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Opinião Contemporânea: ''Perdoa-me'' de Lesley Pearse


Já é comum de vez em quando virem por aqui aquisições ou leituras dos livros da Lesley Pearse. Para além de ser uma das autoras mais populares em Portugal, é também uma das autoras que mais gosto de ler. 

Já li vários livros dela e embora tenha mais uns 7 (incluindo o último que saiu este mês) para ler, tenho sentido que a cada livro que leio tenho menos paciência para tanto drama e tanta tragédia.

22265168O livro começa logo com Eva a encontrar a sua mãe Flora morta na banheira da casa de banho. O início é muito promissor e ficamos a conhecer as nossas principais personagens: Eva, Ben, Sophie e Andrew. Depressa Eva descobre que não é filha biológica de Andrew e portanto sai de casa e refugia-se no antigo estúdio de trabalho da mãe, deixado por ela em testamento. 

A partir daqui como já é comum em todos os livros da Lesley, a nossa protagonista vai sofrer bastante, desde tentativas de violação, a incêndios ao mesmo tempo que tenta descobrir o passado da mãe e o seu verdadeiro pai.

Gostei bastante do início mas à medida que o livro ia avançado achei algumas situações uma bocado exageradas. A Lesley é perita em transformar tudo em tragédia só para mostrar que a protagonista é uma coitadinha sem sorte na vida mas que é muito forte. Isto às vezes é um bocado desgastante especialmente porque por vezes é levado ao extremo dos exageros. Não digo que na vida real não haja pessoas que não tenham passado por fases bastante complicadas da sua vida mas para isso leio não ficção e não um livro de literatura de ficção. 

No meio de todas as personagens, acho que só gostei do Phil, que tinha uma paciência de santo para aturar a Eva e todas as suas complicações. A Sophie irritou-me mas entendo a sua revolta. A Eva por vezes também irritou-me um pouco por não desconfiar mais das pessoas. 
Embora o livro seja grosso (quase 500 páginas) lê-se bem mas não gostei muito da parte final. Achei corrida demais. O livro tem um final feliz e cor de rosa mas achei que tudo resolveu-se demasiado depressa entre a Eva e o Phil, quando nas dez páginas anteriores ainda estavam chateados. Parecia que a autora tinha ficado cansada de tanto escrever e então resolveu tudo à pressa. 

Não foi um livro mau e tirando o facto da capa portuguesa ter zero a ver com a história (assim como quase todas as capas dos livros da Lesley) gostei do livro mas em comparação com o anterior que li dela (Nunca Digas Adeus) gostei mais desse. 

Vou continuar a ler esta autora porque já tenho bastantes livros comprados mas espero encontrar histórias um pouco mais alegres e que me façam continuar a querer acompanhar os livros dela. 

A vida pode mudar num segundo.
O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar.

Doce do Momento: "Se Eu Tivesse um Duque" de Lenora Bell


Dos dias de hoje, vou voltar aos dias de antigamente. Vamos lá conhecer esta autora, começando por este segundo volume da série The Disgraceful Dukes.
Após três temporadas fracassadas e uma desastrosa incapacidade socializar, lady Dorothea Beaumont é enviada pela família para o campo para reflectir nas suas atitudes e pensar em como «caçará um duque, enredará um conde, ou competirá por um visconde». Lady Dorothea, foi educada com um único propósito: casar com um duque. Mas a família não contava que ela de fosse tão propensa a desastres e que ninguém se interessasse por ela. Thea faz tudo de propósito, pois não estava nada interessada em casar-se com um duque. O seu coração pertencia à arte e pretendia dedicar a vida a essa mesma arte. A arte é, na realidade, a razão por que entra em contacto com o duque de Osborne, pois encontrou uma colecção escondida na residência do duque na Irlanda. Vão trocando correspondência até que por fim se conhecem... e o que começa com uma zanga enorme vai dando espaço para outros sentimentos com os quais não contavam.

Doce do Momento: ''O Sol e as suas Flores'' de Rupi Kaur



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Eu não leio poesia mas gostei do outro livro da autora ''leite e mel'' e portanto espero também gostar deste.

o sol e as suas flores é uma
coletânea de poesia sobre
a dor
autoabandono
honrar as raízes
o amor
emancipação
está dividido em cinco capítulos
murchar. cair. criar raízes. crescer. Florir

A Entrar no Forno: ''Seafire'' de Natalie C. Parker

        

Quando andamos pelo facebook que depois nos leva ao instagram e nos traz aqui ao blog para vos dar uma notícia! 



Pois é segundo a própria autora, este livro de fantasia e primeiro volume de uma trilogia chegará ao nosso país. E para sermos dos primeiros a adquirir os direitos é porque deve ser mesmo bom não acham? O livros saiu em Agosto de 2018 e portanto deve chegar às nossas estantes em 2019! 

