Chegou à Despensa: "Um Casamento Conveniente" de Tessa Dare


Este veio emprestado, mas se gostar muito quem sabe não fica cá definitivamente?

Opinião Histórica: "O Escândalo de uma Rebelde" de Courtney Milan


Ao ler a sinopse eu já previa que este romance não me iria correr tão bem como os anteriores, mas mesmo assim surpreendeu-me pela positiva o facto de ter gostado tanto da história. O maior problema foi mesmo a escrita de Courtney Milan. Só tudo menos fã de diálogos longos cheios de "lamechice" e esta escritora adora-os! Discursos longos e ainda por cima repetitivos cheios de "sítios comuns" de fazer revirar os olhos mil vezes.

Num romance em que as mulheres são o sexo mais forte, pelo menos na força de vontade e não no poder. Quando a personagem principal, mas não a mais principal, é um exemplo para todas as mulheres, principalmente as do século XIX, este tipo de novela não encaixa bem. Também não encaixou bem o facto de ela não ser a personagem predominante, pelos menos o seu ponto de vista, que foi oferecido a Edward. Mas, acabo por olhar para esta situação como algo positivo, já que o papel de Edward, além de ser uma personagem sofrida, mostra o lado vulnerável de um homem e a maneira como a autora descreveu o seu encantamento por Free também foi emocionante, o que pesou no prato dos pontos positivos.

A questão de Amanda também me surpreendeu pela positiva. Já suspeitava, mas nunca esperei que as minhas suspeitas fossem confirmadas. Boa Courtney!

As descrições são longas, tanto de cenários como de situações.

Os anti-heróis e os vilões são óbvios e a forma como Edward resolve tudo e mais alguma coisa também me pareceu longe de ser realista.

Assim, sobrou-me admirar os exemplos e histórias em que a autora se baseou, principalmente a cena do hospital e do jornal.

Gostei bastante do Passado de Edward, incluindo a traição, a tortura e até as falsificações que ele fez. Deu-me vontade de o conhecer pessoalmente.

Apesar disto tudo quando penso na pontuação tenho sempre a certeza que as duas estrelas são o mais acertado já que este livro para mim foi um "ok" e não um "gostei", adorei" ou "amei". Não me viciou. Não me identifiquei com nenhuma personagem. Saltei os longos textos e nem sequer quis acabar rápido para descobrir o final porque este sempre esteve "escarrapachado" desde o início. Só o quis terminar rápido para poder pegar noutro que me viciasse.

Curiosamente, ao ler estas páginas só me vinha à memórias os livros de Jennifer Haymore que por muito que eu insistisse sempre me deram este tipo de enfado. Porque, na minha opinião, para se ter um romance romântico, emocionante, de derreter os corações, não é preciso esmiuçar o sentimento, mas sim criar momentos que nos façam sentir. Acções, não palavras - porque assim os sentimentos vão ser muito mais reais porque saem de nós e não das palavras que nos estão a impingir (este termo é forte, mas não estou a conseguir encontrar outro mais suave e adequado).

Pelo Goodreads estou a perceber que estou muito longe das restantes opiniões, mas la está, o livro escolhe o leitor, e acho que este não me escolheu a mim. Paciência.

Miss Frederica (Free) Marshall está muito à frente do seu tempo. É editora de um jornal de apoio aos direitos das mulheres e está habituada a incomodar muita gente. Mas o problema é que agora há quem esteja mais incomodado do que o costume. e decidido a silenciá-la. Free precisa de ajuda... mas sabe que a sua única tábua de salvação pode acertar-lhe em cheio na cabeça.
Pois a única pessoa disposta a ajudá-la não o faz desinteressadamente. Abandonado pela família, Edward Clark tem os meios e a vontade de combater os inimigos de Free. Afinal, trata-se da sua odiada família. e que mal têm uma ou duas mentirinhas? A jovem Free não passa de um peão no seu plano de vingança…
Mas Edward não contava que a fogosa rapariga lhe desse a volta à cabeça. Infelizmente, demorou demasiado tempo - e demasiadas mentiras - a perceber. Pois quando a mulher dos seus sonhos souber o quanto ele a enganou, ele vai perdê-la para sempre…

Opinião Histórica: "Verão em Edenbrooke" e "Amor em Blackmoore" de Julianne Donaldson


Curioso como a capa de um livro nos pode enganar e a fazer coisas que nos arrependemos.
Eu sou daquelas que olha e escolhe o livro pela capa. Só depois é que leio a sinopse e muitas vezes nem isso. Já me arrependi de ler alguns e já me arrepender de não ler outros mais cedo. Neste caso foi um duplo arrependimento - emprestaram-me o primeiro livro, não o li, devolvi-o e depois tive que o comprar para o ler. E agora que li os dois fico ainda mais chateada porque não há mais e estes dois não me chegam.

