Ainda ontem saiu e já cá temos outro. Porque será?
2013-2015
Malcolm e Maud Angel eram pais altamente exigentes. Quando são assassinados, a filha mais velha, de dezasseis anos, Tandy, torna-se a principal suspeita do crime. Nesse mesmo dia, ela decide descobrir quem é o verdadeiro assassino, ainda que seja ela própria ou um dos irmãos. Tandy é uma rapariga-prodígio, incrivelmente inteligente e com Conhecimentos fora do vulgar. E agora também é herdeira de uma grande fortuna… Ela guarda muitos segredos, que regressam para a atormentar. Sente-se perdida, vítima da educação recebida dos pais. Mas não seria capaz de os matar… ou seria?
"Primeiro Amor" de James Patterson foi a minha segunda oportunidade com este autor. E será certamente a última. Depois de ter lido há uns anos atrás "O Diário de uma mãe" e de não ter apreciado por aí além, meti este autor a um canto. Com a chegada da Topseller no mercado e com a quantidade de livros do autor editados nestes últimos dois anos, Patterson tornou-se num dos autores mais populares da blogsfera mas nenhum livro me parecia apelativo, até ao lançamento de "Primeiro Amor".

Os pontos positivos estavam lá: é de um género que gosto, sem cunhas de sobrenatural ou fantasia e não pertencia a nenhuma série. A capa é gira e a sinopse prometedora. Começou muito bem, fiquei surpreendida por os capítulos terem em média umas 5 páginas, prometia ser uma leitura rápida e voraz. E foi. Li o livro em pouco mais de 3 dias, o que para mim é muito bom mas não posso dizer que tenha gostado do livro. Apenas leu-se.
O livro conta a história de um amor à primeira vista entre dois adolescentes - Axi e Robinson - que por qualquer razão, demoram algum tempo a admitirem-no. A amizade entre os dois é forte e partem em busca de uma aventura que mude as suas vidas para sempre, seja para o bem ou para o mal.
"Se não me encontrares num lugar, procura noutro. Hei-de parar em algum lugar à tua espera."
Ao início é tudo bastante superficial e até um pouco irrealista mas a meio do livro, a trama vai ganhando substância e passa de uma história de dois adolescentes irresponsáveis a roubarem carros, para algo mais sério, abordando temas mais sérios, como o cancro. Apesar do livro ganhar contornos mais sérios e de ser de caras o desfecho do livro, não consegui sentir a emoção que o livro pedia, ou tentar incutir no leitor. Por nenhum momento me senti afectiva com as personagens ou com a situação que lia. E eu até sou sensível a estas coisas mas aqui achei tudo um pouco forçado, quase que por obrigação.
Outra coisa que não me agradou foi a escrita especialmente as falas do Robinson. Notei um certo padrão sempre que havia um diálogo entre ele e a Axi do género: "Estás a ouvir,Axi?", "Agora vamos roubar aquele carro, Axi", "blá blá whiskas saquetas, Axi" não sei quanto a vocês mas quando estou a falar com uma só pessoa, não digo o nome dela em cada frase! Enfim.
Acho que a principal mensagem que o livro traz é que por vezes pensamos que conhecemos tudo mas temos medo de admitir o pior que pode acontecer. Por vezes a vida perde um pouco de brilho mas continua a pedir para ser vivida.
"Primeiro Amor" tinha mesmo todos os ingredientes e todo o potencial para se tornar um dos favoritos de 2015, e mesmo indo sem expectativas altas, o livro ficou muito aquém do esperado, sendo um livro que se esquece facilmente.
Axi Moore era uma aluna aplicada. Mas não gostava de dar nas vistas e não contava a ninguém que o que realmente desejava era fugir de tudo. A única pessoa no mundo em quem confiava era Robinson, o seu melhor amigo, por quem estava secretamente apaixonada.
