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Hoje trago a opinião de 2 romances que gostei bastante de ler. Um deles novidade, o outro já lançado em 2016. Uma estreia e um autor repetido. Um lido em papel e o outro em ebook. Podem aceder às sinopses clicando nas capas. 

39324902Começando com a novidade ''Amo-te (quase) para sempre'' da autora Erin Lyon, é um livro que nunca tinha ouvido falar e pelo Goodreads até a própria versão original foi lida por pouquíssima gente. Mas gostei da capa e da sinopse e portanto decidi arriscar. Aqui neste livro temos uma sociedade completamente igual à nossa com apenas uma diferença: não há casamentos. Há contractos de 7 anos, as pessoas começam um relacionamento, namoram mas em vez de darem o passo para o casamento, assinam um contracto e vão viver juntas. Como não há casamentos, também não há alianças e portanto quem é comprometido usa um colar com uma pena. É assim que se distingue quem está num contracto ou não. Kate, a nossa protagonista, está num contracto com Jonathan há 7 anos e chegou a altura de renovar mas para sua surpresa Jonathan diz que não quer renovar ''os votos'' pois quer ter tempo para ele. 
Desempregada e sem o apoio financeiro do seu conjugue, Kate volta para a casa dos pais e começa um emprego novo como advogada matrimonial ( algo que ela nunca quis). Ao mesmo tempo de tudo isto, conhece Adam, que é um quebra-contractos, ou seja apenas seduz as mulheres para que elas caiam na traição. Mas Kate já nem está comprometida portanto ele já não devia ter interesse nela mas não é bem assim...
Esta é a base do livro e logo ao início sabemos que o casal que iremos torcer é a Kate com o Adam. O problema são os outros pretendentes que a Kate tem e que dificultam a vida ao nosso casal. 
O livro é bastante engraçado e gostei bastante das personagens principais mas achei 3 pretendentes para a Kate, um número demasiado elevado. Bastava o Adam e outro. Como o livro tem continuação, o final é daqueles um bocado em aberto mas que deixa vontade de continuar a acompanhar as aventuras de Kate. Espero que não demore muito a sair o segundo. 


32487122Depois de ter lido o livro acima e como tenho poucos livros em papel para ler (não mesmo), decidi pegar num ebook de um autor que gosto bastante e como este era o único livro que me faltava ler dele, decidi que ia ser a minha leitura de fim de semana. Com uma capa romântica, eu esperava um livro passado numa ilha, com praia como fundo e algo assim levezinho. Não li a sinopse e portanto não podia estar o mais certa mas também o mais errada possível. Temos sim, descrições de uma ilha, neste caso a Nicarágua (acho que nunca tinha lido um livro passado neste país) e temos passagens das tradições e culturas deste país que vive muito à base do que a Natureza dá (fruta, café, cana de açúcar). No que me tinha enganado era no romance levezinho porque este livro não tem nada de leve. É um livro que envolve homens do poder, contrabando, gangues, corrupção...algo que acontece não só em países civilizados mas mais ainda em países de terceiro mundo que têm pouco com que se defender de quem consegue comprar tudo com dinheiro. 
Acompanhamos a vida de Charlie que outrora foi um capataz e um ''entregador de mercadorias'' para um homem poderoso. Mas cansou-se de enganar gente trabalhadora e pobre e decide limpar a sua consciência e ao mesmo tempo salvar o filho do seu melhor amigo, que está em maus lençóis. Vai parar à Nicarágua e lá vai conhecer Paulina, a filha desta e outros habitantes desta terra que irão mudar a sua vida para sempre. 
Não esperava tanta violência nem estes temas neste livro mas gsotei bastante de o ler. De todos os livros que já li deste autor, acho que é o mais sério e no final do livro, o próprio explica os factos verídicos que influenciaram este livro e admito que gostei ainda mais depois de saber que havia um fundo real no livro. Acho que a mensagem do livro não podia ser mais clara: Segundas Oportunidades. Toda a gente as merece pelo menos uma vez na vida. Ah, e o título do livro é muito bem explicado e faz muito sentido. 
Como já passou um ano e não saiu mais nada do autor, espero que a Porto Editora não tenha esquecido este autor, pois é realmente um autor que à partida pode enganar (já vi muita gente a comparar com os livros de Nicholas Sparks) mas que na minha opinião é bem superior e um autor que merece ser lido com maior reconhecimento. 



