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A Sair do Forno: "Inesquecível" de Alexandra Bracken


Sai dia 22 de Maio.
Ruby nunca quis os superpoderes que quase lhe custaram a vida, embora agora tenha de recorrer a eles diariamente, em missões perigosas contra o governo corrupto que a trancou em Thurmond. Os outros chamam-lhe líder, mas ela não se sente como tal, sabe que é um monstro.
Quando lhe confiam um segredo explosivo, Ruby tem de afastar-se da Liga das Crianças e embarcar numa missão difícil. A informação crucial acerca da doença que matou a maioria das crianças nos Estados Unidos está guardada num único local: uma pen nas mãos de Liam Stewart, o rapaz que Ruby achava que conhecia, respeitava e amava... e a abandonou.
Ruby inicia uma viagem através do país numa tentativa desesperada de encontrá-lo, dividida entre os velhos amigos e as suas novas promessas. E se ganhar a guerra significa perder-se a si mesma?

Opinião Distópica: "Vox" de Christina Dalcher


Aqui está outro livro com bastante publicidade e que não encheu as minhas medidas.
Começando pelo inicio, achei logo a introdução muito densa, com apresentação de Jackie e da relação da protagonista com esta, mas com demasiados pormenores políticos despejados assim de chofre. Logo aqui o interesse diminuiu apesar de gostar da temática, mas como conheço óptimos romances com péssimos primeiros capítulo continuei a leitura.
Ao longo do livro vão sendo apresentadas as teorias e dogmas políticas e religiosas, que foram expostas de maneira mais calma e enquadrada na história do que na introdução.
Também encontrei alguns pontos algo duvidosos, mesmo para uma história que se passa num possível futuro. Quando a personagem grávida vai para dentro da sala de RM sem qualquer problema deu-se me logo aqui um arrepio de indignação. Sendo médica e cientista devia saber que não é aconselhado, principalmente no primeiro trimestre, por causa do perigo de descolamento de placenta e posterior aborto. E sendo num futuro, imagino que a evolução das máquinas seja para campos magnéticos muito mais potentes do que os de hoje em dia, que já por si são bastante elevados. Mesmo a máquina não estando a trabalhar, a autora descreveu como ligada e para quem não sabe só ligada cria logo um campo magnético que deve ser constante e nunca desligado (isto nos dias de hoje, mas já há novas máquinas que não é assim, mas também não vou entrar por aí). Isto tudo para dizer que, tendo conhecimento de causa, achei uma grande falha, mas que de facto serviu bastante bem para o que a escritora pretendia.
Aqui chego a um ponto muito importante nesta minha opinião. Há histórias cheias de remoinhos de informação e acção, que nos apanham muitas vezes de surpresa, e é aí que lhe damos valor. Neste caso, achei que Christina Dalcher, é daquelas autoras que é muito óbvia no passo-a-passo da sua história e que todas as reviravoltas que a história dá são resolvidas por decisões, acções, etc, demasiado óbvias e que não me convenceram minimamente. Há acontecimentos que desde o inicio já sabemos que vão acontecer, o que não abona nada em seu favor.
Mas as temáticas foram muito bem escolhidas, tanto o ambiente familiar, como a realidade no trabalho, como a supremacia masculina e até há um muro! Portanto, acaba por ser um livro muito actual, apesar de ser distópico. Gostei também do facto da protagonista compensar que desvalorizou os sinais, já que sempre esteve muito confortável no seu dia-a-dia. E assim, só foi mostrado que o facto de estarmos bem hoje, ou mais ou menos, e deixarmos a vida "rolar", fechando os olhos ao negrume que o futuro nos apresenta, não apaga o que aí vem. E hoje nós sabemos de muitos alertas do que vai acontecer, tal como questões ambientais e politicas. Mas estamos todos conformados e sabemos que haverá sempre alguém a lutar por nós.
Fala também no adultério e como as pessoas lidam tão levianamente com esse assunto.
Gostei da ideia das pulseiras e de mostrar muito bem o valor intelectual, não superior mas igual, das mulheres em relação aos homens.
Resumindo, em termos de história e personagens achei muito fraco, mas este livro é óptimo em nos relembrar o que temos que pensar e mostra-nos um futuro fictício mas que no fundo sabemos que não está assim tão longe da realidade.

Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.»
Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo. Um homem que, à frente do governo, decretou que as mulheres não podem dizer mais do que 100 palavras por dia. Até as crianças. Até a filha de Jean, Sonia. Cada palavra a mais é recompensada com um choque elétrico, cortesia de uma pulseira obrigatória.
E isto é apenas o início.

Doce do Momento: "Vox" de Christina Dalcher



Preparada para uma distopia de nos enervar até à ponta dos cabelos.

Estados Unidos da América. Um país orgulhoso de ser a pátria da liberdade e que faz disso bandeira. É por isso que tantas mulheres, como a Dra. Jean McClellan, nunca acreditaram que essas liberdades lhes pudessem ser retiradas. Nem as palavras dos políticos nem os avisos dos críticos as preparavam para isso. Pensavam: «Não. Isso aqui não pode acontecer.»
Mas aconteceu. Os americanos foram às urnas e escolheram um demagogo. Um homem que, à frente do governo, decretou que as mulheres não podem dizer mais do que 100 palavras por dia. Até as crianças. Até a filha de Jean, Sonia. Cada palavra a mais é recompensada com um choque elétrico, cortesia de uma pulseira obrigatória.
E isto é apenas o início.

A Sair do Forno: "Champion" de Marie Lu


3 anos depois de sair o segundo, temos o terceiro livro! 


Quem estava ansioso?
Sai dia 5 de março!

Do caos e da lenda surgirá um campeão…
June e Day fizeram já grandes sacrifícios pelo povo da República – e um pelo outro – e o país encontra-se prestes a viver um novo momento. June voltou a cair nas boas graças da República, trabalhando numa posição privilegiada nos círculos de elite do governo, enquanto Day trocou o epíteto de criminoso pelo de herói, ocupando agora um alto cargo nas forças militares.Mas nenhum deles poderia ter previsto as circunstâncias que os voltariam a reunir. Precisamente no momento em que há um tratado de paz em vista, surge um vírus mortal para causar o pânico nas Colónias, e a ameaça de guerra paira sobre as cidades fronteiriças da República. Esta nova epidemia é mais letal do que nunca, e está nas mãos de June, apenas, a defesa do seu país. Mas, para salvar a vida a milhares de pessoas, terá de pedir àquele que ama que abdique de tudo...Champion é o formidável desfecho da trilogia Legend, de Marie Lu. Repleto de ação  e suspense, é a conclusão perfeita para uma série assombrosa...

A Sair do Forno: ''Quando a Luz Se Apaga'' de Nick Clark Windo





Bem-vindo ao incrível mundo do Feed!
Com apenas um pequeno chip, implantado no cérebro dos bebés ainda antes de nascerem, todos os problemas da sociedade podem ser resolvidos. Crimes violentos? Fraude? Impossível, tudo o que vemos é registado no Feed. Desaparecimentos? Faltas? Já não existem, o Feed põe-nos a todos em contacto. Esquecimentos? Distrações? Coisa do passado, o Feed não se esquece de nada.
Até ao dia em que o Feed é desligado.
Nesse dia, o Presidente dos Estados Unidos é assassinado, em direto, para todo o mundo. Pouco depois, o Feed cai. Já não há livros. Já ninguém tem computadores. Já ninguém se lembra, sequer, de como consertar as coisas mais simples. Toda a informação estava guardada no Feed. Sem ele, a civilização desaba.
E tu, quem serás sem o Feed?
Desesperados por reconstruírem alguma forma de subsistência, os grupos de sobreviventes espalham-se, desconfiados uns dos outros, paranoicos e sem rumo. Conseguirão reerguer a Humanidade?
Combinando a atmosfera distópica de Walking Dead com o potencial destrutivo da tecnologia de Black Mirror, Nick Clark Windo apresenta-nos todo um novo mundo. Ao retirar tudo às suas personagens, tira completamente o fôlego ao leitor.

