Depois do sucesso de "Fala-me de um dia perfeito" e "O Universo nos teus olhos", estava curiosa com este novo livro de Jennifer Niven e portanto fui para a leitura com algumas expectativas.
Acabei por apenas gostar e é um livro que já li há algum tempo mas que já me tinha esquecido de quase tudo. Não acho que o livro vá ter o mesmo impacto do que o seu primeiro livro YA e não sei se foi devido à pandemia mas mesmo lá fora não vi muitos comentários sobre ele.
Vou começar pelo fim, não falo do final do livro em si mas dos agradecimentos. Ao ler estes, percebemos que este livro é muito importante para a autora pois é baseado na sua adolescência, quando os seus pais separaram-se e ela mudou-se com a mãe. Na minha opinião o livro tem um bom ponto de partida e uma boa premissa e ainda bem que a autora conseguiu desenvolver uma história a partir de algo real e seu mas achei que para o meio o livro começou a ficar um pouco chato e sem nada de relevante a acontecer. Gostei do romance e gostei do final, é um final real em que mostra que nem sempre as coisas correm como queremos. No geral gostei deste YA, achei-o real, sem dramas estúpidos de adolescentes e com foco em temas pertinentes mas não me prendeu totalmente, por isso dou três estrelas. O próximo livro da autora é em parceria com o autor David Levithan o que me deixa curiosa para continuar a ler os seus livros.

Claudine Henry é uma jovem determinada a escrever a sua própria história. Prestes a acabar o liceu, concentra-se em quatro coisas principais: sexo, começar a faculdade, tornar-se uma escritora famosa e ... sexo.
Quando os pais anunciam que se vão separar, o seu mundo começa a desmoronar-se. A épica viagem que tinha planeado com a melhor amiga foi cancelada, e, de repente, Claude viu-se presa numa ilha remota na costa da Geórgia com a sua mãe - uma ilha sem WiFi, sem rede de telemóvel e sem amigos.
Até que conhece Jeremiah, um rapaz misterioso, atraente e de espírito livre. A química entre os dois é absolutamente irresistível. Quando Claude decide que ele deveria ser o primeiro, diz a si mesma que é apenas sexo. Ambos sabem que o que têm não pode durar para sempre, mas talvez possa ser o suficiente.
Uma abordagem franca, de leitura compulsiva, sobre sexo e amor, dramas familiares e desgostos, e sobretudo sobre o caminho de autodescoberta na transição para a vida adulta
Quem aqui gosta desta autora? 🙋
Sai dia 7 de Julho
Fiquem felizes então porque vem aí novo livro da mesma autora de "Fala-me de um dia perfeito"!
Este é o mais recente livro da autora Jennifer Niven e saiu no ano passado. A autora terá um novo livro este ano em conjunto com o autor David Levithan, que também esperemos que chegue cá mas por agora falemos de "Breathless".
Claudine Henry é uma jovem determinada a escrever a sua própria história. Prestes a acabar o liceu, concentra-se em quatro coisas principais: sexo, começar a faculdade, tornar-se uma escritora famosa e ... sexo.
Quando os pais anunciam que se vão separar, o seu mundo começa a desmoronar-se. A épica viagem que tinha planeado com a melhor amiga foi cancelada, e, de repente, Claude viu-se presa numa ilha remota na costa da Geórgia com a sua mãe - uma ilha sem WiFi, sem rede de telemóvel e sem amigos.
Até que conhece Jeremiah, um rapaz misterioso, atraente e de espírito livre. A química entre os dois é absolutamente irresistível. Quando Claude decide que ele deveria ser o primeiro, diz a si mesma que é apenas sexo. Ambos sabem que o que têm não pode durar para sempre, mas talvez possa ser o suficiente.
Uma abordagem franca, de leitura compulsiva, sobre sexo e amor, dramas familiares e desgostos, e sobretudo sobre o caminho de autodescoberta na transição para a vida adulta.
Hoje dou-vos a minha opinião sobre dois livros que li recentemente. Vamos em ordem crescente para acabar bem!
Já há quase um ano que queria ler este livro e finalmente li-o e posso dizer que não desiludiu em nada!
É um livro curto em que ouvi o audiobook (que só tem 6 horas e conseguem ler bem num dia) e sem dúvida que quero ler mais livros deste autor se forem tão bons como este!
Cada vez mais aprecio autores que conseguem contar uma boa história sem palha alguma. Este é um perfeito exemplo de um livro cativante deste o início até ao fim com boas personagens, romance, drama, amizade, família, referências ao mundo pop, enfim com tudo o que um leitor gosta, sem qualquer parte morta ou histórias por acabar. Aqui temos a história de Amir que é gay e muçulmano e sabe que a sua família não apoia a sua decisão então foge para Roma. Lá irá viver uma aventura mas o que ele não esperava era que a sua família fosse atrás dele, que ele vivesse novas aventuras com amigos e um novo amor e que fosse interrogado pela polícia no aeroporto.