Prevemos que este mês vai ser óptimo a nível de leituras. Vejam só o que nos espera!

Mafi:


Ne:




Primeiro começo por dizer que ler este livro foi como tirar uma pedra do sapato. Não sei se tem algum livro na estante que vos incomoda por estar lá há tanto tempo. Comigo era este livro, dado que já o tinha há 8 anos e finalmente o li! Muito orgulhosa de mim. ^_^
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Este é o 3º livro que leio deste autor e espero que a Porto Editora continue a publicar mais livros porque certamente vou querer ler mais de Charles Martin. Vi algumas opiniões que este autor é comparado a Nicholas Sparks e até entendo as semelhanças mas com este livro posso dizer que Charles Martin é melhor. 

Bem um dos motivos de ter adiado esta leitura tanto tempo é por a letra ser bastante pequena, que dificulta a leitura mas se o livro for bom, vocês nem dão pelas páginas passar, que foi exactamente o que aconteceu aqui!


No livro temos duas narrativas paralelas mas com pontos em comum. A principal (no presente) segue um menino que foi encontrado com claras marcas de abuso físico. Sem conseguir falar (nem o seu nome), consegue comunicar através dos desenhos que vai fazendo. Do outro lado temos Chase Parker, um jornalista que outrora também foi uma criança abandonada e rejeitada, tendo sido acolhido por William e Lorna, um casal simpático e com muito amor para dar mas com um passado negro. 
A vida de Chase cruza-se com a do nosso rapaz e ao ajudar o pequeno ele próprio irá ajudar-se a si mesmo e tentar entender o que aconteceu no passado e que assombra até hoje a vida da sua família de acolhimento.

Ao princípio estava a gostar bem mais da história do pequeno ''Desenhador'' como era chamado e não tinha grande interesse no passado de Chase mas à medida que o livro foi avançando e pela maneira como o autor conseguiu ligar as duas histórias pelas suas semelhanças, comecei a ficar mais interessada no mistério ''adulto''. A verdade é que acabei por gostar bastante de tudo e no final o passado de Chase e de William acabou por ter mais impacto e mais consequências no rumo do livro.

Outra personagem muito importante foi Tommye. Não estava nada a espera que o livro sequer mencionasse as doenças sexualmente transmissíveis mas foi bom, acho que ainda é um tema tabu em livros, não me recordo sequer de alguma vez ter lido em que se abordasse o impacto do HIV, 

É um livro bem simpático, sobre identidade e principalmente amor fraternal. Gostei mesmo muito e tenho pena que esteja esgotado. Se tiverem oportunidade leiam. 



Às vezes lemos um romance que nos leva a lugares que não sabíamos que precisávamos de ir. Esse é o poder da escrita. Até que o Amor Me Encontre é um desses romances. Chase Walker é um jornalista que investiga o mistério de um menino abandonado numa linha-férrea. Sabe como ele foi lá parar, mas não sabe como, nem o que se passou até esse dia. Apenas sabe que esse menino está destroçado.
Mas esta criança desperta algo dentro de Chase que precisava de renascer: a necessidade de conhecer a verdade. A verdade sobre o menino; a verdade sobre si próprio, e a verdade sobre o homem mais importante da sua vida: o seu pai adoptivo. Enquanto procura a verdade sobre o rapaz, Chase também persegue a verdade sobre o seu pai e sobre crime que foi cometido muito antes de ser adoptado. Sabe que as acusações eram falsas, mas simplesmente não consegue provar. A história avança, até que a verdade vem finalmente ao de cima. Mas não é a verdade que o leitor assumiu... é muito, muito melhor.
Dentro de todos nós há o desejo de saber quem somos verdadeiramente... e de saber que somos amados e desejados. Todos procuramos a verdade e quase sempre o nosso passado parece incompleto. Este é um romance fascinante, uma extraordinária alegoria ao desejo universal de ser amado. 

