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Esta foi a minha estreia com manga e por isso já podem imaginar o meu espanto quando os livros chegaram cá a casa. Como comprei logo três percebi que não era defeito de impressão e que era assim mesmo. Além disso a editora mete uma página a explicar no inicio (fim) do livro. O que têm a saber sobre manga é que o livro é lido de trás para a frente e do canto superior direito para a esquerda. Estranha-se mas depois entranha-se, não se preocupem. O pior é mesmo habituar-nos a agarrar no livro daquela forma.

Gostei muito das personagens e da história, tal como da arte. Apenas acho que certas expressões e sentimentos são demasiado dramáticas (ou teatrais) e acabam por ser exageradas, tal como as descrições sonoras.

As cenas de acção mais violenta estão um pouco confusas, não tendo pormenores evidentes, por isso neste aspecto acho que o autor/ilustrador falhou um pouco.

A minha personagem preferida, e a da maior parte dos leitores, é a Anya, mas também me fez confusão ser um nome tão pouco japonês. Parece-me mais da Europa do Leste. Preferia nomes mais japoneses já que é um manga.

Sei que já há série, mas primeiro quero ler os outros dois traduzidos nesta série que já vai em 10 livros.

Numa missão em que tem que se infiltrar numa escola particular, "Crepúsculo" precisa de uma esposa e de um filho.
O que ele desconhece, é que a esposa que escolheu é uma assassina e a criança que adotou é uma telepata!

 



Este livro já suscitava a minha curiosidade há muito tempo. Vá pelo menos desde que saiu a edição portuguesa pela Devir, em  Novembro do ano passado.

O que não me entusiasmava nada dele era o seu preço: perto dos 40 euros. A verdade é que é uma edição de luxo, com capa dura, marcador de tecido e mais de 600 páginas mas mesmo assim é muito caro para mim .

Finalmente consegui adquiri-lo a custo zero que como quem diz por empréstimo e só por poder ler esta obra sem pagar nada já me dou por muito contente. 


O livro em um grafismo lindo, cheio de detalhes árabes é talvez o que mais me atrai neste livro. Pois este livro vive muito do visual que apresenta visto ser uma graphic novel sem texto narrativo, apenas com pequenas falas. 


É um livro que se lê depressa mas que certamente eu vou demorar o meu tempo a lê-lo, até apreciar todos os detalhes da obra. 



Quem daí já leu? 
No Médio Oriente, a jovem escrava Dodola escapa dos seus captores e resgata um bebé abandonado a que dá o nome Zam. Juntos vão viver num velho barco no deserto. À medida que crescem alternam o seu relacionamento de mãe e filho, de irmão e irmã e amantes. Dodola é forçada a prostituir-se para os comerciantes do deserto, enquanto Zam procura um meio alternativo de subsistência, até que ela é capturada pelo sultão.
Publicada originalmente nos Estados Unidos em 2011 pela Pantheon Books, a novela gráfica ‘Habibi’ apresenta um estilo gráfico inspirado na caligrafia árabe e nas narrativas islâmicas, numa edição de capa dura com 670 páginas a preto e branco. 
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