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Quem me conhece bem sabe, que eu gosto muito deste autor! ''Um homem chamado Ove'' é um dos livros da minha vida e embora não tenha conseguido ler outro livro dele (não consegui acabar o A minha avó pede desculpa) mas já li outras obras e tenho mais para ler. ''Anxious People'' era um livro que eu ansiava que saísse cá desde 2019. Demorou muito...mas a espera valeu a pena sem dúvida. Não foi um livro cinco estrelas mas que gostei definitivamente de o ler. 
Também já tem adaptação pela Netflix mas ainda não tive tempo para dar uma olhadela na mini-série. 
A sinopse é bem clara, é um livro que trata de uma tentativa falhada a  um  banco e depressa se torna numa situação de reféns num apartamento que está a venda. Parece confuso mas acreditem que não é.
O autor tem uma grande capacidade para criar personagens caricatas mas muito reais. Aqui não é exeção e apesar de termos bastantes personagens e nem todas conseguirem o devido aprofundamento, conseguimos ter uma boa ideia  que são todas muito diferentes entre si e que todas tinham motivos para estar naquela altura na casa que estava à venda. 
Gostei muito também da dupla que investiga este caso, uma dupla de pai e filho, que discordam em muita coisa mas que são mais parecidos do que pensam.

O que mais  gostei no livro foi que o assalto que deveria ser o foco do livro  é o menos importante porque o destaque vai todo para as personagens. O autor é muito bom a mostrar que nem tudo o que aquilo parece é, e ao longo do livro vamos fazendo esta contestação várias vezes, à medida que vamos percorrendo personagem a personagem e a tentar adivinhar quem é o verdadeiro assaltante do banco. 

O título é realmente perfeito pois este leque de pessoas não poderiam ser mais ansiosos! Não só ansiosos como um bocadinho burrinhos, ou então fazem-se de parvinhos. Para descobrir é só ler o livro! 

É um livro que também é difícil opinar porque não há nada que possa dizer para além do que está na sinopse que não seja spoiler! Outra coisa que também gostei no livro foi o formato que a narrativa é contada, com os interrogatórios e momentos do assalto (e não só) a intercalarem-se.
O facto do livro se passar em Estocolmo é sem dúvida também uma lufada de ar fresco no livro, ou não fosse o autor sueco! 

Sem dúvida um livro que aconselho! 



Visitar um apartamento que está à venda não costuma redundar numa situação de perigo. A menos que seja antevéspera de Ano Novo, e um ladrão inexperiente tenha decidido assaltar um banco onde não há dinheiro. Quando assim é, torna-se inevitável que não haja sequer um plano de fuga, e se acabe com uma data de reféns acidentais.

Felizmente, podemos confiar na pronta intervenção das autoridades. A menos que os dois polícias responsáveis pelo caso não se entendam nem saibam o que fazer.

Ainda assim, acreditamos que tudo correrá bem, em particular se os reféns permanecerem calmos. A menos que sejam os reféns mais idiotas de todos os tempos: uma analista bancária com ideias suicidas, uma adorável velhinha com motivações pouco transparentes, um casal reformado com uma paixão enorme pelo IKEA, duas recém-casadas, prestes a serem mães, que andam sempre às turras, uma agente imobiliária com entusiasmo a mais e talento a menos, e uma pessoa vestida de coelho.

Com um sentido de humor excecional, que cativou milhões de leitores em todo o mundo, e personagens tão imperfeitas quanto tocantes, Fredrik Backman volta a surpreender com esta história sobre gente idiota e ansiosa e os laços invisíveis que (n)os unem.


No mês mais curto do ano mas também o mais romântico, vamos lá ver o que queremos ler.

Mafi

Em Fevereiro quero ler principalmente romances e tentar pôr em dia alguns livros da Vi Keeland que tenho em atraso antes de saírem novos dela! 

Ne

Janeiro correu mal e não tive muitas leituras conjuntas. Agora em Fevereiro vou ter seis! Vamos ver como corre. Pode ser que consiga ler estes e terminar os que deixei a meio nos meses anteriores, incluindo os livros das parcerias.