É daqueles livros YA que dá vontade de entrar na história e ser também amiga destas personagens e viver também esta aventura. Obrigada ao autor por me fazer viajar até Roma sem sair de casa, adorei e aconselho o livro a toda a gente!
Com um livro já publicado cá em Portugal (esgotado de momento) fiquei surpreendida quando a TopSeller pegou nesta autora mas ainda bem que o fez pois adorei este livro e já quero ler o próximo que sai dia 31 de Maio.
Com uma capa tão fofa e colorida, desenganem-se se acham que vão encontrar um livro leve e fofo. Pelo contrário, temos muito drama, uma família difícil e muitos problemas da nossa Audrey (referência a Audrey Hepburn). Ao contrário da estrela de cinema, aqui a nossa Audrey não tem uma vida glamourosa, muito pelo contrário. C uma mãe alcoólica e passar por uma separação difícil, o pai abandonou-as por outra família, Audrey outrora amante de filmes românticos, já acha todas as comédias românticas uma estupidez e falsidade, pois nada de perfeito acontece na sua vida. Mesmo assim para fugir aos caos familiar, arranja trabalho no cinema chique da sua cidade de modo a mão passar tanto tempo em casa.
Lá conhece um rapaz - Harry - fã de terror que irá mostrar-lhe que afinal coisas boas também podem acontecer-lhe...ou talvez não.
Adorei este livro, adorei o quão real é, identifiquei-me muito com a Audrey...apesar de já não ser adolescente revi-me muito nos seus pensamentos sobre muitas coisas.
O final para mim foi perfeito pois nem sempre a vida e o amor são como nos filmes onde tudo acaba num final feliz e perfeito. 5 estrelas!
Hum, que pilha tão cheia de docinhos mais tentadores. Até agora só devorei um e outros tantos estão na Fila deste mês mas ainda não lhes consegui pegar =( Not yet, not yet...
Comprei este livro graças à sua referência (mesmo no canto) de um marcador. O título chamou-me a atenção e decidi ir pesquisá-lo e ler a sinopse. Fiquei rendida e aproveitei para o adquirir na promoção do Dia da Mulher da Wook.
Em Janeiro já conseguimos ler ou adquirir algumas novidades apetitosas mas como sempre outras tantas ainda ficaram no papel. Venham ver o que entrou na nossa wishlist:
Eu pareço andar ao contrário de todos, porque o outro livro da autora "Fala-me de um dia perfeito", que todo o mundo adorou, eu não gostei tanto e este, que parece estar a ter críticas mais negativas...eu adorei.

Adorei mesmo tudo neste livro, embora não lhe consiga dar as 5 estrelas mas leva uma mão cheia de 4 estrelas.
Adorei as personagens do livro. Libby, outrora a rapariga mais gorda dos Estados Unidos foi uma personagem completamente fantástica. Adorei a diversidade no livro, às vezes cansa ler só sobre jovens brancos, bonitos e ricos. Aqui temos uma diversidade grande, com os dois protagonistas com problemas. Libby luta contra o seu peso, embora não sei deixe afectar por ele, tem como sonho entrar na equipa das cheerleaders da escola. Jack tem uma doença sem cura - prosopagnosia - que é uma doença real e que eu nunca tinha ouvido falar. Adoro aprender coisas novas através dos livros de ficção e achei que a autora conseguiu explorar muito bem esta doença e as suas consequências. Basicamente -quase - toda a gente consegue reconhecer alguém pelos traços do rosto...pois bem, Jack não consegue, ele identifica as pessoas por outras características, tiques, a voz, cor do cabelo, etc. Foi realmente interessante ler sobre este tema e nos agradecimentos a autora explica a pesquisa que fez. Gostei muito.
O romance é inevitável mas é muito fofinho e gostei que não fosse tudo perfeito, até porque o Jack e a Libby não têm nada a ver um com o outro e acabam por se aproximar por conta de uma brincadeira parva.
Há algumas partes em que o livro volta atrás e conta uma importante parte da vida da Libby e é muito interessante depois ver como ela conseguiu superar isso.
Gostei mesmo muito deste livro e aconselho imenso. Já agora, adorei a tradução do título, tem tudo a ver com uma parte da história.
Libby, outrora a rapariga mais gorda da América, conseguiu finalmente ultrapassar o desgosto causado pela morte da mãe e está pronta para voltar a viver.
