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A minha biblioteca digital também tem aumentado. Aqui ficam três ebooks que adquiri, os dois últimos porque este ano quero ler e ver livros que viraram filmes.






99 Dias foi um empréstimo que se encontrava meio colocado de lado, confesso. Mas graças a um post meu no Facebook sobre o pessoal pedir emprestado e depois demorar imenso tempo a devolvê-lo, a Mafi (a dona) relembrou-me que eu própria tinha vários dela e lê-los nada! Ahahah. Mea culpa. Portanto há males que vêm por bem e lá fui eu pegar neste livro e tratar do assunto... num dia. Dia 30 de Janeiro foi um dia em termos de leitura especial, que já não me acontecei há muito tempo.

O livro em assunto não é um livro profundo do género do anterior (O Poder das Pequenas Coisas de Jodi Picoult), mas é daqueles romances típicos YA que nos fazem o gosto aos olhos e nos fazem relaxar durante o tempo em que os lemos. Porque aqui há problemas, mas os problemas são dos outros, ainda por cima questões muito juvenis. Sinceramente, e até me sinto velha a dizer isto, mas eu já estou numa idade em que não me revejo nestes personagens mas sim nos pais deles. E estou constantemente a pensar que se os meus filhos forem assim o que poderei eu fazer para o evitar ou ajudar? Muito complicado.


Aqui calma foi o que não houve.

Katie Cotugno dividiu esta história em pequenos (a maior parte minúsculos) capítulos que perfazem os tais 99 dias. Aliás, aqui tudo é pequeno! Desde a sinopse, à espessura do livro (ok, esta é média, mas graças aos espaços em branco), ao espaço temporal, ao carácter das personagens. Todo este romance se assemelha às Mean Girls, em que a personagem principal acaba por merecer tudo o que lhe fazem. Desculpem, mas desta vez estou do lado negro. A única coisa que Molly tem razão é que não devia ser só ela a levar com as culpas, mas mesmo assim, depois de tanto sofrer ela não aprende!!!

Portanto, e resumindo bem resumido, este livro é sobre o que não se deve fazer numa relação! E 99 dias não vão ser suficientes, nem outros 99. Promiscuidade é errado! Tanto a feminina como a masculina.

Nem Gabe se escapa e ele é tão giro e fofo. O irmão por seu lado não me cativou minimamente, e cada vez menos à medida que a história avançava. Mas as hormonas adolescentes são o ingrediente em excesso neste cupcake que se consegue comer numa só dentada.

Adorei Julie! Foi uma irmã exemplar que nos trouxe outras surpresas, para além de nos presentar constantemente com a sua personalidade forte e decidida. Não gostei da mãe de Molly. Que raio de personagem? Não percebi bem o papel desta porque nem de mãe soube fazer, muito menos adoptiva.

Apesar da história sobre uma adolescência em que não me revejo e portanto com ligação nula aos personagens e acontecimentos, acabei por ler bem depressa já que a escrita desta autora é bastante fluída, talvez aos seus curtos capítulos que já falei anteriormente. Aqui tudo é drama, mas é um drama que nos agarra porque queremos sempre saber como tudo vai acabar e foi por esse entusiasmo é que acabei o livro de forma satisfeita, o suficiente para dar 4* (são mais uns 3,5*).


Molly Barlow cometeu um terrível erro, e o nome desse erro é Gabe.
Conseguirá Molly ser perdoada e recuperar tudo o que perdeu?
Serão 99 dias suficientes para corrigir todos os erros e recuperar a sua vida?


A começar um dos emprestados.
No ano passado, Molly Barlow fez algo terrível. E aí a mãe dela escreveu um livro best-seller sobre isso. Então toda a agente na cidade ficou a saber que Molly traiu o seu namorado, o amor de sua vida, seu melhor amigo, com o IRMÃO DELE. Agora ela tem que enfrentar noventa e nove dias terríveis antes de poder escapar para a faculdade. 99 dias sendo a pessoa mais odiada na cidade. 99 dias para consertar o estrago que fez. 99 dias para descobrir quem realmente ama.