Fiquem com a sinopse traduzida:
Depois que a sua família é morta pelo senhor da guerra e corrupto Aric Athair e o seu exército apelidado de Balas,  Caledonia Styx é obrigada a traçar o seu próprio percurso nos perigosos e mortais mares. Ela é a capitã do seu navio, o Mors Navis, com uma tripulação de mulheres como ela, cujas vidas foram viradas de cima para baixo por Aric e  osseus homens. A tripulação tem uma missão: ficar viva e derrubar a frota armada de Aric.
Mas quando o seu melhor amigo sobrevive a um ataque, Cadedonia questiona-se se deve ou não deixá-lo entrar para sua tripulação. Ele pode ser a chave para derrubar Aric Athair de uma vez por todas...mas valerá a pena ameaçar todo o trabalho que as mulheres de Mors Navis fizeram? 

Quem ficou curioso?

Chegou à Despensa: "Perigo e Tentação" de J. Kenner


Também graças à Topseller chegou cá a casa o terceiro volume da saga Stark Word.
Já está a ser lido, se já não estiver terminado.
Vamos lá alimentar o vício.

A Sair do Forno: ''O meu coração entre dois mundos'' de Jojo Moyes




Quem continua a seguir as aventuras de Lou? 
Vem por aí mais um livro de Jojo Moyes, continuação de ''Viver depois de ti'' e ''Viver sem ti'', ambos pela Porto Editora. 


Quando Lou Clark chega a Nova Iorque está convencida de que vai conseguir recomeçar uma nova vida e sente-se confiante para enfrentar todos os desafios, apesar dos milhares de quilómetros que a separam de Sam. Lou está determinada a aproveitar o mais possível a situação em que se encontra – vive e trabalha em Manhattan para uma família super-rica e vê-se inserida na alta sociedade nova-iorquina. E é assim que conhece Joshua Ryan, um homem que lhe traz recordações do passado. Em breve, Lou ver-se-á perturbada por aquele encontro, o que a leva a questionar-se sobre quem é a verdadeira Lou Clark e como poderá reconciliar as duas partes de um coração separado por um oceano.Jojo Moyes dá vida, uma vez mais, a Lou Clark – a personagem de Viver Depois de Ti Viver Sem Ti -, através de uma história que nos fala de lealdade, escolhas e, sobretudo, esperança.

Quem vai ler? Sai dia 1 de Outubro

Opinião Contemporânea: ''Muito mais do que amigos'' de Erin Lyon


Sabem aqueles livros que vocês lêem mas não tem qualquer impacto em vocês?
Aconteceu comigo com este livro. 

Muito Mais do que AmigosEstava super entusiasmada para o ler mas houve algo neste livro que não me fez adorá-lo como o primeiro livro. 
Este livro é uma continuação directa do primeiro portanto não vao conseguir entender a opinião se não tiverem lido o volume anterior. 
Começamos com Kate a morar sozinha e com uma nova senhoria, a mãe de Adam. Adorei esta nova personagem secundária, principalmente as partes com o tio da Kate, o Tony. 

Falando em Adam, ele sempre foi o meu pretendente preferido da Kate. A química deles continua óptima mas senti falta de mais mensagens entre eles, uma característica muito presente no primeiro livro. 

Quanto ao Jonathan e ao Dave, um grande bocejo para eles. Não é que não gostasse deles mas ao pé do Adam são uns meninos.

Gostei que a melhor amiga da Kate continuasse a aparecer e também tivesse o seu final feliz, assim como a Mags. Agora definitivamente o que me fez desgostar deste livro foram os casos que a Kate ia aceitando como advogada e que ocuparam o livro todo. As clientes pareciam todas malucas e precisavam mais de ajuda mental do que uma advogada. Não gostei que os casos tivessem tanto destaque no livro, porque só serviam para enaltecer a vida profissional da Kate que embora também fosse um ponto importante no livro, não tinha interesse directo com a sua vida amorosa que é o assunto do livro. 

Portanto estas partes dos casos em tribunal começaram por aborrecer-me e houve partes que li na diagonal porque não interessavam mesmo nada. Descobri depois que a autora é advogada e portanto entende-se um pouco o seu entusiasmo em aprofundar esta parte. 

Não senti que este livro era tão cómico como o primeiro, que tem mais cenas divertidas e de comédia. Felizmente o livro acabou como eu queria e a autora também torna evidente isso ao longo do livro portanto embora tenha ficado desiludida e achei que o primeiro livro é muito melhor, aconselho esta leitura apenas porque é o segundo e último livro, porque se não seria sem dúvida tempo de leitura perdido. 

Num mundo onde não há casamentos, apenas contratos de sete anos, os casais não dão o nó: assinam o papel.
Não existem divórcios, mas sim quebras contratuais e, por vezes, a relação simplesmente expira! Depois de ter batido no fundo do poço, Kate deu a volta por cima e conseguiu o que queria: tornar-se advogada. Bom, perita em relações falhadas... Mas pelo menos está a realizar o seu sonho. E enquanto lida com as vidas caóticas dos seus clientes - desde disputas por porquinhos-da-índia a infidelidades conjugais -, a sua carreira dá um salto. E se o trabalho de Kate é uma festa animada, a sua vida amorosa é uma montanha-russa!
Após uma pacífica relação amorosa de sete anos, Kate encontra-se no centro de um furacão de pretendentes. As suas opções são: Jonathan, o ex-companheiro arrependido, que quer reatar a relação; Dave, o apresentador de televisão com fama de playboy, cujas intenções são duvidosas; e, por fim, Adam, com quem tem uma química inexplicável, mas zero hipóteses, agora que ele a remeteu para a friend zone.
No final, Kate tem de decidir e perceber o que realmente a faz feliz. Uma escolha muito fácil, certo?
Um romance que promete riso e um leque de homens estonteantes, que a deixarão tão indecisa quanto Kate!