Nos dois livros temos protagonistas muito semelhantes, com a protagonista feminina a ser a mártir, sofrendo imenso, fazendo-nos sofrer imenso por empatia. O masculino também com coração de ouro, apaixona-se por ela desde o inicio do livro, enquanto ela só se apercebe que o ama no meio ou mesmo quase no final do livro.

Em ambos os livros ele prova derradeiramente o amor que sente por ela, enquanto que ela, forçada ou voluntariamente, é retirada de cena temporariamente.

Ambas são corajosas, altruístas, aventureiras.

Existem sempre muitos irmãos à mistura, tal como muitas mortes e vilãs.

Existem também muitos pretendentes, todos muito bonitos ou muito feios, nunca existindo um meio termo. Existem também muitos animais.

Em Amor em Blackmoore encontramos uma história semelhante à gata borralheira, sem ser a parte do borralheira, literalmente. Existem também sempre muitos segredos que nos são revelados a muito custo.

As paisagens são muito diferentes, mas todas com grande beleza natural. No segundo livro então a descrição é feita de forma bastante exaustiva, mas sem ser cansativa, dando imensa vontade de ir lá e olhar na mesma direcção.

Encontramos também melhores amigas que não o são. Inimigas que o deixam de ser.

Como podem ler, estes livros estão cheios de elementos já nossos conhecidos, mas que tudo bem reunido e baralhado nos dá uma combinação impressionante que me encantou.

Não existe continuidade entre os dois livros, não fazendo parte de uma série ou continuação, mas em Blackmoore há referência a uma das famílias que encontrámos em Edenbrooke.

Adorei as duas histórias, porque, de facto, Julianne Donaldson consegue-nos manter de uma ponta à outra do livro o coração sempre apertado, conseguindo ser romântica sem ser melosa ou exagerada ou até exaustiva. Aqui encontrei imensas emoções e sentimentos que apesar de terem sido em enorme quantidade nunca me fartei e ainda hoje estou desconsolada. Preciso de mais!

Apaixonei-me por todos os protagonistas, querendo rever-me nas femininas e casar-me com os masculinos.
"Ela não podia saber que "em breve" envelhecera havia anos, que "depois de muito tempo" era doente e frágil e que "finalmente" era um suspiro moribundo."
Gostei também dos pequenos pormenores eruditos, tais como a constante presença de livros, poemas, escritores e músicos de renome da época, tal como excertos destes.

Há também uma fixação por pássaros, sendo descritos mais do que o normal, mas tendo sido um pormenor mais excêntrico e não propriamente estranho ou até desagradável, até porque o meu único animal de estimação é um pássaro.

Em Edenbrooke são bastante óbvias as influências de Jane Austen, o que me alegrou imenso. O que mais notei! A falta de relações sexuais ou momentos mais atrevidos, onde no máximo a autora só nos dá um beijo, no máximo dois. O que eu adoro, é que sendo eu amante de livros eróticos ou romances históricos mais sensuais, aqui fiquei com sede de mais momentos opostos a estes - e é por isto que sou fã de Jane Austen, porque mesmo sem esses ingredientes, mesmo com a sua escrita própria da época consegue-me encantar igual ou mais a um romance erótico ou uma comédia romântica dos dias de hoje. Julianne Donaldson fez o mesmo e não há elogio maior que lhe possa dar.

Tenho pena de não poder ler mais tão cedo, mas espero encontrar mais do género.
Sugestões?

Marianne Daventry seria capaz de tudo para escapar ao tédio de viver em Bath e às investidas amorosas de um pretendente indesejado. Por isso, quando a sua irmã gémea, Cecily, a convida para passar o verão com ela em Edenbrooke, a maravilhosa propriedade rural de uns amigos da família, ela nem hesita em aceitar.
Parte assim para a casa de campo, pensando que poderá finalmente relaxar enquanto a irmã tenta conquistar Philip, o encantador herdeiro da propriedade. Mas rapidamente descobre que até os melhores planos podem correr mal.
Desde ser vítima de um assalto terrível até ter de ignorar sentimentos indesejados que começa a sentir pelo anfitrião da casa, Marianne vê-se enredada numa grande aventura, repleta de romance e intriga, que a deixará completamente desorientada.
Conseguirá Marianne conter o seu coração, ou irá um estranho arrebatá-lo irremediavelmente?

