Mostrar mensagens com a etiqueta Jojo Moyes. Mostrar todas as mensagens

 


Sai dia 21 de Setembro 

Quem somos quando nos vemos no lugar do outro?

Nisha Cantor passa a vida a viajar, entre hotéis de charme e lojas de luxo, até que o marido anuncia o divórcio e a deixa literalmente com a roupa do corpo. Nisha está determinada a recuperar a sua vida de glamour. Mas, entretanto, terá de se esforçar para além do que poderia imaginar – já que até os sapatos perdeu.

Sam Kemp está a viver a fase mais sombria da sua vida quando, acidentalmente, pega no saco de ginástica de Nisha. Uma troca que não lhe ocupa os pensamentos, pois anda a tentar evitar que a vida da sua família se desmorone por completo. Mas, quando Sam experimenta os sapatos vermelhos Christian Louboutin de Nisha, o choque de autoestima fá-la perceber que algo tem de mudar na sua vida – a começar por ela própria.

«Uma deliciosa comédia romântica que é uma ode às mulheres e suas amizades.», People


 


Com uma capa muito pobre para o nome já consagrado de Jojo Moyes, a Porto Editora finalmente lançou o mais recente livro da autora. 

Político e feminista, "As Mensageiras da Esperança" foi um romance que adorei. Já li muitos livros da Jojo Moyes e houve muitos que adorei (o meu preferido é o "Um mais um - a formula da felicidade") e ainda bem que mesmo com todo o sucesso que ela teve depois do "Viver depois de ti" que continua a entregar óptimos livros. 
Já sabia que antes de ser escritora a full-time a autora era jornalista e acho que neste lvirp conseguimos ver bem essa faceta pela pesquisa história que é apresentada ao longo da obra. Aqui vamos conhecer um pouco o estado do Kentucky, uma zona rural e pobre que nos anos 30 ainda tinha muita boa parte da população analfabeta. 
Posto isto, e baseado em factos verídicos, na altura houve um projecto financiado pelo governo em criar pequenas bibliotecas para dar acesso livros às populações. Este projecto chegou a ter muito sucesso, com mais de 200 bibliotecárias a trabalhar em simultâneo, quase todas mulheres. Na altura saiam a cavalo pelas estradas fora apenas com a intenção de distribuir livros e difundir o amor pela literatura. 

Baseado neste projecto, a autora traz-nos em ficção a história de várias mulheres que contribuíram para a biblioteca. Mulheres diferentes entre si, quase todas com problemas mas também fartas de serem descriminadas pela sociedade e que sabem que têm valor. 
Apesar de haver várias personagens, temos duas principais : Alice e Margery. Muito diferentes entre si, criam uma dupla que irá causar muitos borburinhos e fofocas na comunidade mas nunca perdem a força nem a garra em levar avante aquilo que querem e que acham que é o melhor para elas, não ligando aos comentários de quem não sabe nada sobre a vida delas. 

O livro é um pouco longo mas em momento algum aborrecido, não esperava que a Margery tivesse tanto protagonismo, pensei que ia focar-se sempre na Alice mas adorei ler a história destas duas mulheres. 
A autora consegue criar um ambiente muito  cinematográfico, ou seja enquanto vamos lendo conseguimos imaginar estas bibliotecárias a cavalgar por entre as montanhas do Kentucky e a distribuírem os seus livros elas famílias mais carenciadas. 
Adorei verdadeiramente este livro, merece as cinco estrelas e só posso recomendar este lançamento. 

Para quem gosta de Jojo Moyes vai adorar este livro e quem nunca experimentou porque não gostou das premissas românticas dos outros livros dela, experimente este! É talvez o livro mais diferente da autora e de certeza que irá surpreender quem sempre teve preconceito com as obras dela. 


