talvez por ser um livro mais pesado emocionalmente, não achei a escrita da Gayle tão envolvente, algo que sem dúvida me fez gostar muito dos ouros livros dela.

Em termos de personagens, no geral gostei de todas mas não houve nenhuma que me marcasse, nem mesmo a Cody. Também não gostei da tentativa de romance.

Sem ser o melhor livro da autora, é um livro que deve ser lido pelo menos uma vez. 
Cody fica chocada e arrasada com o suicídio de Meg, a sua melhor amiga. A pedido dos pais desta, Cody viaja até Tacoma, onde a amiga estudava, para reunir os seus pertences. Espantada, Cody descobre que Meg nunca lhe falara de inúmeros aspetos da sua vida. Por exemplo, os novos amigos, que são o tipo de pessoas com quem Meg nunca se daria antes de entrar para a faculdade, ou Ben, o vocalista de uma banda por quem a jovem se apaixonara. Porém, a sua maior descoberta ocorre quando acede ao computador de Meg e de repente tudo o que pensava que sabia sobre a morte da amiga se desmorona. Cody decide então levar esta descoberta às últimas consequências. 



A Presença continua a apostar na autora Gayle Forman e já a adquiriu os direitos da sua mais recente obra: I was here, que foi lançado em Janeiro do ano passado. 

ody fica chocada e arrasada com o suicídio de Meg, a sua melhor amiga. A pedido dos pais desta, Cody viaja até Tacoma, onde a amiga estudava, para reunir os seus pertences. Espantada, Cody descobre que Meg nunca lhe falara de inúmeros aspetos da sua vida. Por exemplo, os novos amigos, que são o tipo de pessoas com quem Meg nunca se daria antes de entrar para a faculdade, ou Ben, o vocalista de uma banda por quem a jovem se apaixonara. Porém, a sua maior descoberta ocorre quando acede ao computador de Meg e de repente tudo o que pensava que sabia sobre a morte da amiga se desmorona. Cody decide então levar esta descoberta às últimas consequências. Eu Estive Aqui é o novo romance de Gayle Forman, autora do bestseller internacional Se Eu Ficar.

Sai dia 8 de Novembro! 



No ano passado quando li a duologia "Se eu ficar" da autora Gayle Forman, fiquei de tal modo tão impressionada com a escrita e com o quanto eu tinha gostado dos livros que fui a correr comprar os outros livros da autora: O Just one day e o Just one year.

Pois bem, passou-se um ano e eu vergonhosamente nunca mais lhes peguei até Setembro, que entusiasmada com o lançamento do primeiro livro desta nova duologia em português, decidi ir buscar os meus livros à estante pois estava na altura de lê-los. 

Li os dois livros de rajada mais o conto que lhes sucede portanto hoje no compilações o menu do dia é composto por três livrinhos. Cliquem nas capas para conhecerem as sinopses.

Em "Apenas um dia" vamos conhecer Allyson uma rapariga responsável e organizada. Alguém que age de forma racional em tudo, mesmo estando de férias, sem os pais, onde pode dar-se ao luxo de provar um pouco mais da liberdade que lhe é dada e que dificilmente terá novamente quando regressar de férias. 
Não sei se foi esse o pensamento de Allyson quando decide viajar até Paris com um total desconhecido, Willem. Juntos, os dois estranhos passam um dia a conhecer a cidade parisiense até à abrupta separação, dada por um equívoco mas que irá mudar a vida de Allyson (e também a de Willem). 
Ao princípio confesso que não estava a gostar muito do livro e só a partir do encontro da Allyson com o Will e da sua viagem até Paris é que comecei a gostar mais de "Apenas um dia". Começando até pela caracterização da Allyson. Bem sabemos que muitas vezes temos um perfil para cada pessoa e não as vemos a tomar certas atitudes que tomam. Aqui aconteceu-me isto com a Allyson; para uma rapariga tão certinha e responsável, viajar com um estranho para outro país (o livro começa em Londres) é totalmente descabido e  pouco credível. Mas pronto isto é ficção, é aceitar e não pensar muito sobre isso.
Não sei se fui eu que li mal a sinopse mas eu ia jurar que tinha lido em qualquer lado que este livro se passava apenas num dia, tendo então este título. A verdade é que os acontecimentos perpetuam-se por um ano inteiro, sendo aquele dia em Paris o ponto em comum para a duologia e o centro do livro. 
A Allyson é a personagem que mais evolui durante toda a duologia (também notei um crescimento em Will, mas acho ainda assim que o da Allyson é superior) e apesar de não ter gostado muito dela até aos acontecimentos de Paris, adorei-a quando esta volta a América, entra na faculdade e torna-se numa nova pessoa. 
Gostei da presença dos pais da Allyson no livro e da autora ter abordado as expectativas que os pais têm para os filhos e que estes cumpram os seus sonhos, que eles não conseguiram realizar. 
Tendo apenas o ponto de vista da Allyson neste livro foi-me difícil conectar com o Will, o outro protagonista deste romance, mas esperava que no segundo livro a autora se redimisse e explicasse que ele não era tão idiota quanto pareceu neste livro. 

