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Mais duas capas muito parecidas, uma de Portugal e outra do Brasil. 



 





Nunca mais saiu nada desta autora em português portanto voltamos a relembrar Sherry Thomas aqui na rubrica das Origens :) 


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Mais igual não há...!



Promessas de Amor foi o livro escolhido pela Mafi para mim para este mês. Desta autora só tinha lido o Um Amor Mais Que Perfeito, que recordo ter gostado muito mais que este, mas vamos esmiuçar um pouco mais alguns pormenores desta leitura.
Primeiro que tudo achei que os homens choraram de mais - nem tanto pelo choro em si, mas porque as mulheres do Promessas de Amor fartam-se de levar porrada e acho que não derramaram nem uma lágrima!
Não gostei da quase obsessão de Lady Vere por Capri, a repetição da sua adoração por este local acabaram por ser muito repetitivas e cansar a ideia do refúgio paradisíaco, de qualquer maneira, gostei da ida dela ao local, já que parecia que ela nunca lá iria.
Gostei que Sherry Thomas tenha intercalado a história de Freddie e Angelina com a de Elissande e Penny, apesar de não ter gostado do cliché que envolveu o primeiro casal. Toda aquela situação de "Ah e tal gosto de ti há mil anos por isso vou me despir a ver se abres os olhos" não me convenceu, principalmente por que os acontecimentos surgiram e desapareceram muito rapidamente.
Gostei da "dupla personalidade" de Lord Vere tal como do seu intelecto. Normalmente, neste tipo de romances, apesar de se referirem à inteligência dos personagens masculinos, aqui a autora conseguiu demonstrá-lo também.
Apesar de necessárias, achei os Passados e todo o drama em volta do tio/pai de Elissande um pouco entediante. O romance acabou por ser preterido em prol dos pecados deste, quando o que estimula mais a leitura é a sedução e o amor entre o casal principal.
Gostei da tia/mãe de Elissande, apesar de achar que Sherry Thomas a torna demasiado fraca e sofrida. No final, estava à espera de uma recuperação muito maior.
Gostei da sedução com as passagens de um guia de viagens - muito original!
No geral, é um romance histórico com algum conteúdo, apesar de estar bastante difundido e esbatido por partes menos interessantes. O romance está pouco presente, tal como a sedução, estando o mistério e as mentiras em maior quantidade.
Aproveito para referir que o título desta obra, tanto o português como o original, não têm nada haver com a história - o que é sempre um ponto negativo.
Sinceramente, esperava gostar mais do livro, tanto pela sinopse como pelas opiniões que li sobre esta obra. De qualquer forma, gostei e continuo com curiosidade em relação ao outro livro da autora editado pela Quinta Essência.

Sinopse em Doce do Momento.

His at Night 


Título Original - His at Night
Edição - Maio 2012
ISBN - 9789898228956




 
Elissande Edgerton é uma mulher desesperada, uma prisioneira na casa do tio tirano. Apenas através do casamento pode ela reivindicar a liberdade por que anseia. Mas como encontrar o homem perfeito? Lorde Vere está habituado a armadilhas irresistíveis. Como agente secreto do governo, localizou alguns dos criminosos mais tortuosos em Londres, enquanto mantém a sua fachada de solteirão idiota e inofensivo. Mas nada pode prepará-lo para o escândalo de ser apanhado por Elissande. Forçados a um casamento de conveniência, Elissande e Vere estão prestes a descobrir que não são os únicos com planos secretos. Com a sedução como única arma - e um segredo obscuro do passado a pôr em risco as vidas de ambos - poderão eles aprender a confiar um no outro, mesmo enquanto se entregam a uma paixão que não pode ser negada?

Página em que vou: 102


Aqui está mais uma obra ao estilo de Madeline Hunter... ou seja, adoro!
Sem dúvida que este género de livros, com os seus vestidos e diálogos educados e contrictos, para não falar na intimidade muito diferente à presença em público me cativa e me faz sorrir e enternecer durante a maior parte do livro.
Este foi mais uma "primeira vez", tendo calhado a vez de Sherry Thomas. À semelhança de Penny Vincenzi, também as suas capas e sinopses me têm feito olhar melhor e tirá-los das prateleiras, mas também faltaram oportunidades... até agora. As capas são muito bonitas o que está em perfeita sintonia com a história no seu interior.
O conflito de sentimentos, de emoções, do amor contra o dever, as descrições tanto das toilettes, como dos cenários ou até dos eventos, transportam-nos para finais do século XIX e faz-nos desejar estar lá e ter uma aventura como a de Gigi. Calor que nem tudo são rosas, e por isso, durante Um Amor Quase Perfeito, vamos sentindo tristeza, compaixão e até mesmo irritação para com certas atitudes que levam ao afastamento do nosso casal preferido.
Sherry Thomas tem outro ponto positivo, apesar da obra se centrar em Gigi e Camden, a escritora não se cinge apenas neles os dois, apresentando-nos outras histórias paralelas e muitas vezes mais divertidas.
Gostei bastante da irregularidade do desenvolvimento da relação do par principal, tornando tudo mais difícil e excitante, para além de muito menos óbvio (excepto o final feliz pelo qual tanto ansiamos).
A sensualidade, o erotismo, o amor e os laços familiares são outros ingredientes que tornam esta obra tão agridoce como nos avisaram que seria.
Um livro indicado para a Primavera e o Verão, em que o romance quase que se respira. Não vão faltar suspiros durante a leitura deste livro!

Durante dez anos Camden e Gigi, Lorde e Lady Tremaine, tiveram o mais perfeito dos casamentos, baseado na cortesia, no respeito e… na distância. Um segredo, uma traição e um oceano separa-nos desde o dia seguinte ao seu enlace. Gigi vive na bela mansão londrina do casal, enquanto Camden se estabeleceu em Nova Iorque. Nenhum se mete na vida do outro. É uma combinação que não podia ser mais ideal e civilizada aos olhos da alta sociedade vitoriana, embora ninguém saiba o que aconteceu para acabar com o apaixonado amor que existia entre ambos.
Agora as coisas vão mudar. Gigi é uma mulher inteligente, sofisticada, rica e muito segura de si. Decidiu agarrar-se à sua última oportunidade de ser feliz e aceitar a proposta de casamento do seu pretendente, Lorde Frederick, um jovem pintor. Assim, escreve ao marido, enviando-lhe os papéis do divórcio. Mas em vez de devolvê-los assinados, Camden apresenta-se à porta da mansão de Londres para lhe oferecer um acordo: vai conceder-lhe o divórcio - afinal, já não se amam, não é? - mas antes Gigi deve dar-lhe um filho, um herdeiro. Se ela não aceitar, ele não lhe concede o divórcio. Gigi aceita, mas impõe um período de um ano. Um ano em que se acumulam as lembranças da paixão que outrora os uniu, um ano em que segredos são revelados, um ano em que o desejo volta mesmo contra vontade, e um ano em que ambos devem decidir se o casal mais admirado de Londres deve voltar a apaixonar-se... ou separar-se para sempre.
Private Arrangements  


Título Original - Private Arrangements
Edição - Maio 2011
ISBN - 9789898228543




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