Mais um passatempo, desta vez a dobrar, mas continuando com o patrocínio da Planeta.
O Ninfas não foi requisitado das últimas vezes por isso voltamos a sorteá-lo.
E porque queremos dar-vos sempre o melhor, o exemplar de "Empurrado para o pecado" está autografado pela autora!
Para se habilitarem a ganhar:
- enviar email para algodaodoceparaocerebroblog@gmail.com
- com nome e morada completa
- com o título do passatempo no assunto do email
- só é válida uma participação por pessoa
- e só podem participar até 15/10/2017
Com uma sinopse tão apetitosa, a expectativa era elevada, mas logo no prólogo e no primeiro capítulo todo o entusiasmo se começa a desvanecer rapidamente. Infelizmente, à medida que fui avançando, foi cada vez mais certo que a leitura não iria melhorar.
Desta vez não vou culpar a tradução porque o que não gostei na escrita (e me pareceu bastante errado) foi mesmo a construção dos capítulos.
Nos capítulos demasiado rápidos os autores escolheram começar alguns com o meio em vez do inicio, ou seja, em vez de haver uma continuação da história, há saltos no tempo e introdução de novos personagens tipo para-quedas. Não há descrições completas, apenas alguns apontamentos físicos, e os personagens são introduzidos como se já fossem nossos velhos conhecidos. Fez-me muita confusão, pois há medida que ia lendo parecia que alguém tinha tirado páginas aleatórias do livro.
É um livro muito confuso, com uma história muito mal contada, com frases interrompidas.
A relação de Didi com a mãe foi contada como se houvesse imensa hostilidade, mas rapidamente acaba e o leitor fica sem saber muito bem o que se passou e o porquê de tanta agressividade de Didi para com a progenitora. Didi torna-se, portanto, uma adolescente pressionada pela mãe numa adolescente mimada, que apesar de não usar a sua suposta "beleza perfeita" a favor dela, também não prima pelo intelecto e sim pela futilidade típica/habitual da idade (fora excepções claro).
O que me confunde ainda mais é o facto de na contra capa descreverem a autora, Sari Luhtanen, como uma experiente escritora, mas como leitora o que me parece é que a ideia de Mikko Oikkonen, a ideia base, não foi bem aproveitada e sim muito mal aplicada. Uma escrita típica de jovem de 14 anos, e mesmo assim já li coisas muito melhores de gente muito mais nova.
Um livro que, confesso, não consegui ler até ao fim.

Romance feminino intenso
com uma nova abordagem, onde combina vários elementos; amor e mistério.
Uma nova temática que se destaca.
Uma história de amor emocionante, onde as escolhas determinam a forma de viver a realidade.
Com
uma linguagem envolvente, o livro oferece-nos vários tipos de elementos
- paixão, mistério, luta pela sobrevivência, crise de identidade e
duelos entre os grupos de ninfas e sátiros.
Que melhor dia do que o de hoje para lançar mais um passatempo?
Vocês andam-se a portar mal no nosso passatempo diário e por isso temos lá as prendinhas à espera e de repouso.
Vamos lá então sortear mais uma sobremesa. Desta vez é:
Para se habilitarem a ganhar este livrinho basta fazer o seguinte:
- Sugerir um romance para lermos ainda este ano em comentário.
Simples não é?
Depois só têm que estar atentas(os) para o resultado do sorteio para nos enviarem os vossos dados para o email do costume. Têm uma semana para o fazer, se não fazemos novo sorteio.
Esta leitura não está a correr muito bem. A sinopse prometia imenso, mas o interior, a escrita principalmente já me fez arrepender ter parado o livro de Kate Morton para ler este.
A história não está bem contada apesar da ideia ser mais ou menos original (nunca li nada de ninfas por isso não é difícil). Existem muitos pormenores que depois vou esmiuçar melhor na opinião, mas que há falhas/lacunas enormes no texto e história há.
Vou na página 44.
A pausa continua mas desta vez acho que me vou arrepender. Do pouco que li já tenho muitas linhas de coisas negativas.
Romance feminino intenso
com uma nova abordagem, onde combina vários elementos; amor e mistério.
Uma nova temática que se destaca.
Uma história de amor emocionante, onde as escolhas determinam a forma de viver a realidade.
Com
uma linguagem envolvente, o livro oferece-nos vários tipos de elementos
- paixão, mistério, luta pela sobrevivência, crise de identidade e
duelos entre os grupos de ninfas e sátiros.
Chegou cá a casa e estou ansiosa para o ler.
A capa é linda, mas a sinopse não adianta grande coisa da história em si. De resto, no interior é tudo normalíssimo, dentro do género da Planeta.
Romance feminino
intenso com uma nova abordagem, onde combina vários elementos; amor e
mistério. Uma nova temática que se destaca.
Uma história de amor emocionante, onde as escolhas determinam a forma de viver a realidade.
Com
uma linguagem envolvente, o livro oferece-nos vários tipos de elementos
- paixão, mistério, luta pela sobrevivência, crise de identidade e
duelos entre os grupos de ninfas e sátiros.
A Editorial Planeta comprou o sucesso nórdico "Nymphs" dos autores Sari Luhtanen e Miikko Oikkonen. O livro foi lançado na Finlândia e fez um sucesso tão grande que já foi adaptado a série de tv com grande audiência.
Romance feminino intenso com uma nova abordagem, onde combina vários elementos; amor e mistério. Uma nova temática que se destaca.
Uma história de amor emocionante, onde as escolhas determinam a forma de viver a realidade.
Com uma linguagem envolvente, o livro oferece-nos vários tipos de elementos - paixão, mistério, luta pela sobrevivência, crise de identidade e duelos entre os grupos de ninfas e sátiros.
No dia em que Didi, de 17 anos, perde a sua virgindade, o namorado morre em circunstâncias misteriosas. Poucas horas depois, duas mulheres misteriosas aparecem na vida de Didi para dar a última notícia que ela esperava ouvir: ela não é mortal, mas uma ninfa, e o seu destino é ser jovem e bela para sempre. Mas ser uma ninfa não é tão simples, existem regras. E a mais importante é nunca se apaixonar. Mas Didi não está disposta a desistir do amor e tudo se complica quando vê-se no meio de um triângulo amoroso...
Quem ficou curioso? Sai em Fevereiro!