Chegou!!! Mais um empréstimo mas este muito esperado. Espero lê lo muito brevemente.
Adoro triângulos amorosos!




Agora que a rentrée literária já passou, vamos ver se adicionámos muitos livros ou não.

Mafi:
Foto de Lucinda Riley.

Vá nem quero muitos...!

Ne:


Acho que me vou ficar por este. Tenho conseguido arranjar emprestados. Já alguém leu? Recomenda?


Estes dois livrinhos que compõem uma duologia foram total influência da minha sócia Mafi. Graças a tanta referência ao primeiro volume, e graças também ao seu número reduzido de páginas, lá me decidi a começá-lo. Foi a nossa primeira vez (eu e a autora) e apesar da classificação não ser muito boa (ao primeiro dei 3 estrelas, ao segundo dei 4), fiquei com um grande carinho pela escritora. Acho que é principalmente por ela ser asiática e, tal como Dorothy Koomson, não foge às suas origens. A personagem principal e as suas irmãs são coreanas e há imensas referências à sua cultura, tanto a nível de culinária como a nível de vestuário.
O principal ponto negativo é o facto da protagonista principal se perder um pouco na narrativa. Estamos a seguir um raciocínio e ela, de repente, faz um desvio e depois ainda um desvio do desvio, o que faz com que o monólogo seja sempre muito longo e algo confuso. Dá vontade de ler na diagonal.
Existem demasiados pormenores que não interessam para nada, como as sessões de culinária, ou pequenas histórias que Lara Jean vai contando. Entendo como sendo palha para encher, quando ela em vez de tanta sessão familiar tão parecida podia ter investido em mais cenas na escola, mais festas, etc. No segundo livro a autora varia um pouco para festas no lar de idosos o que acaba por corrigir um pouco a situação.
A personagem principal também não foi das minhas preferidas. A que gostei mesmo foi a irmã mais nova, que sempre me pareceu, das irmãs, a menos intelectual (para não dizer tótó) e certinha, pelo contrário, apesar de não ser culta (coitada também ainda é tão nova), pareceu-me a mais esperta e perspicaz das três. Ainda por cima se não fosse ela... não me vou alongas mais.
Mas a culpa é de Jenny Han, que descreveu Lara Jean de forma tão covarde e menos bonita que acabou por parecer aos meus olhos alguém menos brilhante comparada a outras personagens. E este facto não se altera ao longo dos livros, no segundo livro até se torna demasiado permissiva e faz péssimas escolhas!!!!!! Ponto negativo!
Ao contrário da minha sócia eu não amei as histórias, mas a escritora foi esperta o suficiente para fazer um final no primeiro livro a que ninguém iria conseguir fugir. Foi perfeito porque eu mal percebi que a página seguinte eram os agradecimentos eu fui logo tentar adquirir o segundo volume e... nada. A Mafi lá me salvou (acho que já disse isto umas 500 vezes) e consegui começar a ler. Foi um alívio, mas um que durou muito pouco. O inicio começou bem com muita emoção com o que aconteceu ao parzinho, mas depois tudo isso foi por água abaixo quando Genevieve continuou como personagem secundária, vilã mas muito suave, e quando o grande amor se pareceu extinguir ainda agora tinha começado, estragou ainda mais. Pior que isso foi quando Jenny Han, não contente por ter resolvido um triângulo amoroso, foi buscar outro, um pouco óbvio, porque no primeiro livro além de pistas deixou sempre em aberto aquele "pretendente".
Do primeiro trio torci sempre pelo Josh, porque a desconfiança em relação a Peter tanto a nível de amigos e escolha como da ex-namorada nunca me largou. Josh sempre me pareceu ser o mais sincero e cuidadoso, o verdadeiro "vizinho da porta ao lado" que vira amor da vida de alguém. O único senão deste personagem foi o facto do amor dele por Lara Jean ter surgido apenas quando recebeu a carta e não antes, o que acaba por tornar este amor algo influenciável e não muito seguro.
Em relação a Peter, como já disse, nunca me inspirou muita confiança, mas no segundo livro lá me conquistou um pouco com as atitudes em relação a Kitty e a Lara Jean. Em relação a continuar a sua relação com a ex não me agradou em nada e ainda mais me irritou quando Lara Jean não fez nada!
Em relação a outra personagem que é bem constante mas mais uma vez... que raio é que ela faz ali sem ser mandar bocas e fazer de diabinho no ombro de Lara Jean, é Chris. Esta, tal como todos os personagens destas histórias, tem problemas familiares, portanto a sua utilidade passou-me um pouco ao lado. É para mostrar que a nossa coreana tem uma amiga para além das irmãs? É para ter alguém de más influências para contrabalançar com os conselhos santos de Margot? - isto era o que eu pensava no primeiro livro, no segundo então tudo se esclareceu. Chris serve para nos fazer rir às gargalhadas. A cena da bicicleta fez-me passar vergonha no trabalho de tanto rir. Parecia uma doidinha!
Felizmente para mim, que já começava a pensar porque raio é que adoravam tanto estes livros, lá aparece o Jonh-com-o-nome-comprido que salva tudo, ou quase tudo, apesar de ele ter tentado. Ele é uma espécie de bolo cheiroso e com bom aspecto feito da mistura dos melhores ingredientes de Josh e Peter. Definitivamente fiquei fã, então quando foi a festa dos anos 40, ui! E quando Lara Jean vê o que vê e ele está lá. Ai que cena mais amorosa!
Mas o melhor do segundo foi... esperem... a referência ao Frozen! Durante as duas histórias os personagens fazem comparações e referências a livros, musicais e outros. Mas este foi especial para mim por que Lara Jean e John cantaram o início desta música (não resisti):
Pronto, gostaram! Esta também deve ter sido a melhor parte desta opinião.
E no fim, Jenny Han volta a estragar tudo! Ainda estou traumatizada, mas quem for do meu team vai perceber. Há aí alguém que já leu e me compreenda? Snif.
Portanto, e terminando, aqui podemos contar com um young-adult puro, com mais acontecimentos familiares e menos sociais, o que por si já o torna diferente mas que pode não ser algo positivo para quem espera mais do segundo. É um romance muito óbvio, com poucas surpresas, mas com muitos rapazes giros, momentos amorosos e muitos ingredientes adolescentes típicos.