Na Inglaterra do início do século XIX, espera-se que a principal ambição de uma mulher seja casar. Mas Kate Worthington conhece bem o seu coração e sabe que o casamento não está nos seus planos. O seu sonho é viajar até à Índia para encontrar paz para o seu espírito inquieto e se poder afastar da nefasta influência da sua família. Só que a mãe de Kate tem outros planos e propõe-lhe um acordo: Kate pode ir para a Índia, mas apenas se conseguir — e rejeitar — três propostas de casamento.
Kate viaja então até Blackmoore, uma imponente propriedade rural numa charneca junto ao mar, e pede ajuda ao seu querido amigo de infância, Henry Delafield, para alcançar os seus objetivos. Porém, quando se trata de assuntos de amor, os acordos significam pouco e os planos podem mudar. Ali, nas terras selvagens e misteriosas de Blackmoore, Kate terá de enfrentar a dolorosa verdade que há anos mantém o seu coração cativo. Será ela capaz de rejeitar uma proposta que poderá revelar-se a única forma de libertar o seu coração?

Resultado Passatempo "O Grande Jogo de Detectives"

Ui, este passatempo foi miserável apenas com 3, mas boas participações. O Random.org decidiu-se pela primeira participação que calha a...


PEDRO OLIVEIRA
(Cascais)


Parabéns Pedro. Enviaremos para a semana o seu prémio!

Obrigada ao André e à Cláudia pela participação.

Chegou à Despensa: "Promessa de Veludo" de Jude Deveraux


Este primeiro volume da saga Quarteto de Veludo chegou finalmente cá a casa. Adoro a capa, adoro a sinopse. Eu e esta autora estamos num impasse e acho que este livro vai ajudar a desempatar.

A Sair do Forno: "O Rapaz à Porta" de Alex Dahl




Alex Dahl, metade americana, metade norueguesa, onde aliás nasceu. Já tem um livro publicado mas vai ser com este que conseguiremos ler alguma coisa desta autora em português. Apresentamos-vos: ''The Boy at the Door'' que saiu lá fora em Maio de 2018 e que por cá sairá em Outubro.

CECÍLIA, a personagem principal é uma excelente narradora, mas nada confiável, manipuladora e algo perturbada. Tem a vida perfeita: um marido atraente, duas bonitas filhas e uma grande casa em Sandefjord, uma cidade que parece tirada de um bilhete-postal. Ela esforça-se para manter tudo como está, pois um erro do passado pode destruir-lhe o presente.
Um thriller psicológico obscuro, inteligente e emocionante - impossível parar de ler! Quem gostou do Homem de Giz, não pode perder "O Rapaz à Porta".
Grande campanha de comunicação que inclui a vinda da autora a Portugal.
Sinopse traduzida mais completa 

Em Sandefjord temos tudo. Ou melhor...não temos nada - é esse o meu ponto. Não temos nada de indesejável que torna a vida tão desagradável em muitos lugares: poluição, pobreza, crises de propriedade, crime excessivo, questões de imigração...poderia continuar. Este não é o tipo de lugar onde meninos aparecem do nada, com olhos vazios, sem pais e nada além de uma bolsa de plástico com um par de calções de banho do Batman e uma toalha azul bebé desgastada. Sandefjord não é esse tipo de lugar. Não era.
Uma cidade escandinava pacífica e rica onde nada de mal alguma vez aconteceu. Uma rede de mentiras tão densa que é quase impenetrável. Uma prostituta viciada em heroína. flutuando num mar gelado. Mas Cecília é realmente uma mãe assim tão respeitável? E o pequeno Tobias será assim tão inocente quanto parece? E se decisões terríveis, negligencias e até mortes escondem-se atrás das fachadas perfeitas de Sandefjord?

Sai dia 2 de Outubro! 

Chegou à Despensa: "Liberta-me" de J. Kenner


Como podem ver continuo a trazer cá para casa os livros de J. Kenner. Desta vez aproveitei o vale de aniversário da Bertrand para trazer o primeiro volume da Stark Trilogy.

Compilação: "The Baller" e "Egomaniac" de Vi Keeland


Agora com o lançamento do Egomaníaco, esta opinião teve que sair à força. Tanto o The Baller como o Egomaniac li em inglês, mas sei que em português vai fluir também muito bem. Sim, porque eu vou querer reler.

