Editorial Presença,

Opinião Young-Adult: "Se Eu Ficar" de Gayle Forman

julho 19, 2017 Inês Santos 1 Comments



Ao contrário da última opinião, este é um livro que me desiludiu a 100%.
Estava há algum tempo para conhecer Gayle Forman e, portanto, quando saiu o filme decidi ir em frente e tratar de arranjar o livre para depois poder ver a adaptação. Ora o livro não me agradou muito por isso lá terei que desistir da ideia original.
O que não gostei: o facto de toda a história ter mais a ver com a família, e é tudo muito feliz pelos vistos, do que propriamente com o acidente. Depois a meio começa a ser apenas sobre o romance, mas este descrito de forma mais para a música e para as diferenças deles do que o romance em si.
O livro é curto e por isso não acho que tenha havido grande desenvolvimento da história (qual história?), apenas saltos na vida da protagonista baseado em memórias. Os poucos momentos do Presente ainda são os que mais gostei, tal como do fim.
Alguém me disse que o segundo é melhor porque é sobre o romance de Mia, mas sinceramente a vontade de continuar é nula. Talvez quando já não tiver tão presente na memória pegue no próximo.
Também gostei do conteúdo hospitalar, onde tive alguma empatia e reconhecimento, mas fora isso nada me entusiasmou grandemente. A temática do rock e da música clássica foi demasiado esmiuçada e como não fazem parte da minha lista de músicas não tive grande ligação.
A parte inicial da tragédia, e até quando nos vão revelando as consequências desta, ainda foi o que puxou um pouco ao coração, tal como o discurso Adam, ou até do avô de Mia.
Mais uma vez a capa com a cara dos actores, ou apenas se tivesse visto o trailer, pode contribuir sempre para a história não ser lida tão bem, já que a nossa imaginação não "voa" tão bem e estamos restringidos à memória visual dos personagens já escolhidos por alguém.

Naquela manhã de Fevereiro, quando Mia, uma adolescente de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram à volta de decisões normais para uma rapariga da sua idade. É então que ela e a família resolvem ir dar um passeio de carro depois do pequeno-almoço e, numa questão de segundos, um grave acidente rouba-lhe todas as escolhas. Nas vinte e quatro horas que se seguem, Mia, em estado de coma, relembra a sua vida, pesa o que é verdadeiramente importante e, confrontada com o que faz com que valha mesmo a pena viver, tem de tomar a decisão mais difícil de todas.

1 comentário:

  1. Olá,
    Eu gostei, não é um "Must Have" dentro deste género.
    Já experimentaste ver o filme, achei que teve até uma boa adaptação. Pena não existir para o segundo livro.
    ;)

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