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Sai dia 30 de Outubro! 


SALVAR O MUNDO UMA VEZ TORNOU-OS HERÓIS. SALVÁ-LO DE NOVO PODE DESTRUÍ-LOS.

Há mais de uma década, cinco adolescentes – Sloane, Matt, Ines, Albie e Esther – foram reunidos por uma agência governamental com base numa profecia que dizia serem eles os Escolhidos que destruiriam O Tenebroso, uma entidade maligna que espalhou o caos e ceifou milhares de vidas. Com o objetivo alcançado, a Humanidade celebrou a vitória.
 
Mas o conflito deixou marcas profundas. Se o mundo seguiu em frente e há uma nova geração que não tem memória da guerra, tal não acontece a Sloane. É impossível para ela esquecer os segredos que a perseguem e O Tenebroso ainda assombra os seus sonhos. Ao contrário dos restantes, Sloane não conseguiu seguir em frente; sente-se à deriva – sem direção, objetivos ou propósito.
 
Na véspera das celebrações dos Dez Anos de Paz, um novo trauma atinge os Escolhidos: a morte de um deles. E quando se reúnem para o funeral descobrem, para terror de todos, que o reinado d'O Tenebroso nunca terminou verdadeiramente.




Na sequela de Gravar as marcas, Roth introduz duas poderosas novas vozes, numa narrativa de esperança, humor, fé e resiliência. Um mundo pejado de uma intricada teia de personagens, apanágio de Divergente, com cenários ricos em cor, ideais para um cineasta.
Veronica Roth nº 1 do New York Times, é a autora de Divergente, Insurgente, Convergente, Quatro–Histórias da célebre Série Divergente.

Sai em Maio! 
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2017 foi o pior ano de sempre em termos de leituras desde que me iniciei nestas vidas. Além de ter ficada à quem das expectativas, foi o ano que li menos nos últimos 10. Predispus-me a ler 75 livros, já muito abaixo dos 100 normais, e nem 50 li. Só se neste natal ler livros mesmo muito viciantes.
Mas vou me deixar de falar do pior de 2017 (45 que número mais vergonhoso! ainda por cima nem foram 45 livros de 5*, nem de longe) e vou então falar nos 10 livros que gostei mais de ler. Não vou dizer melhores, apesar do título, porque isso é demasiado subjectivo.

O ano começou com o melhor. Winter de Marissa Meyer foi o único que teve direito à pontuação máxima. Logo aí já devia saber que era um mau presságio.
Só voltou a melhorar já nos finais de fevereiro com os primeiros volumes de Emma Chase, que apesar das suas 4* não conseguiram ser melhores do que os de Colleen Hoover, que foi sem dúvida a autora do meu ano! Como podem ver em baixo as suas obras conquistaram o meu ano e o meu top 10 e ainda continuo à espera do seu livro que sei que irá ficar no topo dos topos do ano em que o ler.
Abbi Glines teve presente e terá sempre um lugar especial na minha colecção, mas decidi não lhe dar protagonismo desta vez.
Veronica Roth com o seu Cravar a Marca também conseguiu provar que as suas histórias continuam a ser de alta qualidade. Estou ansiosa para a continuação.
Apesar de ter dado 5* ao último livro que li, O Homem de Giz, decidi não o incluir aqui. Ainda estou muito "verde" nestas andanças e se calhar gostei dele por ter sido um dos primeiros livros do género que li. Para o ano estou a contar ler mais e aí já estarei mais apta para avaliar e julgar. De qualquer forma não queria deixar de o referir por a segunda parte do livro é de facto muito boa.

Para 2018 as expectativas tão altas e estou com um feeling que vai superar e compensar este ano. Também espero melhorar a questão das opiniões, já que nessas é que estou mesmo em falta

Top 10:

1 - Winter - Marissa Meyer lido a 21.01.2017
2 - Talvez um Dia - Colleen Hoover lido a 26.03.2017
3 - 9 de Novembro - Colleen Hoover lido a 29.03.2017
4 - Amor Cruel - Colleen Hoover lido a 31.03.2017
5 - Confesso - Colleen Hoover lido a 02.04.2017
6 - Um Caso Perdido - Colleen Hoover lido a 04.04.2017
7 - Isto Acaba Aqui - Colleen Hoover lido a 23.06.2017
8 - Cravar a Marca - Veronica Roth lido a 09.08.2017
9 - Talvez Não - Colleen Hoover lido a 27.03.2017
10 - Métrica - Colleen Hoover lido a 07.04.2017

Estou curiosa por ver as vossas. Alguém quer partilhar?