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.
Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.
Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.


Foi um sufoco, mas a Mafi salvou-me. Devia ser crime terminar um livro assim e deixar-nos em suspense.
Ele é o único homem que a fez sentir-se viva. Mas também é aquele que a poderá destruir.
Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito atribulada, pelo menos na sua imaginação. Ela jamais imaginou que as cartas que escreveu a despedir-se dos rapazes por quem se apaixonou, mas a quem nunca teve coragem de confessar o seu amor, chegassem às mãos dos seus destinatários. E por causa disso meteu-se numa grande confusão. Para escapar à vergonha, começou um namoro a fingir com o Peter Kavinsky.
Lara nunca esperou apaixonar-se a sério pelo Peter. E por isso está mais confusa do que nunca. Agora, ela terá de aprender a estar num relacionamento que, pela primeira vez, não é a fingir. Porém, quando um outro rapaz do seu passado reaparece na sua vida, Lara percebe que também nutre por ele sentimentos mais profundos.
Será possível uma rapariga estar apaixonada por dois rapazes ao mesmo tempo? Uma história dedicada e encantadora, que nos mostra que o amor não é fácil, mas que é por isso mesmo que é tão fascinante apaixonarmo-nos.


Finalmente vou pegar neste menino e ainda por cima tem tão poucas páginas em relação aos últimos que li. O que vale é que no Kobo Aura H2O tudo pesa o mesmo, tenha 190 ou 590 páginas.
Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos.Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.
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