 

A Sair do Forno: ''Um duque Malicioso'' de Madeline Hunter



Três duques pecaminosamente atraentes, três corações prestes a encontrar os seus parceiros.
ELE PODE SER UM DEMÓNIO
Ele é infame, libertino e conhecido pela sua total indiferença com os escândalos e as paixões irresistíveis. Gabriel St. James, duque de Langford, é belo e obscenamente rico e está habituado a ter exatamente aquilo que quer. Até que se cruza com uma mulher que capta a sua atenção e se recusa a dizer-lhe o nome… mas que não consegue resistir ao seu toque.
MAS ELA NÃO É NENHUM ANJO...
Amanda Waverly tem duas vidas: a de respeitável secretária de uma dama da sociedade e uma existência secreta onde a sua sobrevivência depende apenas da sua argúcia e força de vontade. Langford pode ser o homem mais tentador que ela já conheceu,mas Amanda tem uma tarefa a cumprir para escapar ao mundo do crime em que nasceu. Poderá a ardente paixão que os une sobreviver se ele descobrir quem ela realmente é?

Sai dia 2 de Novembro  

A Sair do Forno: ''A Provadora'' de V.S. Alexander


Em plena Segunda Guerra Mundial, uma jovem encontra refúgio ao lado do homem mais perigoso do mundo.
Em 1943, alarmados com os constantes raides aéreos dos Aliados sobre Berlim, os pais de Magda Ritter enviam-na para Berchtesgaden, uma remota cidade nos Alpes Bávaros. Aqui ela é recrutada para o Berghof, o refúgio de montanha de Hitler, onde é treinada para desempenhar uma única função: provar a comida do Führer, oferecendo se em sacrifício para o manter a salvo de envenenamento.
O Berghof parece estar a um mundo de distância da realidade das batalhas e, apesar de a princípio estar aterrorizada, Magda habitua-se gradualmente à sua perigosa missão. Mas o seu amor por um conspirador das SS e a sua crescente tomada de consciência das atrocidades do Reich empurram Magda para uma conspiração que irá testar a sua inteligência e lealdade.
Vividamente escrito, A Provadora desenrola-se no momento mais negro e turbulento da humanidade, oferecendo nos uma trama plena de intriga e terror, mas também de extraordinária coragem, sacrifício e amor.
Sai dia 19 de Outubro

A Sair do Forno: " As Estrelas Mais Brilhantes" de Anna Todd




Novo livro e nova série!!

Anna Todd, a autora da série After, bestseller internacional, regressa com um romance surpreendente sobre o amor e os obstáculos que a vida nos coloca a cada momento. 
Após uma juventude dominada pela instabilidade familiar, devido à profissão do pai, militar de carreira, e ao comportamento rebelde do irmão, Karina Fischer, agora com vinte anos, é massagista em Atlanta onde, já na sua própria casa, pela primeira vez se sente bem. Numa sessão de massagens, conhece Kael, um jovem ex-combatente, bem-parecido mas introvertido e com sinais de desgaste emocional causado por duas missões no Afeganistão. 
Karina habitua-se à sua presença silenciosa na qual vê algo que a tranquiliza e a ajuda a ultrapassar o caos familiar que marcou a sua vida. Kael mal a conhece, nem parece querer conhecê-la melhor e... fala muito pouco. Contudo, Karina vê neste homem misterioso a estabilidade de que necessita, e enche de silêncios as suas próprias ilusões. 
Mas as ilusões podem ser desfeitas tão depressa como surgem. E quando Karina entra no mundo de Kael, descobre que há mentiras mais perversas do que alguma vez poderia ter imaginado. Uma fascinante história de amor e mentiras, que permanecerá por muito tempo na memória dos leitores.


Sai dia 3 de Outubro!


A Sair do Forno:" Perto de Casa" de Cara Hunter


Como pode uma criança desaparecer sem deixar rasto?

A noite passada, Daisy Mason de oito anos, desapareceu enquanto decorria uma festa de família. Ninguém viu, ouviu ou percebeu o que quer que fosse, ou pelo menos, é o que todos dizem.
O Inspetor Adam Fowley está a tentar manter o espírito aberto, mas ele sabe que nove em dez vezes, o responsável é alguém que a vítima conhece muito bem.

Alguém está a mentir. E o tempo está a esgotar-se.


Sai dia 4 de Outubro!

Chegou à Despensa: "O Segredo Mais Sombrio" de J. Kenner


Chegou à Despensa o primeiro volume dos S.I.N.. Agora já poderei ler a trilogia!
Obrigada Topseller!!