Alice Wright casa-se com o belo americano Bennett Van Cleve na esperança de escapar a uma vida sufocante, em Inglaterra. Mas a pequena cidade de Kentucky rapidamente se revela igualmente claustrofóbica, sobretudo vivendo Alice com o sogro autoritário. É então que é feito um apelo para a participação das mulheres da cidade numa equipa para entregar livros; um projeto da nova biblioteca itinerante de Eleanor Roosevelt. Alice adere com entusiasmo.
Alice conhece assim Margery, a líder desta equipa, uma mulher autossuficiente e de discurso inteligente que nunca pediu permissão a um homem para nada. A elas juntar-se-ão três outras mulheres singulares que ficarão conhecidas como as Packhorse Librarians of Kentucky.
A aventura destas mulheres - e dos homens que amam - torna-se um drama inesquecível de lealdade, justiça, humanidade e paixão. Estas mulheres, autênticas heroínas, recusam-se a ser intimidadas pelos homens ou pelas convenções. E embora enfrentem todos os tipos de perigos, não desistem da missão que abraçaram: levar a sabedoria, a leitura e o mundo fantástico dos livros até aos mais pobres e desfavorecidos.
Mas quando a comunidade de Baileyville se voltar contra elas, será que a determinação - e o poder da palavra escrita - será suficiente para as salvar?






Quem tem saudades desta autora? Já não falta muito para termos novo livro de Jojo Moyes por aqui.
Sai dia 12 de Novembro 



Alice Wright casa-se com o belo americano Bennett Van Cleve na esperança de escapar a uma vida sufocante, em Inglaterra. Mas a pequena cidade de Kentucky rapidamente se revela igualmente claustrofóbica, sobretudo vivendo Alice com o sogro autoritário. É então que é feito um apelo para a participação das mulheres da cidade numa equipa para entregar livros; um projeto da nova biblioteca itinerante de Eleanor Roosevelt. Alice adere com entusiasmo.
Alice conhece assim Margery, a líder desta equipa, uma mulher autossuficiente e de discurso inteligente que nunca pediu permissão a um homem para nada. A elas juntar-se-ão três outras mulheres singulares que ficarão conhecidas como as Packhorse Librarians of Kentucky.
A aventura destas mulheres - e dos homens que amam - torna-se um drama inesquecível de lealdade, justiça, humanidade e paixão. Estas mulheres, autênticas heroínas, recusam-se a ser intimidadas pelos homens ou pelas convenções. E embora enfrentem todos os tipos de perigos, não desistem da missão que abraçaram: levar a sabedoria, a leitura e o mundo fantástico dos livros até aos mais pobres e desfavorecidos.
Mas quando a comunidade de Baileyville se voltar contra elas, será que a determinação - e o poder da palavra escrita - será suficiente para as salvar?


Mais uma aquisição, desta vez estava no cesto há imenso tempo, já que o segundo não foi bem o que estava à espera.
E acabou o penúltimo mês do ano. Agora em Dezembro é correr conta o tempo para completar o desafio do Goodreads eheh

Leituras da Mafi


Opiniões e classificações:
Um violino na noite - Jojo Moyes 2/5
Para onde vou... - Gayle Forman 4/5
O presidente desapareceu - James Patterson e Bill Clinton 4/5
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes 2 - 4/5
Flores Cortadas - Karin Slaughter 5/5 (opinião em breve!)

Livros físicos: 3
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Flores Cortadas - Karin Slaughter
Livro Mais Amargo: Um violino na noite - Jojo Moyes
Livro Mais Longo: Flores Cortadas - Karin Slaughter (560 páginas)
Livro Mais Curto: Para onde vou - Gayle Forman (220 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 1
Livros "Na Fila Novembro": 4
Autores novos: 3
Autores já lidos: 3


Leituras da Ne

Salva por um Escocês - Sarah MacLean (3/5)
Amor por Encomenda - Catherine Mackenzie (3/5)

Um Bom Partido - Curtis Sittenfeld (2/5)
Três Coroas Negras - Kendare Blake (3/5)


Livros físicos: 3
Ebooks: 1
Livro Mais Doce: Três Coroas Negras - Kendare Blake
Livro Mais Amargo: Um Bom Partido - Curtis Sittenfeld
Livro Mais Longo: Um Bom Partido (368 páginas)
Livro Mais Curto: Amor por Encomenda (320 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 0
Livros "Na Fila Novembro": 1
Autores novos: 3
Autores já lidos: 1