Sai dia 21 

A Sair do Forno: ''O Fandom'' de Anna Day




Para os amantes de "Jogos de Fome". Violet é a fã n.º 1 da maior saga de sempre, A Dança dos Enforcados, mas nada a podia preparar para fazer parte da história.
Quando Violet, o irmão e as suas duas melhores amigas saíram de casa, vestidos como as suas personagens preferidas da saga, pensavam que iam apenas ser mais um grupo de fãs na Comic Con, prontos para conhecer os atores que dão vida aos seus heróis. Nunca poderiam imaginar que um acidente bizarro os ia atirar para o mundo de A Dança dos Enforcados, e que teriam de ser eles a levar a história até ao fim, ou morrer a tentar.

Sai dia 16 de Janeiro!

A Sair do Forno: ''Guerra Americana'' de Omar El Akkad


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Vem aí uma distopia para os amantes de ficção científica. Ainda sem capa portuguesa.
Sarat Chestnut nasceu no Lousiana e tem apenas seis anos quando a Segunda Guerra Civil Americana eclode em 2074. Mas até ela sabe que o petróleo é proibido, que metade do Louisiana está submerso e que drones não tripulados sobrevoam os céus. Quando o seu pai é morto e a sua família é obrigada a refugiar-se num campo de refugiados, ela rapidamente começa a ser moldada por esse tempo e lugar até que, finalmente, pela influência de um misterioso funcionário, se transforma num instrumento mortífero da guerra.
A sua história é contada pelo seu neto, Benjamin Chestnut, que nasceu durante a guerra – parte da Geração Miraculosa – e é agora um idoso a confrontar os segredos negros do passado, do papel da sua família no conflito e, em particular, a importância da sua tia, uma mulher que salvou a sua vida ao destruir a de outros.

Sai brevemente pela Saída de Emergência  

Chegou à Despensa: ''Blood for Blood'' de Ryan Graudin




Continuo com a mania de comprar séries inteiras sem ter lido o 1º livro mas fico sempre a pensar que depois se gostar já tenho logo os livros seguintes para ler.


Aqui também é só uma duologia portanto estou desculpada, certo? :P 


Acho esta capa horrível credo, uma das mais feias da minha estante sem dúvida mas se o conteúdo for bom, não interessa o exterior. 

Para quem não sabe, esta duologia centra-se na possibilidade de Hitler ter ganho a 2ª guerra mundial (arrepio só de pensar) e temos uma moça que o quer matar..! Pareceu-me interessante e bem diferente do que li sobre esta época, portanto é uma leitura que quero fazer em 2018. 

Passatempo: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



Como prometido, passados 15 dias cá está outro prontinho a ser sorteado e enviado para o novo dono.
Quem quer esta distopia??


Para se habilitarem a ganhar:
- enviar email para algodaodoceparaocerebroblog@gmail.com
- com nome e morada completa
- link de partilha do Facebook
- com o título do passatempo no assunto do email
- só é válida uma participação por pessoa
- e só podem participar até 30/11/2017

Boa Sorte!!!

A Sair do Forno: ''Contagion'' de Teri Terry

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Em Novembro, novo livro de Teri Terry e nova trilogia.

É dos seus livros mais recentes já que saiu este ano em Maio.

Sinopse e data em breve.

Opinião Distópica/Young Adult: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



Esta obra de Katharine McGee é tipicamente YA.

Temos uma história com bastantes personagens envolvidos, mas no final vão ser todos secundários. Há um enredo sim, que se divide em vários e que no final volta tudo a unir-se. Este foi o aspecto que mais gostei deste livro. A questão é que a parte mais interessante é mesmo o final, por isso quem se aborrecer pelo meio, o meu conselho é continuar porque a resposta ao primeiro capílogo (ou prólogo) vai ser mesmo só no final.