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Data de aquisição: 2010 

Já li 2 livros deste autor e gostei, portanto vamos lá ler este também.

Infelizmente acho que vai ser uma leitura que terei de fazer só por casa, porque preciso de ler este livro com uma lupa! A letra é tão pequena!


Às vezes lemos um romance que nos leva a lugares que não sabíamos que precisávamos de ir. Esse é o poder da escrita. Até que o Amor Me Encontre é um desses romances. Chase Walker é um jornalista que investiga o mistério de um menino abandonado numa linha-férrea. Sabe como ele foi lá parar, mas não sabe como, nem o que se passou até esse dia. Apenas sabe que esse menino está destroçado.
Mas esta criança desperta algo dentro de Chase que precisava de renascer: a necessidade de conhecer a verdade. A verdade sobre o menino; a verdade sobre si próprio, e a verdade sobre o homem mais importante da sua vida: o seu pai adoptivo. Enquanto procura a verdade sobre o rapaz, Chase também persegue a verdade sobre o seu pai e sobre crime que foi cometido muito antes de ser adoptado. Sabe que as acusações eram falsas, mas simplesmente não consegue provar. A história avança, até que a verdade vem finalmente ao de cima. Mas não é a verdade que o leitor assumiu... é muito, muito melhor.
Dentro de todos nós há o desejo de saber quem somos verdadeiramente... e de saber que somos amados e desejados. Todos procuramos a verdade e quase sempre o nosso passado parece incompleto. Este é um romance fascinante, uma extraordinária alegoria ao desejo universal de ser amado. 




Novo ano, novo mês, novos livros por ler. Vamos lá ver se não perdemos o foco e cumprimos aquilo que prometemos no ''Especial 2018''.

Mafi


Bem de modo a realmente focar-me no que tenho aqui em casa por ler escolhi um livro que adquiri em cada ano... desde 2010. Não vou por mais do que 7 livros, porque se ler estes 7 já fico muito contente. 

Ne


Uns mais finos, outros mais grossos, é tempo de pegar nuns mais antigos e outros mais recentes para começar o ano da melhor forma. Espero conseguir ler tudo e que 2018 seja mais próspero em leituras (qualidade e quantidade) do que 2017.


Cada vez são mais as adaptações de livros no cinema e chegou a vez deste livro ser levado ao grande ecrã. O bom de tudo é que (se ainda tiver vontade) gosto de ler o livro primeiro para depois ver o filme e com este não foi excepção. O livro já está lido, venha daí o filme! 
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Já tinha lido um livro deste autor, há muitos anos e tinha gostado muito portanto esperava boas coisas deste romance. 
Primeiro, devido à capa eu pensava que este livro ia ser mesmo um romance. Ao ler a sinopse já imaginamos que dois desconhecidos perdidos no meio da neve, provavelmente vai dar em amor mas não. Existe uma atracção ente Ben e Ashley mas pelo menos enquanto estão a tentar sobreviver não há romance entre os dois porque Ben tem mulher e filhos e Ashley está noiva.

''A montanha ente nós'' é um livro de sobrevivência, um teste aos limites e as capacidades do ser humano em condições extremas. O mais incrível, é que é uma história que podia ser perfeitamente ser verídica. 
A forma como o autor conta as adversidades que as personagens enfrentam, tanto a nível físico mas mais a nível psicológico é muito boa, quase que conseguimos sentir o que Ben e Ashley passam. a fome, as condições atmosféricas nada favoráveis, as dores do acidente. 