Depois de ter comprado (ou recebido numa troca, até acho que foi isso) este livro há 7 ou 8 anos atrás, finalmente li-o.
Não demorei assim tanto, uns meros 4 dias até porque para além de ter o livro em papel também tinha em ebook. O livro lê-se bem mas houve ainda umas páginas que o meu olhar começou a passar palavras e pequenos blocos de texto, porque era tão desinteressante o que estava a acontecer, que a minha atenção esfumava-se.

8043606Eu gosto da Jojo Moyes mas ao contrário de toda a gente não adoro os livros do ''Viver depois de ti'' mas já li muitos livros da autora e posso dizer que é uma autora que vejo-me a ler durante muitos anos, desde que os livros me interessem claro. 

Este livro é um  sonífero ideal se tiverem problemas em adormecer. É lento e com personagens sem sal nenhum. Acreditem ou não mas a personagem que até mais gostei (até ao fim) foi a Laura. Começou como antagonista mas à medida que foi tendo espaço na narrativa comecei a ver que apenas era uma mulher solitária e amargurada com a vida que levava. Quando pensei que tinha aberto os olhos em relação ao Matt, veio o final que estragou tudo! Enfim.
A Isabel nem em aqueceu nem arrefeceu, e quando a protagonista não vos diz nada é um mau caminho para vocês não gostarem do livro. Depois temos o Matt que era a única personagem mais interessante do livro porque mesmo sendo o vilão desta história, ao menos dava conteúdo à personagem e tinha personalidade. Detestei-o claro mas no final até tive pena dele e acredito que haja por aí muita gente que por vingança ou simplesmente ambição, fique maluco da cabeça quando não conseguimos aquilo que queremos.

A história do violino e da música não me disse nada. Eu não gosto de música clássica e portanto foi outro ponto do livro com o qual não senti empatia nenhuma. Por fim a história da casa só me aborreceu. Acho que ninguém gosta de ter obras em casa e definitivamente percebi que também não gosto de ler sobre isso. 
Este livro vem no seguimento de ''Um retrato de família'' da mesma autora, que li no início do ano. Fraco, sem grandes personagens, sem grande história. sem grande coisa nenhuma. Não aconselho nem aos maiores fãs da autora porque só vão ficar decepcionados. 
Não gostei e não recomendo. 

Isabel Delancey, uma mulher frágil e ainda jovem, alheada das vicissitudes do dia-a-dia, vivia para a música - era violinista numa orquestra sinfónica.
O que a prendia à realidade era o amor que sentia por Laurent, o seu marido. Quando este morre num brutal acidente, Isabel vê-se obrigada a confrontar-se com a terrível situação financeira em que o marido deixou a família e a assumir o papel de mãe que sempre tinha sido desempenhado por uma ama.
A Casa Espanhola, uma propriedade que herda inesperadamente, sendo uma fonte inesgotável de problemas, vai ser ao mesmo tempo um desafio à sua coragem e determinação, transformando Isabel numa mulher madura.
Ali, vai encontrar uma solidariedade inesperada, um rancor visceral e o amor.
Um Violino na Noite é um romance que nos fala de obsessões, vulnerabilidades, paixões e escolhas. A história envolve completamente o leitor, tornando este novo livro de Jojo Moyes uma leitura compulsiva e irresistível.


 

Como assim faltam 2 meses para acabar o ano?

Mafi


Bem faltam 20 livros para chegar aos 100 livros no Goodreads. Vamos lá ver se consigo ler alguma coisa que dê para aproximar-me mais do objectivo final.

Ne



Aqui por estes lados de Coimbra, vou investir em romances históricos e em J. Kenner.
Tenho uma pilha de livros emprestados que tenho que ler e devolver às donas, por isso esses são a minha prioridade este mês.
Estou confiante que este Na Fila vai correr bem, até porque dois já vão a meio. Só espero é não me enjoar destes géneros eheh.