Começando de fora para dentro, a primeira coisa que quero referir são estas capas finas que facilmente, mesmo com todos os cuidados, se dobram nos cantos. As editoras inglesas poupam na capa para depois gastar na impressão, que é super brilhante e com bastante tinta, o que contrasta com o papel branquíssimo e se nota bem no tamanho de letra gigante.
As imagens das capas de Vi Keeland são sempre tão bem escolhidas? 😆
Em relação ao interior do The Baller, comecei logo a adorar o livro na primeira página da história propriamente dita quando encontro a seguinte citação:
"This is for Jake.
(Just don't read it, okay?)"
Logo aqui começa a boa disposição da autora que me fez largar logo uma gargalhada. Mas isto foi apenas o aperitivo para um primeiro capítulo muito bom, onde confirmamos tudo o que a sinopse nos disse com muito mais animação.
Adorei a primeira cena do avião em que ela tomou o Xanax e o vinho. Foi pena ter sido uma cena tão rápida, que é um dos pontos constantes desta história. São muitas cenas, bem concentradas, que se seguem muito rapidamente. Os protagonistas estão constantemente juntos, o que aumenta a percentagem de cenas que me agarraram ao livro, porque no fundo o que eu queria ler era a dinâmica entre eles.
Tanto um como o outro tem cenas com bastante tensão sexual, que misturado com esse sentido de humor dá um resultado delicioso, mas que se come muito rápido, quase só de uma dentada. Ora, eu sou fã deste tipo de romances, porque sei que a satisfação é garantida, tal como os bons momentos que nos faz passar, mas parece que sabem sempre a pouco. Penso que para resolver isto a autora teria que escrever umas dezenas de histórias destas para ler até fartar e só aí mudámos de autor eheh.
Em ambos, o protagonista masculino é sempre o primeiro a cair de amores pela protagonista, o que acaba por ser um pouco diferente (não muito mas não deixa de ser querido), sempre no inicio do livro, apesar de no Egomaniac ele ainda negar um pouco. Há sempre amigos divertidos, de ambas as partes, mas o melhor são mesmo as cenas a dois.
No caso do Egomaniac a cumplicidade entre eles é enorme, e desde o inicio que Drew prova que afinal é um gentlemen e tem um enorme coração. Está claro que tinha que aparecer uma reviravolta que é feita através do seu filho e da sua ex que vai dar muito trabalho e infelizmente ter muito protagonismo. Emerie, por sua vez, é muito mole. Não deixa de ter grande coração, mas a rapariga tem um pouco falta de segurança a nível do que é capaz, apesar de, a nível de trabalho, ser bastante competente. Penso que o que Drew tem de egomaníaco, a Emerie tem a menos.
Mas é assim que as personagens combinam tão bem, principalmente quando há aquele momento da história em que um deles tem que ir atrás do outro. Ui, adoro! O meu coração fica bem apertado e não relaxa nem no final, porque aqueles momentos de adrenalina são curtos e acabam rápido.

Em relação ao The Baller, a luta entre protagonistas é mais acesa. Delilah é muito mais atrevida e arisca e dá bastante luta a Brody, apesar de também sofrer imenso com ele. Enfim, ambos sofrem, mas ambos adoram fazer as pazes eheh.
Para quem gostou da cena da entrevista, ficam a saber que se vai repetir. Yeeey!!
Fiquei sem perceber o que se passou com Brody e Willow. Os POV's dele são sempre passados com Marlene e ele fala sempre de Willow no presente. Apesar de achar Brody muito convencido e arrogante, gosto das cenas em que ele prega partidas a Dalilah.
Também é óbvio pelos capítulos dele que não é o que parece, mas gostava de ler a versão masculina das cenas em que a protagonista leva a melhor.
Aqui encontramos dois mistérios: o que se passou com Willow e o que se passou com Delilah em relação ao jejum que faz após cada relacionamento fracassado.
Todo o livro é muito intenso. Desde a troca constante de palavras entre os protagonistas até ambos cederem, são sempre cenas cheias de tensão sexual misturadas com muito humor.
Adorei assistir à luta de Delilah na resistência contra os ataques de Brody, sempre com tiradas inteligentes, e, à luta de Brody na persistência em se manter bad/sexy boy até ao fim. Mas vai ser ele a ceder primeiro e é essa desistência que contribui para ficar um pouco mais apaixonada por ele, apesar de desaprovar bastante a sua linguagem com as mulheres. Mas Vi Keeland prova que o respeito está acima de tudo principalmente quando há amizade e até atracção envolvida.

A cada livro que gosto mais da escrita e principalmente das histórias de Vi Keeland. São romances com bem mais drama do que erotismo, mas têm tudo q.b. Comparo-os aos romances históricos de bolso, mas estes adaptando-se aos príncipes e princesas de era moderna. São todos bonitos, eles ricos, elas da classe média, ou no caso de Emerie, pobre. Sempre tudo num ambiente muito citadino, que me faz sempre viajar para uma rua de Nova Iorque ou Manhattan! Que delícia!

The first time I met Brody Easton was in the men's locker room.
It was my first interview as a professional sportscaster.
The famed quarterback decided to bare all.
And by all, I don't mean he told me any of his secrets.
No. The arrogant ass decided to drop his towel, just as I asked the first question. On camera.
The Super Bowl MVP quickly adopted a new hobby--screwing with me.
When I pushed back, he shifted from wanting to screw with me, to wanting to screw me.
But I don't date players.
And it's not because I'm one of the few women working in the world of professional football.
I'd date an athlete.
It's the other kind of player I don't date.
You know the type. Good looking, strong, cocky, always looking to get laid.