Continuação da última cena - check.

POV do Tobias logo no segundo capítulo - check check

No capítulo de Tobias (no quatro eheh), quando ele faz uma descrição da postura da mãe notei no pormenor com que a autora o faz. Foi uma descrição tão boa que nos sentimos mesmo lá, ao lado de Tobias, a olhar para ela, da cabeça aos pés.

A contrabalançar com este ultimo ponto, temos um negativo. Os capítulos pareceram demasiado pequenos, muito resumidos, com capítulos de três a quatro páginas. Além disso, a transição entre eles muitas vezes não tem qualquer continuação, enquanto que nos volumes anteriores não notei quebras tão abruptas. Talvez a culpa aqui seja do facto da autora intercalar os POVs de Tris e Tobias. Ao inicio adorei a surpresa, mas agora começo a pensar que talvez não esteja a resultar assim tão bem, visto que aquela aura de misterioso e de seriedade se perde aqui com os pensamentos de Tobias, principalmente os mais frágeis em relação a Evelyn. Ele acaba por não parecer tão forte e tão sexy, mas sim querido e meio medroso, talvez.

Quanto a Tris, perde-se aqui um pouco aquela interacção com Christina ou outros personagens, sendo quase um trio: Tris, Tobias e a guerra que decorre, ou até a mãe deste.

O facto deles não se envolverem mais do que beijos e toques inocentes também me fez alguma impressão. Que raio! Não é nada natural! Onde andam as feromonas e hormonas?

Muitos pontos negativos e uma mudança muito grande pela parte dos personagens principais para uma série tão boa.

PS-  Desculpem a opinião tão curta, mas não a terminei na altura e agora não sei que mais acrescentar.
A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama. Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.



Com saudades desta autora? Temos mais um livro para vocês:


Para se habilitarem a ganharem um exemplar deste livro é só seguir as seguintes regras:

- enviar email para algodaodoceparaocerebroblog@gmail.com com:
-- NOME COMPLETO
-- MORADA COMPLETA
-- LINK DE PARTILHA DO FACEBOOK
-- SEGUIR BLOG
-- LIKE NA NOSSA PÁGINA
-- TERMINA A 02.01.2018

Simples não é? Então toca a tratar disso e boa sorte!

Nota: O livro tem uma marca de água a dizer ''HarperCollinsIberica'' em todas as páginas, ao longo do texto mas dá para ler.


Até agora, neste segundo semestre, Veronica Roth foi a única que não me desiludiu.

Gravar as marcas, lido na versão pt-br foi lido a alta velocidade.

Apesar das referências ao Star Wars eu não encontrei grande coisa ou então estava demasiado distraída com a história que nem me deu tempo para comparar com outras. De qualquer forma temos sim a vertente espacial, com naves espaciais e viagens inter-planetárias. Temos vários planetas, cada um com o seu clima e habitantes.
Gostei bastante dos protagonistas, mas principalmente da história que os vai unir e que Veronica Roth descreveu e imaginou tão bem. É de facto algo original, pelo menos para mim.
A questão das marcas que dá o nome ao livro também é algo mais forte que traz mais qualquer coisa à obra. À semelhança da saga Divergente aqui a questão principal é também a sobrevivência e lutar contra os "maus da fita". A questão é que a autora dificulta imenso o trabalho aos personagens, tanto principais como secundários, e enche assim páginas e páginas de acção de qualidade. Óptimas descrições. Óptimos cenários. Personagens que nos cativam e extremamente empáticos, mesmo sendo de um futuro e de uma realidade que não existe.
O romance também está presente e aqui não foi preciso recorrer a muito. As cenas em que estão juntos têm uma atracção palpável mesmo sem haver grande contacto. Isto só prova a capacidade da autora nos cativar seja pela ficção cientifica, pela acção, pelo suspense ou pelo romance.
O inicio é talvez o mais calmo, apesar da cena inicial. Claro que não é de rir, mas comparado com todo o resto do livro não tem aquele impacto porque ainda não conhecemos as personagens o suficiente para nos ligarmos ou compadecermos. Mesmo depois, toda a panóplia de nomes, tanto de personagens como de cenários ou até títulos baralha-se um pouco, mas devagar vamos entrando na história e assistindo a um filme onde os rostos, as vestes, os uniformes, as expressões começam cada vez a ficar mais nítidas e é aí que nos abstraímos do que se passa à nossa volta e nos escondemos nos cantos escuros das naves ou das casas para assistirmos em primeira mão a tudo o que acontece.
Não dei a cotação máxima, mas esteve lá quase. Estou ansiosa por continuar a acompanhar a vida de Cyra e Akos.
Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais – o dom-da-corrente – um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia desses dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros.
Será que vão conseguir recuperar o controle de seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo?
Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder – algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, o raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite.
Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo. Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência – ou na destruição de ambos…


Mesmo com tantos a meio não resisti a pegar neste.
Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom.
Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?