Se no primeiro livro acompanhamos a Allyson, aqui o destaque é dado ao Will. Como disse acima, estava receosa mas ao mesmo tempo ansiosa em ler a estória do ponto de vista deste. É que eu não tinha gostado nem um pouquinho dele no primeiro livro, mas estava esperançosa de que se lesse a estória pelo seu ponto de vista que conseguiria identificar-me com o actor de teatro.
Basicamente "Apenas um ano" é um recontar do primeiro livro desta vez acompanhando o Will na sua jornada, pré-Allyson e pós-Allyson. Admito que continuei a não gostar muito do Will, não sei porquê mas as suas intenções para com a Ally não me pareciam tão genuínas quanto as dela para com ele. Mas sendo o Will retratado como um garanhão, não me admira eu ter essa ideia. Portanto não consegui gostar dele. Ainda assim ponto positivo para o paralelismo que a autora fez com os pais de Willem e deste para com a Allyson. Gostei embora não fosse necessário.
Acontece que o livro anterior acaba com um cliffhanger muito bom que me tinha deixado em pulgas para ler este. 
Claro que tive o livro todo à espera que esse momento acontecesse e a ver as páginas a passar e o que eu queria longe de acontecer. 
"Apenas um ano" peca por isso, por não ser uma continuação mas sim uma diferente visão de uma estória que já conhecemos. Mesmo sendo interessante ter as duas perspectivas, mais valia a autora tê-lo feito logo no primeiro livro, alternando os capítulos entre a Allyson e o Willem. 
O que acontece aqui é que por este livro ser exactamente outra versão da mesma estória, não tem o fim da duologia, pois alguém extremamente inteligente lembou-se se colocar o final de dois livros...num conto. 

22021611"Just one night" é um conto que em 35 páginas tenta dar um fim a uma estória onde o leitor já leu cerca de 600 páginas (tanto o Just one day e o Just one year andam à volta das 300 páginas). Ora isto para mim não tem cabimento nenhum.
Os contos servem como extras, pequenas curiosidades a uma série e não deviam ser usados como final de uma série. Especialmente num conto tão pequeno. Claro que me soube a pouco e não entendi mesmo esta ideia de lançar em papel duas versões de uma estória e o final fica num conto, apenas em formato online. Que lógica tem isto?! Ou faziam uma trilogia, com um final decente, bem explicado ou faziam uma duologia em que não fossem dois livros a mesma estória mas cada um com princípio, meio e fim. 
"Just one night" sabe a pouco e a estória e as personagens mereciam um fim mais digno. Foi tudo muito apressado e sem grandes explicações. Não sei como a Presença vai fazer mas espero que não se esqueçam de lançar este conto, seja juntamente com o segundo livro ou em formato ebook. É que senão teremos apenas dois livros de POVS diferentes e fim, nem vê-lo. 

Concluindo, tendo já lido duas duologias da autora, posso afirmar que "Se eu ficar + Espera por mim" é a minha preferida. Não só pela estória, mas também pelas personagens. Também não desgostei desta última mas esperava muito mais. Entretanto a autora lança em 2016 o seu primeiro livro adulto e estarei cá para ler. 

P.S: O Just one night foi lido em formato digital no Cybook Muse Frontlight da Bookeen.


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