 


Sai dia 27 de Janeiro 

 Depois de um livro pela Presença, e três pela Porto Editora, esta última agarrou de vez o autor e traz mais um titulo de Fredrick Backman para o seu catálogo. Desta vez será o muito falado "Anxious People" que também já tem adaptação em minisérie na Netflix. 

Visitar um apartamento que está à venda não costuma redundar numa situação de perigo. A menos que seja antevéspera de Ano Novo, e um ladrão inexperiente tenha decidido assaltar um banco onde não há dinheiro. Quando assim é, torna-se inevitável que não haja sequer um plano de fuga, e se acabe com uma data de reféns acidentais.

Felizmente, podemos confiar na pronta intervenção das autoridades. A menos que os dois polícias responsáveis pelo caso não se entendam nem saibam o que fazer.

Ainda assim, acreditamos que tudo correrá bem, em particular se os reféns permanecerem calmos. A menos que sejam os reféns mais idiotas de todos os tempos: uma analista bancária com ideias suicidas, uma adorável velhinha com motivações pouco transparentes, um casal reformado com uma paixão enorme pelo IKEA, duas recém-casadas, prestes a serem mães, que andam sempre às turras, uma agente imobiliária com entusiasmo a mais e talento a menos, e uma pessoa vestida de coelho.

Com um sentido de humor excecional, que cativou milhões de leitores em todo o mundo, e personagens tão imperfeitas quanto tocantes, Fredrik Backman volta a surpreender com esta história sobre gente idiota e ansiosa e os laços invisíveis que (n)os unem.



 


Não resisti ao livro do dia da Porto Editora e pelo meio veio também o saco do Heartstopper que a Cultura está a vender!

Foram estas as minhas primeiras compras da Feira do Livro! 

 


Sai dia 2 de Junho! 


As pessoas dizem que Björnstad, a Cidade do Urso, está acabada. A pequena localidade aninhada nas profundezas da floresta tem vindo lentamente a perder terreno para as árvores, sempre invasoras. Mas junto ao lago existe um velho rinque, construído há gerações pelos trabalhadores que fundaram a cidade. E esse rinque é o motivo pelo qual as pessoas acreditam que o dia de amanhã será melhor do que o de hoje. A equipa de juniores de hóquei no gelo está prestes a competir nas meias-finais nacionais e tem realmente hipóteses de vencer. Todas as esperanças e sonhos deste lugar repousam agora sobre os ombros de uma mão-cheia de rapazes adolescentes.

Mas ser o responsável pelas ambições da povoação inteira é um fardo pesado, e o jogo das meias-finais torna-se o catalisador de um ato violento, que traumatizará uma rapariga e deixará Björnstad em pé de guerra. São feitas acusações que, como uma pedrada no charco, percorrem a cidade, afetando todos.

Beartown explora os grandes desejos que unem uma comunidade pequena, os segredos que a separam e a coragem necessária para um indivíduo lutar contra a corrente.

 Hoje venho actualizar-vos nos desafios que ando a fazer. Como sempre, comecei muito entusiasmada mas já estou a perder o gás. É sempre assim. Mesmo estando atrasada e sabendo que não vou conseguir concluir, vou continuar a fazer os desafios porque gosto de participar. 





Este desafio até está a correr bem. Já li cinco categorias e até ao final do mês penso que consigo preencher mais duas ou três.


1 - Livro recomendado por booktuber, blogger, bookstragrammer ✔️

2 - Livro cujo título comece com a letra N. ✔️

3 - Livro com elementos na capa de Natal. ✔️





4 - Ler um conto de Natal. ✔️



5 - Ler um livro que se passa no Inverno. 


6 - Ler um livro cujo tema principal seja de família. 



7 - Ler uma autora nacional.

8 - Ler um autor nacional




9 - Um livro que se passe no Holocausto ✔️




10 - Um livro do teu género favorito ✔️


11 - Um livro que com letras formem a palavra Neve (título + autor) 

12 - Um livro não ficçao 



13 - Um livro publicado em 2020.