A Harpercollins anunciou que em Janeiro de 2017 irá publicar em simultâneo com outros países o livro "Carve the Mark" da autora Veronica Roth! De lembrar que a autora é conhecida pela trilogia "Divergente" editada pela Porto Editora.

Os fãs terão acesso simultâneo ao seu mais recente romance, "CARVE THE MARK", a 17 de janeiro, data em que o livro será publicado em 33 línguas num lançamento mundial simultâneo. Este é o primeiro de um conjunto de dois livros num planeta onde a violência e a vingança imperam. O segundo romance surgirá em 2018.
A autora diz que está muito satisfeita por os seus leitores em todo o mundo terem a possibilidade de saltar ao mesmo tempo para o novo mundo que ela está a construir.
Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom
Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?
Da autoria de Veronica Roth, Gravar as Marcas é um retrato deslumbrante do poder da amizade e do amor, numa galáxia repleta de dons inusitados. 

Sai dia 17 de Janeiro!! 


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Foi divulgada a capa de mais uma colectânea de contos editada por Stephanie Perkins, que sairá no verão de 2016. Esta antologia reúne 12 autores conhecidos (alguns mais do que outros) sendo que alguns já foram publicados em Portugal. Vejamos.
Stephanie Perkins - Anna e o Beijo francês
Leigh Badurgo - Luz e Sombra
Libba Bray - Uma grandiosa e terrível beleza/Anjos Rebeldes/Os Adivinhos
Lev Grossman - Os Mágicos
Veronica Roth - Trilogia Divergente/ Quatro

Por aqui quem gosta de ler este tipo de livros para conhecer novos autores? 



Porque é que quando mostro a parte de trás da minha t-shirt ninguém percebe?! Buhhhh.

Eu adoro a minha nova camisola e ainda mais o meu livro. Ainda não o comecei a ler porque ando a ler a história da outra da trança grande que já não a tem, mas espero que quando o ler goste tanto como da t-shirt, ou mais!

Linda a capa, mas não tão linda como o meu Quatro *.*

Ahhhhhhhhh que saudades que eu já tinha do MEU Four! *.* Adorei estes pequenos contos, ideais para ir matando saudades da série enquanto esperamos pelos filmes! 

"Quatro" reúne 4(duh!) pequenos contos sobre...adivinhem lá...o Qua..ahahaha o Tobias! Os três primeiros contos passam-se antes das acções do Divergente e o último passa-se durante as acções do primeiro livro.

Foram quatro contos que se leram num instante e deram para matar as saudades de algumas personagens. De todos o meu conto favorito foi o "The Son", através dele conseguimos ter um vislumbre mais detalhado sobre a vida do Four antes de mudar de facção, mas todos os contos são óptimos, é incrível como senti-me mais ligada ao Four nestes quatro contos do que com a Tris...pelo menos nos dois livros que são narrados por ela. Roth tem uma boca capacidade em dar voz às personagens, mas apenas quando é só uma a narrar. Tentou o contrário em Convergente e falhou completamente na minha opinião. Estava com medo que o 4º conto "The Traitor" onde aparece a Tris fosse diferente, por já se passar na altura do Divergente mas foi tão bom como os outros, adorei ver o início da relação dos dois, pelo olhar do Tobias.

A autora continua com uma escrita maravilhosa, cheguei ao fim a querer mais mas infelizmente já não há mais nada que possa ler desta autora que já não tenha lido. Fico à espera do filme e a ansiar por novas histórias de Roth, sejam deste mundo ou de outro qualquer.

Por fim, acho que a publicação em papel destes quatro contos numa compilação semelhante à lançada no original foi uma excelente aposta da Porto Editora. Acho que é a primeira vez que uma editora lança uma compilação de contos, algo muito popular lá fora mas que aqui não é muito comum. O filme do Insurgente também está a chegar e se os fãs despedem-se dos livros desta trilogia, no cinema ainda poderemos continuar a acompanhar as aventuras de Tris e Quatro durante mais 3 anos.

Esta obra inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente – todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton, um dos protagonistas. Lidas em conjunto, estas histórias iluminam segredos obscuros da vida de Tobias e acompanham o seu processo de integração na facção Intrépidos. Finalmente, fornecem em primeira mão momentos privilegiados da convivência entre os protagonistas da saga. 