Brody Easton was the ultimate player.
Every woman wanted to be the one to change him.
But the truth was, all he needed was a girl worth changing for.
Turned out, I was that girl.
Simple right? Let's face it. It never is.
There's a story between once upon a time and happily ever after...
And this one is ours.  

O que dizer de Drew Jagger?
É presunçoso, egocêntrico e arrogante…

Eu estava bastante satisfeita com o meu novo consultório, que arrendei em pleno centro da cidade, até que o Drew apareceu. Foi uma confusão! Pensei que ele era um assaltante e tentei atacá-lo, até que ele, calmamente, me esclareceu: eu é que estava no escritório dele. Ou seja, descobri que tinha sido enganada.
O Drew achou piada à situação e à minha ingenuidade« (assim como a outros dos meus… atributos), e propôs um acordo irrecusável: partilharmos o espaço até eu encontrar um novo, e em troca eu atenderia os telefonemas dele. Nem parece mau, pois não?
O problema é que juntos somos a receita ideal para o desastre. O Drew é advogado especialista em divórcios — cínico, convencido e estupidamente sexy —, e eu sou conselheira matrimonial, interessada em salvar os casamentos que ele quer ajudar a desfazer. As discussões entre nós são tórridas e as diferenças mais do que óbvias. A única coisa que nos une é o espaço que partilhamos… E uma atracção cada vez mais louca e incontrolável.
... mas confesso: não consigo deixar de pensar em como será beijar aqueles lábios tentadores!

A Sair do Forno: "Culpa" de Jeff Abbott


Sai dia 20 de Setembro
Há dois anos, Jane Norton esteve envolvida num acidente de automóvel que vitimou o seu amigo David e a deixou com amnésia. Ao início, todos são compreensivos em relação ao sucedido, mas o aparecimento de um bilhete de suicídio assinado por Jane no local do acidente gera a desconfiança, o ressentimento e o afastamento de todos aqueles que os conheciam.
Para além de continuar a enfrentar a suspeita e a hostilidade da cidade onde vive, o aniversário do acidente traz novos problemas: a campa de David é vandalizada e Jane começa a receber mensagens anónimas através das redes sociais. Alguém com um nome falso diz saber o que verdadeiramente aconteceu na noite fatídica de que ela não se lembra. Jane, desesperada por obter respostas a todas as questões que a atormentam, lança-se numa investigação frenética que pode, mais uma vez, colocá-la perante um destino mortífero.
Com uma escrita ágil, viciante e atual, Jeff Abbott reafirma o seu talento como um dos mestres mundiais do suspense, construindo um thriller cujo enredo original, as surpresas constantes e, acima de tudo, a profundidade psicológica das personagens são marcas de um romance negro de primeira ordem.

A Sair do Forno: "O Egomaníaco" de Vi Keeland




O que dizer de Drew Jagger?
É presunçoso, egocêntrico e arrogante…
Eu estava bastante satisfeita com o meu novo consultório, que arrendei em pleno centro da cidade, até que o Drew apareceu. Foi uma confusão! Pensei que ele era um assaltante e tentei atacá-lo, até que ele, calmamente, me esclareceu: eu é que estava no escritório dele. Ou seja, descobri que tinha sido enganada.
O Drew achou piada à situação e à minha ingenuidade« (assim como a outros dos meus… atributos), e propôs um acordo irrecusável: partilharmos o espaço até eu encontrar um novo, e em troca eu atenderia os telefonemas dele. Nem parece mau, pois não?
O problema é que juntos somos a receita ideal para o desastre. O Drew é advogado especialista em divórcios — cínico, convencido e estupidamente sexy —, e eu sou conselheira matrimonial, interessada em salvar os casamentos que ele quer ajudar a desfazer. As discussões entre nós são tórridas e as diferenças mais do que óbvias. A única coisa que nos une é o espaço que partilhamos… E uma atração cada vez mais louca e incontrolável.
... mas confesso: não consigo deixar de pensar em como será beijar aqueles lábios tentadores!