14 - Um livro que tenha sido oferecido. 



15 - Um livro com mais de 400 páginas.


16 - Um livro com menos de 200 páginas. 






Com tantos livros sempre a sair e novos autores a estrearem-se todos os anos, fica difícil por vezes acompanhar os lançamentos dos nossos autores favoritos. Antigamente quando conhecia poucos autores, lia basicamente sempre os mesmos. Ainda me lembro do meu catálogo de autores ser constituído apenas por Nora Roberts, Nicholas Sparks, Jodi Picoult, Sveva Casati, Dorothy Koomson. Como eram autores que já tinham muitos livros por cá, fui lendo durante muitos anos livros deles até que enjoei de alguns e virei-me para outros géneros e autores.
Hoje trago-vos uma lista de autores que já não leio há mais de um ano e quero muito voltar a pegar. Alguns ainda só li um livro, outros já li vários mas já não leio há muito tempo. Aqui vamos nós :

1 - Lucinda Riley

Um facto curioso com esta autora é que li os dois livros que foram publicados pela ASA há uns anos. Depois deixaram de publicar e fartei-me de reclamar como tinham deixado de editar uma autora tão boa. Entretanto outra editora pegou na autora e começaram a editá-la novamente por cá. Fiquei muito feliz mas acreditam que ate agora não voltei a lê-la? Espero em 2021 mudar isso, especialmente agora que está a acabar a série.
🌸
2-Peter Swanson

Ainda me lembro das sensações e do geral da história de "Aqueles que me merecem morrer" o único livro de Peter Swanson editado cá. Infelizmente a Presença nunca mais publicou nada dele com muita pena minha. Entretanto ele todos os anos têm lançado um livro lá fora e portanto tenho muito por onde escolher quando quiser ler algo dele novamente. 
🌸
3-Nora Roberts 

Pois é a tia Nora está de volta ao ADPOC, ou pelos menos vai estar. Já pus um dos livros dela em dois desafios para ver se é mesmo em 2021 que volto à Norinha.
🌸
4-Deborah Smith

Outra autora que gostava muito de ler e era sempre uma felicidade quando a Porto Editora lançava um livro dela. E neste caso eles até continuaram a lançar, eu é que fui deixando de ler. Mas tenho algumas saudades portanto gostaria de ler um livro desta autora. 
🌸
5-Sophie Kinsella

Este ano, não sei se pela pandemia mas não tivemos o nosso livro anual habitual editado pela Quinta Essência. Mesmo assim lá fora saiu mais um mas eu gostava mesmo era de voltar à série "Louca por Compras" que continua a sair lá fora mas nunca mais saiu cá e que segundo o Goodreads, o último livro que li foi em 2011!! Oh meu Deus mais de 10 anos sem ler as aventuras da Becky que eu tanto adoro! 2021 vai ser sem dúvida para voltar a Sophie Kinsella! 
 🌸
6 - Célia Correia Loureiro

Não podia não mencionar um autor português. Já li dois livros da Célia mas tenho "A Filha do Barão" desde 2015 para ler e apesar de ser uma leitura que acredito que não vão ser fácil, quero muito finalmente pegar naquele calhamaço. 
🌸
7 - Fredrik Backman 

Vá, eu li um conto do Fredrik agora este Natal mas quase não contou como voltar a este autor. Tenho 2 livros para ler e no próximo ano sei que vai sair mais um cá em Portugal portanto quero pelo menos ler um livro do meu autor sueco preferido. 
🌸
8 - Holly Bourne

Muita gente não sabe, mas antes de a TopSeller pegar nesta autora, está já tinha sido editada cá em Portugal pela Civilização com um livro muito bom: "Manuscrito de como ser interessante" que acho que já não se encontra à venda. Como este ano a TopSeller vai lançar mais um livro da Holly Bourne, quero ler o anterior da autora editado cá. 
🌸
9 - Matt Haig

