Mostrar mensagens com a etiqueta Ellen Marie Wiseman. Mostrar todas as mensagens


Mafi
Não sei se Junho vou ler muito. Cá por casa finalmente aderiu-se ao Netflix e temos de aproveitar o mes grátis, portanto vamos ver o quanto vou ler.



Ne

Acho que neste mês vou manter as expectativas das leituras mais contidas, já que o mês anterior correu muito mal.

Mafi:
Isto anda um bocado mal. Até ando a ler mas definitivamente que não tanto como antes. Vamos a ver se Agosto traz melhores leituras. 


Fora todos os outros que tenho parados ou que quis ler nos meses anteriores...

Ne
Aqui ainda anda pior, mas a esperança de um melhor mês nunca se perde.
Apetece-me algo doce e lamechas XD
 


Mais umas diferenças para vocês encontrarem.



Capas e sinopses com alusão a cartas tentam-me sobremaneira! Não consegui resistir a adquirir mais um romance histórico.
Vamos lá conhecer mais uma escritora.
Iluminado e provocador, este é um romance sublime sobre o desejo de pertença e os mistérios sob as vidas mais comuns. Há dez anos, a mãe de Izzy Stone disparou sobre o seu pai enquanto este dormia. Arrasada pela insanidade da mãe, a jovem recusa-se a visitá-la na prisão. Para a ocupar, os seus pais de acolhimento inscreveram-na como voluntária num asilo público. Ali, no meio de pilhas de pertences sem dono, Izzy descobre um molho de cartas por abrir, um jornal antigo e uma janela improvável para o seu passado. Clara Cartwright, com 18 anos em 1929, está encurralada entre os seus pais superprotetores e o amor por um italiano. Irado por Clara recusar um casamento arranjado para ela, o pai coloca-a num lar sofisticado para pessoas nervosas. Mas, quando a sua fortuna se perde com o crash de 1929, não consegue suportar os custos do lar e Clara é enviada para um asilo público. A história de Clara mergulha Izzy num passado cheio de enigmas. Se Clara, na verdade, nunca foi doente mental, poderia explicar-se de outra forma o crime da sua mãe? Completar as peças deste puzzle do passado conduz Izzy à reflexão sobre a sua própria vida e a questionar-se sobre tudo o que pensava saber e acreditar.
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