Portanto posso afirmar que tem um início um pouco confuso, com tanto interveniente, um desenvolvimento muito fútil e um pouco oco - nada que não tenhamos lido noutro young-adult passado numa secundária, por exemplo. E depois temos o final que nos surpreende e que faz a leitura valer a pena ou pelo menos a não chorarmos pelo tempo perdido.

Gostei das várias personalidades, algumas semelhantes, outras nem por isso, já que há um grupo central de amigas. Aqui vemos exploradas temáticas como falsas amizades, traições, vinganças, dramas familiares e vergonha alheia.

A suposta personagem principal é a menina linda do livro, mas vai mostrar que a beleza não é tudo e que é preciso ter mais que sorte na vida e muita sorte em quem nos rodeia, já que a perfeição atrai invejas que por sua vez atraem vinganças, etc. Coisas bastante negativas.

Gostei do facto de Katharine McGee introduzir temas de consumo de drogas nos meios ricos e jovens e também da homossexualidade ou até bissexualidade.

A parte distópica do livro está presente apenas em algumas caracteristicas do prédio, já que hoje em dia podemos encontrar prédios com inúmeros andares (não milhares mas centenas) e com autênticas cidades dentro deles. Os níveis de andares correspondentes aos níveis de vida da população também não me foi estranho nem tão futurista assim, já que basta pensarmos em penthouses para termos algo semelhante.

Este é o primeiro volume da colecção The Thousandth Floor, estando o segundo volume já publicado e o terceiro previsto para Agosto de 2018. Eu, pessalmente, li e terminei o livro como se fosse um livro individual, porque a "porta" que a autora deixou aberta não deixou assim tanto por contar. O que me parece é que ela vai aproveitar para fazer uma espécie de continuação, mas que seria quase sobreponível a esta. Mexendo assim mais um pouco nas histórias pessoais de cada personagem e talvez desmascarar a vilão.

De qualquer forma, penso que ainda vou dar uma segunda hipótese e ler o seguinte, isto se a Planeta apostar nele.

Uma torre de mil andares. A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos. Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder. O exterior impecável de Leda Cole esconde um vício secreto por uma droga que nunca devia ter experimentado e por um rapaz em quem nunca devia ter tocado. A vida bela e descuidada de Eris Dodd-Radson desmorona-se quando uma traição lhe destrói a família. O trabalho de Rylin Myers num dos andares mais altos mergulha-a num mundo e num romance inimaginável… mas essa vida nova custar-lhe-á a que tinha antes? E a viver acima de todos, no milésimo andar, está Avery Fuller, uma rapariga que parece ter tudo, mas que vive atormentada pela única coisa que nunca poderá ter.
Segredos, escândalos e traições numa Nova Iorque como nunca a viu.

Chegou à Despensa: ''A História de uma Serva'' de Margaret Atwood



Aqui a Je já fez anos em Abril mas é sempre bom receber prendinhas. Considerei esta prenda, uma prenda de anos atrasada mas também podia ser uma prenda de Natal adiantada. :P

Vi a série e apaixonei-me por ela, maratonei os 10 episódios em 3 dias e portanto fiquei com muita vontade de ler o livro. Eu que nunca vi os Emmys na vida e nunca liguei muito a esses prémios (ligo mais aos Óscares e mesmo assim...) este ano fiquei a ver só porque a série tinha grandes probabilidades de ganhar alguns prémios e claro que fiquei feliz por ter ganho o prémio de melhor série e de terem aplaudido de pé a autora. 
Mas quando pesquisei na Wook pelo livro vi que estava esgotado e portanto nem me passou pela cabeça ir ver no site da Bertrand, que é a editora do livro. Mas pronto, pelos vistos saiu uma nova edição em Agosto e aqui está ela.
Estou doida para ler o livro. 



