Vou pegar neste livrinho que tem menos de 200 páginas mas que está na estante há 7 anos xD
No seu novo romance, Marc Levy conta a história de um rapazinho com um dom invulgar: ele consegue <> as sombras das pessoas com quem se cruza. Ao princípio, acontece-lhe involuntariamente e isso chega a assustá-lo. Sempre que se cruza com alguém - seja um amigo, um inimigo ou um perfeito desconhecido -, a sombra da outra pessoa passa a segui-lo... Por vezes contra a vontade do rapaz, as sombras contam-lhe os mais profundos desejos, temores e aspirações das pessoas a quem pertencem. E o rapaz vê-se em mãos com um dom que traz uma grande responsabilidade: ao saber estes segredos, terá de ajudar as pessoas.
Vai uma pessoa comer a casa de outra descansada e pasma-se a olhar para a colecção do José Rodrigues dos Santos que ela tinha nas estantes e sai de lá com o quê? Com um segundo volume (que afinal é o 3º e o 4º) de uma banda-desenhada erótica.
Ora no dia a seguir tive que lhe pegar porque achei os gráficos muito fofos e as personagens femininas não são barbies nenhumas, são sim referentes a mulheres de ancas largas e mamas médias, que gostam de uma boa noitada, seja num bar ou em casa, acompanhadas por um bom copo de vinho.
Ora se estão à espera de desenhos explícitos é melhor diminuírem a velocidade., porque aqui apesar de termos órgãos sexuais femininos e masculinos, é tudo muito suave. Pequenos Prazeres é um livro que retrata principalmente a dinâmica entre homens e mulheres, que tenta explicar as mentes de ambos, no mais cru que existe.
A parte erótica ou pornográfica será apenas uns 20%, porque de resto são momentos de grupos de amigos ou amigas, são momentos de engate, momentos sozinhos, etc.
A personagem Clara é sem dúvida a minha preferida e merece bem o lugar como protagonista. Mais sui generis não há! E transparente também não. Ela está presente em todas as cenas, mas também é ela que com a sua personalidade completamente "fora da graça de Deus" que vai dar alguma piada aos quadradinhos. Não vou dizer que me ri às gargalhadas, porque não o fiz. Nem perto. Mas tem muito sentido de humor e muitas críticas sociais que nos metem um sorriso nos lábios e não nos deixam largar o livro.
Em relação à personagem Arthur ainda não percebi o que acho dele. Acho que Clara é demasiado para a camioneta dele, mas ela mesmo não estando apaixonada por ele (e aqui ninguém vai estar, acho que a maior parte das relações aqui presentes são físicas) ela lá anda atrás dele - e aqui está outra característica que lhe acho piada: a rapariga é insistente e persistente!
Sem dúvida uma hora ou duas de diversão serena.
Arthur e Clara são amigos - e ex-namorados com uma necessidade irresistível de se provocarem um ao outro!
São ambos solteirões dedicados, muito felizes com o seu estilo de vida descomprometido e com os pequenos prazeres de se ser completamente livre. Mas, quando dois dos seus melhores amigos anunciam que vão casar, Arthur e Clara começam a repensar as suas prioridades…
Entre o stresse de ajudar a preparar um casamento, acalmar os nervos (e ciúmes!) da noiva, tentar organizar uma festa de despedida de solteiro sem ferir susceptibilidades e a dificuldade de gerir a vida de solteiro, Arthur e Clara começam a ver o compromisso com novos olhos. Afinal, será que eram a alma gémea um do outro sem o saberem?
Esta BD foi me emprestada à última da hora por uma grande fã de José Rodrigues dos Santos. Tudo a ver!
Arthur e Clara são amigos - e ex-namorados com uma necessidade irresistível de se provocarem um ao outro!
São ambos solteirões dedicados, muito felizes com o seu estilo de vida descomprometido e com os pequenos prazeres de se ser completamente livre. Mas, quando dois dos seus melhores amigos anunciam que vão casar, Arthur e Clara começam a repensar as suas prioridades…
Entre o stress de ajudar a preparar um casamento, acalmar os nervos (e ciúmes!) da noiva, tentar organizar uma festa de despedida de solteiro sem ferir susceptibilidades e a dificuldade de gerir a vida de solteiro, Arthur e Clara começam a ver o compromisso com novos olhos. Afinal, será que eram a alma gémea um do outro sem o saberem?