A trilogia Divergente, de Veronica Roth, vendeu milhões em todo o mundo e conquistou milhares de fãs em Portugal, que há vários meses anseiam por um novo livro. E eis que, a 6 de Março, a Porto Editora publica Quatro – Histórias da Série Divergente, o novo livro desta jovem e talentosa autora. 
Esta obra inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente – todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton, um dos protagonistas. Lidas em conjunto, estas histórias iluminam segredos obscuros da vida de Tobias e acompanham o seu processo de integração na facção Intrépidos. Finalmente, fornecem em primeira mão momentos privilegiados da convivência entre os protagonistas da saga. 

Sai dia 6 de Março!




A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída – dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas. Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama. Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.


*edição brasuca*
Uma escolha definirá você.

E se todo o seu mundo fosse uma mentira?
E se uma única revelação, com uma única escolha, mudasse tudo?
E se o amor e a lealdade induzirem você fazer coisas que você nunca esperou?

A conclusão explosiva para o best-seller #1 do New York, Convergente revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente.


Depois de uns bons minutos de fangirling no facebook entre mim e a Ne a discutir os atributos do Four e onde a Ne revelou o seu lado mais artístico com uns piropos que vão virar moda não aguentei em transcrever aqui a minha opinião sobre esta fantástica trilogia! O 3º livro sai dia 21 de Março.

Ora bem quando eu comecei a ler o Divergente, aqui numa leitura conjunta com a Ne e com outras meninas e onde ela me spoilou quem era realmente o Four (não me esqueci Ne!) eu nem imaginava que ia-se tornar uma das minhas séries preferidas
O ritmo alucinante, as reviravoltas inesperadas, a protagonista corajosa e destemida e um rapaz com doisnomes, podre de bom são alguns dos ingredientes que podemos observar nesta obra distópica. Eu não consigo explicar (e por isso este texto não irá fazer muito sentido, you've been warned) o fascínio que este livro teve sobre mim!

Não sei se será por haver facções, tal como em Hogwarts do meu querido Harry Potter, se será pela dualidade de escolhas entre o bem e o mal, pela carga emotiva que nos preenche quando sabemos que estamos sozinhos no mundo e tornamos-nos adultos da noite para o dia… não sei será por alguma destas razões ou por tantos outros valores morais intrínsecos no livro, a verdade é que devorei o primeiro livro em poucas horas, a ponto de ressacar o livro até hoje (após já ter lido o segundo e o terceiro!).

Acho que o grande apelativo do livro é mostrar como o ser humano consegue adaptar-se a situações que estejam para além do nosso controlo e do nosso poder de escolha, apenas pelo instinto de sobrevivência. Apesar de se passar num futuro pós-apocalíptico, Divergente bem podia ser uma realidade alternativa da nossa sociedade actual. Para quem não sabe, no livro apela-se às melhores qualidades do ser humano, de modo haja uma sociedade baseada na perfeição e harmonia, sem qualquer defeito.

O que quero dizer é que, e é apenas o que eu sinto, hoje em dia os valores morais que nos incutem tanto pela televisão, internet, imprensa é que temos de nos encaixar num protótipo definido e que se formos diferentes, já somos postas de parte, mesmo que tenhamos as mesmas qualidades que os outros. Acabei por me identificar bastante com a protagonista, Beatrice "Tris" Prior, que apesar de saber qual a sua posição na sociedade, o sentido de pertencer onde realmente achamos que é o nosso destino e aquilo que nos faz mais feliz, faz com que lute por aquilo que realmente é, independentemente do que os outros possam pensar.

