12 de julho de 2016

Ponto de Situação: "Alvorada Vermelha" de Pierce Brown



Na página 182 já estou a ler na versão brasileira e já estou mais entusiasmada com a leitura. O inicio é menos interessante, mas serve para conhecermos o protagonista e o que o motiva para o resto. Começamos a conhecer também a sociedade em que ele se insere, mas também nós somos enganados. Há aqui um ponto positivo pois vamos ser surpreendidos tanto como o personagem o que continua a alimentar a empatia que criamos com ele.
Há um ponto mais alto nesse principio em que eu, pessoalmente, não fui muito fã de Darrow. Achei-o muito cobarde, para quem tem tantas habilidades e gosta das mostrar.
Entretanto tudo mudou e de capítulo para capítulo Pierce Brown nos mostra mais uns quantos quilómetros de cenário e mais umas quantas multidões de personagens secundárias.
Aqui o romance ainda está meio adormecido, mas o autor já deu algumas pistas para as mais românticas se começarem a questionar se irá haver ali mais alguma coisa do que mortes.
As semelhanças demasiado óbvias com os Jogos da Fome são um os dos poucos pontes negativos que encontrei até agora.
"Alvorada Vermelha" é o primeiro volume de uma trilogia que tem tudo para conquistar a legião de fãs de Os Jogos da Fome. Passa-se numa altura em que a humanidade começou a colonizar outros planetas, como Marte. Darrow é um jovem de 19 anos que pertence à casta mais baixa da Sociedade, os Vermelhos, uma comunidade que vive e trabalha no subsolo marciano com a missão de preparar a superfície do planeta para que futuras gerações de humanos possam lá viver. No entanto, em breve Darrow irá descobrir que ele e os seus companheiros foram enganados pelas castas superiores. Inspirado pelo desejo de justiça, Darrow irá sacrificar tudo para se infiltrar na casta dos Dourados… e aniquilá-los! Vingança, guerra e luta pelo poder num romance de estreia empolgante.

2 comentários:

  1. Inês, acompanha o Darrow e vais vê-lo crescer.
    Há semalhanças, mas vão-se atenuando, até neste livro, e nos próximos já não as encontras. São bons.

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    1. Olá Carla, encontrei-as sempre e o entusiasmo acabou por se atenuar. Não irei ler o Filho Dourado tão cedo, mas um dia quero pegar-lhe e continuar a ler esta história.

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