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Opinião Contemporânea: "Dating You/Hating You" de Christina Lauren


A minha estreia com estas duas escritoras (sim, são duas: Christina Hobbs e Lauren Billings) começou com este livro único, ignorando as séries já escritas.
Apesar das sinopses serem prometedoras, curiosamente nunca senti impulso para pegar nelas e por isso decidi experimentar um livro sozinho e provar a ver se gostava. Posso já dizer que não é mau, mas apesar das coisas positivas que vou enumerar em seguida, o entusiasmo final não foi assim tão grande para classificar com mais de 3 estrelas.
Carter e Evie vivem então este prelúdio na bem conhecida Hollywood, que para mim foi um cenário novo. Penso que nunca tinha lido nada que se passasse lá, o que contribuiu para um ponto positivo e novo, mas que como teve escassas descrições de cenário, acabou por ser um pouco discreto e passar-me ao lado.
Tendo lido o Odeio-te e Amo-te de Sally Thorne e não conseguindo não comparar, penso que foi o que acabou por me fazer gostar menos deste romance. Sim, a história de Carter e Evie começa com eles a terem uma ligação fora do trabalho e depois acontecerem n armadilhas do destino que vão trazer os seus lados humanos mais negativos ao de cima, mas que no final o vilão é outro e é castigado; e na de Lucy e Joshua a construção e evolução do amor é toda da responsabilidade apenas deles os dois. Mas a ideia base é a competitividade vs amor e essa é a mesma.
Em Dating You/Hating You achei que as personagens deixaram-se ser demasiado influenciadas, tanto pelos vários "vilões", como pela ganância. E aqui, ao longo da leitura, achei que se quebrou ali a ligação e por isso também a empatia com os personagens. Além disso, existem demasiadas personagens secundárias, com pequenas histórias que não interessam à história.
O final, obviamente arranjado para uma resolução rápida, não me surpreendeu minimamente.
Mas a maior culpa foi a personalidade submissa de Evie para com o chefe e toda aquela energia negativa do machismo que está constante nestas páginas. Mais uma vez, este tipo de personagens femininas e protagonistas repelem em vez de atrair a minha empatia e interesse, e neste caso, as autoras nem sequer corrigiram a questão, ou seja, a personagem não evoluiu nada! A história no geral resolveu por ela.
Joshua por seu lado também não foi muito melhor e colocou sempre o seu medo pelo futuro e desemprego à frente, mesmo tendo a prova que ele era bastante capaz.
Ao contrário do livro de Sally Thorne, aqui as altercações entre o casal não foram tão animadas nem com "tiradas" inteligentes, contribuindo assim para mais um ponto contra nesta comparação e por isso conclusão final.
De qualquer forma, vou querer ler mais destas autoras, e esperar ler sem qualquer tipo de interferências de "fantasmas" de outros livros semelhantes, para poder fazer uma avaliação mais individual.

Carter e Evie imediatamente se conectam e a tensão sexual é inegável, embora o surgimento de um romance seja pouco provável em razão de um encontro embaraçoso numa festa de Halloween.
Além disso, mesmo o facto de que ambos são agentes de talentos de firmas concorrentes em Hollywood não é suficiente para apagar o fogo. Mas, quando as duas agências se fundem – fazendo com que a dupla concorra ao mesmo cargo –, tudo se torna imprevisível. O que poderia ter sido o desabrochar de um belo romance se transforma em guerra declarada de sabotagem mútua.
Carter e Evie são profissionais de trinta e poucos anos – então por que não podem agir como tal? Será que Carter vai parar de tentar agradar a toda a gente e ver como o chefe de ambos está a fazer jogo? Será que Evie pode deixar de lado a sua natureza competitiva por tempo suficiente a fim de descobrir o que realmente quer na vida? Será que seus clientes, os actores, podem ser mais humanos?

