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Sou sincera, estive quase para não escrever nada sobre este livro porque ele é tão pequeno (em ebook tem 150 páginas) e a história passa-se tão rápido que nem sei o que deva escrever nesta opinião sem vos contar o livro inteiro. 
47791193. sy475 O livro não é memorável, tanto que já vou no 4º livro depois desta leitura e já não me lembro de quase nada.

De certa forma gostei mais deste casal porque não teve tanto drama como o casal anterior mas ao mesmo tempo também a história não teve tanto sumo que dê para tornar o livro melhor. William é o irmão gémeo de Bruce, o protagonista do primeiro livro que agora está feliz com Natasha. Por outro lado temos Hailey, uma jovem doceira e pasteleira que faz umas óptimas tartes de cereja. E William gosta das cerejas dela e quer a sua cereja. Sim porque Hailey é virgem. Gostei das aparições de Bruce e de Natasha, porque nas séries em que os livros sejam independentes gosto de ver a continuidade do primeiro casal nos livros seguintes. 
William e Hailey pareceram-me mais genuínos e um casal mais feliz que o primeiro. Mas o motivo de separação foi mesmo ridículo. Não gostei dos pais dos gémeos e deu para perceber o porquê de Bruce não comunicar com eles. Quanto à personalidade de cada protagonista, eu gostei da Hailey e do William mas as histórias de ambos foram tão mal desenvolvidas que nem deu para construir boas personagens. 
Sinceramente não há mesmo mais nada que possa dizer sobre estes livros. Se gostei de ler? Sim. Se recomendo? Só quem quiser ler algo mais picante mas que não seja tão erótico. Se vou continuar a série? Se continuarem a publicar em Portugal provavelmente sim mas se não continuarem (já vai em 6 livros lá fora) também não ficarei chateada. 


William
Como é que a conheci a Hailey?
Bem, um cavalheiro não se deve gabar...
Felizmente, de cavalheiro não tenho nada.
Primeiro, paguei para ter a cereja dela.
A seguir, desflorei-a.
Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude.
Pode dizer-se que houve ali faísca...
Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.
Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto:
O William não podia ter aparecido num momento pior.
A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos…
Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre.
Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?


 
Agosto já lá vai, agora é hora de voltar à rotina do dia-a-dia. Vamos lá ver como correu este oitavo mês.

Mafi
Agosto foi mês de férias para muitos portugueses mas não para mim. Mesmo assim consegui ler 8 livrinhos sendo que estou muito contente por ter lido 5 livros que já tinha aqui há anos para ler.


Classificações:
Since you've been gone - Morgan Matson (4/5)
Devo-te a felicidade - Sophie Kinsella (5/5)
Viscious - V.E. Schwab (4/5)
Hearstopper - Alice Oseman (5/5)
One - Sarah Crossan (4/5)
Não me mintas - Malorie Blackman (2/5)
O Último Adeus - Cynthia Hand (4/5)
A cereja dela - Penelope Bloom (3/5)

Livros físicos: 5
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Devo-te a felicidade
Livro Mais Amargo: Não me mintas
Livro Mais Longo: One (430 páginas)
Livro Mais Curto: A cereja dela (216 páginas)
Livros "Na Fila Agosto": 4/10 (que fail)
Livros "Na Fila 2019": 5 ( :D )
Autores novos: 2
Autores já lidos: 6






Depois da Banana vem a Cereja! Ehehe
Sai dia 27 de Agosto

Sai dia 27 (site da Leya dia 20)


William
Como é que a conheci a Hailey?
Bem, um cavalheiro não se deve gabar...
Felizmente, de cavalheiro não tenho nada.
Primeiro, paguei para ter a cereja dela.
A seguir, desflorei-a.
Depois disso? Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí cheio de atitude.
Pode dizer-se que houve ali faísca...
Hailey
Como é que conheci o William? Ele entrou na minha confeitaria, comprou uma tarte de cereja, roubou uma jarra de flores (ainda não percebi porquê) e deixou-me o cartão dele.
Antes que vos diga o que fiz ao cartão, quero esclarecer um ponto:
O William não podia ter aparecido num momento pior.
A confeitaria estava a falhar. O meu horrível “ex” não me deixava em paz. Ah, e eu era uma virgem de 25 anos, o que fazia de mim alvo do massacre dos meus amigos…
Resolver esse probleminha com o William seria como matar uma mosca com um martelo. Um tanto excessivo…mas…tão bom. William era super sexy - a ponto de levar as mulheres a fazerem tolices. A ponto de me provocar pensamentos parvos… Por isso…liguei-lhe.
Talvez tenha sido um erro. Talvez estivesse a abrir a porta a um desastre.
Percebi logo que estava em apuros quando ouvi a sua risadinha sensual ao telefone e ele disse: “Fazes entregas em casa?”