Sai dia 1 de outubro! 😍😍😍

A Sair do Forno:" Um Demónio na Cama" de Sabrina Jeffries


Jarret Sharpe é um dos mais diabólicos demónios de Halstead Hall.
Jarret ainda não perdoou a avó, a magnata Hester Plumtree, dona da cervejaria com o seu nome. Obrigou-o a sair ainda jovem de casa para um colégio interno, e por isso vive uma vida de devassidão e libertinagem, longe dos valores que ela lhe tentou incutir. Ganha todo o seu dinheiro a jogar às cartas e deita-se com qualquer mulher bonita que lhe dê essa hipótese.
Annabel Lake é uma jovem disposta a tudo para salvar o negócio da família.
Annabel também está envolvida no negócio da cerveja, e precisa de alguém com mais meios e influência para negociar em favor da sua cervejaria. A Lake Ale está em apuros, gerida de forma ruinosa pelo seu irmão, que tem graves problemas de alcoolismo.
Como poderá Annabel convencer Jarret a ajudá-la? Annabel faz-lhe uma proposta. Se ela o vencer num jogo de cartas, ele tem de a ajudar. Jarret, espicaçado pelo desafio, aceita. Mas o que quer em troca não é uma recompensa comum. Como bom demónio que é, exige «apenas» que Annabel passe uma noite na sua cama.

Sai dia 1 de Outubro


A Sair do Forno: "A menina do bosque" dê S.K Tremayne



É interessante estarem todos mortos, não é, mamã?
Todos os pássaros, tantos, todos eles estão mortos.
Confirmei.
Lyla tem 9 anos. Já está habituada a que os adultos não a levem a sério. Costuma ficar em silêncio por longos momentos sem que ninguém lhe consiga arrancar uma palavra. Ou fala por enigmas, difíceis de entender. A maioria dos temas são-lhe desconfortáveis, e tem muita dificuldade em fazer amigos. Os pais tentam ser compreensivos, mas nem sempre conseguem. Lyla prefere correr e dançar pelo bosque com os seus dois cães, os seus melhores amigos. Eles também gostam de andar livres e sem terem de responder a perguntas.
Até que acontece o acidente.
Quando o carro da mãe se despista e esta sobrevive milagrosamente, a vida de todos muda. Mas Lyla sabe que algo mais aconteceu e tenta explicar que as coisas não são assim tão simples.
Há um homem. Um homem que está sempre lá.
Mas ninguém acredita.
Ninguém entende.
                 Sai dia 1 de Outubro

A Sair do Forno: "A Criança na mala" de Lene Kaaberbøl e Agnete Friis



Uma mala deixada numa estação.
Um menino fechado no interior.
Um mistério sinistro por resolver.
Nina Borg é uma enfermeira da Cruz Vermelha com uma forte consciência social, incapaz de recusar um pedido de ajuda. Quando a sua amiga Karin lhe pede que vá buscar uma mala a um cacifo na estação de comboios de Copenhaga, Nina vê-se na mais perigosa missão da sua vida.
No interior da mala encontra-se um menino de 3 anos. Está despido e sob o efeito de sedativos, mas vivo. Ao perceber que estão a ser perseguidos e que a vida de ambos corre perigo, Nina procura Karin, a única pessoa capaz de ter as respostas certas para as suas perguntas. Quem é aquela criança cuja língua Nina desconhece? Porque foi raptada?
Quando descobre que Karin foi brutalmente assassinada, Nina decide fugir, e a sua coragem e determinação levam-na a pôr em risco a própria vida para descobrir a identidade da criança e tentar salvá-la.


Sai dia 1 de Outubro

A Sair do Forno: "Uma Coisa Absolutamente Incrível " de Hank Green





Depois do irmão John Green consagrar-se como um autor de sucesso, chega a vez de Hank Green lançar o seu primeiro livro! 



Fiquem com a sinopse: 
Um misterioso robot aparece em Nova Iorque...
... e em São Paulo...
... e em Buenos Aires...
O que se está a passar?
São 3 horas da manhã e April May tropeça numa escultura GIGANTE; uma espécie de robot com três metros de altura e aspeto de samurai. Perante a descoberta, April faz a primeira coisa de que se lembra: filma a bizarra estátua. O vídeo é publicado no YouTube e, da noite para o dia, April torna-se famosa por ter sido a primeira no mundo a registar a existência da estátua — aquela que viria a ser parte de um conjunto de mais de 60, espalhadas por várias cidades do mundo. Pouco habituada ao estrelato e às consequências da fama viral, April torna-se internacionalmente famosa e fica associada aos robots.
Um movimento emergente desperta. As pessoas querem saber: O que são estes robots e porque existem? Quem os terá criado? E mais importante ainda: serão perigosos? April começa a sua investigação e, reunindo um grupo improvável de pessoas, tenta perceber a origem destes robots e o seu sentido neste mundo.
Hank Green explora de modo magistral a forma como lidamos com o medo e o desconhecido, e como as redes sociais transformaram aquilo que entendemos por fama.
No seu fantástico romance de estreia, Hank Green revela-nos a história de uma jovem que se torna acidentalmente famosa — para logo se encontrar no epicentro de um mistério muito maior do que poderia imaginar.