Quando finalmente decide seguir os seus impulsos e quebrar as regras, Axi convida Robinson para a acompanhar na sua longa viagem. Uma jornada intempestiva, marcada pela paixão oculta e pelo desejo de descobrir o mundo. Mas o que no início era apenas uma aventura livre e despreocupada em breve vai tomar um rumo perigoso e incontrolável.
Envolvidos numa sucessão de acontecimentos violentos e dramáticos, os protagonistas são colocados à prova das mais variadas formas. Poderá a primeira grande paixão das suas vidas sobreviver a tudo, até que a morte os separe?
Um romance notável e extraordinariamente comovente, inspirado no próprio passado de James Patterson. Um testemunho impressionante sobre a força do primeiro amor e as suas consequências para o resto das nossas vidas.

Outro YA que veio cá para casa.
Desta vez (e outra vez) por influências da minha querida sócia. Espero que seja tão bom como o que veio com ele no pack da Topseller. Até agora o que li de James Patterson não me convenceu, por isso espero que este romance mais jovem e a interferência de Emily Raymond, que não conheço, contribua para uma leitura mais que agradável.
Gosto da capa. Está dentro da temática. Só espero é que os personagens sejam semelhantes aos modelos das capas, já que não gosto nada quando isso não acontece.
Bem, chegando e ultrapassando a página 100 decidi desistir. Se eu tivesse 14 anos se calhar até gostaria deste livro e série, mas como tenho 27, este tipo de relato, diálogos e capítulos de 2 páginas estão me a matar.
O Ponto de Situação neste caso acaba por ser... FIM FORÇADO.
ALERTA! Um grupo de seis
jovens com poderes extraordinários está em FUGA. O seu líder é Maximum
Ride, ou Max. Retirados dos seus pais à nascença, os seis estavam presos
num laboratório secreto, onde foram alterados geneticamente para se
tornarem 98% humanos e 2% pássaros. Agora eles conseguem voar e
escaparam da sua prisão. Mas desconhecem as razões para tudo o que lhes
foi feito, e não sabem quanto tempo de vida lhes resta. No seu encalce
estão os Erasers, seres diabólicos criados no mesmo laboratório, que
apanham Angel, a miúda mais nova e especial do grupo de Max.
Conseguirá Max resgatar Angel e descobrir a verdade sobre si e os seus amigos?
"Primeiro Amor" é um romance comovente, inspirado no próprio passado de James Patterson. Um testemunho sobre a força do primeiro amor e as suas consequências para o resto das nossas vidas.
Axi Moore era uma aluna aplicada. Mas não gostava de dar nas vistas e não contava a ninguém que o que realmente desejava era fugir de tudo. A única pessoa no mundo em quem confiava era Robinson, o seu melhor amigo, por quem estava secretamente apaixonada.
Quando finalmente decide seguir os seus impulsos e quebrar as regras, Axi convida Robinson para a acompanhar na sua longa viagem. Uma jornada intempestiva, marcada pela paixão oculta e pelo desejo de descobrir o mundo. Mas o que no início era apenas uma aventura livre e despreocupada em breve vai tomar um rumo perigoso e incontrolável.
Envolvidos numa sucessão de acontecimentos violentos e dramáticos, os protagonistas são colocados à prova das mais variadas formas. Poderá a primeira grande paixão das suas vidas sobreviver a tudo, até que a morte os separe?
Um romance notável e extraordinariamente comovente, inspirado no próprio passado de James Patterson. Um testemunho impressionante sobre a força do primeiro amor e as suas consequências para o resto das nossas vidas.
Para se apaixonar dia 30 de Janeiro
Finalmente chegou o terceiro livro para eu poder começar a saga! (tosse!!!)
Gostei do facto dos meninos da capa terem cara de mais crescidos - às vezes este pormenor falha um bocadito!
Já disse que estou muito curiosa em relação às asas? Sou uma perdida por elas *.*
De resto só me falta esperar que James Patterson seja outro Scott Westerfeld e que me agarre com unhas cortadas e dentes molares.
Quem já leu? Recomendam?