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N'A Química dos Nossos Corações o mais original é de longe a personagem principal feminina. Não me lembro de ter lido sobre uma protagonista com tão poucos atractivos iniciais - Krystal Sutherland esmerou-se. Mas foi com esta indicação na sinopse que eu iniciei esta leitura cheia de afinco porque esperava algo tipo patinho feio ou cinderela ou parecido. Mas o que calhou na rifa foi mesmo uma história YA com algum mistério em volta de Grace que depois acabou por não me surpreender muito. Não digo que a história não tenha conteúdo e seja aborrecida, só acho que a autora não a soube abordar ou contar da melhor maneira, visto que com tão bons ingredientes esta leitura acabou mesmo assim por ser lentíssima e quase desinteressante.

Terá que agradecer as duas estrelas aos amigos de Henry e à personalidade deste. Porque de certeza que o facto de ter lido o livro até ao fim não foi graças a Grace, que principalmente no final, não me pareceu que merecesse o protagonista. E talvez seja aí que encontro a principal razão de não ter sido arrebatada por este livro: a falta de faíscas. A falta destas misturadas com a falta de empatia não conseguiram ser compensadas pelos risos provocados por personagens secundárias ou pela tristeza da história de Grace.

Talvez não me tenha conseguido colocar bem no lugar dela, já que não achei a sua atitude e revolta assim tão significativas. Compreendo o porquê da tristeza e da saudade, não da culpa. Somando a isto, vem a parte da atracção que acho que é essencial para uma história de amor, mesmo esta cheia de drama, e que não acho que tenha estado presente, pelo menos na quantidade mínima desejável para uma leitura viciante ou até satisfatória.

Fiquei um pouco dividida em relação às transcrições das suas conversas por mensagens. Por um lado é onde encontramos mais humor da parte de Henry, mas por outro estes textos parecem-me sempre uma desculpa para aumentar o número de páginas de um livro. Prefiro um diálogo tradicional do que isto, sinceramente.
O final foi outra questão que ainda hoje não sei o que dizer. Foi de facto emocional, mas não achei marcante nem especial. Por outro lado, adorei a cena dos peixes. Acho que é a cena que transmite maior mágoa e maior sentimento, apesar de ser triste.
As cenas do jornal, achei-as novamente uma perda de tempo, mas justificou-se com os momentos sociais necessários para duas personagens se conhecerem.

De qualquer forma, continuo a adorar esta capa. Simples, mas cativante com os seus peixes azuis.
Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento. Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes.
Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece. Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho. Uma estreia brilhante que equilibra humor e corações partidos, lembrando-nos de como o primeiro amor pode ser agridoce.


Por enquanto a história de Henry Pages continua em ponto morto. O que vai animando são os momentos dos três amigos e algumas descobertas em relação à vida de Grace.
Já se adivinha uma tragédia.
As mensagens além de ocuparem espaço não têm a mínima piada, prefiro muito mais as piadas do australiano.
De resto, química nem vê-la! Parece só mesmo uma história simples de adolescentes, mas como ainda só vou a meio ainda há esperança.


A começar uma das mais recentes aquisições.
Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento.Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes. Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece.Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho.


Chegámos ao segundo semestre de 2017! Toca a ler tudo o que ficou por ler nos primeiros 6 meses do ano!

Mafi:

A Filha do CapitãoUm Novo AmanhãAma-me Outra Vez  (Cedar Ridge, #1)Um Duque Glorioso (The Rules of Scoundrels, #3)Um Anjo Caído (The Rules of Scoundrels, #4)

A Promessa (Belle #2)

Em Junho portei-me muito bem portanto espero em Julho também cumprir este plano de leitura.

Ne:

Vamos lá começar outra vez a ler em inglês que é para não ficarmos com o cérebro preguiçoso. E toca a pegar nos que já devia ter lido nos meses passados. Espero que sejam todos viciantes para eu poder acrescentar mais à lista.


A sinopse foi a principal razão, mas esta capa está qualquer coisa. Só depois de o comprar é que li a opinião da minha sócia, e por isso fico contente por ser tão positiva.
O preço também ajudou.
Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento.Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes. Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece.Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho.



Este livro já me tinha chamado a atenção e portanto não resisti à sua leitura, até porque como era o primeiro livro de uma autora nova mas não muito conhecida, queria entender a aposta da Porto Editora neste livro.