Gostaram? Vão querer ler? 
Sai dia 1 de Outubro

Passatempo "Flores de Fogo" de Stephanie Grünheidt

O Algodão Doce para o Cérebro e a autora Stephanie Grünheidt têm o prazer de dar inicio ao segundo passatempo deste mês.
Temos um exemplar para sortear que veio de propósito do Brasil.

  • enviar email para algodaodoceparaocerebroblog@gmail.com com:
    • NOME COMPLETO
    • MORADA COMPLETA
    • Assunto: Passatempo "Flores de Fogo" de Stephanie Grünheidt
    • Até: 30 de Setembro de 2018
    • Ser residente em Portugal e Açores e Madeira
    • Fazer GOSTO na página do FACEBOOK
    • Partilhar com os(as) vossos(as) amigos(as)
    • Ser seguidor do blog aqui
Alertamos que quem não cumprir todas as regras a sua participação será eliminada de imediato.

Doce do Momento: "O Escândalo de uma Rebelde" de Courtney Milan






Romance histórico, agora de diferente época.

Miss Frederica (“Free”) Marshall está muito à frente do seu tempo. É editora de um jornal de apoio aos direitos das mulheres e está habituada a incomodar muita gente. Mas o problema é que agora há quem esteja mais incomodado do que o costume. E decidido a silenciá-la. Free precisa de ajuda... mas sabe que a sua única tábua de salvação pode acertar-lhe em cheio na cabeça. Pois a única pessoa disposta a ajudá-la não o faz desinteressadamente. Abandonado pela família, Edward Clark tem os meios e a vontade de combater os inimigos de Free. Afinal, trata-se da sua odiada família. E que mal têm uma ou duas mentirinhas? A jovem Free não passa de um peão no seu plano de vingança…Mas Edward não contava que a fogosa rapariga lhe desse a volta à cabeça. Infelizmente, demorou demasiado tempo – e demasiadas mentiras – a perceber. Pois quando a mulher dos seus sonhos souber o quanto ele a enganou, ele vai perdê-la para sempre…

Passatempo "A Sereia de Brighton"


Olá pessoal!

Olhem o que temos aqui para vocês! Pois é um exemplar do novo livro da nossa querida amiga Dorothy Koomson cedido pela Porto Editora.
Para se habilitarem só têm que mandar email para algodaodoceparaocerebroblog@gmail.com com as seguintes respostas:

- Nome completo
- Morada completa
- Quais os títulos da autora que faltam na estante da Ne
- Quais os livros que já leram da autora
- Qual o preferido

Mandei tudo certinho até dia 30 deste mês (Setembro) e só é válido para participantes residentes em Portugal e Ilhas.

Boa sorte gulosas e gulosos! Ficamos à espera!

Chegou à Despensa: "Faz-Me Sentir" de Beth Kery


Este foi a maior surpresa já que quando o adicionei ao cesto não me apercebi que era 8 contos (?) num livro. Acho que foi uma óptima surpresa!

Chegou à Despensa: "Porque És Minha" de Beth Kery


Este já mais antigo veio por arrasto da compra anterior. Nunca me chamou propriamente a atenção, mas espero ter uma boa surpresa.

Chegou à Despensa: "Mais do Que Querer" de Shayla Black


Não resisti a aproveitar mais uma vez a promoção dos 3=2 da Saída de Emergência quando este livro saiu no forno. Chegou finalmente à despensa.

A Sair do Forno: ''Segredos Mortais'' de Robert Bryndza



Chegámos ao fim da série! yay! 

Numa manhã gelada de inverno, uma mulher acorda e encontra o corpo ensanguentado da filha à porta de casa. Quem seria capaz de tal atrocidade?
A detetive Erika Foster vive um momento de fragilidade devido ao último caso que resolveu, mas está decidida a liderar também esta investigação. Ao deitar mãos à obra, toma conhecimento de outros ataques cometidos na mesma zona pacata do sul de Londres onde o crime ocorreu. Um pormenor arrepiante liga-os ao homicídio – todas as vítimas foram atacadas por uma figura vestida de preto com uma máscara de gás.
Erika procura um assassino cujo cartão de visita é aterrorizante. O caso complica-se quando descobre a teia de segredos que rodeia a morte da bela jovem.
No entanto, ao juntar as pistas, Erika é forçada a confrontar memórias dolorosas do passado. Deve escavar bem fundo, manter-se concentrada e encontrar o assassino. Só que, desta vez, um elemento da sua equipa corre um perigo terrível...

Sai dia 4 de Outubro  

Chegou à Despensa: "Conquistada até Terça" de Catherine Bybee


Aproveitando a promoção dos 40% de desconto do Continente adquiri um dos livros já lidos da série Noivas da Semana. Toca a fazer colecção das séries preferidas! Já tenho 2, faltam 5!

Opinião Contemporânea: ''O Homem que não ligou'' de Rosie Walsh




Mas que boa surpresa!