Mais um autor que conheci através dos livros da Porto Editora mas foi com a TopSeller que o descobri. Gostei dos livros que li dele e o novo que vão sair por cá "A Biblioteca da Meia Noite" parece ser o supra sumo das suas obras portanto estou curiosa em ler mais deste autor. 
🌸
10 - Chimamanda Ngozie Adichie

Este vai ser um desafio mas que estou disposta a fazer. Tenho dois grandes calhamaços desta autora já há muito tempo por ler mas vou pegar primeiro no Americanah. Já me disseram que apesar do tamanho, os livros acabaram por ser muito fáceis de ler portanto espero que seja verdade. 
🌸
11 - Jess Michaels 

Uma autora que acho que deixou de ser publicada cá com pena minha pois era das poucas autoras do género erótico que eu lia. Apesar de ler outras autoras que exploram o lado erótico nos seus livros, a Jess Michaels escrevia basicamente só sobre isso e escrevia bem. Tenho dois livros desta autora por ler e gostava de os ler em 2021. 
🌸
12 - Sarah Dessen 

Para mim a rainha do YA dos anos 2000,que agora já não é tão popular mas mesmo assim continua a lançar livros e eu continuo a querer lê-los a todos. Já há muito tempo que não leio Sarah Dessen e em 2021 vai ser o ano para ler todos os livros dela em atraso,  um por mês até acabarem. 



 


Estes são os 13 escolhidos para os próximos 3 meses! Acho que tirando só um, todos estão incluídos em desafios até Março e como podem ver tenho muitos calhamaços para ler. 

Das duas uma, ou vai correr muito bem ou vai correr muito mal  😬

Espero não me distrair com novidades ou ebooks, ou audiobooks 🙄 e conseguir ler todos estes livrinhos que estão há demasiado tempo na estante! 

 


Como sabem, todos os meses faço uma lista de livros que quero ler. O que vai acontecendo é que não consigo ler todos e vão ficando para outros meses ou até anos. Estes foram alguns dos livros que disse a mim mesma que não ia acabar 2020 sem os ler e bem estamos a alguns dias do fim do ano e não li nenhum. Fica a promessa de os ler na primeira metade de 2021!




A estar dia 7 de Novembro 

Não é que Britt-Marie seja uma pessoa crítica, exigente ou difícil - ela apenas espera que as coisas sejam feitas de uma determinada forma. Uma gaveta de talheres desarrumada está no topo da sua lista de pecados imperdoáveis. Os seus dias começam, impreterivelmente, às seis da manhã, porque apenas os lunáticos acordam mais tarde do que essa hora. E não é passivo-agressiva. De modo nenhum. As pessoas é que, às vezes, interpretam as suas sugestões úteis como críticas, o que não é, de todo, a sua intenção. Afinal, Britt-Marie não é alguém que julgue os outros, não importa o quão mal-educados, desleixados ou moralmente suspeitos possam ser.
Quando Britt-Marie descobre que Kent, o marido, lhe é infiel, a sua vida perfeitamente organizada, de repente, desorganiza-se. Tendo de passar a sustentar-se sozinha, arranja um emprego temporário como zeladora do centro recreativo de Borg. Nessa posição, a exigente Britt-Marie tem de lidar com muita sujidade, eletrodomésticos temperamentais, indisciplina a rodos e até uma ratazana como companheira. Britt-Marie vê-se então arrancada da sua zona de conforto e arrastada para a vida dos seus concidadãos de Borg, uma estranha mistura de seres desesperados, canalhas, bêbedos e vagabundos, sendo incumbida da impossível tarefa de levar a equipa de futebol local, composta por várias crianças sem qualquer tipo de talento para acertar numa bola, à vitória. E, quando um dia Kent aparece a pedir-lhe desculpa, ela tem de decidir, de uma vez por todas, o que realmente deseja da vida. Nesta pequena localidade de gente inadaptada, pode Britt-Marie encontrar o lugar a que realmente pertence?
Engraçado e comovente, perspicaz e humano, Britt-Marie esteve aqui celebra as amizades inesperadas que nos mudam para sempre e o poder do mais gentil dos espíritos, para tornar o mundo um lugar melhor.