Quem continua a seguir as aventuras de Lou? 
Vem por aí mais um livro de Jojo Moyes, continuação de ''Viver depois de ti'' e ''Viver sem ti'', ambos pela Porto Editora. 


Quando Lou Clark chega a Nova Iorque está convencida de que vai conseguir recomeçar uma nova vida e sente-se confiante para enfrentar todos os desafios, apesar dos milhares de quilómetros que a separam de Sam. Lou está determinada a aproveitar o mais possível a situação em que se encontra – vive e trabalha em Manhattan para uma família super-rica e vê-se inserida na alta sociedade nova-iorquina. E é assim que conhece Joshua Ryan, um homem que lhe traz recordações do passado. Em breve, Lou ver-se-á perturbada por aquele encontro, o que a leva a questionar-se sobre quem é a verdadeira Lou Clark e como poderá reconciliar as duas partes de um coração separado por um oceano.Jojo Moyes dá vida, uma vez mais, a Lou Clark – a personagem de Viver Depois de Ti e Viver Sem Ti -, através de uma história que nos fala de lealdade, escolhas e, sobretudo, esperança.

Quem vai ler? Sai dia 1 de Outubro
Maio foi mais uma mês de grandes e pequenas leituras. Apresentamos-vos as nossas para vos encorajar a mostrar as vossas.

Leituras da Mafi:



Classificações e opiniões:
Amor, Açúcar e Canela - Amy Bratley (2/5)
Herding Cats - Sarah Andersen (4/5)
A mulher ente nós - Sarah Pennaken e Greer Hendricks (3/5) 
Sozinhos na Ilha- Tracey Garvis Graves (a ler) 

Livros físicos: 3
Ebooks: 8
Livro Mais Doce: Os altos e baixos do meu coração
Livro Mais Amargo: Amor, Açúcar e Canela
Livro Mais Longo: Windfall (382 páginas) 
Livro mais curto: Herding Cats (110 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 3 (aos poucos vai)
Livros "Na Fila Maio": 7/10 (consegui ler quase tudo!)
Autores novos: 6
Autores já lidos: 5

Leituras da Ne:


Classificações e opiniões:

38 - Sangue na Neve - Jo Nesbo (2/5)
39 - Uma Cinderela para o Milionário - Myrna MacKenzie (3/5)
40 - Um Vizinho Irresistível - Liz Fielding (4/5)
41 - Quando Tu Voltaste - Maria Realf (3/5)
42 - Viver Sem Ti - Jojo Moyes (3/5)
43 - Someday Soon - Laura Ward (4/5)
44 - O Destruidor de Corações - Vi Keeland (4/5)
45 - O Invencível - Vi Keeland (4/5)
46 - O Sedutor - Vi Keeland (4/5)

Livros físicos: 2
Ebooks: 7
Livro Mais Doce: O Destruidor de Corações - Vi Keeland
Livro Mais Amargo: Sangue na Neve - Jo Nesbo
Livro Mais Longo: Viver Sem Ti - Jojo Moyes (405 páginas)
Livro Mais Curto: Uma Cinderela para o Milionário - Myrna MacKenzie (99 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 0
Livros "Na Fila Maio": 2
Autores novos: 5
Autores já lidos: 2

Para quem leu a minha opinião do primeiro livro sabe que não fiquei assim tão fã pela história, mas gostei na mesma. Ora, este segundo para mim acabou por ser algo confuso em termos da minha opinião pessoal, já que quando o terminei era mais o sentimento de não ter gostado do que o de ter gostado, mas acabei por dar uma classificação até boa não só porque a escrita e as personagens de Jojo Moyes são sempre incompreensíveis e compensam tudo o que eu não gostei tanto neste segundo volume.

O que não gostei começa por a Lou estar completamente diferente. Não me lembro dela ter esta personalidade, personalidade esta que só ganha mais para o final.