Doce do Momento: "Perigo e Tentação" de J. Kenner


Chegou e já está na 67ª página.
Obrigada à Topseller!
Noah Carter é um homem tão bonito quanto inteligente. Um belo partido, não fosse a tragédia que o marcou: o desaparecimento da mulher e a morte da filha bebé. Desde então, Noah alimentou a esperança de que a sua mulher estivesse viva. Mas depois de emitida a declaração de óbito, ele é consumido pela culpa e passa a refugiar-se no trabalho, fechando o coração às emoções…
Até que um furacão chamado Kiki Porter regressa à sua vida.
Eterna otimista e cantora em ascensão, Kiki é o vislumbre de um passado feliz para Noah. Agora que se reencontraram e que tanto mudou nas suas vidas, os dois anseiam um pelo outro. Contudo, Noah ainda é um homem traumatizado, e Kiki não se esquece de como as coisas acabaram entre eles, nove anos antes, temendo agora ser novamente magoada.
Juntos, são explosivos e não conseguem manter-se afastados. Mas quando o destino lhes parece sorrir, os fantasmas de Noah regressam, virando o mundo deles do avesso.Será Noah forçado a desistir do amor da sua vida para fazer o mais correto?

Chegou à Despensa: "Um Casamento Conveniente" de Tessa Dare


Este veio emprestado, mas se gostar muito quem sabe não fica cá definitivamente?

Opinião Histórica: "O Escândalo de uma Rebelde" de Courtney Milan


Ao ler a sinopse eu já previa que este romance não me iria correr tão bem como os anteriores, mas mesmo assim surpreendeu-me pela positiva o facto de ter gostado tanto da história. O maior problema foi mesmo a escrita de Courtney Milan. Só tudo menos fã de diálogos longos cheios de "lamechice" e esta escritora adora-os! Discursos longos e ainda por cima repetitivos cheios de "sítios comuns" de fazer revirar os olhos mil vezes.

Num romance em que as mulheres são o sexo mais forte, pelo menos na força de vontade e não no poder. Quando a personagem principal, mas não a mais principal, é um exemplo para todas as mulheres, principalmente as do século XIX, este tipo de novela não encaixa bem. Também não encaixou bem o facto de ela não ser a personagem predominante, pelos menos o seu ponto de vista, que foi oferecido a Edward. Mas, acabo por olhar para esta situação como algo positivo, já que o papel de Edward, além de ser uma personagem sofrida, mostra o lado vulnerável de um homem e a maneira como a autora descreveu o seu encantamento por Free também foi emocionante, o que pesou no prato dos pontos positivos.

A questão de Amanda também me surpreendeu pela positiva. Já suspeitava, mas nunca esperei que as minhas suspeitas fossem confirmadas. Boa Courtney!

As descrições são longas, tanto de cenários como de situações.

Os anti-heróis e os vilões são óbvios e a forma como Edward resolve tudo e mais alguma coisa também me pareceu longe de ser realista.

Assim, sobrou-me admirar os exemplos e histórias em que a autora se baseou, principalmente a cena do hospital e do jornal.

Gostei bastante do Passado de Edward, incluindo a traição, a tortura e até as falsificações que ele fez. Deu-me vontade de o conhecer pessoalmente.

Apesar disto tudo quando penso na pontuação tenho sempre a certeza que as duas estrelas são o mais acertado já que este livro para mim foi um "ok" e não um "gostei", adorei" ou "amei". Não me viciou. Não me identifiquei com nenhuma personagem. Saltei os longos textos e nem sequer quis acabar rápido para descobrir o final porque este sempre esteve "escarrapachado" desde o início. Só o quis terminar rápido para poder pegar noutro que me viciasse.

Curiosamente, ao ler estas páginas só me vinha à memórias os livros de Jennifer Haymore que por muito que eu insistisse sempre me deram este tipo de enfado. Porque, na minha opinião, para se ter um romance romântico, emocionante, de derreter os corações, não é preciso esmiuçar o sentimento, mas sim criar momentos que nos façam sentir. Acções, não palavras - porque assim os sentimentos vão ser muito mais reais porque saem de nós e não das palavras que nos estão a impingir (este termo é forte, mas não estou a conseguir encontrar outro mais suave e adequado).

Pelo Goodreads estou a perceber que estou muito longe das restantes opiniões, mas la está, o livro escolhe o leitor, e acho que este não me escolheu a mim. Paciência.

