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Continuação da última cena - check.

POV do Tobias logo no segundo capítulo - check check

No capítulo de Tobias (no quatro eheh), quando ele faz uma descrição da postura da mãe notei no pormenor com que a autora o faz. Foi uma descrição tão boa que nos sentimos mesmo lá, ao lado de Tobias, a olhar para ela, da cabeça aos pés.

A contrabalançar com este ultimo ponto, temos um negativo. Os capítulos pareceram demasiado pequenos, muito resumidos, com capítulos de três a quatro páginas. Além disso, a transição entre eles muitas vezes não tem qualquer continuação, enquanto que nos volumes anteriores não notei quebras tão abruptas. Talvez a culpa aqui seja do facto da autora intercalar os POVs de Tris e Tobias. Ao inicio adorei a surpresa, mas agora começo a pensar que talvez não esteja a resultar assim tão bem, visto que aquela aura de misterioso e de seriedade se perde aqui com os pensamentos de Tobias, principalmente os mais frágeis em relação a Evelyn. Ele acaba por não parecer tão forte e tão sexy, mas sim querido e meio medroso, talvez.

Quanto a Tris, perde-se aqui um pouco aquela interacção com Christina ou outros personagens, sendo quase um trio: Tris, Tobias e a guerra que decorre, ou até a mãe deste.

O facto deles não se envolverem mais do que beijos e toques inocentes também me fez alguma impressão. Que raio! Não é nada natural! Onde andam as feromonas e hormonas?

Muitos pontos negativos e uma mudança muito grande pela parte dos personagens principais para uma série tão boa.

PS-  Desculpem a opinião tão curta, mas não a terminei na altura e agora não sei que mais acrescentar.
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama. Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.


Com Winter, voltei aos meus tempos de ler livros digitais. Não sei se foi isso ou a história de Meyer que me fez ler 800 páginas em pouco tempo, quando nos meses anteriores li um número próximo de zero! Acho que foram os dois ou uma maior percentagem mais para o lado de Winter.
Infelizmente Winter demorou imenso tempo a sair, e continua a demorar na nossa língua, por isso decidi ler em brasileiro. Penso que não perdi tanto como se tivesse lido em inglês.
À semelhança dos anteriores, este livro, apesar de gordinho, leu-se tão fácil que foi como ver um filme, o que chega para explicar o quanto eu gostei de o ler. Os outros, já lidos há algum tempo, foram sendo relembrados aos poucos, porque a minha memória já me falha. Mas há medida que as personagens foram aparecendo também os seus volumes correspondentes o fizeram.
Como sabem, este volume foi o término de tudo, mas é também a introdução da história de Winter. Esta personagem é uma personagem bastante complexa, a meu ver, pelo que me foi difícil compreendê-la e perceber se gostava dela ou não. O que já não aconteceu com o seu segurança preferido.
Marissa Meyer não poupa as suas criações e fá-las sofrer imenso, isso posso adiantar, e assim acaba por nos fazer sofrer a nós, leitores, que nos acabámos por apaixonar por todos eles. O que vale é que todas as páginas são lidas tão rápido e sofregamente que essas dores e provações passam também rápido e quando vamos a ver já estamos na última página, no nosso final.
Um ponto que notei foi que lendo os livros tão separadamente, o romance entre Cinder e o seu príncipe acabou por perder alguma daquela luz que nos faz segui-la como as moscas e por isso quando o fim chegou acho que não fiquei tão satisfeita como queria ter ficado. Mas acho que isso acontece quando um livro é bom, nunca estamos saciadas.
Os cenários continuam fantásticos, quase reais, e a autora consegue-nos de facto transportar para este mundo que criou.
A má da fita continua má, apesar de podermos conhecer uma ponta de coração gelado que afinal está mais descongelado, mas que mesmo assim não nos convence ou conquista.
As madrastas e meio-irmã de Cinder também reaparecem e têm o seu papel, algo significativo, na história, o que foi uma boa surpresa.
Em relação à outra ciborgue, a minha mente romântica ficou com a ideia que ela também iria ter direito ao seu par, mas fiquei sem perceber se de facto aquele segurança sentia alguma coisa por ela ou não. Temos que ter noção que ela não é meio humana como Cinder, mas de qualquer maneira ela foi uma presença tão forte e real como todos os outros.
Espero sinceramente que a autora nos presenteie pequenos contos do que aconteceu posteriormente, nem que seja para matar algumas saudades destes personagens tão cativantes.
Resumindo, a espera foi grande mas a recompensa também. Recomendo mil vezes.