Não gostei do "fantasma" permanente de Will. Ok, tem que haver um luto, mas a autora acabou por misturar muita quantidade do Passado num Presente que tinha tudo para correr melhor. Tendo surgido uma personagem importante que tomou conta muitas vezes do papel da protagonista (e que eu não gostando assim tanto) acabou por apagar um pouco o interesse e por isso o meu ritmo de leitura, o que me fez demorar imenso a ler este livro já que parecia que a história estava numa espécie de loop, sempre em volta do emprego de Lou e da vida desta personagem. As outras personagens que são transportadas do primeiro livro para este também acabaram por servir de "enchimento" a meu ver. Eu não me consegui entusiasmar com esta parte (enorme) da família que tanto me encantou no primeiro.
Aquele trabalho de Lou e aquele chefe, enfim. Nem sei que diga. Já para não falar da participação de Nathan, que apesar de ser secundário no primeiro livro, aqui nem sei bem para que foi referido. Penso que bastava só a sua referência/participação apenas no final que daria no mesmo. 

Gostei do grupo de apoio e dos seus constituintes, apesar de depois ter começado a ficar algo repetitivo, já que eles acabam por dizer quase a mesma coisa. Também era dispensável aquela última festa que só serviu para discursos melosos e para dar um final a este livro.

Gostei de Sam. Foi sem dúvida o melhor personagem nisto tudo, mas que infelizmente aparece muito pouco para o meu gosto. Adorei a última cena da ambulância (esforço máximo para não fazer spoiler) que talvez tenha sido a melhor cena de todas. Também gostei da cena do acidente que acabou por dar logo ali uma emoção inicial. Tenho pena é de só considerar estas duas cenas as mais entusiasmantes.

Acho também que o facto de já ter visto o primeiro filme, me faz imaginar as personagens iguais aos actores escolhidos, o que muitas vezes não correspondeu bem às primeiras, principalmente a Lou e principalmente com aquela roupa de trabalho.

Sinceramente não estava muito entusiasmada com este e ainda estou menos com o próximo, por isso, se o ler, será só daqui a muito tempo quando me esquecer deste. Por enquanto vou continuar a ler as outras obras da autora.
Como seguir em frente depois de se perder a pessoa amada?
Como construir uma vida que valha a pena ser vivida?
Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding – um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender.
Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.

Graças à Editora Planeta, este único livro de Maria Realf chegou à metade Coimbrinha do ADPOC, personalizado o que vale um agradecimento a dobrar.

Foi lido meio em páginas de papel, meio em páginas digitais, mas o interesse literário foi o mesmo e sempre com o mesmo ritmo. Houve umas pequenas trocas de palavras e nomes como "Alex" por "Lizzie"; a dama de honor ir à frente para ajudar com a cauda do vestido (?), mas fora isso foi uma leitura sem grandes contratempos.

Principalmente achei que é uma escrita um pouco imatura que com o avançar vai ficando cada vez menos significante, ou porque a autora melhorou ou porque o interesse pela leitura foi maior do que por esses pormenores de escrita. É uma história muito simples, com simples personagens e muito drama à mistura. Não há vilões nem heroínas, há sim uma história de amor igual à de muitos casais.

Gostei bastante que houvessem duas realidades temporais, passado e presente, e o facto de ter conseguido manter tanta informação crucial em suspense em ambos os tempos. Gostei bastante mais do passado de Lizzie e Alex, mas a cena do restaurante pareceu-me algo rebuscado, ou mais uma vez descrita de forma muito simples e "verde", não conseguindo aí sentir algo mais do que uma simples e recente amizade, e não um amor para toda a vida.

Gostei da razão que a autora escolheu para separar este casal e outras referências que depois vamos encontrando na parte do presente relativas a este acontecimentos. Aqui já se notou que a história foi um pouco mais pensada.

Gostei de Megan, uma das personagens secundárias e melhor amiga de Lizzie, que representou e  simbolizou perfeitamente a amizade e a sinceridade.