Miss Frederica (Free) Marshall está muito à frente do seu tempo. É editora de um jornal de apoio aos direitos das mulheres e está habituada a incomodar muita gente. Mas o problema é que agora há quem esteja mais incomodado do que o costume. e decidido a silenciá-la. Free precisa de ajuda... mas sabe que a sua única tábua de salvação pode acertar-lhe em cheio na cabeça.
Pois a única pessoa disposta a ajudá-la não o faz desinteressadamente. Abandonado pela família, Edward Clark tem os meios e a vontade de combater os inimigos de Free. Afinal, trata-se da sua odiada família. e que mal têm uma ou duas mentirinhas? A jovem Free não passa de um peão no seu plano de vingança…
Mas Edward não contava que a fogosa rapariga lhe desse a volta à cabeça. Infelizmente, demorou demasiado tempo - e demasiadas mentiras - a perceber. Pois quando a mulher dos seus sonhos souber o quanto ele a enganou, ele vai perdê-la para sempre…

Opinião Histórica: "Verão em Edenbrooke" e "Amor em Blackmoore" de Julianne Donaldson


Curioso como a capa de um livro nos pode enganar e a fazer coisas que nos arrependemos.
Eu sou daquelas que olha e escolhe o livro pela capa. Só depois é que leio a sinopse e muitas vezes nem isso. Já me arrependi de ler alguns e já me arrepender de não ler outros mais cedo. Neste caso foi um duplo arrependimento - emprestaram-me o primeiro livro, não o li, devolvi-o e depois tive que o comprar para o ler. E agora que li os dois fico ainda mais chateada porque não há mais e estes dois não me chegam.

Nos dois livros temos protagonistas muito semelhantes, com a protagonista feminina a ser a mártir, sofrendo imenso, fazendo-nos sofrer imenso por empatia. O masculino também com coração de ouro, apaixona-se por ela desde o inicio do livro, enquanto ela só se apercebe que o ama no meio ou mesmo quase no final do livro.

Em ambos os livros ele prova derradeiramente o amor que sente por ela, enquanto que ela, forçada ou voluntariamente, é retirada de cena temporariamente.

Ambas são corajosas, altruístas, aventureiras.

Existem sempre muitos irmãos à mistura, tal como muitas mortes e vilãs.

Existem também muitos pretendentes, todos muito bonitos ou muito feios, nunca existindo um meio termo. Existem também muitos animais.

Em Amor em Blackmoore encontramos uma história semelhante à gata borralheira, sem ser a parte do borralheira, literalmente. Existem também sempre muitos segredos que nos são revelados a muito custo.

As paisagens são muito diferentes, mas todas com grande beleza natural. No segundo livro então a descrição é feita de forma bastante exaustiva, mas sem ser cansativa, dando imensa vontade de ir lá e olhar na mesma direcção.

Encontramos também melhores amigas que não o são. Inimigas que o deixam de ser.

Como podem ler, estes livros estão cheios de elementos já nossos conhecidos, mas que tudo bem reunido e baralhado nos dá uma combinação impressionante que me encantou.

Não existe continuidade entre os dois livros, não fazendo parte de uma série ou continuação, mas em Blackmoore há referência a uma das famílias que encontrámos em Edenbrooke.

Adorei as duas histórias, porque, de facto, Julianne Donaldson consegue-nos manter de uma ponta à outra do livro o coração sempre apertado, conseguindo ser romântica sem ser melosa ou exagerada ou até exaustiva. Aqui encontrei imensas emoções e sentimentos que apesar de terem sido em enorme quantidade nunca me fartei e ainda hoje estou desconsolada. Preciso de mais!

Apaixonei-me por todos os protagonistas, querendo rever-me nas femininas e casar-me com os masculinos.
"Ela não podia saber que "em breve" envelhecera havia anos, que "depois de muito tempo" era doente e frágil e que "finalmente" era um suspiro moribundo."
Gostei também dos pequenos pormenores eruditos, tais como a constante presença de livros, poemas, escritores e músicos de renome da época, tal como excertos destes.

Há também uma fixação por pássaros, sendo descritos mais do que o normal, mas tendo sido um pormenor mais excêntrico e não propriamente estranho ou até desagradável, até porque o meu único animal de estimação é um pássaro.

Em Edenbrooke são bastante óbvias as influências de Jane Austen, o que me alegrou imenso. O que mais notei! A falta de relações sexuais ou momentos mais atrevidos, onde no máximo a autora só nos dá um beijo, no máximo dois. O que eu adoro, é que sendo eu amante de livros eróticos ou romances históricos mais sensuais, aqui fiquei com sede de mais momentos opostos a estes - e é por isto que sou fã de Jane Austen, porque mesmo sem esses ingredientes, mesmo com a sua escrita própria da época consegue-me encantar igual ou mais a um romance erótico ou uma comédia romântica dos dias de hoje. Julianne Donaldson fez o mesmo e não há elogio maior que lhe possa dar.

Tenho pena de não poder ler mais tão cedo, mas espero encontrar mais do género.
Sugestões?

Marianne Daventry seria capaz de tudo para escapar ao tédio de viver em Bath e às investidas amorosas de um pretendente indesejado. Por isso, quando a sua irmã gémea, Cecily, a convida para passar o verão com ela em Edenbrooke, a maravilhosa propriedade rural de uns amigos da família, ela nem hesita em aceitar.
Parte assim para a casa de campo, pensando que poderá finalmente relaxar enquanto a irmã tenta conquistar Philip, o encantador herdeiro da propriedade. Mas rapidamente descobre que até os melhores planos podem correr mal.
Desde ser vítima de um assalto terrível até ter de ignorar sentimentos indesejados que começa a sentir pelo anfitrião da casa, Marianne vê-se enredada numa grande aventura, repleta de romance e intriga, que a deixará completamente desorientada.
Conseguirá Marianne conter o seu coração, ou irá um estranho arrebatá-lo irremediavelmente?