Acho que o motivo porque não consigo explicar coerentemente o porquê deste livro ser o meu favorito é porque como tal para outros olhos, o livro pode perfeitamente ser uma glória à violência gratuita, às protagonistas irritantes e aos enredos que não faz sentido. Para mim não é nada disto e vai para além do inexplicável, e portanto passamos já para o 2º livro Insurgente que não leva as mesmas cinco estrelas que o 1º livro pois não teve o mesmo impacto que este mas são umas quatro estrelas e meia a arredondar muito para as cinco por diversos motivos: como segundo volume, Insurgente consegue manter uma estrutura bastante lógica, a linha de todos os acontecimentos (por vezes um pouco rápidos demais) e acaba por fazer bastante sentido! 
Com uma carga elevada de violência que pode chocar os mais sensíveis, achei a  Tris bastante segura das suas acções e ao contrário do que se foi opinando por aí, não achei-a deprimida. Talvez não tenha demonstrado todas as suas capacidades de líder, como vimos no primeiro livro mas sem dúvida que a garra, força e espírito estão lá. 
Quanto às personagens secundárias, cada uma teve o seu papel de destaque quando foram necessárias e Roth soube muito bem caracterizá-las e dar-lhes vida própria. 
O romance entre Tris e Quatro, embora eu quisesse que desse um salto maior, conseguiu crescer para algo mais maduro. Gostei muito e espero que no terceiro livro o próprio romance em si tenha mais tempo de antena, porque simplesmente adoro ver estes dois juntos! <3
A escrita continua num nível de qualidade difícil de alcançar em outras distopias, a autora é cuidadosa em todos os detalhes, não deixando muitas pontas por resolver. O fim foi bastante bom e deixa tudo em aberto para o derradeiro livro, que me é difícil falar mas que depois de muito pensar e reflectir cheguei a uma conclusão.

Se gostei?  Sim e Não.
Não porque a autora arrancou-me o coração e não quis saber dos fãs. =(
Sim porque todo o livro faz sentido, como a autora explica lá no seu blog e para os leitores mais atentos o que acontece sempre foi nos dado em várias pistas ao longo de toda a trilogia. Mas como eu estava mais interessada em observar o Four pouco liguei ao que foi dito de sacrificarmos-nos pelos os outros. Sim notei que a autora estava sempre a bater na mesma tecla, principalmente no 2º livro mas NUNCA PENSEI que fosse tão corajosa em realmente ir com a ideia para a frente!


Eu já tinha percebido o paralelismo que há na estória, acho que qualquer um percebe a comparação que há em volta da Tris e de outras personagens. Principalmente nesta trilogia apela-se ao máximo ao sacrifício e à união. E é isto que vamos acompanhando desde os primeiros momentos de Divergente. O dar tudo de nós pelos outros foi sempre algo constante na narrativa da trilogia e não poderia ser diferente, onde tudo culmina, no derradeiro livro, Allegiant. Se gostei deste twist? Volto a dizer que não, e por isso mesmo se chama twist pois era algo que ninguém estava à espera (a maioria pelo menos). Tal como milhares de fãs eu ansiava pelo final-mais-que-feliz entre a Tris e o Four, mas a autora soube trocar as voltas e surpreender-me. Primeiro pela negativa, confesso. Fiquei chateada, aborrecida, zangada. E depois pela positiva quando compreendi a mensagem que a autora quis passar (já desde o primeiro livro e como a própria diz este sempre foi o fim o que mostra que sempre teve a estória planeada e pensada desde o início) e revi-me bastante nas escolhas e nas acções da Tris. Ela que sempre duvidava do seu eu, a qual facção pertencia, se uma ou outra, se ambas ou nenhuma, Tris revelou aqui que pertence àqueles que sacrificam tudo pela família, pelos que já passaram e pelos que continuam ainda por cá. "Um sacrifício por amor e não por culpa" citando a autora. 

Por mais que eu adore este casal, a autora fez algo arrojado e de acordo com o género. Sendo uma distopia, seria até estúpido que o romance fosse o ponto alto do livro. Não fazia sentido mas não quer dizer que o livro não pudesse ter mais cenas românticas e consequentemente melhores cenas românticas. De tudo o que nos havia sendo prometido, esperava mais romance e menos discussões parvas entre a Tris e o Four. Acho que como casal recuaram bastante e também não me alegrou não ter havido mais steamy sex scenes. :D Embora o que aconteceu nas últimas páginas me tenha deixado de coração apertado e cheia de pena do Four, foi muito bonito ler os sentimentos dele nesta parte tão sensível.

Outra coisa que me aborreceu (e bastante) foi o ritmo da acção. Não se verificou o ritmo vertiginoso e alucinante que encontramos nos livros anteriores e aqui, as cenas demoraram a desenrolar e quando finalmente acontecia algo, o ritmo era lento e pesaroso. Fiquei bastante desiludida com este aspecto e a juntar ao rol que enuncie acima, tudo levou para que demorasse duas semanas a ler o livro, quando os anteriores foram devorado em dois dias cada um.

Não sei mais o que dizer, Convergente frustrou-me antes, durante e após a sua leitura. As expectativas foram sendo aniquiladas à medida que ia sabendo os spoilers, e desde o início da leitura que ia com um entusiasmo nulo. O livro acabou por me convencer definitivamente após a leitura do post da autora no seu blog e tenho pena que só mesmo assim tenha ficado esclarecida quanto à intenção da autora (e perceba até o seu raciocínio analisando a trilogia em si). Talvez seja esse o problema que todos os fãs têm com este volume: reflectir como um livro só, isolado dos restantes mas pensando na série toda, faz todo o sentido o que foi escrito por estas trezentas páginas.