Opinião Young-Adult: "Gravar as Marca" de Veronica Roth



Até agora, neste segundo semestre, Veronica Roth foi a única que não me desiludiu.

Gravar as marcas, lido na versão pt-br foi lido a alta velocidade.

Apesar das referências ao Star Wars eu não encontrei grande coisa ou então estava demasiado distraída com a história que nem me deu tempo para comparar com outras. De qualquer forma temos sim a vertente espacial, com naves espaciais e viagens inter-planetárias. Temos vários planetas, cada um com o seu clima e habitantes.
Gostei bastante dos protagonistas, mas principalmente da história que os vai unir e que Veronica Roth descreveu e imaginou tão bem. É de facto algo original, pelo menos para mim.
A questão das marcas que dá o nome ao livro também é algo mais forte que traz mais qualquer coisa à obra. À semelhança da saga Divergente aqui a questão principal é também a sobrevivência e lutar contra os "maus da fita". A questão é que a autora dificulta imenso o trabalho aos personagens, tanto principais como secundários, e enche assim páginas e páginas de acção de qualidade. Óptimas descrições. Óptimos cenários. Personagens que nos cativam e extremamente empáticos, mesmo sendo de um futuro e de uma realidade que não existe.
O romance também está presente e aqui não foi preciso recorrer a muito. As cenas em que estão juntos têm uma atracção palpável mesmo sem haver grande contacto. Isto só prova a capacidade da autora nos cativar seja pela ficção cientifica, pela acção, pelo suspense ou pelo romance.
O inicio é talvez o mais calmo, apesar da cena inicial. Claro que não é de rir, mas comparado com todo o resto do livro não tem aquele impacto porque ainda não conhecemos as personagens o suficiente para nos ligarmos ou compadecermos. Mesmo depois, toda a panóplia de nomes, tanto de personagens como de cenários ou até títulos baralha-se um pouco, mas devagar vamos entrando na história e assistindo a um filme onde os rostos, as vestes, os uniformes, as expressões começam cada vez a ficar mais nítidas e é aí que nos abstraímos do que se passa à nossa volta e nos escondemos nos cantos escuros das naves ou das casas para assistirmos em primeira mão a tudo o que acontece.
Não dei a cotação máxima, mas esteve lá quase. Estou ansiosa por continuar a acompanhar a vida de Cyra e Akos.
Em um planeta onde a violência e a vingança imperam, em uma galáxia onde alguns são afortunados, todos desenvolvem habilidades especiais – o dom-da-corrente – um poder único para moldar o futuro. Enquanto a maioria se beneficia desses dons, Akos e Cyra não. Seus dons-da-corrente os tornam vulneráveis ao controle dos outros.
Será que vão conseguir recuperar o controle de seus dons, de seus destinos e das próprias vidas, e ainda instaurar o equilíbrio de poder no mundo?
Cyra é irmã de um tirano brutal que governa o povo de Shotet. Os dons especiais da jovem causam dor, mas trazem poder – algo explorado por seu irmão, que a usa para torturar seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma na mão do irmão: ela tem uma resistência fora do comum, o raciocínio rápido e é mais esperta do que ele imagina. Akos vem de Thuvhe, a nação amante da paz, e a lealdade à sua família não tem limite.
Mesmo protegido por um dom especial incomum, Akos não evita que ele e seu irmão sejam capturados por soldados inimigos shotet. Akos se desespera e quer resgatar o irmão vivo, não importa a que custo. Quando Akos é empurrado para o mundo de Cyra, a inimizade entre seus países e famílias parece intransponível. Acreditando ser a única saída, Akos decide se unir a Cyra. Uma união que pode resultar na sobrevivência – ou na destruição de ambos…

Chegou à Despensa: ''As filhas de Eva'' de Louise O'Neill







Este já chegou há muito tempo, logo no início de Julho mas foi ficando aqui nos rascunhos. Veio de uma troca!