Na Inglaterra do início do século XIX, espera-se que a principal ambição de uma mulher seja casar. Mas Kate Worthington conhece bem o seu coração e sabe que o casamento não está nos seus planos. O seu sonho é viajar até à Índia para encontrar paz para o seu espírito inquieto e se poder afastar da nefasta influência da sua família. Só que a mãe de Kate tem outros planos e propõe-lhe um acordo: Kate pode ir para a Índia, mas apenas se conseguir — e rejeitar — três propostas de casamento.
Kate viaja então até Blackmoore, uma imponente propriedade rural numa charneca junto ao mar, e pede ajuda ao seu querido amigo de infância, Henry Delafield, para alcançar os seus objetivos. Porém, quando se trata de assuntos de amor, os acordos significam pouco e os planos podem mudar. Ali, nas terras selvagens e misteriosas de Blackmoore, Kate terá de enfrentar a dolorosa verdade que há anos mantém o seu coração cativo. Será ela capaz de rejeitar uma proposta que poderá revelar-se a única forma de libertar o seu coração?

Resultado Passatempo "O Grande Jogo de Detectives"

Ui, este passatempo foi miserável apenas com 3, mas boas participações. O Random.org decidiu-se pela primeira participação que calha a...


PEDRO OLIVEIRA
(Cascais)


Parabéns Pedro. Enviaremos para a semana o seu prémio!

Obrigada ao André e à Cláudia pela participação.

Chegou à Despensa: "Promessa de Veludo" de Jude Deveraux


Este primeiro volume da saga Quarteto de Veludo chegou finalmente cá a casa. Adoro a capa, adoro a sinopse. Eu e esta autora estamos num impasse e acho que este livro vai ajudar a desempatar.

A Sair do Forno: "O Rapaz à Porta" de Alex Dahl




Alex Dahl, metade americana, metade norueguesa, onde aliás nasceu. Já tem um livro publicado mas vai ser com este que conseguiremos ler alguma coisa desta autora em português. Apresentamos-vos: ''The Boy at the Door'' que saiu lá fora em Maio de 2018 e que por cá sairá em Outubro.

CECÍLIA, a personagem principal é uma excelente narradora, mas nada confiável, manipuladora e algo perturbada. Tem a vida perfeita: um marido atraente, duas bonitas filhas e uma grande casa em Sandefjord, uma cidade que parece tirada de um bilhete-postal. Ela esforça-se para manter tudo como está, pois um erro do passado pode destruir-lhe o presente.
Um thriller psicológico obscuro, inteligente e emocionante - impossível parar de ler! Quem gostou do Homem de Giz, não pode perder "O Rapaz à Porta".
Grande campanha de comunicação que inclui a vinda da autora a Portugal.
Sinopse traduzida mais completa 

Em Sandefjord temos tudo. Ou melhor...não temos nada - é esse o meu ponto. Não temos nada de indesejável que torna a vida tão desagradável em muitos lugares: poluição, pobreza, crises de propriedade, crime excessivo, questões de imigração...poderia continuar. Este não é o tipo de lugar onde meninos aparecem do nada, com olhos vazios, sem pais e nada além de uma bolsa de plástico com um par de calções de banho do Batman e uma toalha azul bebé desgastada. Sandefjord não é esse tipo de lugar. Não era.
Uma cidade escandinava pacífica e rica onde nada de mal alguma vez aconteceu. Uma rede de mentiras tão densa que é quase impenetrável. Uma prostituta viciada em heroína. flutuando num mar gelado. Mas Cecília é realmente uma mãe assim tão respeitável? E o pequeno Tobias será assim tão inocente quanto parece? E se decisões terríveis, negligencias e até mortes escondem-se atrás das fachadas perfeitas de Sandefjord?

Sai dia 2 de Outubro! 

Chegou à Despensa: "Liberta-me" de J. Kenner


Como podem ver continuo a trazer cá para casa os livros de J. Kenner. Desta vez aproveitei o vale de aniversário da Bertrand para trazer o primeiro volume da Stark Trilogy.

Opinião Contemporânea: "The Baller" e "Egomaniac" de Vi Keeland


Agora com o lançamento do Egomaníaco, esta opinião teve que sair à força. Tanto o The Baller como o Egomaniac li em inglês, mas sei que em português vai fluir também muito bem. Sim, porque eu vou querer reler.

Começando de fora para dentro, a primeira coisa que quero referir são estas capas finas que facilmente, mesmo com todos os cuidados, se dobram nos cantos. As editoras inglesas poupam na capa para depois gastar na impressão, que é super brilhante e com bastante tinta, o que contrasta com o papel branquíssimo e se nota bem no tamanho de letra gigante.
As imagens das capas de Vi Keeland são sempre tão bem escolhidas? 😆
Em relação ao interior do The Baller, comecei logo a adorar o livro na primeira página da história propriamente dita quando encontro a seguinte citação:
"This is for Jake.
(Just don't read it, okay?)"
Logo aqui começa a boa disposição da autora que me fez largar logo uma gargalhada. Mas isto foi apenas o aperitivo para um primeiro capítulo muito bom, onde confirmamos tudo o que a sinopse nos disse com muito mais animação.
Adorei a primeira cena do avião em que ela tomou o Xanax e o vinho. Foi pena ter sido uma cena tão rápida, que é um dos pontos constantes desta história. São muitas cenas, bem concentradas, que se seguem muito rapidamente. Os protagonistas estão constantemente juntos, o que aumenta a percentagem de cenas que me agarraram ao livro, porque no fundo o que eu queria ler era a dinâmica entre eles.