Adorei a trilogia e recomendo claro! Resta-me (des)esperar pelo filme!

Divergente (Divergente, #1)
 Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la. 


Insurgente (Divergente, #2)A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

E se seu mundo fosse uma farsa? E se uma única revelação – como uma única escolha – mudasse tudo? E se amor e lealdade fizesse você fazer coisas que nunca esperaria?
A explosiva conclusão do bestseller número #1 do New York Times de Veronica Roth, trilogia Divergente, revela segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores em Divergente e Insurgente. (tradução por Divergente Brasil)

Acabei mesmo agorinha de ler o livro em Assunto e depois de ter tido uma conversinha com a minha sócia que me spoilou a meu pedido eu estou preste a levantar vôo para Chicago ou lá onde Veronica Roth mora.
EU NÃO ACREDITO NO QUE ELA ME VAI ESCREVER!!!
Mas onde raio ela tinha a cabeça? No tablier?! (ok esta foi ofensiva mas posso explicar a piada se quiserem).
Bem, com os nervos com que estou e a quantidade de histeria aviso já que vai haver muitooooos SPOILERS, por isso depois não me ofendam.
Vamos lá então começar:
Insurgente, relativamente ao Divergente, acaba por ser muito mais surpreendente. Não melhor, porque ambos têm cenas muito intensas e viciantes.No primeiro não sabia o que ia encontrar, mas aqui estamos sempre expectantes dos próximos passos de Tobias e de Tris, individualmente e como casal. Beatrice é uma personagem tão boa como Katniss, melhor talvez por ser mais altruísta e até corajosa. Penso também que toda esta trilogia tem algum paralelismo e até simetria com a de Suzanne Collins. Infelizmente, já sei que estas semelhanças vão do bom ao mau, mas não falemos mais nisso se não fico deprimida e com vontade de esganar alguém ainda antes de ler uma frase do Allegiant.
Continuando...
A cena da mãe do meu querido e muito fofo Tobias ter ressuscitado pareceu-me algo forçado. Está bem que foi uma boa desculpa para eles não terem sido mortos pelos sem-facção, mas para além disto a personagem dela acabou por influenciar e muito a relação do Tobias muito sexy e da nossa pouco egoísta nesta edição Tris. E não para melhor. Por isso... detesto esta senhora! Ela e o ex-marido podem ir para um sitio que eu cá sei, coitado é do Tobias que fica órfão, mas eu não me importo de o consolar eheh. Podem adivinhar, portanto, que não gostei nada da reconciliação!
Encontrei umas gafes ali pelo meio, principalmente quando Tobias refere que Zeke está na sala de maneira muito descontraída, quando ele supostamente é um traidor. Esta parte também foi bastante óbvia e o disfarce descoberto muito rapidamente. Este personagem também acaba por desaparecer a certa altura, o que é uma pena porque esta família sempre teve um óptimo contributo na história. Algo como a normalidade, por exemplo.
E alguém me explica a parte do "Merchandise Mart" na página 89? Eu percebi a ligação, não percebi é o porquê de repetirem. Hum, está ali qualquer coisa errada.
Eu, que adoro trios amorosos, já estava toda contente que o Uriah iria ser o outro canto, mas o gajo teve que ir atrás da Marlene e pronto, mais sozinho ficou. Também não me importo de o consolar, btw. Portanto, a autora não me fez a vontade e se calhar ela até tem razão. Não tem razão é em por os nossos pombinhos tão afastados. Credo, mal se beijam! Mas gosto naqueles toques nas tatuagens... mui sexy. Acho que vou fazer umas iguais... not!
O papel de Tori andava-me a fazer uma certa comichão. Ela nem era sal nem açúcar. Sabiamos o que ela andava a fazer, mas mal aparecia e depois juntou-se a mais dois e estava a lidar os Intrépidos, mas aquilo parecia-me tudo tão desorganizado à mesma que enfim... não sei que penso. Depois pimba, mata a cruela de vil!!! Boca aberta!
Outra situação que queria comentar é a cena entre pai e filho. Já estou como a Tris Maria, aquela cena inversa no refeitório foi muito repentina e teatral e se significar o que eu penso que significa acho que a escritora tem que começar a trabalhar mais nestas cenas com segundas intenções futuras, se não nós adivinhamos tudo e lá se vai o efeito surpresa. Neste caso, e neste livro, a autora acabou por não confirmar as minhas suspeitas. Humpf!
Adorei toda a participação de personagens como Cara, Christina, até Fernando. A autora acaba por ser muito mázinha em relação a estes e principalmente ao último e a Lynn. As mortes de alguns personagens que se nos tornaram tão queridos não são tão agressivas como estava à espera, mas de qualquer forma não conseguimos acompanhar estes acontecimentos de maneira indiferente. Quase que dói cá dentro da alma e nos apetece chorar em conjunto com Tris, que a certa altura já nem isso faz (para alívio meu, porque sinceramente já estava farta de humidade).
A morte de Tris foi outra cena de boca aberta. A ajuda de Peter nem tanto porque já se estava a ver que ele lá no fundooooooooo, mesmo no fundo, tinha que fazer uma acçãozinha boa. Este não nos desiludiu a não repetir esta façanha, ahahahah. Adorei as reacções de Tobias ao sofrimento da sua querida, mas continuo a defender que podiam ter sido muito mais esmiuçadas e assim dar-nos um bocadinho mais de Tobias em vez de Tris, Tris e mais Tris. Opah, eu gosto dela... mas gosto mais dele. E vocês percebem-me, certo?
Mas o final... ai o final... e o que leva a ele? Dá vontade de agarrar o livro com tanta força de maneira a quase sermos sugadas lá para dentro e salvar-mos aquela gente toda.
O mistério que há em volta de tudo aquilo acaba por irritar um bocado, principalmente quando é ele e Marcus que fazem com que Tris pseudo-traí o Tobias. Aqui encontro uma falha na história, ou na escrita desta. A cena em que supostamente devia haver drama por Tobias não acreditar nela, etc, é a mais morna de todas. Quer dizer, a rapariga chora o livro todo, leva tiros, dentadas e murros, e quando o namorado não acredita dela (de maneira muito pouco convincente) a cena é assim? Só aquilo? E depois quando ele finalmente acredita nele também é só aquilo? Ai Roth, Roth, Roth, o que eu hei-de fazer contigo! Metes toda a emoção na panela da acção e no romance deitas só uns pozitos. Tss Tss Tss. Vou ter que ensinar a autora o que significa "amasso" em brasileiro, porque aqueles beijitos nem as freiras dão (sem ofensa).
Para finalizar, é da minha opinião que Veronica Roth podia ter inserido mais umas simulações, porque este é um dos pontos originais deste livro, que curiosamente não torna o livro futurista, mas... o que ele é... distópico.