Para o segundo volume sai mais uma capa, novamente da primeira editora 11x17.
Notam alguma melhoria?
O 3º livro de uma série que nunca foi acabada em Portugal... :(
Um livro com uma capa gira, cheio de cores chamativos e até o preço é bem engraçado. Como podem ver pela lombada não é muito magro e mesmo folheando posso dizer que o tamanho da letra até é normal, tem é aqueles espaços enormes na mudança de capítulo.
Além da parte de fora, a sinopse também me atraiu e por isso trouxe-o para casa.
Paddy de Courcy é um importante e encantador político irlandês, o «John F. Kennedy Jr. de Dublin». O seu charme
e carisma conquistaram o país e a imprensa, mas a notícia do seu casamento vai revolucionar a vida social de
Dublin e, sobretudo, a vida de quatro mulheres. Lola quase desmaia: Paddy era seu namorado... achava ela. Grace,
uma jornalista que conheceu Paddy há muito tempo, mas que ainda se lembra bem dele, parte em busca da
verdade seguindo Lola, que decide curar as suas feridas longe da cidade. Marnie, a irmã de Grace, também
conhece bem o charmoso Paddy, o seu primeiro amor - que ela trata desesperadamente de esquecer. E Alicia, a
rapariga com quem Paddy vai casar? Ela parece ser a mulher perfeita para um político conceituado como ele, mas...
será que Alicia sabe realmente quem é este homem tão encantador?
Uma história repleta de lágrimas, risos, emoção e vida.
A Contraponto (um minuto de silêncio pelo seu falecimento..) está também
representada aqui nas "Origens" com o livro "Eterna Saudade"! Quem
leu?
Aqui temos uma trilogia, mais uma vez da Nora Roberts. Desta vez foi a Contraponto que decidiu que esta trilogia valia a pena.
Têm alguma? Já leram?
Mas que boa surpresa foi este "Rubi"!
Realmente uma pedra preciosa no meio de tanta série YA que foi editada nos últimos anos. O pior disto tudo é que a trilogia ficou por acabar em Portugal, mas enfim já nos vamos habituando não é? Mas pronto ao menos tivemos o privilégio de editarem em Português dois livros da série, é que nem no Brasil conseguiram com que traduzissem esta série, portanto points for us.

Vou começar por elogiar a autora - Kerstin Gier - que foi inteligente na construção deste primeiro livro. Normalmente os primeiros livros da série têm sempre o mesmo plot: adolescente descobre que é diferente, tenta descobrir porquê, pelo meio há sempre um rapaz giro, e o fim do livro acaba quase sempre em cliffhanger e a fazer-nos desesperar pelo próximo. Rubi até tem todos estes elementos mas a autora - na minha opinião - soube construir este primeiro livro de uma maneira a torná-lo muito introdutório e com pouco desenvolvimento; basicamente a levantar apenas a ponta do véu.
A acção começa tardiamente e só nos apercebemos bem da questão do livro já perto das páginas finais. Não pensem que até ao final é só palha, nada disso. Todo o livro é uma introdução e um cheirinho da trilogia em si. Gier apresenta-nos toda a mitologia das pedras preciosas, das viagens no tempo e da sociedade secreta. Só que fá-lo de uma maneira tão light que nem damos pelas páginas passar. A aliar a isto tudo, temos a nossa protagonista que sinceramente é o que faz o livro. As personagens fazem o livro e mal posso ver como ficaram em formato cinematográfico. A Gwen tem garra e também tem uma melhor amiga espectacular, daquelas mesmo amigas para a vida. Adorei a amizade entre as duas.
Quanto ao Gideon e à parte amorosa do livro, achei súbito o interesse um pelo o outro mas é melhor ir-me habituando a vê-los juntos pois é para continuar. Estou muito curiosa com a história da Lucy e do Paul e adorei que o epílogo fosse narrado por eles. Dá para ver bem o paralelismo entre os dois casais. Acho que ainda vem por aí muita coisa boa neste mundo precioso. Mal posso esperar pelo Safira!
Pertencer a uma família cheia de segredos não é fácil, ou pelo menos é o que pensa Gwendolyn Sheperd, de 16 anos. Até que um dia se vê em Londres do final do século passado e se apercebe de que ela própria é o maior segredo da família. Do que Gwendolyn não se apercebera é que apaixonar-se quando se está presa num tempo diferente não é nada boa ideia. Tudo se pode complicar...