Este foi o livro que li mais rápido em Agosto. Li-o em menos de 48 horas e confesso que não esperava gostar tanto dele como gostei. 

''O Homem que não ligou'' foi uma leitura muito surpreendente e de certa maneira foi muito bom ter ido para este livro com a ideia que seria um thriller ou pelo menos um romance com algum suspense. Mas esqueçam, tem algum mistério sim mas não tem nada de thriller e muito menos de policial. É na verdade um romance bem dramático, daqueles que gostamos e que nos fazem pensar na nossa vida e nas decisões que tomamos. 
Resultado de imagem para o homem que nao ligouO título acaba por enganar um pouco o leitor mas na verdade é o ponto de partida para a nossa história: Sarah conhece Eddie e ambos vivem uma semana intensa de paixão e amor. Ele diz-lhe que tem uma viagem marcada e promete ligar-lhe. Mas não liga e Sarah sabe que algo não está bem e que alguma coisa aconteceu. 
Logo ao início entendemos que Sarah sofre com o trauma da sua irmã mais nova, para além do seu casamento ter acabado e portanto percebemos claramente que se sente carente e vulneráve e daí a sua paixão louca por Eddie, mesmo só o conhecendo há uma semana. 
Eddie parece ser um homem às direitas mas como nos é dado a entender, também há alguma coisa de suspeito com o seu comportamento e é ao tentar perceber o porquê de ele não ligar ou responder às mensagens de Sarah, que ficamos presos na história. 
Depois que percebi que o livro não caminhava pelos trilhos de um thriller fiquei intrigada até que ponto ia a história e digo-vos que Rosie Wlash surpreendeu-me bastante. Temos aqui um romance com uma mensagem muito bonita mas também uma história cheia de drama e principalmente muitos traumas ainda por resolver e superar. A cada página que lia eu envolvia-me mais no emaranhado de drama familiar da Sarah e do Eddie e sofria com as inseguranças e os medos que eles tinham. 
As personagens são muito bem construídas e até as personagens secundárias tem alguma história e algum protagonismo, não estando ali apenas para servirem de apoio à Sarah.
O final foi emocionante mas também bonito. O livro consegue passar muitas mensagens importantes em relação a erros que cometemos no passado e ao orgulho que muitas vezes não nos deixa seguir em frente.
''O homem que não ligou'' foi mesmo uma bela surpresa e é um livro que recomendo sem dúvida. 


Imagine que conhece um homem e se apaixona loucamente. E é recíproco. São almas gémeas. E um dia ele desaparece sem deixar rasto.
É o que acontece a Sarah. O seu primeiro encontro com Eddie é acidental mas tão intenso que não voltam a separar-se durante sete dias. São dias mágicos em que partilham tudo e se dão a conhecer sem reservas. Sabem que o que sentem um pelo outro é profundo e verdadeiro. Até que ele parte numa viagem breve. Promete telefonar. Mas não telefona. Nunca mais.
Passam-se semanas, meses… e a preocupação de Sarah intensifica-se. Não acredita nos amigos, que tentam convencê-la a esquecê-lo. Afinal, dizem, ela não é a primeira pessoa (nem a última) a ser ignorada por um amante. O melhor, garantem, é seguir em frente e não pensar mais no assunto. Mas ela não é capaz. Pois sabe – e sabe, com toda a certeza – que algo de terrível aconteceu.
E um dia descobre que, afinal, tinha razão.

A Sair do Forno: ''Sobrevivência Mortal'' de J.D Robb




Aos poucos vamos tendo esta colecção cá em Portugal...

A tenente Eve Dallas corre atrás de fantasmas enquanto protege a única sobrevivente de um crime inexplicável.
Eve Dallas pode ser a melhor polícia da cidade, mas o homicídio da família Swisher deixa-a num impasse. Sem ADN, pistas ou ligações criminosas, a única fonte de informação sobre o homicídio é Nixie Swisher, a testemunha de nove anos que se escondeu na cozinha.
Os Swisher foram assassinados com precisão militar. A segurança topo de gama foi violada e os criminosos utilizaram equipamento de visão noturna para entrar na casa. Dallas está claramente a lidar com profissionais. Este é um crime que tem de resolver rapidamente, não só devido à promessa que fez a Nixie, mas também para apaziguar algumas das suas memórias mais obscuras e medos profundos.
Mas será que Eve tem o que é preciso para impedir que os assassinos completem a sua missão?

Sai dia 12 de Outubro  

Chegou à Despensa: "O Tabu mais Doce" de J. Kenner


A segunda compra compulsiva depois de ler um romance de J. Kenner eheh.
Já tenho o segundo e este é o terceiro da saga S.I.N., só falta o primeiro para completar uma das muitas sagas desta autora.