Citação:

"- Acho que será mais fácil lutar com um vestido - diz Marlene, tamborilando com os dedos numa face. - Dá-nos liberdade de movimento para as pernas. E que importância tem que as pessoas nos vejam as cuecas quando estamos a limpar-lhes o sebo?" página 124

Sinopse no Doce do Momento.

Título Original - Insurgent

Edição - Maio 2013

ISBN - 9789720043825

https://www.goodreads.com/book/show/17839087-insurgente


Devo dizer que este livrinho está no ponto! Quase que já está pronto para o tirar do forno, mas como sei que Veronica Roth deve ter alguma na manga vou deixá-lo lá ficar. Isto tem melhorado de bom para maravilhoso e ontem à noite tive que me obrigar a fechar o livro e ir dormir, senão hoje vinha trabalhar com olheiras.
Enfim, então vamos lá comentar o que li até agora, com alguns spoilerzitos!
A cena da mãe do meu querido e muito fofo Tobias ter ressuscitado pareceu-me algo forçado. Está bem que foi uma boa desculpa para eles não terem sido mortos pelos sem-facção, mas para além disto a personagem dela acabou por influenciar e muito a relação do Tobias muito sexy e da nossa pouco egoísta nesta edição Tris. Por isso... detesto esta senhora! Ela e o ex-marido podem ir para um sitio que eu cá sei, coitado é do Tobias que ficam órfão, mas eu não me importo de o consolar eheh
Encontrei umas gafes ali pelo meio, mas não sei se é da tradução ou mesmo da autora, mas isto vou esmiuçar na opinião.
Eu, que adoro trios amorosos, já estava toda contente que o Uriah iria ser o outro canto, mas o gajo teve que ir atrás da Marlene e pronto, mais sozinho ficou. Também não me importo de o consolar, btw. Portanto, a autora não me fez a vontade e se calhar ela até tem razão. Não tem razão é em por os nossos pombinhos tão afastados. Credo, mal se beijam! Mas gosto naqueles toques nas tatuagens... mui sexy. Acho que vou fazer umas iguais... not!
O papel de Tori anda-me a fazer uma certa comichão. Ela nem é sal nem açúcar. Sabemos o que ela anda a fazer, mas mal aparece e agora juntou-se a mais dois e está a lidar os Intrépidos, mas aquilo parece-me tudo tão desorganizado à mesma que enfim... não sei que penso. Vou ficar à espera que a Sra. D. Roth me elucide. Afinal ainda só vou a meio (mas que meio tão bom).
Outra situação que queria comentar é a cena entre pai e filho. Já estou como a Tris Maria, aquela cena inversa no refeitório foi muito repentina e teatral e se significar o que eu penso que significa acho que a escritora tem que começar a trabalhar mais nestas cenas com segundas intenções futuras, se não nós adivinhamos tudo e lá se vai o efeito surpresa.
Pronto, para ponto se situação acho que já me estou a esticar. Tenho mais umas coisas a dizer, mas vou guardá-las para daqui a um dia ou dois, que é quando espero ter terminado de devorar este doce cheio de calorias e vomitá-las (desculpem a expressão) depois de digeridas para a opinião.
 