Gosto da capa pela sua estranheza. Já é o 2º livro da autora na estante e não li nenhum..ainda.

Já agora, saudades da Civilização :(

Ponto de Situação: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



Apesar das saudades de uma boa distopia, este livro está-me a parecer mais YA que distópico, sem grande história até agora. Há muita personagem à mistura, e a autora está a apresentar-nos todas, capitulo a capítulo.
Espero que melhore porque até agora não me entusiasma muito.
Uma torre de mil andares. A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos. Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder. O exterior impecável de Leda Cole esconde um vício secreto por uma droga que nunca devia ter experimentado e por um rapaz em quem nunca devia ter tocado. A vida bela e descuidada de Eris Dodd-Radson desmorona-se quando uma traição lhe destrói a família. O trabalho de Rylin Myers num dos andares mais altos mergulha-a num mundo e num romance inimaginável… mas essa vida nova custar-lhe-á a que tinha antes? E a viver acima de todos, no milésimo andar, está Avery Fuller, uma rapariga que parece ter tudo, mas que vive atormentada pela única coisa que nunca poderá ter.
Segredos, escândalos e traições numa Nova Iorque como nunca a viu.

Doce do Momento: "Gravar as Marcas" de Veronica Roth



Mesmo com tantos a meio não resisti a pegar neste.
Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom.
Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa.
Akos é filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espírito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar.
Então, Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro?

Doce do Momento: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



Vamos dar uma oportunidade a este.
Uma torre de mil andares. A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos. Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder. O exterior impecável de Leda Cole esconde um vício secreto por uma droga que nunca devia ter experimentado e por um rapaz em quem nunca devia ter tocado. A vida bela e descuidada de Eris Dodd-Radson desmorona-se quando uma traição lhe destrói a família. O trabalho de Rylin Myers num dos andares mais altos mergulha-a num mundo e num romance inimaginável… mas essa vida nova custar-lhe-á a que tinha antes? E a viver acima de todos, no milésimo andar, está Avery Fuller, uma rapariga que parece ter tudo, mas que vive atormentada pela única coisa que nunca poderá ter.

Primeiras Impressões: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



Este livro já cá chegou há quase um mês, mas mais vale tarde que nunca.
Adoro a capa! Aquele vestido esvoaçante chama-me sempre a atenção.
A sinopse por si só não me parece nada de especial, principalmente porque quando há muitas histórias, acaba por se perder aquele protagonismo. Mas alguns escritores conseguem-no e é aí que temos que nos focar.
Uma torre de mil andares. A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos. Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder. O exterior impecável de Leda Cole esconde um vício secreto por uma droga que nunca devia ter experimentado e por um rapaz em quem nunca devia ter tocado. A vida bela e descuidada de Eris Dodd-Radson desmorona-se quando uma traição lhe destrói a família. O trabalho de Rylin Myers num dos andares mais altos mergulha-a num mundo e num romance inimaginável… mas essa vida nova custar-lhe-á a que tinha antes? E a viver acima de todos, no milésimo andar, está Avery Fuller, uma rapariga que parece ter tudo, mas que vive atormentada pela única coisa que nunca poderá ter.Segredos, escândalos e traições numa Nova Iorque como nunca a viu.

A Sair do Forno: "O Milésimo Andar" de Katharine McGee



A sair já no próximo mês!
Atenção pessoal, é o primeiro de uma trilogia.
Nova Iorque, cidade de sonhos e inovação daqui a cem anos. Todos querem qualquer coisa… e todos têm algo a perder.
Uma torre de mil andares. A visão brilhante de um futuro onde tudo é possível se assim o desejarmos.
Um romance feminino é uma história de amor entre ricos e pobres, entre o glamour e o luxo e a pobreza.
Onde as fraquezas e desejos humanos estão descritos ao longo do livro e onde o objectivo é fazer-nos pensar sobre o que desejamos.

