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Sai dia 4 de fevereiro!

Quando a inspetora Louise Rick recebe uma chamada do filho, Jonas, que tinha deixado algumas horas antes numa festa de aniversário com amigos, não imaginava o pesadelo que a esperava. Ao saber que um grupo de adolescentes violentos invadira a festa, Louise corre para o local, para descobrir que a mãe da aniversariante, a sua amiga Britt, tinha sido espancada, e que a filha dela, Signe, fora atropelada enquanto fugia.Louise tenta apoiar Britt enquanto esta recupera, mas quando dois dos adolescentes são também alvo de um violento ataque, a amiga é a principal suspeita. Louise não pode crer que o caso seja tão simples. Alguma coisa está errada, mas o quê?Quanto mais Louise investiga, mais complexo o caso se torna. Porque terão os adolescentes atacado aquela festa? E conseguirá Louise provar a inocência de Britt?Sara Blaedel está de volta com mais uma história emocionante e personagens misteriosas que garantem um final imprevisível.

Ninguém sabe exatamente quem é a mulher que aparece degolada numa das zonas mais mal frequentadas de Copenhaga. Quando a inspetora Louise Rick chega ao local, rapidamente percebe que se trata de uma prostituta. Na Dinamarca, no entanto, a prostituição é legal e não anda de mãos dadas com o crime. Quem estará, então, por detrás desta morte? Isso é o que a imprensa quer saber, e o caso torna-se rapidamente mediático.
Quando Louise recebe um telefonema da sua amiga jornalista Camilla Lind, pensa que ela quer informações acerca do crime. Mas o que Camilla lhe quer contar é que encontrou um bebé embrulhado numa toalha, no interior da igreja que frequenta. E o bebé não tinha um dos dedos do pé.
Estarão ambos os casos relacionados? Conseguirá Louise resolvê-los aos dois? E será que o que está a acontecer em Copenhaga tem ramificações ainda maiores?
Sara Blædel consegue, com o talento a que nos habituou, entrelaçar duas narrativas intensas e emocionantes, com Camilla Lind a surgir como a companheira perfeita para a nossa já bem conhecida Louise Rick.

Sai dia 21 



Num bairro familiar e acolhedor nos arredores de Londres, uma mulher foi alvo de um violento assassínio. Um tiro certeiro de uma caçadeira atravessou a janela da cozinha, onde ela se encontrava com o marido e a filha. A morte foi imediata.
Ao iniciar a investigação, a polícia local descobre que a mulher, de nome Sophie Parker, se tratava na verdade de uma cidadã dinamarquesa que se encontrava desaparecida há 18 anos. Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, fica responsável pelo caso. É então que novas e surpreendentes revelações desvendam que fora Eik, seu colega e amante, quem declarara o desaparecimento de Sophie.
Assim que é informado da morte de Sophie, Eik desaparece misteriosamente e, passadas 24 horas, é preso em Inglaterra e acusado de ser o responsável pelo crime.
Mais uma vez, Sara Blædel contempla-nos com uma história extraordinária onde a aventura, o suspense e o desespero são absolutamente reais. Nenhum leitor conseguirá ficar indiferente!

Sai dia 29!


Sune Frandsen desapareceu na floresta de Hvalsø no dia em que completava 15 anos. Uma semana depois do sucedido, Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, regressa ao trabalho após uma baixa médica. Ao investigar, descobre que se trata do filho do talhante Frandsen, amigo de Klaus, o seu primeiro grande amor, cujo suicídio nunca fora convenientemente explicado. Na sua juventude, Klaus e Frandsen pertenciam a um grupo que praticava rituais inspirados em antigas crenças nórdicas. Quando o cadáver de uma prostituta é encontrado em Hvalsø, perto do carvalho sacrificial onde os membros deste grupo ainda hoje se reúnem, tudo leva a crer que Sune testemunhou algo que não devia, e que pode correr perigo de vida.Louise vai-se apercebendo de que os sacrifícios aos deuses aqui praticados vão muito além dos antigos ritos. E que esta investigação também lhe pode revelar a verdade acerca da enigmática morte de Klaus. Sara Blædel consegue, com mestria, cativar os leitores com a saga de Louise Rick, que luta contra os seus próprios fantasmas, numa história contada de forma intensa, ao melhor estilo do thriller nórdico.


No trilho a 14 de Novembro!!



Preparadas(os) para os docinhos deste mês?

As Raparigas Esquecidas (Louise Rick, #1)  
Mafi: De todos que li e Junho foi o mais fraquinho, mesmo tendo gostado dele.
Ne: Não gostei do livro. A história foi mais ou menos mas não compensou o resto.

Promessa de Casamento (Marriage to a Billionaire, #2) 
Mafi: Também não foi tão doce quanto o 1º livro desta série, mas foi uma refeição agradável.
Ne: O único que li não me convenceu para esta categoria...

Sweet Forgiveness
Mafi: A capa é tenebrosa mas não se deixem enganar pelo aspecto desta sobremesa pois o sabor é óptimo!!!
Ne:... nem para esta.