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Apesar de o ter terminado de o reler, a minha opinião não mudou muito da primeira vez, aqui vai ela com algumas actualizações.
Dos livros dentro do género que já li até hoje, ainda não houve nenhum que batesse os The Hunger Games, mas que este esteve perto, esteve.
Apesar de achar que a ideia das facções é muito semelhante, gostei do facto de cada um escolher a sua facção e as provas que têm que passar - deja vu da cena do chapéu no Harry Potter. A partir desta parte tudo vai ser muito diferente do que já leram. As descrições, principalmente dos momentos em que a adrenalina está mais presente, estão muito bons. Acompanhamos cada passo, cada corrida, cada tremor das personagens. Gostei também do leque vasto de personagens, tal como cenas de acção, visto que detesto quando o livro tem uma ou duas cenas mais entusiasmantes mas depois é tudo conversa, dramas e amuos.
Aqui não é nada disso. Tris anda sempre numa corrida para provar o quanto é boa.
Uma coisa que não gostei é o facto de uma personagem que supostamente é corajosa faz as coisas sem esse sentimento ou pensamento de “tenho medo, mas consigo fazer isto”. Ela fez quase tudo inconscientemente. O outro personagem que me lembro de ser corajoso graças à sorte foi o Harry Potter e que exemplo fui arranjar, visto que encontro muitos pontos em comum entre este livro e a saga de Rowling. Mas não me vou concentrar nisto, porque como já repararam eu faço sempre associações e cruzamento de pormenores entre as obras que leio e se fosse por este caminho fazia aqui uma teia em que todos têm algo em comum com… todos.
Uma coisa que me irritou ao longo de toda a leitura foi a insegurança de Tris. Para quem é tão corajosa… Por isso, todo este drama em volta dela corroborou o meu pensamento anterior. Este tipo de situações estragam completamente a personagem. Qual é o problema da personagem principal ser mulher e cheia de garra e confiança?!
Enfim, vá-se lá perceber. Mas eu perdoo a autora porque ela apresentou-me o Quatro.
Na primeira parte do livro não estava nada à espera que dali saísse algo entre aqueles dois, mas depois não resisti e espreitei o final e pronto, a partir daí olhei para o Quatro com outros olhos e é por isto que eu vou continuar a espreitar finais e a spoilar-me a mim própria. Eles são tão fofos juntos *.* E foi graças a estes dois e às cenas entre eles (excepto quando ele a tratar mal) que eu mudei a minha classificação de 4* para 5*. Esta segunda leitura ainda me soube melhor! Ainda por cima imaginei tudo com as caras e roupas do filme que eu estou muitoooo ansiosa para ver.
Já comecei a ler o Insurgente! Yeeey.

Excertos preferidos:
"- Estatisticamente - diz Will, o rapaz dos Eruditos que está ao meu lado, com um sorriso -, devias ter atingido o alvo pelo menos uma vez, nem que fosse por acaso.
(...)
- Pois - responde. - Aliás, até acho que estás a desafiar a Natureza." página 65

"- Mas nós... não devemos magoar os outros.
- Gosto de pensar que quando detesto alguém estou a ajudar essa pessoa - contrapõe Christina. - É uma maneira de lhe lembrar que ela não foi uma dádiva de Deus à Humanidade." página 75

Sinopse no Doce do Momento.

Título Original - Divergent

Edição - Maio 2012

ISBN - 9789720043818

https://www.goodreads.com/book/show/13627059-divergente



A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana
.




Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.

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