Opinião Sobrenatural/Young-Adult: "A Jóia" de Amy Ewing



Se já leram e gostaram d'A Selecção de Kiera Cass vão gostar de ler A Jóia. Existem algumas diferenças, que será o que vou pontuar aqui principalmente, mas queria começar por referir as semelhanças.
Trata-se também de uma espécie de selecção de meninas bonitas para a corte, mas neste caso são leiloadas e compradas por mulheres, Duquesas e Condessas e até pela espécie de rainha que aqui tem outro nome. Aqui também podemos encontrar as castas e várias posições sociais, mas de forma diferente do resto, as mais belas são todas da extremidade a montante, o Pântano, e também a mais pobre. A selecção não serve para o casamento, mas para outra situação, neste caso, muito pior. Ao contrário do que acontece em romances semelhantes, aqui há algo de terrível e não falo da luta entre elas, já que aqui a competição é quase nula.
O pormenor das coleiras é de facto muito mórbido para este tipo de romance, mas também é muito original. Fez-me alguma confusão, mas como contributo para a história é genial e torna-a algo memorável. Sempre que agora penso neste livro não me lembro dos vestidos, nem dos personagens masculinos, mas sim de uma cena que acontece mais ou menos a meio em que as "compradas" estão "estacionadas" à porta de um dos palácios. Adorei!
O romance que aqui encontramos é muito querido, mas achei que a entrega dela foi demasiado rápida e ainda por cima descoberta demasiado cedo. O personagem masculino foi muito bem escolhido, tal como o seu Passado e vai fazer babar bastante. O facto de ter a profissão que tem não diminui a sua atracção, porque Amy Ewing sabe o que faz e tratou de logo explicar o porquê, o como e o quando.
A carência de certas personagens está bastante presente, tal como a competitividade entre outras, o que as torna tão reais no meio de tanta ficção. Hoje em dia noto que estão cada vez mais patente estas características nas pessoas que me rodeiam e ler esta obra fez a minha imaginação disparar e imaginar certas pessoas do meu dia-a-dia no lugar, nos vestidos e nas cenas destas personagens. O que acho que só prova que a escrita e imaginação da autora é excelente e nos cativa, não desde a primeira página, mas desde que nos começa a apresentar as suas criações.
Alguns cenários fizeram-me lembrar também Os Jogos da Fome, principalmente quando acontece a "venda". Muito semelhante às entrevistas no capitólio, com a parte televisiva, os trajes excêntricos, o apresentador, etc. Este ponto acabou por ser ameno para mim, já que desde que li a saga de Suzanne Collins que o meu cérebro tem sempre que encontrar algo em comum em cada livro que lê do género.
Fiquei curiosa com o seguinte e estou a torcer para que estes livros sejam publicados cá em Portugal. Acho que vocês iriam gostar.

Jóias significam riqueza, são sinónimo de encanto. A Jóia é a própria realeza. Para garotas como Violet, no entanto, a Jóia quer dizer uma vida de servidão. Violet nasceu e cresceu no Pântano, um dos cinco círculos da Cidade Solitária. Por ser fértil, Violet é especial, tendo sido separada de sua família ainda criança para ser treinada durante anos a fim de servir aos membros da realeza. Agora, aos dezasseis anos, ela finalmente partirá para a Jóia, onde iniciará sua vida como substituta. Mas, aos poucos, Violet descobrirá a crueldade por trás de toda a beleza reluzente - e terá que lutar por sua própria sobrevivência. Quando uma improvável amizade oferece a Violet uma saída que ela jamais achou ser possível, ela irá se agarrar à esperança de uma vida melhor. Mas uma linda e intensa paixão pode colocar tudo em risco! Em seu livro de estreia, Amy Ewing cria uma rede de intrigas e reviravoltas na qual os ricos e poderosos estão mais envolvidos do que se possa imaginar, e onde o desejo por saber o destino de Violet manterá o leitor envolvido até a última página.
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