Bestseller do The New York Times, a série Crônicas Lunares conquistou os leitores com sua releitura high-tech de contos de fadas tradicionais. Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas. Na trama, a princesa “Winter” vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin. Mas “Winter” não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini¬ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo. Será que Cinder, Scarlet, Cress e “Winter” podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?





Esta rubrica foi de férias uns tempos, mas está de volta! 

A Livraria dos Finais Felizes by Katarina Bivald

Mafi: Este livro foi o livro que mais me desiludiu em Janeiro, esperava uma coisa diferente! Podem ler a minha opinião aqui.
Ne: Não há entradas para mim eheheh

Cinderela Pop by Paula Pimenta

Mafi:  Este conto em formato livro foi bom mas se tivesse mais páginas teria passado à categoria de sobremesa! Podem ler a minha opinião aqui.
Ne: Não tenho nenhum.

A Viúva by Fiona Barton

Mafi: Tive dificuldades em escolher qual o melhor do mês passado mas como não leio muitos policiais, aqui fica o destaque para este livro.  Podem ler a minha opinião aqui 
Ne: Sem dificuldade. Foi o único que li e mesmo que tivesse lido outros tenho a certeza que não iria ultrapassar este. Opinião em breve.


Está a ser tudo que eu esperava - viciante, empolgante, com as minhas personagens preferidas, etc.
Apesar de ainda não ter chegado à pagina 200 a história já está num impasse que normalmente seria nos últimos capítulo, e por isso estou numa fase em que até estou com medo que o que falta ler das 700 páginas me desiluda. Mas PENSAMENTO POSITIVO!

Até já.
Bestseller do The New York Times, a série Crônicas Lunares conquistou os leitores com sua releitura high-tech de contos de fadas tradicionais. Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas. Na trama, a princesa Winter vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin. Mas Winter não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini¬ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo. Será que Cinder, Scarlet, Cress e Winter podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?


Finalmenteeeeeeee.
Bestseller do The New York Times, a série Crônicas Lunares conquistou os leitores com sua releitura high-tech de contos de fadas tradicionais. Depois de Cinder, Scarlet e Cress, inspirados, respectivamente, nas histórias de Cinderela, Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, Marissa Meyer entrega a eles o último capítulo da série, em que reconta a história de Branca de Neve com tintas distópicas. Na trama, a princesa Winter vive subjugada por sua madrasta, Levana, que inveja sua beleza e não aprova os sentimentos da jovem pelo amigo de infância e belo guarda real Jacin. Mas Winter não é tão frágil quanto parece, e, junto com a ciborgue Cinder e seus aliados, a jovem princesa é capaz de ini¬ciar uma revolução e vencer uma guerra que já está em andamento há muito tempo. Será que Cinder, Scarlet, Cress e Winter podem derrotar Levana e encontrar seus finais felizes?


*edição brasuca*
Uma escolha definirá você.

E se todo o seu mundo fosse uma mentira?
E se uma única revelação, com uma única escolha, mudasse tudo?
E se o amor e a lealdade induzirem você fazer coisas que você nunca esperou?

A conclusão explosiva para o best-seller #1 do New York, Convergente revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente.
  
Outro livrinho que chegou cá a casa pela Andreia Santos. Como tenho andado a investir noutras línguas, este veio contribuir para a minha biblioteca brasileira. Veremos se foi uma boa ou menos boa aquisição.

O Título:

Igualmente simples, mas sem grande informação.

A Sinopse:

Parece-me um YA típico e fiquei bastante satisfeita ao perceber que esta tradução brasileira é muito parecida ao nosso português.

A Capa:

Muito gráfica e artificial. De qualquer forma gostei das cores principais.

A Paginação:

É um livro de tamanho médio (mais ou menos do tamanho do Sou o Número Quatro). As margens são gordinhas, mas o tipo de letra e o espaçamento são normais. Promete uma leitura fácil e rápida.

Dúvidas/Expectativas:

Mais uma vez o que me faz estar com um pé atrás é a tradução e até a história. Comprei-o por isso mesmo, por ser um YA e por isso (em principio) rápido de ler.
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