Gostei do facto da autora ter inserido vários tipos de luto, e apesar de não ter torcido por Alex, depois de saber a razão e de Lizzie ter passado pelo mesmo, tudo mudou, para mim como leitora e para a personagem principal. A questão de Alex foi um golpe bastante baixo, mas fácil, da parte da escritora. Não me sensibilizou particularmente, apenas me fez lembrar outros livros como o de Jojo Moyes, Viver Depois de Ti.

Foi óbvio Josh ser um personagem menos atractivo e logo aí nunca nos sentimos empáticas com ele. Existe uma cena em que Maria Realf nos descreve Josh e certas atitudes que quebram qualquer ligação que tenhamos sentido entre o casal.

O casamento foi um dos tópicos principais dos capítulos do presente, mas achei que foi demasiado sobrevalorizado, já que acaba por se repetir os muitos sentimentos e dúvidas da personagem, para depois terminar como já estávamos mais que à espera. Este aspecto de prevermos tão facilmente o que irá acontecer a seguir foi balançado por algumas reviravoltas, como já falei, que no final do livro nos fazem ter dúvidas sobre o que predominou mais, os factos mais ou os menos positivos. No meu caso fiquei pelo meio. Não adorei ao ponto de ter terminado o livro com aquele aperto no coração e satisfeita, com desejos de ler mais e conhecer mais da autora, mas também não detestei.

Recomendado às mais românticas e com muitas lágrimas emotivas por deitar.

Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o Tal, no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados.
O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre.





Mais uma vez lá me desvio da minha Fila.

Como seguir em frente depois de se perder a pessoa amada?
Como construir uma vida que valha a pena ser vivida?
Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding – um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender.
Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.
Chegámos ao mês mais curto do ano, mas o objectivo de ler o que está aqui em casa mantém-se.

Mafi:
Um Violino na NoiteHarvesting the HeartNunca Digas Adeus Ao Encontro do DestinoYou Know Me WellQuem Não Sonha Voar, Alice?The Female of the Species

Ne:


11285587Sem dúvida alguma que posso dizer que Jojo Moyes é uma das minhas autoras favoritas. Não está no top 3 mas pelo menos figura no top 10 de autoras que mais gosto de ler. Embora eu seja do contra e ache que o ''Viver depois de ti'' não é o melhor livro dela, como todos acham, quem le os livros anteriores a esse e quem lê os posteriores, de certeza que nota diferenças bem grandes. Felizmente a autora soube evoluir e tem escrito livros muito bons desde o seu primeiro bestseller. Ora isto tudo para dizer que este ''Retrato de Família'' é o primeiro livro da autora, facto que desconhecia. O pior é que nota-se mesmo que é o primeiro livro de uma autora estreante. Foi o pior livro que li da Jojo e definitivamente um mau começo nas leituras em 2018.

Não gostei da história e também não simpatizei com as personagens. A autora anda entre o passado e o presente mas juro que não acontece nada neste livro até cerca de metade do mesmo. 
Começamos com Joy, em 1953, que enamora-se com Edward, um oficial da Marinha e por quem está muito apaixonada. O casal casa e tem uma filha, Kate que separa-se da mãe e vai viver para Londres, onde tem uma filha, Sabine. Por alguma razão que nem é bem explicada, Kate manda Sabine para casa dos avós, numa zona rural da Irlanda, onde não há internet, nem televisão por cabo e os passatempos são corridas de cavalos e caçadas, actividades nada interessantes para uma adolescente de 17 anos. Pouco a pouco, Sabine vai-se habituando ao humor da avó mas quando Edward adoece, Kate decide que é hora de voltar a Irlanda e com a ajuda de Sabine, ambas tentam fechar feridas do passado. 

Embora seja um drama familiar, os sentimentos das personagens e os seus conflitos não são muito desenvolvidos ou são desinteressantes.Tanto que a autora acaba por relatar a vida amorosa da Kate, só para encher o livro, quando interessa pouco quantos companheiros teve. Só a 50 páginas do fim é que há uma revelação surpreendente, que muda um pouco o livro em relação a uma personagem mas o desenvolvimento também é fraco e não acontece mais nada. 
Entre todas as personagens, ainda assim a que gostei mais foi a Sabine e o Thom. De resto, não consegui relacionar-me com ninguém nem com a história ou os pontos de vista de cada protagonista. Ainda tenho mais um livro dos mais antigos para ler e espero que não seja tão mau quanto este. 

