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Resumo do mês: Fevereiro

Fevereiro acabou há alguns dias, mas só agora podemos fechar o mês. Aqui fica um resumo mensal de como foi este segundo mês de 2018.

Leituras da Mafi:



Classificações e opiniões:
Louca - Chloé Esposito (4/5)
Nunca Digas Adeus - Lesley Pearse (4/5)
Procura-se Homem (Sem Compromisso) - Melissa Pimentel (3/5)
Harvesting the Heart - Jodi Picoult (3/5)
You Know me Well - Nina LaCour e David Levithan (3/5)
O Prof- Vi Keeland (5/5)
O Diário de Anne Frank - Anne Frank e Ari Folman (5/5)
The Female of the Species - Mindy McGinnis (4/5)
Caraval - Stephanie Garber (4/5) 

Livros físicos: 6
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: O Prof e O Diário de Anne Frank
Livro Mais Amargo: Procura-se Homem (Sem Compromisso)
Livro Mais Longo: Harvesting the Heart (469 páginas)
Livro mais curto: O Diário de Anne Frank (161 páginas) 
Livros dos ''Na Fila 2018'': 5
Livros "Na Fila Fevereiro": 4
Autores novos: 5
Autores já lidos: 6

Leituras da Ne:


Classificações e opiniões:

9 - Se Eu Fosse Tua - Meredith Russo - 02.02.2018 (5/5)
10 - Reino de Feras - Gin Phillips - 04.02.2018 (1/5)
11 - Louca - Chloé Esposito - 05.02.2018 (3/5)
12 - Traição - Aleatha Romig - 12.02.2018 (4/5)
13 - Cunning - Aleatha Romig - 14.02.2018 (3/5)
14 - Deception - Aleatha Romig - 21.02.2018 (2/5)

Livros físicos: 3
Ebooks: 3
Livro Mais Doce: Se Eu Fosse Tua de Meredith Russo
Livro Mais Amargo: Reino de Feras de Gin Phillips
Livro Mais Longo: Deception (400 páginas)
Livro Mais Curto: Reino de Feras (253 páginas)
Livros dos ''Na Fila 2018'': 2
Livros "Na Fila Fevereiro": 3
Autores novos: 4
Autores já lidos: 0

Opinião Suspense/Contemporânea: "Reino de Feras" de Gin Phillips



NÃO ERA O QUE ESTAVA À ESPERA

Devia ser obrigatório um livro que nos desperta tanta curiosidade desde que sabemos que vai ser lançado ser maravilhoso quando o lermos. Reino de Feras foi directamente para a wishlist mal li a sinopse e vi a capa, mas logo no primeiro capítulo percebi que isto ia correr mal.

É por isso que cada vez mais me convenço que o melhor é ignorar a opinião de terceiros enquanto não terminarmos de ler o livro, visto eu me considerar tão facilmente influenciável. Além da muita curiosidade que tinha, as expectativas altas que tinha delineado, ainda fui ficar mais entusiasmada em ouvir a opinião de uma colega. Mesmo no Goodreads a classificação mais baixa que encontrei foram as 3* mas eu não consigo nem dar 2 porque não gostei mesmo.

As primeiras 8 páginas foram uma introdução a Joan e a Lincoln, mas a autora focou-se demasiado numa conversa algo forçada e infantil, sempre cheia de referências aos heróis da Marvel. Apesar disto fiquei à espera que o verdadeiro suspense começasse, mas apenas me deparei com discursos, a meu ver quase monótonos, sobre trivialidades e pensamentos algo dispersos da personagem principal. Curiosamente esta mesma personagem Joan a certa altura irrita-se com um discurso semelhante de uma outra personagem, Kailynn, e eu cá pensei para mim que era uma engraçada ironia.

O que menos gostei foi principalmente este facto. O narrador, seja ele qual for, vai falando mas diverge para memórias, para nova conversa sobre os heróis da Marvel (no caso de Joan), para assuntos que não estão em nada relacionados com a linha de pensamento que estávamos a seguir. No inicio achei que fosse apenas introdutório, depois quando foi no POV de um dos atiradores pensei que fosse para mostrar o perfil psicopatológico, depois pensei que haveria ali uma reviravolta visto Joan também não me parecer muito saudável a nível psicológico, mas no final percebi que afinal o problema era mesmo da escrita de Gin Phillips. O que me parece mesmo é que é conversa para encher. Confesso que tive mesmo que ler na diagonal e mesmo às vezes voltando para ler novamente existem cenas muito mal descritas.

