14 de novembro de 2016

Opinião Contemporânea: "O Último Amor" de Nora Roberts





Há uns meses atrás li o 1º livro desta trilogia e apesar de ter achado um pouco fraco devido aos protagonistas, quis continuar a ler a série, confiante que os volumes seguintes podiam ser melhores.

Este 2º livro é definitivamente melhor. Não é que tenha adorado como antes adorava os livros da Nora mas gostei mais do que o 1º livro. 

32313147Primeiro gostei muito mais do casal deste livro - O Owen e a Avery. Depois gostei que o livro não tentou ser mais do que era e quem ler a minha opinião sobre o primeiro livro vai perceber o que eu quero dizer. Este livro é um romance e fica-se apenas por aí, um romance fofinho, passado dentro de uma comunidade americana onde parece que o maior problema é um fantasma habitante no Hotel Inn Boons Boro.

Gostei imenso da Avery que passa uma grande energia. Está sempre atarefada de um lado para o outro mas sempre com um sorriso na cara e disposta a ajudar. Gostei também do Owen, que é sempre muito organizado mas ao lado dela, perde todo o sentido de organização. O mais giro do livro é que as personagens já se conheciam desde crianças e ate já tinham sido namorado e daí o titulo do livro - O Último Amor - eles foram o primeiro e o último amor um do outro.

Os momentos de mais tensão é com a chegada de uma certa personagem que vai incomoda a Avery e apesar de ter algum drama não foi muito exagerado. Adorei também o romance entre a mãe do Owen e o pai da Avery, foi muito bom! 

O mais interessante do livro foi todo o desenvolvimento do fantasma, que começa no 1o livro mas aqui ganha contornos muito interessantes. O mais chato para mim foi ler novamente alguns descrições de decoração do hotel.

Foi sem dúvida um bom livro da Nora, muto perto das quatro estrelas e muito perto de me fazer sentir o que sentia quando li algumas sagas da autora há uns anos atrás.


Owen é o gestor do clã Montgomery e dirige o negócio de família com uma mão de ferro e uma folha de cálculo inflexível. E embora os seus irmãos passem a vida a repreendê-lo pela gestão obsessiva, a verdade é que o Hotel Boonsboro está prestes a ser inaugurado na data prevista. A única coisa que não foi planeada por Owen chama-se… Avery MacTavish.
A popular pizaria de Avery é mesmo do outro lado da rua, o que lhe permite ser testemunha da fantástica renovação do hotel – e apreciar o trabalho admirável de Owen. O facto de ele ter sido o seu primeiro namorado na adolescência só torna a situação mais interessante. Sem saber como, sente uma nova atração nada inocente a despertar por ele.
À medida que Avery e Owen iniciam um novo patamar na sua relação, a inauguração do hotel é pretexto para toda a cidade entrar em celebração. Mas o trabalho de Owen está longe de terminado.
Avery tão cedo não irá baixar a guarda, nem perceber que o seu primeiro amor poderá bem ser o último… 


 

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