1953, Isabel II é coroada. A comunidade inglesa em Hong Kong reúne-se para celebrar o acontecimento. Para Joy, trata-se apenas de mais uma reunião enfadonha, idêntica a tantas outras. Mas a sua vida transformar-se-á nessa mesma noite ao conhecer o jovem oficial da Marinha Edward Ballantyne. A impulsiva proposta de casamento após um breve encontro parece ser a resposta a todos os desejos de Joy.
Mais de quarenta anos volvidos, Joy e Edward vivem na Irlanda e a sua relação com Kate, a filha, e Sabine, a neta de dezasseis anos, é distante e fria. Em Londres, Kate tenta resolver mais uma das suas inúmeras crises amorosas e, numa tentativa de proteger Sabine, decide que ela vá passar umas férias com os avós.
Para surpresa geral, Sabine parece adaptar-se bem à vida no campo e ao difícil temperamento da avó. Até que o súbito agravamento do estado de saúde de Edward obriga Kate a um inesperado regresso à casa de família, reabrindo as velhas feridas que a separam de Joy. Que segredos afastam mãe e filha? Poderá Sabine unir duas gerações tão diferentes, ou cairá também ela no silêncio que as separa?

 

11285587


Ainda não tinha postado aqui a minha primeira leitura de 2018. Definitivamente comecei com o pé esquerdo! Até agora está a ser um livro fraco mas já cheguei a meio, portanto vou continuar.

Data de aquisição: 2011

1953, Isabel II é coroada. A comunidade inglesa em Hong Kong reúne-se para celebrar o acontecimento. Para Joy, trata-se apenas de mais uma reunião enfadonha, idêntica a tantas outras. Mas a sua vida transformar-se-á nessa mesma noite ao conhecer o jovem oficial da Marinha Edward Ballantyne. A impulsiva proposta de casamento após um breve encontro parece ser a resposta a todos os desejos de Joy.
Mais de quarenta anos volvidos, Joy e Edward vivem na Irlanda e a sua relação com Kate, a filha, e Sabine, a neta de dezasseis anos, é distante e fria. Em Londres, Kate tenta resolver mais uma das suas inúmeras crises amorosas e, numa tentativa de proteger Sabine, decide que ela vá passar umas férias com os avós.
Para surpresa geral, Sabine parece adaptar-se bem à vida no campo e ao difícil temperamento da avó. Até que o súbito agravamento do estado de saúde de Edward obriga Kate a um inesperado regresso à casa de família, reabrindo as velhas feridas que a separam de Joy. Que segredos afastam mãe e filha? Poderá Sabine unir duas gerações tão diferentes, ou cairá também ela no silêncio que as separa?



Novo ano, novo mês, novos livros por ler. Vamos lá ver se não perdemos o foco e cumprimos aquilo que prometemos no ''Especial 2018''.

Mafi


Bem de modo a realmente focar-me no que tenho aqui em casa por ler escolhi um livro que adquiri em cada ano... desde 2010. Não vou por mais do que 7 livros, porque se ler estes 7 já fico muito contente. 

Ne


Uns mais finos, outros mais grossos, é tempo de pegar nuns mais antigos e outros mais recentes para começar o ano da melhor forma. Espero conseguir ler tudo e que 2018 seja mais próspero em leituras (qualidade e quantidade) do que 2017.


Setembro foi um mês de comprinhas e mimos para mim própria. As prendinhas de aniversário foram óptimas mesmo assim decidi compensar.
Desta vez a pilha é na horizontal porque se não não ficava com o efeito que eu queria.
Têm chegado tantas coisas boas da minha wishlist à biblioteca que nem sei qual pegar primeiro!


Continuo a não gostar da capa, mas como sei que Jojo Moyes não desilude decidi comprar o livro em vez do ebook.


Página inicial