O livro é muito cativante, eu dava por mim a ler 100 páginas sem perceber disso. Gostei mesmo muito que não houvesse qualquer envolvimento físico entre os dois, tanto pelo respeito dos seus cônjuges mas porque acho que ia tonar o livro cliché demais. O que vemos entre a Ashley e o Ben é uma amizade repentina mas forte. Claro que aos poucos, vão ficando cada vez mais conquistados um pelo outro e percebemos que os sentimentos vão além da amizade quando por exemplo a Ashley pede ao Ben para seguir caminho sozinho, por ela estar muito magoada e fraca demais para continuar ele recusa sempre. Gostei muito dessa atitude. Em casos de vida ou de morte não interessa a cor da pele, a religião ou a sua posição na sociedade. Interessa ajudar o próximo para que também possamos ser ajudados. 

O final não me surpreendeu. Li tantas opiniões a dizer que o final era surpreendente e inesperado que à medida que fui lendo o livro, fui apanhando algumas pistas e já suspeitava daquilo. 

Tenho mais dois livros do autor para ler e embora não me pareça que pegue em mais nenhum dele este ano, em 2018 vou voltar sem dúvida a Charles Martin. 
Este livro também me fez lembrar muito outro livro que tenho por ler: ''Sozinhos na Ilha'' da Tracey-Garvis Graves, aqui com um ambiente de mais calor e sol. A ver se também pego nele brevemente! 



Ben é um médico-cirurgião e Ashley é uma atraente e simpática jornalista que está a poucos dias do seu casamento. Conhecem-se na sala de embarque de um aeroporto, enquanto esperam pelo seu voo, atrasado devido ao mau tempo. Quando a viagem é cancelada, Ben aluga um avião particular para poderem regressar a casa. Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada, no meio do nada. Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito. A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E, se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos? 



9674084Poster do filme A Montanha Entre Nós / The Mountain Between Us (2017)


Já quero ler este livro há tanto tempo! Basicamente desde que foi lançado...em 2010. 
E só vou lê-lo porque percebi que o filme estreia  para a semana. Ao menos as adaptações servem para pegar em livros parados há demasiado tempo.


Ben é um médico-cirurgião e Ashley é uma atraente e simpática jornalista que está a poucos dias do seu casamento. Conhecem-se na sala de embarque de um aeroporto, enquanto esperam pelo seu voo, atrasado devido ao mau tempo. Quando a viagem é cancelada, Ben aluga um avião particular para poderem regressar a casa. Durante a viagem o impensável acontece: o avião cai numa zona isolada e gelada, no meio do nada. Ben e Ashley sobrevivem ao acidente. Sozinhos e feridos, têm de lutar contra as adversidades e as temperaturas negativas daquele lugar inóspito. A luta pela sobrevivência vai despertar neles os sentimentos mais sinceros e levá-los a questionar o rumo das suas vidas até então. Será que conseguem sobreviver? E, se conseguirem, até que ponto esta experiência mudará os seus destinos? 








Charles Martin voltou a esta rubrica, anos depois!


Resultado de imagem para Água do meu coração" de Charles MartinSpain, Majorca, Young couple kissing on boardwalk, close up : Foto de stock



Feliz 2017!!! 

Mais um ano, mais um novo mês, mais uma nova pilha! 
Esperamos começar bem 2017 com muitas leituras e sem mais demoras vamos lá ver o que é que queremos ler neste 1º mês de 2017! 

Mafi

O Peso da FamaO Último AdeusAté Que o Amor Me Encontre

Ne

 

Só tenho mesmo que os terminar, mas já viram tudo o que tenho a meio? Fora outros...


E já estamos em Dezembro outra vez... 2016 passou a voar! 

Mafi
Lago Perdido (Lost Lake, #1)O Peso da FamaO Último AdeusLady Midnight (Os Artifícios Negros = The Dark Artifices, #1)Até Que o Amor Me EncontreOs Muitos Nomes do AmorThis Is Where It EndsDestinos e FúriasA Rapariga do Calendário - Livro 4

Objectivo: ler livros que estão reservados e ler livros que tenho começados no e-reader há meses.

Ne
A Rapariga do Calendário - Livro 4Os Muitos Nomes do Amor

Eu devia ler os 16 que me faltam no Goodreads, mas acho que se acabar os que me faltam e ler mais o da Audrey já me dou por contente. Que este mês me dê mais vontade de ler que o Novembro.
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