Tanto um como o outro tem cenas com bastante tensão sexual, que misturado com esse sentido de humor dá um resultado delicioso, mas que se come muito rápido, quase só de uma dentada. Ora, eu sou fã deste tipo de romances, porque sei que a satisfação é garantida, tal como os bons momentos que nos faz passar, mas parece que sabem sempre a pouco. Penso que para resolver isto a autora teria que escrever umas dezenas de histórias destas para ler até fartar e só aí mudámos de autor eheh.

Em ambos, o protagonista masculino é sempre o primeiro a cair de amores pela protagonista, o que acaba por ser um pouco diferente (não muito mas não deixa de ser querido), sempre no inicio do livro, apesar de no Egomaniac ele ainda negar um pouco. Há sempre amigos divertidos, de ambas as partes, mas o melhor são mesmo as cenas a dois.

No caso do Egomaniac a cumplicidade entre eles é enorme, e desde o inicio que Drew prova que afinal é um gentlemen e tem um enorme coração. Está claro que tinha que aparecer uma reviravolta que é feita através do seu filho e da sua ex que vai dar muito trabalho e infelizmente ter muito protagonismo. Emerie, por sua vez, é muito mole. Não deixa de ter grande coração, mas a rapariga tem um pouco falta de segurança a nível do que é capaz, apesar de, a nível de trabalho, ser bastante competente. Penso que o que Drew tem de egomaníaco, a Emerie tem a menos.

Mas é assim que as personagens combinam tão bem, principalmente quando há aquele momento da história em que um deles tem que ir atrás do outro. Ui, adoro! O meu coração fica bem apertado e não relaxa nem no final, porque aqueles momentos de adrenalina são curtos e acabam rápido.

Em relação ao The Baller, a luta entre protagonistas é mais acesa. A Delilah é muito mais atrevida e arisca e dá muita luta a Brody, apesar de também sofrer imenso com ele. Enfim, ambos sofrem, mas ambos adoram fazer as pazes eheh.

A cada livro que gosto mais da escrita e principalmente das histórias de Vi Keeland. São romances com bem mais drama do que erotismo, mas têm tudo q.b. Comparo-os aos romances históricos de bolso, mas estes adaptando-se aos príncipes e princesas de era moderna. São todos bonitos, eles ricos, elas da classe média, ou no caso de Emerie, pobre. Sempre tudo num ambiente muito citadino, que me faz sempre viajar para uma rua de Nova Iorque ou Manhattan! Que delícia!

The first time I met Brody Easton was in the men's locker room.
It was my first interview as a professional sportscaster.
The famed quarterback decided to bare all.
And by all, I don't mean he told me any of his secrets.
No. The arrogant ass decided to drop his towel, just as I asked the first question. On camera.
The Super Bowl MVP quickly adopted a new hobby--screwing with me.
When I pushed back, he shifted from wanting to screw with me, to wanting to screw me.
But I don't date players.
And it's not because I'm one of the few women working in the world of professional football.
I'd date an athlete.
It's the other kind of player I don't date.
You know the type. Good looking, strong, cocky, always looking to get laid.

Brody Easton was the ultimate player.
Every woman wanted to be the one to change him.
But the truth was, all he needed was a girl worth changing for.
Turned out, I was that girl.
Simple right? Let's face it. It never is.
There's a story between once upon a time and happily ever after...
And this one is ours.  
 
O que dizer de Drew Jagger?
É presunçoso, egocêntrico e arrogante…

Eu estava bastante satisfeita com o meu novo consultório, que arrendei em pleno centro da cidade, até que o Drew apareceu. Foi uma confusão! Pensei que ele era um assaltante e tentei atacá-lo, até que ele, calmamente, me esclareceu: eu é que estava no escritório dele. Ou seja, descobri que tinha sido enganada.
O Drew achou piada à situação e à minha ingenuidade« (assim como a outros dos meus… atributos), e propôs um acordo irrecusável: partilharmos o espaço até eu encontrar um novo, e em troca eu atenderia os telefonemas dele. Nem parece mau, pois não?
O problema é que juntos somos a receita ideal para o desastre. O Drew é advogado especialista em divórcios — cínico, convencido e estupidamente sexy —, e eu sou conselheira matrimonial, interessada em salvar os casamentos que ele quer ajudar a desfazer. As discussões entre nós são tórridas e as diferenças mais do que óbvias. A única coisa que nos une é o espaço que partilhamos… E uma atracção cada vez mais louca e incontrolável.
... mas confesso: não consigo deixar de pensar em como será beijar aqueles lábios tentadores!