O livro começa logo por ser diferente dos típicos young-adults por ser contado pelo ponto de vista do rapaz e não da rapariga, como é habitual. Aqui temos Henry Page, um jovem normal, com uns pais hippies e uma melhor amiga lésbica, e com poucas experiências amorosas na sua curta vida e todas elas traumatizantes. Até ao dia em que chega Grace Town. Ela é esquisita, veste-se com roupas masculinas e usa uma bengala como apoio e não parece ser muito sociável e Henry apaixona-se por ela, embora não tenham nada em comum.
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Ao princípio estava a adorar este livro, gostei muito do Henry e a da Grace por todo o mistério que vinha à volta dela e por ser diferente. À medida que o livro vai avançando e com o Henry a nutrir sentimentos mais fortes pela Grace, o leitor também vai querendo descobrir um pouco sobre esta personagem tão enigmática e foi aqui que o livro começou a ser um bocadinho chato. 
Começamos a entender a Grace e saber porque ela é assim (que eu não vou contar porque é spoiler) mas a personagem começou a ficar irritante demais para mim. Eu tenho um sério problema com aquele tipo de pessoas que desvaloriza os problemas dos outros, que os problemas delas é que são sempre os piores mesmo que seja o contrário mas fazem questão de mostrar isso e eu não posso com esse tipo de pessoas porque acredito que todos temos problemas e só nos cabe a nós saber a dimensão do problema mesmo que o meu seja muito insignificante para a outra pessoa. A Grace é então aquele tipo de pessoa que consegue irritar-me. Sabemos que está a passar uma fase má mas acaba por chamar a atenção (neste caso pelo seu aspecto desleixado e diferente) mas depois não quer que ninguém se aproxime e quando alguém tenta ajudar, ninguém compreende e os problemas dela são piores que os típicos problemas dos adolescentes (leia-se das outras personagens secundárias). Lá no fim a Grace redimiu-se e comecei a simpatizar um bocadinho mais com ela.
Pelo contrário, adorei o Henry do princípio até ao fim! 

Tive pena do Henry que tem que levar com isto tudo e foi por isso que gostei do rumo que o livro tomou e do final. Por muito que se ame, há amores que não dão certo por muito que se ame.
Convém dizer que o livro tem inúmeras partes de comédia, eu fartei-me de rir com os pais do Henry e com a melhor amiga dele a Lola. Estes momentos também deram um melhor equilíbrio à narrativa o que me agradou imenso, não ser só focada no Henry e na Grace.

É um young-adult diferente, fala sobre luto, sobre dor, perda, mágoa...mas também fala sobre a primeira paixão e como não é necessário arriscar tudo quando não vale a pena.

Fiquei agradada com esta estreia e adorei todas as referências a Harry Potter, aconselho pela diferença neste tipo de livros.


Henry Page não esperava apaixonar-se. Considera-se um romântico, mas nunca viveu aquele momento em que o tempo para, a barriga se enche de borboletas e a música começa a tocar, sabe-se lá onde. Pelo menos, até ao momento. Então, conhece Grace Town, a esquiva nova colega de escola, que se veste com roupa de rapaz demasiado grande, apoia-se numa bengala, parece tomar banho poucas vezes e esconde segredos desconcertantes.
Não é bem a rapariga de sonho que Henry esperava, mas quando os dois são escolhidos para coordenar o jornal da escola, a química acontece. Depois de tantos anos a salvo do amor, Henry está prestes a descobrir como a vida pode seguir um caminho tortuoso e como, por vezes, os desvios são a parte mais interessante desse mesmo caminho. Uma estreia brilhante que equilibra humor e corações partidos, lembrando-nos de como o primeiro amor pode ser agridoce. 


 


Maio não foi dos melhores meses... nem conseguimos ter cabeça para a leitura que tinha ficado planeada para este mês. Esperemos que Junho seja melhor.

Mafi
A Química dos Nossos CoraçõesNimonaA SereiaUma Proposta Indecorosa (House of Trent, #2)Uma Viscondessa Fascinante (House of Trent, #3)George


Quero ver se acabo esta série da Jennifer Haymore. Os 3 primeiros são novidades do mês e parecem-me bem. O último dã fila é para uma leitura conjunta. Era bom se lesse estes todos até dia 11 que é quando ainda estou de férias, e depois tinha o resto do mês livre mas vamos a ver.

Ne

Eu só quero terminar os que estão a meio e continuar a minha saga na leitura de Colleen Hoover.
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