Opinião New Adult: "A Tentação na Porta ao Lado" de Alice Clayton



Oh por amor à santa...
Este romance com uma primeira metade tão boa, como conseguiu descarrilar completamente na segunda metade? Só a mim é que me irritou aquelas referências todas ao "Cérebro", à dita, ao "O", à "Espinha dorsal" e etc? E porquê prolongar assim tanto o coito (ou promessa dele)? Se desde a primeira página o homem andava naquilo?
Uma primeira metade tão engraçada, recheada de personagens, com protagonistas cheios de tensão sexual e clima, piadas excelentes, amizades verdadeiras, sentido de humor, sentido de oportunidade. E depois, segunda metade com ... nada. Só com os protagonistas, com monólogos repetidos e entediantes.
Até o gato deixou de ter piada quando serviu de desculpa para interromper mais uma tentativa frustrada...
Bem sei que estou ao contrário da maior parte das pessoas que adoraram Wallbanger (título original) e talvez me tenham colocado as expectativas nos píncaros, mas não posso deixar de sentir que fui enganada. A premissa era óptima, li a sinopse e achei logo que ia prometer. Comecei a ler e adorei os personagens, o ambiente quotidiano, tudo muito bem escrito, de forma bastante fluída e actual, pela escritora. Mas depois com o passar do tempo, percebendo que o assunto principal do livro era se Simon e Caroline se entendiam ou não, e chegando à conclusão que a autora estava a fazer dourar demasiado esta promessa. Senti mesmo que já me estavam a fazer de parva com tanto enrolar.
Até as amigas de Caroline se resolveram até meio destas 352 páginas.
As cenas são muito óbvias e claro que não prima pela originalidade, mas acaba por ser um livro de entretenimento, principalmente pelas personagens e ambiente new adult serem tão atuais.
Gostei da relação de Caroline com a sua chefe, tal como do ambiente de trabalho e desta ser tão competente na sua profissão. Também gostei de ver a sua atitude para com o ex, mais a sua evolução, mas principalmente quando a falta de respeito por ela e pela sua categoria profissional é constantemente desvalorizada. Ponto em que tive grande empatia com a personagem, não em relação ao ex, mas sim na luta em termos que corrigir constantemente e defender a nossa profissão, que não calhou numa caixa de cereais e foi conseguida sim com muitos sacrifícios tanto nossos como, principalmente, dos nossos pais. Mas aqui já seria outra conversa...
Também gostei do papel do gato e como Simon, mesmo com todas as peripécias que sofreu nas garras destes, aceitou e fez grande amizade. Simon é, sem dúvida, uma personagem masculina muito atractiva por fora e por dentro e ainda bem que Alice Clayton não poupou nas descrições e suas referências.
De qualquer forma, gostei da escritora e vou dar uma segunda oportunidade ao livro seguinte.

Ele só quer diversão
Ela só quer uma noite de sono em paz.
E assim começa a guerra!
Com um apartamento novo em São Francisco e uma batedeira de bolos topo de gama, Caroline Reynolds podia ser feliz, não fosse a falta que sente do seu «O» (sim, aquele com direito a bolinha vermelha…). É dona do gato mais esperto do planeta, mas isso não compensa o facto de há muito não ter contacto com um «O». E por muito bem que a sua carreira como designer de interiores esteja a correr, se há coisa que na sua vida não tem sucesso é o seu triste e há muito perdido «O».
Para piorar esta falta de prazer, não consegue dormir desde que mudou de casa. Tudo por causa do barulhento e engatatão vizinho do lado e das suas ruidosas actividades nocturnas!
O culpado pela trepidação das paredes de Caroline é Simon Parker, que todas as noites faz questão de mostrar que está em grande forma no que toca ao amor. Por isso, quando o barulho ameaça atirá-la literalmente para fora da cama, envolta pela frustração sexual e por um sensual baby-doll cor-de-rosa, ela decide confrontar o vizinho que passa a vida a ouvir mas nunca viu. Só que a tensão entre eles é tão forte como as paredes são fracas…
Com umas paredes tão finas, é impossível não sentir a tentação na porta ao lado…
 

Doce do Momento: "Amor & Ódio Irresístiveis" de Christina Lauren


1ª leitura de Abril, 1ª leitura d'A Fila, 1ª leitura no novo Kindle 😋
Carter e Evie imediatamente se conectam e a tensão sexual é inegável, embora o surgimento de um romance seja pouco provável em razão de um encontro embaraçoso em uma festa de Halloween. Além disso, mesmo o fato de que ambos são agentes de talentos de firmas concorrentes em Hollywood não é suficiente para apagar o fogo. Mas, quando as duas agências se fundem – fazendo com que a dupla concorra ao mesmo cargo –, tudo se torna imprevisível. O que poderia ter sido o desabrochar de um belo romance se transforma em guerra declarada de sabotagem mútua. Carter e Evie são profissionais de trinta e poucos anos – então por que não podem agir como tal? Será que Carter vai parar de tentar agradar a todo mundo e ver como o chefe de ambos está fazendo o jogo? Será que Evie pode deixar de lado sua natureza competitiva por tempo suficiente a fim de descobrir o que realmente quer na vida? Será que seus clientes, os atores, podem ser mais humanos?