A Sair do Forno: "Culpa" de Jeff Abbott


Sai dia 20 de Setembro
Há dois anos, Jane Norton esteve envolvida num acidente de automóvel que vitimou o seu amigo David e a deixou com amnésia. Ao início, todos são compreensivos em relação ao sucedido, mas o aparecimento de um bilhete de suicídio assinado por Jane no local do acidente gera a desconfiança, o ressentimento e o afastamento de todos aqueles que os conheciam.
Para além de continuar a enfrentar a suspeita e a hostilidade da cidade onde vive, o aniversário do acidente traz novos problemas: a campa de David é vandalizada e Jane começa a receber mensagens anónimas através das redes sociais. Alguém com um nome falso diz saber o que verdadeiramente aconteceu na noite fatídica de que ela não se lembra. Jane, desesperada por obter respostas a todas as questões que a atormentam, lança-se numa investigação frenética que pode, mais uma vez, colocá-la perante um destino mortífero.
Com uma escrita ágil, viciante e atual, Jeff Abbott reafirma o seu talento como um dos mestres mundiais do suspense, construindo um thriller cujo enredo original, as surpresas constantes e, acima de tudo, a profundidade psicológica das personagens são marcas de um romance negro de primeira ordem.

A Sair do Forno: "O Egomaníaco" de Vi Keeland




O que dizer de Drew Jagger?
É presunçoso, egocêntrico e arrogante…
Eu estava bastante satisfeita com o meu novo consultório, que arrendei em pleno centro da cidade, até que o Drew apareceu. Foi uma confusão! Pensei que ele era um assaltante e tentei atacá-lo, até que ele, calmamente, me esclareceu: eu é que estava no escritório dele. Ou seja, descobri que tinha sido enganada.
O Drew achou piada à situação e à minha ingenuidade« (assim como a outros dos meus… atributos), e propôs um acordo irrecusável: partilharmos o espaço até eu encontrar um novo, e em troca eu atenderia os telefonemas dele. Nem parece mau, pois não?
O problema é que juntos somos a receita ideal para o desastre. O Drew é advogado especialista em divórcios — cínico, convencido e estupidamente sexy —, e eu sou conselheira matrimonial, interessada em salvar os casamentos que ele quer ajudar a desfazer. As discussões entre nós são tórridas e as diferenças mais do que óbvias. A única coisa que nos une é o espaço que partilhamos… E uma atração cada vez mais louca e incontrolável.
... mas confesso: não consigo deixar de pensar em como será beijar aqueles lábios tentadores!

Sai dia 1 de outubro! 😍😍😍

A Sair do Forno:" Um Demónio na Cama" de Sabrina Jeffries


Jarret Sharpe é um dos mais diabólicos demónios de Halstead Hall.
Jarret ainda não perdoou a avó, a magnata Hester Plumtree, dona da cervejaria com o seu nome. Obrigou-o a sair ainda jovem de casa para um colégio interno, e por isso vive uma vida de devassidão e libertinagem, longe dos valores que ela lhe tentou incutir. Ganha todo o seu dinheiro a jogar às cartas e deita-se com qualquer mulher bonita que lhe dê essa hipótese.
Annabel Lake é uma jovem disposta a tudo para salvar o negócio da família.
Annabel também está envolvida no negócio da cerveja, e precisa de alguém com mais meios e influência para negociar em favor da sua cervejaria. A Lake Ale está em apuros, gerida de forma ruinosa pelo seu irmão, que tem graves problemas de alcoolismo.
Como poderá Annabel convencer Jarret a ajudá-la? Annabel faz-lhe uma proposta. Se ela o vencer num jogo de cartas, ele tem de a ajudar. Jarret, espicaçado pelo desafio, aceita. Mas o que quer em troca não é uma recompensa comum. Como bom demónio que é, exige «apenas» que Annabel passe uma noite na sua cama.

Sai dia 1 de Outubro


A Sair do Forno: "A menina do bosque" dê S.K Tremayne



É interessante estarem todos mortos, não é, mamã?
Todos os pássaros, tantos, todos eles estão mortos.
Confirmei.
Lyla tem 9 anos. Já está habituada a que os adultos não a levem a sério. Costuma ficar em silêncio por longos momentos sem que ninguém lhe consiga arrancar uma palavra. Ou fala por enigmas, difíceis de entender. A maioria dos temas são-lhe desconfortáveis, e tem muita dificuldade em fazer amigos. Os pais tentam ser compreensivos, mas nem sempre conseguem. Lyla prefere correr e dançar pelo bosque com os seus dois cães, os seus melhores amigos. Eles também gostam de andar livres e sem terem de responder a perguntas.
Até que acontece o acidente.
Quando o carro da mãe se despista e esta sobrevive milagrosamente, a vida de todos muda. Mas Lyla sabe que algo mais aconteceu e tenta explicar que as coisas não são assim tão simples.
Há um homem. Um homem que está sempre lá.
Mas ninguém acredita.
Ninguém entende.
                 Sai dia 1 de Outubro