Outro ponto que desgostei, foram os diálogos mãe-filho. Ora, há alguns dias li o Não É Bem Namorar de Catherine Bybee, onde temos uma criança mais ou menos da mesma idade de Lincoln, o que automaticamente fez com que fizesse algumas comparações. Lincoln é muito mais infantil, em que o papel que tem na história é de obstáculo. Primeiro não consegue manter-se muito quieto, mas depois silencia-se e não fala? A teimosia também é uma das características, mas aí perdoa-se pela idade.

O número de vilões também vai se alterando ao longo do livro, mas nenhum deles me pareceu uma personagem relevante. Fazem o seu papel para a malignidade da história, mas achei-os algo fracos. Mas a maior desilusão foi sem dúvida Joan, que teve comportamentos demasiado estranhos e fora de contexto, já para não pensar em alguns pensamentos. O final também foi demasiado rápido e rebuscado, a meu ver.
 

Lincoln é um bom menino. Aos quatro anos, é curioso, inteligente e bem-comportado. Lincoln faz o que a mãe diz e sabe quais são as regras.
«As regras hoje são diferentes. As regras são que temos de nos esconder e não deixar que o homem da pistola nos encontre.»
Quando um dia comum no Jardim Zoológico se transforma num pesadelo, Joan fica presa com o seu querido filho. tem de reunir todas as suas forças, encontrar a coragem oculta e proteger Lincoln a todo o custo - mesmo que isso signifique cruzar a linha entre o certo e o errado, entre a humanidade e o instinto animal.
É uma linha que nenhum de nós jamais sonharia cruzar.
Mas, por vezes, as regras são diferentes.
Um passeio de emoção magistral e uma exploração da maternidade em si - desde os ternos momentos de graça até ao poder selvagem. Reino de Feras questiona onde se encontra o limite entre o instinto animal para sobreviver e o dever humano de proteger os outros. Por quem deve uma mãe arriscar a sua vida?

Doce do Momento: "Reino de Feras" de Gin Phillips



Voltando ao suspense...

Lincoln é um bom menino. Aos quatro anos, é curioso, inteligente e bem-comportado. Lincoln faz o que a mãe diz e sabe quais são as regras.
«As regras hoje são diferentes. As regras são que temos de nos esconder e não deixar que o homem da pistola nos encontre.»
Quando um dia comum no Jardim Zoológico se transfoma num pesadelo, Joan fica presa com o seu querido filho. tem de reunir todas as suas forças, encontrar a coragem oculta e proteger Lincoln a todo o custo - mesmo que isso signifique cruzar a linha entre o certo e o errado, entre a humanidade e o instinto animal.
É uma linha que nenhum de nós jamais sonharia cruzar.
Mas, por vezes, as regras são diferentes.
Um passeio de emoção magistral e uma exploração da maternidade em si - desde os ternos momentos de graça até ao poder selvagem. Reino de Feras questiona onde se encontra o limite entre o instinto animal para sobreviver e o dever humano de proteger os outros. Por quem deve uma mãe arriscar a sua vida?

Pilha Cerebral: Tentações não resistidas de Janeiro



Ansiosa para as ler todinhas *.*

Na Fila: Fevereiro

Chegámos ao mês mais curto do ano, mas o objectivo de ler o que está aqui em casa mantém-se.

Mafi:
Um Violino na NoiteHarvesting the HeartNunca Digas Adeus Ao Encontro do DestinoYou Know Me WellQuem Não Sonha Voar, Alice?The Female of the Species

Ne:

Chegou à Despensa: "Reino de Feras" de Gin Phillips



Apesar da promessa a mim próprias que este ano me iria conter nas compras livrescas, a seguir a ter feito umas compras online entrei na Bertrand e pronto, tinha que sair de lá com um livro!
Reino de Feras já estava na minha wishlist desde que apareceu, mas só agora é que o vi ao vivo. Comprei-o pela história e pela curiosidade, mas digo já que acho um absurdo pagar mais de 17€ por um livro destes com tão poucas páginas, com folhas e capas tão finas. Estava à espera de algo bem maior, mais maçudo, principalmente para o preço dele.
Não digo que as editoras não tenham mais gastos ou mais impostos, etc, mas eu vou ler este livro em dois dias. Será que vale mesmo a pena gastar tanto dinheiro num thriller? Espero que seja mesmo bom, se não vou me arrepender e sinceramente convencer que não vale a pena comprar livros em livrarias.