Chegou um pouco tarde mas chegou! E como é personalizado até desculpo o atraso!

Obrigada Porto Editora (Maria João) e obrigada amiga Ne ^_^ 





Elsa tem sete anos de idade, quase oito, e é diferente. Para já, tem como melhor – e única – amiga a avó de setenta e sete anos de idade, que é doida: não levemente taralhoca, mas doida varrida a sério, capaz de se pôr à varanda a tentar atingir pessoas que querem falar sobre Jesus com uma arma de paintball, ou assaltar um jardim zoológico porque a neta está triste. Todas as noites, Elsa refugia-se nas histórias da Avozinha, cujo cenário é o reino de Miamas, na Terra-de-Quase-Acordar, um reino mágico onde o normal é ser diferente.
Quando a Avozinha morre de repente e deixa uma série de cartas a pedir desculpa às pessoas que prejudicou, tem início a maior aventura de Elsa. As cartas levam-na a descobrir o que se esconde por detrás das vidas de cada um dos estranhíssimos moradores de um prédio muito especial, mas também à verdade sobre contos de fadas, reinos encantados e a forma como as escolhas do passado de uma mulher ímpar criam raízes no futuro dos que a conheceram.
A Minha Avó Pede Desculpa é uma belíssima história, contada com o mesmo sentido de humor e a mesma emoção que o romance de estreia de Fredrik Backman, o bestseller internacional Um Homem Chamado Ove.


A pedir desculpa dia 19...


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2017 teve os seus momentos altos e os seus momentos baixos. Foi um ano em que fui generosa com bastantes livros e dei muitas 4 e 5 estrelas mas também foi o ano em que desisti de mais livros, alguns mesmo quando já tinha lido mais de metade. No geral foram mais de 100 leituras, com uma média de 300 páginas por livro, o que não é muito. 2018 vai ser para ler livros antigos da estante, alguns deles calhamaços. Mais uma vez os ebooks ajudaram-me a ler mais e já não consigo ler só livros em papel. 

Sem qualquer ordem de preferência:
''Um Homem Chamado Ove'' foi o 1º livro a receber 5 estrelas e foi um de dois livros que me fizeram chorar no final. Ainda não consegui ver o filme. 
Seguiu-se ''Se eu Fosse tua'' de Meredith Russo que se lesse hoje não dava as 5 estrelas. Gostei e acho que é um livro importante mas não me marcou muito como os outros que irei enunciar. ''Isto acaba aqui'' está não só no top 10 mas também no top 5 de 2017 e foi o outro livro que me fez derramar umas lágrimas, adorei e é um livro que me inspira e foram várias as vezes que me lembrei dele e de algumas passagens do mesmo. O ano também foi benéfico em thrillers e de todos que li o que mais me marcou e me fez ficar ''mal da cabeça'' foi ''Aqueles que merecem morrer'' de Peter Swanson. Muito bom, com um ritmo brutal e um dos melhores finais que já li. Aguardo novas obras do autor em Portugal. Depois de anos a ouvir falar bem deste autor, finalmente alguma editora se decidiu em trazer Benjamin Alire Saénz para Portugal. Li dois livros dele: ''Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe'' e ''A lógica inexplicável da minha vida''. Infelizmente não consegui escrevinhar nenhuma opinião de jeito para vocês mas digo-vos só que o autor tem mais de 60 anos e para a idade que tem, escreve sobre sentimentos dos adolescentes de uma forma muito poética e bonita, sem tornar as personagens parvas/chatas/irritantes como em tantos outros livros que andam por aí. Embora só tenha 2 livros publicados, Nicola Yoon entra também nesta lista com o seu ''O Sol também é uma estrela'' adorei este romance e gosto muito como a autora traz personagens de etnias diferentes para os seus livros, sem ter medo de misturar culturas. Outro livro que não fiz opinião mas por achar que tudo  o que escrevesse não faria jus a este clássico foi ''A História de uma Serva'' de Margaret Atwood. Não sei como é possível que este livro, publicado originalmente em 1985, consiga ser tão actual mas a verdade é que o é e eu adorei ler. Foi talvez o livro mais diferente que li este ano, mas marcou-me bastante. De estreias de 2017, o livro mais falado foi ''O Ódio que Semeias'' de Angie Thomas, um livro sobre a comunidade afro-americana e que também traz ao de cima, assuntos importantes. Foi uma estreia muito boa. Por fim, este ano li mais ''Não Ficção'' do que nos anos anteriores e por isso destaco o discurso ''Todos Devemos ser Feministas'' de Chimamanda Ngozi Adiche. Um discurso importante e que acho que todas as mulheres vão se identificar, leiam que é muito bom. 