Depois do sucesso estrondante de "A Rapariga do Comboio" a Topseller decide novamente apostar num novo thriller, desta vez de uma autora europeia e ao contrário de Paula Hawkins, numa autora com já obra publicada. Embora desconhecida do público português, Sara Blaedel chega-nos a Portugal pela mão de um exemplar de avanço que me deixou curiosa com o que prometia. Afinal queria saber quem é a rainha dinamarquesa do thriller e que trunfos mostraria nesta primeira tradução em português. 

Embora seja o primeiro livro lançado cá, é o sétimo de uma série homónima do nome da protagonista: Louise Rick. Simultaneamente é o 1º livro de uma trilogia e portanto embora tenha torcido o nariz aquando do conhecimento de ser um volume avançado numa série, também entendo a jogada de começar a publicação por este. Parece que funcionou bem pois poderemos contar com a publicação do volume seguinte (o 2º da trilogia) num futuro próximo.

Dentro de todos os ramos da literatura de ficção, a vertente policial/thriller é talvez aquela a que dou menos destaque nas minhas leituras mas também é verdade que a pouco e pouco tenho vindo a descobrir bons autores deste género e Sara Blaedel é mais um a juntar-se ao rol.

Na minha esfera pessoal como leitora, um dos ingredientes principais num livro e principalmente numa série é a sua protagonista, e embora haja fios soltos na vida pessoal e profissional de Louise Rick, que certamente teríamos resposta com a leitura do volumes anteriores, esta investigadora do departamento de pessoas desaparecidas revelou-se uma boa figura principal. As características da sua personalidade e os seus fantasmas do passado fizeram recordar-me outra investigadora de uma série muito popular da concorrência, a Eve Dallas. Voltando à Louise, embora percebamos que é já uma mulher com uma longa vida, é também neste livro que  personagem entra numa nova etapa a nível profissional e acaba por ser interessante continuar a acompanhar a jornada de Louise neste novo departamento com o seu novo parceiro. Contudo senti muita falta de informação no background familiar e desejei mais cenas entre a Louise e o filho adotivo mas espero que nos próximos volumes poderemos acompanhar melhor a relação entre mãe e filho. Quanto ao resto do núcleo secundário, Eik pareceu-me também uma personagem interessante mas também com os seus próprios problemas por resolver. 

Sendo um thriller, é normal que a carga psicológica seja mais forte e embora não me tenha chocado com os crimes em si, confesso que fiquei sensibilizada e ligeiramente perturbada com algumas passagens do livro, especialmente nos relatos de como os doentes mentais tornavam-se pessoas esquecidas, e aí a alusão ao título do livro. Ler em como os pais são instigados a esquecer os seus próprios filhos, em como lhes é pedido para se afastarem das suas vidas e em como são privados de contacto com os seus primogénitos, acho que é de perturbar qualquer um. Ainda na secção do crime, gostei de como todos os casos acabaram por formar-se na mesma teia de crimes, acabando por estar todos interligados. A autora deu espaço a cada crime e soube ligar bem todos estes aspectos. 

Sem qualquer dúvida uma boa aposta da Topseller e agora é aguardar pelo próximo volume para ver que casos trará Louise Rick de volta às prateleiras portuguesas. 

Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta. Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.





Chegou ontem de surpresa sem aviso ou email prévio e portanto fiquei surpreendida quando vi este menino à minha espera em casa. Obrigada Neuza! 

A capa é comum a tantos thrillers dado que se passa numa floresta acho que está bem enquadrada.

Como é uma cópia avançada, o material não é o melhor, não tem abas nem grandes predicados mas o que interessa é o conteúdo.

Ponto positivo para o livro ser traduzido directamente do Dinamarquês e não do Inglês como poderiam ter feito. Parece ser uma grande aposta da Topseller agora para o verão e espero gostar e ajudar no marketing deste livro. Opinião em breve! 



Numa floresta da Dinamarca, um guarda-florestal encontra o corpo de uma mulher. Marcada por uma cicatriz no rosto, a sua identificação deveria ser fácil, mas ninguém comunicou o seu desaparecimento e não existem registos acerca desta mulher.Passam-se quatro dias e a agente da polícia Louise Rick, chefe do Departamento de Pessoas Desaparecidas, continua sem qualquer pista. É então que decide publicar uma fotografia da misteriosa mulher. Os resultados não tardam. Agnete Eskildsen telefona para Louise afirmando reconhecer a mulher da fotografia, identificando-a como sendo Lisemette, uma das «raparigas esquecidas» de Eliselund, antiga instituição estatal para doentes mentais onde trabalhara anos antes.Mas, quando Louise consulta os arquivos de Eliselund, descobre segredos terríveis, e a investigação ganha contornos perturbadores à medida que novos crimes são cometidos na mesma floresta. Através de uma narrativa envolvente, vertiginosa e de forte impacto emocional, Sara Blædel não deixa o leitor descansar enquanto não chegar ao fim do livro.

A não esquecer dia 20 de Junho!!
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