Mafi

Maio foi um mês estranho. Li imenso no início do mês, depois tive 1 semana de férias e não li nem uma linha (e eu até leio no avião mas desta vez não me apeteceu mesmo) e depois quando voltei li 3 livros em 4 dias. Não foram os 12 que tinha planeado para este mês mas foram 9, embora só tenha gostado.
Opiniões e classificações:
Bem te quero, mal me queres - Penelope Ward (4/5)
No final, morrem os dois - Adam Silvera (4/5)
Duas mulheres, dois destinos - Lesley Pearse (2/5)
Traz-me de volta - B.A. Paris (2/5)
Serás Real? - Francesca Zappia (2/5)
Mil Beijos - Tillie Cole (3/5)
A Escolha da Noite - Kendall Ryan (4/5)
Ghost - Jason Reynolds (3/5)

Livros físicos: 3
Ebooks: 5
Livro Mais Doce: No final, morrem os dois
Livro Mais Amargo: Serás Real/Traz-me de volta/Duas mulheres, dois destinos
Livro Mais Longo: Duas mulheres, dois destinos (464 páginas)
Livro Mais Curto: Ghost (208 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2019'': 2 :(
Livros "Na Fila Maio": 6/12 (Fiquei pela metade!)
Autores novos: 4
Autores já lidos: 2

Ne
Birthday Girl/Paixão Proibida - Penelope Bloom (4/5)

Muito fraco como se pode constatar!
O oposto da Mafi XD

Livros físicos: 0
Ebooks: 1
Livro Mais Doce: "Paixão Proibida"
Livro Mais Amargo: 0
Livro Mais Longo: "Paixão Proibida" (349 páginas)
Livro Mais Curto: 0
Livros "Na Fila Maio": 0/6
Livros Fora do "Na Fila Março": 1
Autores novos: 1
Autores já lidos: 0

Falemos então d'A Banana Dele!
O que eu mais gosto deste livro é mesmo o título, porque sem maldade podemos brincar imenso com ele e com o fruto nele representado! Penelope Bloom apresenta-nos esta saga com capas e títulos bastante apelativos que fazem qualquer uma virar a cara para confirmar que leu bem.
A história em si não é nada que já não tenhamos lido e já li romances do género com muito mais picardia entre chefe e funcionária, basta pegar num de Vi Keeland para nos rirmos mais e melhor. Mas aqui, Bloom inclui temáticas como patologias psiquiátricas que pela sinopse ou pela capa/título não temos noção nem vamos estar à espera. 
Bruce é então um personagem bastante completo que parece uma coisa, mas depois tira-se-lhe a casca e encontramos o oposto. Adorei-o! Para mim, deu 10 a 0 a Natacha, que com a sua personalidade trágica, do tipo "ups escorreguei na casca da banana que acabei de comer ao meu chefe", não me cativou assim tanto. Até porque esta última queixa-se imenso da sua vida, inclui muito mais drama, mas comparada com a vida de Bruce ela tem é que estar calada.
Além disso, achei a personalidade de Natacha demasiado exagerada, como se aquelas suas respostas que tanto surpreendem o protagonista, fossem assim tiradas tão boas e originais. Mas a meu ver não o são, o que torna tudo um pouco falso ao género teatral.
Encontramos também algumas incongruências na história, principalmente a Caitlyn, tal como algumas cenas a nível do seu trabalho.
O confronto entre eles também já se esperava e foi bastante óbvio; e o final também parece algo rebuscado e remendado.
De qualquer forma, é um livro de entretenimento, com uma classificação de 3,5 estrelas, mas que mesmo assim nos deixa curiosas para os próximos volumes. Veremos é se o próximo (A Cereja Dela) nos mantém este interesse o suficiente para experimentarmos A Guloseima Dele e O Pacote Dele. A autora também tem outro fora desta série que é O Segredo Dela (estou a traduzir seguindo a linha deste) com uma capa do género.


O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele.
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...

Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...

4* 

O mês mais curto do ano conseguiu trazer boas leituras tanto em quantidade como em qualidade, portanto é esperar que o resto do ano continue assim.