Olhando para este top, percebi que a maioria dos livros, foram novidades de 2017 o que mostra que as editoras andam a publicar coisas de que gosto. Em 2018 quero ver se não me tento tanto com as novidades e se encontro tantos livros de 5 estrelas nos mais de 100 livros que tenho por ler na estante. 

Top 10 sem ordem:
1 - Um Homem Chamado Ove - Fredrik Backman (Editorial Presença,2016)
2 - Se eu fosse tua - Meredith Russo (Nuvem de Tinta, 2017)
3 - Isto acaba Aqui - Colleen Hoover (Topseller, 2017)
4- Aqueles que merecem morrer - Peter Swanson (Editorial Presença, 2017)
5 - Aristotle and Dante Discover the Secrets of the Universe - Benjamin Alire Saénz
6 - A Lógica Inexplicável da Minha Vida - Benjamin Alire Saénz (Topseller, 2017)
7 - O Sol também é um estrela - Nicola Yoon (Editorial Presença, 2017)
8 - A História de uma Serva - Margaret Atwood (Bertrand, 2013)
9 - O ódio que semeias - Angie Thomas (Editorial Presença, 2017)
10 - Todos devemos ser feministas - Chimamanda Ngozi Adichie (Dom Quixote, 2015)



Já há algum tempo que queria ler este livro mas foi só depois de saber que a sua adaptação cinematográfica sueca tinha sido nomeada para melhor filme estrangeiro, que realmente fiquei entusiasmada com o argumento original e passei o livro à frente de outros.

30140990À primeira vista podemos dizer que Ove é um homem rezingão, rabugento que só sabe dizer mal de tudo e de todos. Isto é tudo verdade mas Ove também é uma pessoa céptica, o que o torna hilariante e cómico! 

Podemos dizer que "Um homem chamado Ove" é como uma cebola.  Começamos muito bem mas há medida que vamos avançando em camadas, o livro torna-se mais difícil e se forem como eu, vão acabar por eventualmente chorar. 

Há livros em que a estória faz o livro e depois há livros em que a personagem faz a estória. Este é sem dúvida um desses casos. Até podíamos dizer que é um livro com uma só personagem mas tal não é verdade. Ao longo destas páginas vamos conhecendo outras personagens igualmente interessantes e até temos a presença de um gato durante todo o livro. Gostei bastante da multiculturalidade que foi apresentada no livro, muito bem adequada ao tipo de pessoa que o Ove era,embora ele nunca se mostrasse racista, apenas céptico aos costumes de outros países. 

É também engraçado como Ove nunca consegue concretizar o seu objectivo, é sempre interrompido por algo e apesar de se mostrar uma pessoa difícil, as pessoas não querem saber disso e sabem que no fundo ele sente-se apenas sozinho. Tal como Ove conquistou tudo e todos, também me conquistou a mim. No fim é impossível não sentir ternura por esta personagem.

Ainda não tive oportunidade de ver o filme mas certamente que o farei em breve! Espero que a Editorial Presença publique mais livros deste autor! São sem dúvida bem-vindos! 


À primeira vista, Ove é o homem mais rabugento do mundo. Sempre foi assim, mas piorou desde a morte da mulher, que ele adorava. Agora que foi despedido, Ove decide suicidar-se. Mal sabe ele as peripécias em que se vai meter. Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer. 
Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises. Este livro simultaneamente hilariante e encantador fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros. 


 

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