Jack é o típico rapaz popular do liceu, no entanto tem prosopagnosia e não consegue reconhecer caras.
Quando o destino os une a solidão que cada um sente dá lugar a sentimentos muito diferentes… Uma história de superação e de um amor verdadeiro e invulgar que nos devolve a esperança no mundo, em nós e no outro.
Vamos lá ver o que adicionamos à nossa wishlist durante o mês de Fevereiro!
Mafi
Poucos mas bons!
Ne
A ver se é desta que estes vêm cá para casa.
Março... mês da Primavera e mês de estreia do filme "A Bela e o Monstro"! 😍
Vamos lá ver o que queremos ler este mês!
Mafi:
Em Março vou estar de férias duas semanas, portanto das duas uma: ou vou ler muito ou não vou ler tanto porque só vou querer dormir e não fazer nada! 😜 Mesmo assim estão aqui 8 livros que quero sem dúvida ler!
Ne:
Para os meus lados quero mesmo repor os números de leituras normais e aproveitar para dar uma leitura nos pequeninos lá de casa.
Alguém me recomenda por onde começar?
Depois do sucesso de "Fala-me de um dia perfeito" o lançamento mais recente de Jennifer Niven,
"Holding up the Universe" também irá sair em Portugal!
Libby, outrora a rapariga mais gorda da América, conseguiu finalmente ultrapassar o desgosto causado pela morte da mãe e está pronta para voltar a viver.
Jack é o típico rapaz popular do liceu, no entanto tem prosopagnosia e não consegue reconhecer caras.
Quando o destino os une a solidão que cada um sente dá lugar a sentimentos muito diferentes… Uma história de superação e de um amor verdadeiro e invulgar que nos devolve a esperança no mundo, em nós e no outro.
Sai dia 1 de Março!
Este ano não tem sido fácil em termos de leituras. Tirando Janeiro que é sempre muito positivo, o resto dos meses do ano têm sido muito atarefados e parcos em leituras. Ainda por cima criei um péssimo hábito de começar diversos livros e nunca acabar nenhum. "All the bright places" foi um deles. A curiosidade era enorme, já muito antes de ele ser lançado, eu já o queria ler.
Mesmo com uma paragem de dois meses, entre as primeiras cinquenta páginas, e o restante do livro, posso dizer que gostei mais ou menos do que li de Jennifer Niven. Não é a primeira obra da autora, mas é até agora a sua mais conhecida e terá direito a filme e tudo.

O tema suicídio e depressão são temas que logo à partida me interessam. Gosto de livros com uma boa carga de drama e se forem psicológicos ainda mais me apelam, pois tenho um fascínio sobre o comportamento humano e gosto de ler sobre estes temas, não só em leituras lúdicas como fora do âmbito das leituras por lazer. Leio por norma artigos ou crónicas porque interesso-me mesmo por estes assuntos, acho que já perceberam.
E um dos pontos negativos - de frisar na minha opinião - é a maneira como a autora retratou uma das principais temáticas do livro. Isto está muito relacionado com o meu gosto, com o que penso sobre, com o que sinto sobre. Ao princípio nem percebia o hype que o livro tinha, porque no início o livro não me estava a prender nada devido à maneira que a autora estava a tratar dos temas e à caracterização das personagens, especialmente do Finch. Falar sobre suicídio juvenil é importante mas não achei que Niven quisesse realmente que este fosse o assunto do livro.
O livro melhorou significativamente na segunda parte devido ao romance e ao envolvimento das duas personagens. Foi o que mais me agradou no livro, visto que já frisei que não sou fã de como a autora abordou o tema central. Queria um pouco mais de carga emocional, e não consegui conectar com as personagens tanto quanto gostaria. Enfim, queria um pouco mais de realismo e não tanto uma versão romantizada do suicídio, que em nada tem de romântico ou para ser tratado com leviandade. Mas como romance adolescente, Niven faz um trabalho competente em deixar as leitoras - especialmente sensíveis e românticas - como eu a suspirar por este casal disfuncional.
O final...que dizer? O fim não me surpreendeu, visto que era algo que já suspeitava que acontecesse. Confesso que em momentos fiquei de coração apertadinho, numa altura em que não sabemos muito bem o que está a acontecer e temos medo de confirmar as nossas suspeitas. Eu já presumia que o final fosse em certa parte idêntico mas ainda assim pensei que autora quisesse passar outro tipo de mensagem aos leitores.
"Fala-me de um dia perfeito" é um livro frustrante para mim. Tem partes que simplesmente adorei e a escrita da autora é bonita mas tem outras que não consegui mesmo perceber o que raio estava a ler.
Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.