Mafi
À morte ninguém escapa - M.J. Arlidge (4/5)
Vox - Christina Dalcher (4/5)
O Playboy - Vi Keeland (4/5)
Um novo amanhã - Dorothy Koomson (4/5)
A banana dele - Penelope Bloom (4/5)
Uma estranha dentro de casa - Shari Lapena (4/5)
Tempo de partir - Jodi Picoult (a ler)

Livros físicos: 4
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Uma estranha dentro de casa
Livro Mais Amargo: Vox (bom mas não tão bom como a publicidade que lhe fizeram)
Livro Mais Longo:  Um novo amanhã
Livro Mais Curto: A banana dele
Livros dos ''Na Fila 2019'': 3 :D
Livros "Na Fila Fevereiro": 2 :(
Autores novos: 2
Autores já lidos: 5

Ne


O Homem do Mês - J. Kenner (4/5)
Não é Bem Meu - Catherine Bybee (3/5)
Isto Vai Doer - Adam Kay (4/5)
O Playboy - Vi Keeland (4/5)
A Banana Dele - Penelope Bloom (4/5)
O Segredo de Violet - Monica Murphy (3/5)

Livros físicos: 5
Ebooks: 1
Livro Mais Doce: O Playboy - Vi Keeland
Livro Mais Amargo: O Segredo de Violet - Monica Murphy (gostei mas não tanto como o princípio prometia)
Livro Mais Longo: O Homem do Mês - J. Kenner (está bem que são 3 em 1)
Livro Mais Curto: A Banana Dele - Penelope Bloom (e soube a pouco)
Livros dos ''Na Fila 2019'': Zero (para variar)
Livros "Na Fila Fevereiro": 2 (até estou espantada comigo mesma)
Autores novos: 2
Autores já lidos: 4

Finalmente peguei-lhe!

O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele.
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...

Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...




''A banana dele'' foi o livro que mais fez burburinho aqui nas nossas redes sociais. Seja pelo título, pela capa ou pela sinopse a verdade é que tivemos bastante comentários de leitoras que queriam esta banana! :p 
É o primeiro livro de uma série já com 4 livros publicados. Estreia da autora Penelope Bloom e apesar de ser um livro curtinho, tem o essencial para um bom livro deste género. Comédia, romance e claro drama! 
Penelope Bloom não é tão boa quanto Vi Keeland mas já reparei que no Goodreads os próximos livros da série tem um rating muito superior a este, aliás este é o que tem a pontuação mais baixa portanto estou confiante que a série só vai melhorando de livro para livro. 
É um livro leve mas daqueles bem ''gostosinhos'' de se ler. O nosso casal é Natasha e Bruce, ela uma jornalista disfarçada de estagiária, ele dono de uma grande empresa mas suspeito de corrupção. Já entedemos o que vem por aqui não é? Natasha tem aqui o seu primeiro grande trabalho como jornalista, investigar Bruce Chamberson e a sua empresa, embora não seja ela que tenha suspeitas que ele seja corrupto mas sim o seu chefe. A única maneira de investigar a fundo e infiltrando-se na empresa como estagiária pessoal de Bruce. O problema é que Natasha é um desastre ambulante e logo o primeiro erro que faz é comer a banana pessoal de Bruce. Uma banana que até tinha o nome dele escrito com um marcador mas quando se tem fome é assim, come-se tudo, até o pão que o Diabo amassou, como diz a minha mãe. 
A verdade é que foi este gesto que deu o emprego (não pago, porque como é muito bem dito no livro, os estagiários são os novos escravos de hoje em dia) a Natasha e agora ela poderá acompanhar toda a vida do seu chefe e escrever a sua primeira grande reportagem.
O pior é que Natasha sente-se atraída por Bruce, atracção que é correspondida mas como menino sofreu no passado e tem uma ex-relação difícil, não quer envolver-se com a sua assistente.
Eu fartei-me de rir com os duplos sentidos que há ao longo deste livro, especilmente quando envolvia bananas. Adorei a Natasha, super desastrada, parecia que o azar a perseguia mas lá no fundo via-se que ela era trabalhadora e esforçada. Também gostei do Bruce claro mas é a típica personagens masculina de homem bonito e com sucesso nos negócios. A história dele com a ex não foi a minha parte favorita do livro e não serviu para grande coisa. 
O romance é fofinho e mesmo com o drama de quando Bruce descobre a verdade sobre a Natasha, a autora não se alongou muito em manter o casal separado.O livro é pequeno e lê-se muito bem de uma vez só e apresenta o protagonista do segundo livro, o irmão gémeo de Bruce, William.
Gostei e recomendo se quiserem ler algo leve e que vos faça rir. Não é o romance mais original de sempre mas deixa-nos bem dispostas. 

O meu novo chefe adora impor regras.
E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele.
A sério.
O tipo é viciado em bananas.
E eu, claro, fui logo tocar na dele.
Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli.
E foi nesse momento que ele apareceu.
E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau!
Mas deixem-me começar pelo início...
Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.
Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.
Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?
Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.
Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.
Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho...


Janeiro já lá vai e chegamos ao mês mais curto do ano! Vamos ver se a maré das boas leituras continua.

Mafi

Muitas novidades, uma releitura e dois livros da pilha cá de casa. Desejem-me sorte.

Ne

 
Fevereiro vai ser para terminar os que estão a meio para poder pegar naqueles que me piscam o olho todos os dias.

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