18 de outubro de 2016

Ponto de Situação: "O Plano de Miss Fairbourne" de Madeline Hunter



Sabem quando um livro é tão chato que os vossos olhos mesmo a lerem na diagonal não lêem nada? Eu estou a ler este livro e de página em página penso assim: "mas como é que eu aqui cheguei? O que li para trás?"
Supostamente os personagens estão atraídos um pelo outro, mas até isso me passa ao lado. Não sinto empatia nenhuma, não sinto paixão, nem atracção, nem faísca. Nada. E quando começam a falar no irmão dela, de um tal Robert, então a minha atenção no que estou a ler passa de 50% para 10% ou menos. Acho que o que não me atrai é mesmo a escrita, porque eu acho que a história tem muito potencial. A personagem feminina supostamente devia ser cheia de garra e determinação, ter língua afiada, etc., mas nas conversas com o conde nada disso sai para fora do papel. E parece-me tudo oco.
Vou na página 81 de 391. Ai ainda falta tanto...
Um negócio gerido por uma mulher? Em 1798? Parece impossível! Mas é esse mesmo o plano de Emma Fairbourne após a morte do pai. Apesar de saber que se trata de uma jogada arriscada, ela está disposta até a contratar um belo e encantador homem para servir de disfarce, tudo para manter vivo o legado da leiloeira Fairbourne’s... Só que o patriarca Maurice Fairbourne tinha um sócio desconhecido, Darius, o Conde de Southwaite. Darius é um homem habituado a ter o que quer e sem o menor interesse em gerir uma leiloeira, muito menos uma (desconfia ele) envolta em escândalos que poderiam arruinar a sua reputação. Não contava era com a vontade férrea de Emma, cuja frontalidade é simultaneamente exasperante e sensual. Darius decide tentar então uma nova abordagem, que não só fará com que ela se renda a ele, mas proporcionará imenso prazer a ambos...

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